Nossa igreja














1ª Parte - Como nasceu o Avivamento Bíblico


De modo oficial, podemos dizer que o Avivamento Bíblico nasceu a 7 de setembro de 1946, em meio aos eucaliptos que havia no pátio, aos fundos da Faculdade de Teologia da Igreja Metodista do Brasil, em Rudge Ramos, município de São Bernardo do Campo.
Um grupo de irmãos metodistas, das igrejas de Tucuruvi e Vila Mazzei, bairros da capital paulista, estavam crendo no batismo com o Espírito Santo como uma experiência pessoal (e muitos deles já haviam experimentado tal plenitude) e, reunidos nesse local, juntamente com os então seminaristas Mário Roberto Lindstron, Oswaldo Fuentes e Alídio Flora Agostinho, resolveram continuar a Obra iniciada no seio da igreja, sob qualquer circunstância. 

Alídio Flora Agostinho, um dos fundadores
                                             
-  Alídio Flora Agostinho , um dos fundadores.


Esta decisão tornou oficial o Movimento, por isso que essa é a data em que se comemora o seu aniversário. Esse grupo de irmãos era conhecido por “grupo de clamor” porque orava intensamente por reavivamento no seio da igreja e pregava a experiência da santificação e batismo no Espírito Santo como grande necessidade para os crentes. Tornou-se um grupo muito ativo em ambas as igrejas.
Como era de se esperar, não pode ser tolerado muito tempo no seio da igreja e teve de sair e organizar-se, pretendendo ser mais um movimento que uma denominação. Teve que escolher um nome que o caracterizasse, o qual foi Igreja Evangélica Avivamento Bíblico, como se chama até hoje. Santificação, poder para testemunhar o reavivamento das igrejas, era a ansiedade desses fiéis e corajosos irmãos, que não perdiam oportunidade de orar, estudar a Bíblia, e evangelizar. Muitos destes idealistas já estão com o Senhor e nos são de mui grata e saudosa memória. Dentre eles, destacamos os nomes de Francisco Antonio Barbosa, Pedro Soares Martins, Vírgilio Conti, João Perseghino, Mariana Perseghino, Joana Barbosa, José Ferreira e Cícero Faustino Inojosa.
Dentre outros que pela benignidade de Deus ainda permanecem conosco, contamos com satisfação os nomes de Orestes Branquini e Antonio Lopes Muniz. Louvamos o Santo Nome do Senhor por essas vidas. O que aconteceu antes Quando jovem Mário Roberto Lindstron, candidato ao ministério metodista, veio para faculdade de teologia em 1945, encontrou os estudantes Taisuke Sákuma e Kinzo Uchida, ambos da Igreja Metodista Livre, que faziam seu curso no mesmo local, Kinzo foi o instrumento usado por Deus para pregar ao seminarista Mário, que estava insatisfeito com sua vida espiritual, a necessidade de buscar a “experiência de santificação e santidade”- doutrina pregada pelo metodismo antigo.
Ele e outros colegas entregaram-se a busca de poder e santificação orando intensamente. Mário Roberto Lindstron encontrou então o que buscava: o batismo no Espírito Santo. Quando experimentou “a benção”, profetizou a conversão de seu pai (que se cumpriu plenamente) e ouviu a voz do Senhor, que o mandou pregar um avivamento na igreja. Sendo ajudante das igrejas de Tucuruvi e Vila Mazzei, foi usado por Deus para anunciar a mensagem de despertamento, que foi aceita por muitos. Os irmãos avivados tiveram profundas experiências com o Espírito Santo e se tornaram poderosos na oração. No ano seguinte, 1946, vieram para a mesma faculdade os jovens Oswaldo Fuentes e Alídio Flora Agostinho.
Cada um deles tem sua própria história a contar, mas ao fato de que, logo na chegada a faculdade, ao irem juntos com o jovem Mário Roberto orar a Deus, agradecendo pela boa viagem, o fogo de Deus se derramou abundantemente em todos eles. Ficaram então, como o colega Mário, marcados como os do “grupo”. Foram unidos nessa noite para a grande Obra. Foi por isso que o 7 de setembro, desse mesmo ano permitiu o encontro dos irmãos do “grupo de clamor”, com estes seminaristas, no pátio da Escola de Profetas da Igreja Metodista, para fixarem o indelével propósito de continuar, sob qualquer circunstância, o movimento de avivamento espiritual. A obra era de Deus. Nascia o Avivamento Bíblico.

E depois...
Não podendo continuar no seio da igreja Metodista do Brasil, o grupo passou a se reunir fora, inicialmente na casa do irmão Edmundo Branquini e depois na humilde residência de um irmão, Lázaro Sansão, à Rua Floreal, 10, em Jaçanã. Para isso, ele separou uma pequena “área coberta de sapé”, anexa à sua casa. Foi escolhido o irmão Tertuliano Antunes como primeiro líder do “grupo”, enquanto os seminaristas continuavam na faculdade de teologia.
Em 1947, o seminarista Mário Roberto Lindstron foi descontinuado em seus estudos na faculdade e passou a liderar o “grupo”, que se tornava cada vez mais poderoso e unido. Oswaldo e Alídio ainda permaneceram aquele ano na faculdade, ao fim do qual deixaram de preencher o pedido para continuarem, e, desse modo, poder ficar ao lado do “grupo” e cumprirem sua vocação divina.


  2ª Parte - As primeiras igrejas 


Jaçanã, a primeira Igreja
Jaçanã, a primeira Igreja

Aceitando a imersão como única forma bíblica de batismo, por mãos do Missionário Henry Jeffery, de saudosa memória, naquele tempo ligado à “Missionary Chapel of London”, no dia 15 de junho de 1947, nas águas do rio Cabuçu, que divide o município da Capital, de Guarulhos, nas proximidades da Vila Galvão, foram batizados quarenta e sete avivalistas, dentre os quais o seu líder, Mário Roberto Lindstrom. Dois meses depois, a 16 de agosto, o mesmo Missionário que presidiu a primeira assembléia da Igreja, na qual foi organizada a diretoria, e, também consagrou, além do pastor – o jovem Mário Roberto Lindstrom -, também presbíteros e diáconos, tendo sido então formado o que se chamou de “ministério” da Igreja.
Uma dezena de anos mais tarde a igreja de Jaçanã contava com doze congregações na Capital e duas no interior do Estado. Neste tempo, em dezembro de 1957, surgia o primeiro número do jornal Avivamento, que é o órgão oficial do Movimento.
Alta Sorocabana, Oeste Paulista
Data de 1948 o início do Avivamento Bíblico na Alta Sorocabana. Em 24 de novembro, em Presidente Bernardes, com um grupo de metodistas, alijados de sua grei por causa da experiência pentecostal, foi organizada a segunda Igreja. Nesta data, pelo pastor Mário Roberto Lindstrom, foi consagrado para exercer o ministério de pastor, o jovem Alídio Flora Agostinho, o segundo pastor, com apenas vinte anos de idade. Não tardou deu-se, a 16 de janeiro do ano seguinte, o primeiro serviço batismal, tendo sido batizados vinte e seis irmãos. Neste mesmo ano, com os irmãos Vírgilio Rosa, Rahel Pereira Tangerino e sua tia Francisca Tangerino a obra de estabelecia em Presidente Prudente, a “Capital da Alta Sorocabana”.
O Movimento na Alta Sorocabana , cuja sede passou a ser Presidente Prudente, alcançou várias cidades da região, enquanto crescia e lançava raízes rumo a Mato Grosso e ao Paraná, de modo que, em dez anos, suas atividades, já abrangiam cerca de quinze qualidades.
Santo André, o grande parque industrial
Em 1954, com um trabalho de evangelização através de uma tenda de lona, ficou o Aviamento Bíblico estabelecido em Santo André – mais uma congregação do Campo de Jaçanã. O primeiro batismo se deu a 14 de novembro desse mesmo ano, sendo vinte e cinco o número de batizados. Não tardou muito, à vista do desenvolvimento do trabalho, foi consagrado a 8 de maio de 1955, em Jaçanã, para exercer o ministério pastoral o irmão Oswaldo Fuentes, então estudante de direito, o qual assumiu a liderança do novo campo.
Diversas vilas do grande centro industrial e alguns municípios vizinhos foram alcançados. No fim, dessa década que já estava estabelecido em mais de uma dezena de locais.
Por volta de 1954, ainda se estabeleciam, as congregações de Vila Nair, no Alto do Ipiranga, Capital e de São Caetano do Sul. Esta formada de um grupo de metodistas, liderados pelo Pastor Abraão de Oliveira, de saudosa memória; aquela, resultado de intenso esforço pelo Evangelista João Becatti, primeiro, levantando uma congregação e depois, realizando uma campanha evangelística através de uma tenda de lona.
O norte do Paraná
Sob a influência do movimento de evangelização por meio das “tendas de lona”, S. Paulo (Jaçanã e Vila Nair) e Santo André se uniram financeiramente para estabelecerem uma “Tenda da Salvação” bem no centro da florescente cidade de Londrina, a “Capital do Norte do Paraná”. Por este tempo, 1954, já havia um pequeno em Assaí, cidade pequena, não muito distante de Londrina. Para dirigir esse grupo tinha sido enviado o Pastor Domingos Roque de Pinho, que fora consagrado ao ministério pastoral a 7 de setembro de 1954, em Jaçanã.
O Pastor Mário Roberto fazia, com sucesso, na tenda de lona, a campanha de salvação e cura divina. O primeiro batismo, fruto desta empreitada evangelizante, se deu em 9 de outubro de 1955, quando foram batizadas 73 pessoas. Fixou-se, então, o Pastor Domingos em Londrina, onde se estabeleceu a sede do Movimento no Norte do Paraná.
Depois da campanha em Londrina, a “tenda” foi armada em Cornélio Procópio, e mais tarde em diversas outras cidades; também chegou a Curitiba. Destacou-se, neste ministério, o Evangelista Clóvis Nabarreto Rebesco, que se convertera em São Caetano do Sul.
Deste modo, no fim de 1959, no Estado do Paraná já havia mais de uma vintena de congregações, inclusive na Capital.


  3ª Parte - O desenvolvimento da igreja


Décadas de 50 e 60
Antes de encerrar-se a década de 50, após treze anos de fundação, um balanço do Movimento indicava: seis igrejas (campos), formados por sessenta congregações e cerca de três mil membros. É bom lembrar que também dava os primeiros passos em Cassilândia ( Mato Grosso do Sul) e em Araraquara (S. Paulo), e havia lançado sementes na Bahia.
É deste período ainda, a realização de Convenções Gerais. Em janeiro de 1956, de 23 a 29, reuniu-se em Jaçanã, o que se chamou inicialmente, de “Primeira Reunião Geral de Obreiros”, e, depois de: “Convenção Geral”. Nesta reunião foi criado o órgão geral, chamado de “Conselho Nacional”. Mais tarde se chamou: “Conselho Diretor”, “Conselho Executivo”, e, por fim, “Conselho Geral”.
A década de 60 caracterizou-se por autonomia de diversas congregações e a batalha por um “estatuto único”. Em 1962 a Convenção Geral tornou-se pessoa jurídica, pretendendo representar todas as igrejas.
Em 1968, na Convenção Geral realizada em Santo André, ficou estabelecido o “estatuto padrão”, vinculando todas as igrejas à Convenção Geral. O final desta Convenção ficou marcado, profundamente, por uma extraordinária manifestação do Espírito Santo. Foi algo como um novo pentecoste, uma renovação especial do Espírito, pela qual os obreiros e demais participantes receberam poderoso impulso, para prosseguirem com novas forças.
Em Paranavaí, Paraná, em 1972, reuniu-se a XVIª Convenção Geral, que aprovou, em caráter definitivo o “estatuto único”. Deste modo, oficializou-se o governo centralizado, tendo sido estabelecidas as Regiões Eclesiásticas, com os Conselhos Regionais, eleitos nas Convenções Regionais; o ministério tornou-se itinerante e firmou-se o movimento de missões; ficou também fixado o “Dia Nacional de Missões do Avivamento Bíblico”, que coincide com a data da fundação do Movimento: 7 de setembro.
As regiões estabelecidas foram: Centro, compreendendo S. Paulo, Minas Gerais e Bahia; Oeste, compreendendo o Oeste do Estado de S. Paulo, Mato Grosso e Goiás, e , Sul, compreendendo Paraná, Santa Catarina e R. Grande do Sul. Além das regiões, foram reconhecidos os Campos Missionários: congregações distantes e diretamente ligadas ao Departamento Geral de Evangelismo e Missões.
Décadas de 80 e 90
Desde a Convenção de 1982, tem se fixado a idéia de “campo eclesiástico”, como unidade da Igreja, e assim seguiu-se esta década com grandes conquistas e avanços e o mais importante: o amadurecimento espiritual dos pastores e membros de nosso Avivamento; tanto na palavra de Deus; quanto ministerialmente e firmando-nos como denominação forte e sadia, baseada nos princípios bíblicos e eclesiásticos.
Acrescenta-se às demais vitórias as edições do nosso manual da Igreja Evangélica Avivamento Bíblico, livro este que contém as leis e diretrizes pelas quais o Avivamento se rege e se orienta; com definições claras do funcionamento da igreja, nos âmbitos local, regional e geral, bem como os privilégios, deveres e responsabilidades dos membros.
Trabalho esse realizado pelas diversas Comissões de Legislação e aprovado pelos avivalistas representado nas assembléias plenárias das Convenções Gerais que ocorrem quadrienalmente; consolidando o Sistema Eclesiástico da denominação.
De lá pra cá temos presenciado os frutos da transformação que o Espírito Santo tem feito na nossa querida Igreja; que como corpo de Cristo tem se sujeitado às ordenanças de Deus que nos vocacionou para orar e trabalhar por avivamento espiritual no Brasil e no mundo.
Novo milênio
Hoje o Avivamento Bíblico conta com igrejas implantadas em todos os Estados brasileiros. E mais além tem estendido as estacas, alcançando através da obra de missões os países de Chile, Uruguai, Paraguai e Argentina. Sabemos que há ainda muito por fazer, mas o Senhor Deus, dono da Terra, tem levado a grei avivalista a assumir sua posição.
Desde 2008, quando realizamos nossa Convenção Geral, várias mudanças administrativas foram implementadas, buscando ajustar nossa estrutura e proporcionar que nossos obreiros possam avançar em suas tarefas com maior abrangência de ação, a fim de que a Missão da Igreja seja completada e sua vocação continue sendo perseguida com o mesmo entusiasmo de sempre, que diga-se enfáticamente, desde sempre tem caracterizado nosso valoroso povo avivalista.
Convidamos você a juntar-se a nós e celebrar as maravilhas de Deus entre os homens na obra de Avivamento Bíblico.
Contamos com você!!!


Princípios Gerais e Éticos

I - A Igreja Evangélica Avivamento Bíblico declara, em sentido geral, que:
- O Avivamento Bíblico é uma denominação evangélica de inspiração divina, fundamentada na Bíblia Sagrada e se destina a orar e trabalhar por avivamento espiritual no Brasil e no mundo.
- Seu lema é: “Santidade ao Senhor - Orai sem cessar”.
- É orientada pelo seguinte princípio ético : Segui a paz com todos, e a santificação; sem a qual ninguém verá o Senhor (Heb.12:14) .
- Compreende por AVIVAMENTO, genuinamente, a ação de Deus dentro dos métodos e condições por ele mesmo estabelecidos em sua Palavra, pela qual os crentes entram na posse das riquezas de sua graça (todas as bênçãos espirituais) e do que resulta poderosa evangelização.
- Acredita no seguinte: em um Avivamento , os homens são levados a uma completa separação do mundo e do pecado; consagram-se completamente a Deus e passam a refletir o caráter de Cristo, em seu verdadeiro amor e santificação .
- Visto não ser sectarista , não aceita, ou rejeita qualquer crença, idéia ou organização, como um todo, mas analisa, separadamente, cada atitude, idéia e objetivo, confrontando-os com os conceitos e doutrinas bíblicas.
II - A Igreja Evangélica Avivamento Bíblico orienta seus membros a:
I - dedicarem-se cuidadosamente ao estudo da Bíblia e à oração, a fim de obterem profunda experiência de Cristo em suas próprias vidas, o que será na verdade, experiência pessoal de avivamento ;
II - perseverarem em oração por avivamento onde vivem ;
III - distinguirem-se por uma vida de poder e santificação, e deste modo, nesta força, atuarem no meio onde exerçam atividades;
IV - permanecerem unidos pela comunhão em Cristo e pelo ideal de avivamento espiritual;
V - viverem em obediência aos ensinos bíblicos, mantendo profunda lealdade a Cristo.
III - A Igreja Evangélica Avivamento Bíblico reconhece que o governo civil, em si mesmo, é instituído por Deus com o objetivo de estabelecer e controlar a ordem social, devendo por isso suas leis e orientações ser observadas.
IV - A Igreja Evangélica Avivamento Bíblico não formalizará qualquer posição favorável ou contrária, em relação a qualquer regime, sistema ou partido político.
V - Sem assumir qualquer compromisso e com a finalidade única de buscar a glória de Deus e propagar o bem comum, a Igreja poderá combater ou defender medidas e idéias, na proporção em que as mesmas influam nos conceitos bíblicos em relação a qualquer matéria ou qualquer problema.
VI - À vista dos princípios bíblicos de que “quem milita não se embaraça com os negócios desta vida”, a Igreja Evangélica Avivamento Bíblico não vê razoabilidade do ministro da Igreja acumular às suas funções , às de militante político.
- O referido neste artigo não significa que a Igreja tenha qualquer objeção a que os evangélicos participem de administração pública ou de partidos políticos, pelo contrário, acha bom que o façam, desde que, para tanto, não tenham que negar suas convicções de fé cristã, ou venham a praticar atos que contrariem os ensinos bíblicos.

As Doutrinas

As doutrinas aceitas como princípios de fé da Igreja Evangélica Avivamento Bíblico, têm como fundamento as Sagradas Escrituras do Antigo e do Novo Testamento , as quais contêm tudo o que é necessário para salvação e santificação dos crentes.
A Igreja Evangélica Avivamento Bíblico crê e prega fundamentalmente que:
I - há um só Deus vivo e verdadeiro, eterno, de infinito poder, sabedoria e bondade, criador e preservador de todas as cousas, visíveis e invisíveis; que, na unidade de sua divindade, há três pessoas de uma só substância, de existência eterna e igual santidade, justiça, sabedoria, poder e dignidade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo;
II - o Filho, que é a Palavra do Pai, tomou a natureza do homem, no ventre da bendita Virgem Maria, reunindo assim duas naturezas inteiras e perfeitas: a divina e a humana para nunca serem divididas, para ser conhecido como Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem, que sofreu , foi crucificado , morto e sepultado, para reconciliar-nos com o Pai e fazer expiação , não somente por nossa culpa atual, mas também pelo pecado original;
III - Cristo verdadeiramente ressuscitou dentre os mortos tomando outra vez seu corpo com todas as cousas pertencentes à perfeição da natureza humana , ascendeu ao céu e assentou-se à destra do Pai, de onde há de voltar para julgar os vivos e os mortos;
IV- o Espírito Santo, que procede do Pai e do Filho, é de uma mesma substância, majestade e glória com o Pai e com o Filho, verdadeiro e eterno Deus;
V - a Bíblia é a palavra de Deus, escrita por homens divinamente inspirados, sendo Deus seu verdadeiro autor;
VI - Jesus Cristo verteu seu sangue para remissão de pecados e regeneração dos pecadores arrependidos;
VII - a justificação é somente pela fé ;
VIII - a santificação do salvo é obra instantânea e progressiva do Espírito Santo, adquirida pela fé na livre graça de Deus , pela qual nosso homem completo é renovado segundo a imagem de Deus , pela qual morremos para o pecado e vivemos para a justiça;
IX - o batismo no Espírito Santo é uma experiência adquirível por ato definido de fé apropriadora por parte do salvo; sua evidência inicial é falar em línguas ou profetizar , como o Espírito Santo concede;
X - a cura divina e os milagres são também para os dias atuais como partes integrantes da obra expiatória de Cristo;
XI - o batismo bíblico é a imersão em água em nome do Pai , do Filho e do Espírito Santo, não como meio de salvação, mas como parte integrante da mesma;
XII - os dons espirituais são para a Igreja nos dias atuais como o foram para a Igreja primitiva, conforme I Cor. 12; Rom.12:6-8 ; Ef.4:11,12;
XIII - a ceia do Senhor é uma festa espiritual , em que os salvos, pelo uso sagrado do pão e do vinho comemoram juntos a morte de Cristo e perpetuam o sentido de sua morte até que Ele venha;
XIV - os planos de Deus para o sustento de sua obra são os dízimos e as ofertas. A lei do dízimo é anterior à lei mosaica , na qual foi cumprida e exigida; ela permanece como princípio neo-testamentário;
XV - a Igreja de Cristo é uma congregação de crentes batizados, associados uns aos outros na fé e comunhão do evangelho, observando as ordenanças de Cristo, governados por suas leis e exercendo dons e privilégios a eles concedidos por sua vontade e graça;
XVI - a segunda vinda de Cristo será de improviso, pessoal e pré-milenar;
XVII - haverá a grande tribulação;
XVIII - haverá o juízo perante o trono branco, e que haverá bem aventurança para os santos no céu e punição infindável para os ímpios.














Somos por nascimento uma Igreja genuinamente Pentecostal. Não podemos enfraquecer tirando a
 liberdade do Espirito Santo com argumentos contraditórios à ação, unção, dons e poder do
 Espirito Santo em nós Ministros e no povo Avivalista que somos.
Aprendemos que o Senhor Jesus tem unção e poder (Atos 10:38) podemos ser uma igreja cheia de unção e pouco poder, ou cheia de poder e pouca unção, mas o ideal é ser cheia de unção e de poder.

  • A unção funciona nos dons pessoais, profecia, ministério, ensino, aconselhamento, distribuição (repartir), presidir (dirigir), misericórdia (socorro). Rm 12:6-8.
  • O poder funciona nos dons de manifestação: Palavra da sabedoria, palavra da ciência (revelação), fé, dons de curar, operação de maravilhas, profecia, discernir os espíritos, variedades de línguas, interpretação das línguas.

  • Unção é ter o Espirito Santo.
  • Poder é a manifestação do Espirito Santo.

    (A Igreja tem que ter unção e poder).

Nossa Igreja Evangélica Avivamento Bíblico tem que ter unção e poder, para salvar vidas com Sinais, Maravilhas e Discipulado.
Para manter este equilíbrio temos que:
  • Viver orando no Espirito. Judas 20.
  • Intercessão contínua. Col.1:9.
  • Orar em línguas. I Cor.14:14 – 15.
  • Orar Congregados. Atos 12:12 – nos templos.
  • Orar dia e noite pela Igreja. I Tess.3:9, 10.

O ápice da unção e poder é ter a mão de Deus operando em nome de Jesus. Atos 10:30.
A Igreja tem que ser movimentada pelo preenchimento do Espirito Santo, para anunciarmos a palavra com ousadia.
Somos Pentecostais genuínos, temos que ter o Espirito da Palavra e a prática da Palavra.
Este é um lembrete de renovação Espiritual para toda nossa Grei Avivalista que tem a  Missão de levar Avivamento a todos os povos.








Todos tem o direito de serem apaixonados por quem quiserem, sendo assim, nós os Avivalistas temos nossas paixões.
Somos apaixonados por Jesus, nosso Senhor, Salvador, Médico dos médicos, Advogado dos advogados, Cabeça do homem, Cabeça da igreja, Mente do Fiel, Rei dos reis, Senhor dos senhores, o único que dá o Espírito Santo para aqueles que pedirem em Seu nome, a parte devida.
Somos apaixonados por nossa família, nosso lar, esposa, esposo, filhos, noras, genros, netos, nossa prole, descendência debaixo da Graça de Deus, na unidade, educação, oração, na palavra de Deus, nos cuidados do lar, estima e amor.
Somos apaixonados por nossa igreja (Evangélica Avivamento Bíblico) nosso ponto de encontro, celebração, local das bênçãos de Deus, nosso domicílio espiritual, nossa maior escola da palavra de Deus, nosso Corpo em Cristo para exercer nossos dons e para servir uns aos outros. Local que se ouve as profecias (Palavra profética e edificante, onde aprendemos amar uns aos outros, submissão, levar as cargas uns dos outros, considerar-nos e nos prepararmos para os céus).
Todas as denominações cristãs são respeitáveis, são boas, mas nossa paixão é a nossa casa IEAB, uma igreja família que prega, liberta, cura, ensina, respeita, com lideranças sãs, pastores que procuram o melhor para o rebanho, presbíteros que exercem verdadeiro episcopado, diaconia preocupada com a boa ordem no povo, liderança comprometida com a congregação, um povo lutador que tem verdadeira paixão pela causa Avivalista.

  Avivamento, nossa paixão.
  Pr. José Carlos dos Santos
 Presidente do Conselho Geral da IEAB                                





       


Região Sudeste 1

Superintendente Regional: Pr. Cosme Ferreira da Silva

Região Sudeste 2

Superintendente Regional: Pr. Nelson Piva

Região Sudeste 3

Superintendente Regional: Pr. Daniel Gonçalves da Silva

Região Sul 1

Superintendente Regional: Pr. Levino Gomes Filho

Região Sul 2

Superintendente Regional: Pr. Jorge Teodoro Rodrigues

Região Sul 3

Superintendente Regional: Pr. Celso Fernandes da Silva

Região Centro Oeste

 site: www.crco.com.br
Superintendente Regional: Pr. Onésimo Ferreira da Silva

Região Norte

Superintendente Regional: Pr. Marcos Antonio Duarte

Região Nordeste

Superintendente Regional: Pr. Josimar de Oliveira Silva



DGA - Diretoria Geral Administrativa

 site: www.ieab.com.br
 Diretor Geral: Pr. José de Souza Gomes

DGAS - Diretoria Geral de Ação Social

 Diretor Geral - Pr. José da Silva Netto

DGCEC - Diretoria Geral de Cultura e Educação Cristã

Diretor Geral: Pr. Arlindo Manoel da Conceição Júnior

DGEM - Diretoria Geral de Evangelismo e Missões

 Diretor Geral: Pr. Alírio Misael Flora Agostinho




Presidência - Agenda e informações

ASSESSORIAS ESPECIAIS DA PRESIDÊNCIA
  • ASSESSORIA PARA AGENDA, CORRESPONDÊNCIAS E SERVIÇOS BUROCRÁTICOS – Márcia Bueno
  • ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO E MARKETING – Pr. Waldir Soares
  • ASSESSORIA DE JOVENS – Pr. Udemilson Pereira Lopes
  • ASSESSORIA DE TECNOLOGIA DE SOM E ESTÚDIOS DE TV E RÁDIO - Marcos Borriello
  • ASSESSORIA DE MÚSICA, ARTES E INTERCESSÃO - Pr. Odair Borges
  • ASSESSORIA POLÍTICA – Pr. Vladimir Alexandro Barrios
  • ASSESSORIA  DE FINANÇAS - Pr. Eliseu Pires

CULTOS OFICIAIS:

Em todas as unidades da Igreja Evangélica Avivamento Bíblico, tanto nas sedes de campos, como nas congregações,  os dias oficiais em que há cultos são:

Terças  -   Quintas  -   Sábados  -   Domingos







Festas e Comemorações Bíblicas

Destacamos as três grandes festas do antigo testamento e a verdade sobre a maior das festas, o natal.

1) A Páscoa, dos Pães Asmos - A Páscoa do Senhor.
Lv. 23:4-8 - Comemoração do êxodo e da libertação do Egito, anual em Jerusalém, com uma refeição sacrificial, comiam um cordeiro assado ou cabrito com pães asmos (sem fermento) com ervas amargas. Símbolo de sacrifício , pureza e servidão.

2) A Festa das Primícias ou do Pentecostes - Grego quinquagésimo: Lv. 23:15 - 25 >> 7 semanas depois da páscoa (conhecida como Primícias).
Toda colheita era dedicada a Deus (At. 2:1) 50 dias caía no Domingo. Pentecostes do Cristãos. (1º Dia da Semana) porque o Senhor Jesus ressuscitou no Domingo, (Mc. 16:9), dia do Senhor de Ap. 1:10. Nesta convocação o povo trazia um molho das Primícias da colheita.

3) Tabernáculos - Lv. 23:9 - 14 >> lembrando a peregrinação do deserto, ações de graças pelas colheitas do ano, dos frutos colhidos. Durante sete dias habitando em tendas de ramos adorando ao Senhor.





O reflorescer de uma grande colheita

I Coríntios 3:9  - Mateus 9:37,38

Encher-se de flores, reviver, este é o ciclo da vida da igreja; planta, nasce, cresce, fica adulta, gera semente, semeia, colhe, e isso acontece continuamente gerando grandes reflorescimentos para manter sua existência até o arrebatamento.
Estamos vivendo após varias colheitas, a expectativa de um novo ciclo em meio de um mundo mutante com muitas novidades nas instituições políticas, seculares e eclesiásticas; desafios de um mundo cada vez mais complexo, modernidades tecnológicas e cientificas que aparecem já como obsoletas, inovações surpreendentes nos hábitos e costumes das pessoas tomadas como normais, a imoralidade em grandes multiplicações onde o pecado aos poucos está sendo legalizado por instituições governamentais e no meio desta grande celeuma, a igreja está persistindo como por um grande milagre de fé e obediência à Palavra de Deus, sofrendo várias turbulências pela infiltração de pseudo-cristãos que torcem a verdadeira interpretação das Escrituras desvirtuando o sentido do poder de Deus, dons, práticas ministeriais, santidade teológica, vida eterna, ressurreição dos santos, comunhão com Deus, mente de Cristo, vida abundante e filiação divina (verdadeiros filhos de Deus).
Nesta odisséia a IEAB persiste com uma missão de igreja reprodutiva no corpo de Cristo, desbravadora, corajosa, militante, visualizadora, criadora de metas, renovadora de entendimentos, isto por causa do seu enorme contingente de ministérios gerados pelo Espírito Santo com observância da autoridade espiritual da cabeça (Cristo), que flui através dos governos, lideranças e fiéis para a produção, evolução e desenvolvimento de cada parte fortalecendo a grande lavoura de Deus a fim de produzir reflorestamentos, aumentando em cada ciclo com grandes colheitas.
É entendido que uma plantação na qual as mudas são plantadas uma ao lado da outra produzindo a mesma semente acontece a simbiose; relacionamento um com o outro através do pólen reprodutivo do Espírito Santo fertilizando comunhão, paz, santidade, unanimidade, fortalecimento e nutriente espiritual; assim a planta (crente) nasce, cresce, amadurece, floresce e se reproduz por naturalidade divina regada pela água cristalina, a Palavra de Deus.
Neste sincronismo do Corpo (IEAB) é que a estrutura fica cada vez mais sólida e concreta podendo assim conquistar vários territórios: cidades, bairros e países, sem nenhum temor, com um mínimo de abalos, trincos, ou desabamentos periféricos, concentrada a meta no presente, avançando para o futuro sem medo de decepções de qualquer espécie.
Nação avivalista, somos lavoura reflorescente de Deus. Parabéns plantadores do Reino de Deus!

No amor de Cristo,
Pr. José Carlos dos Santos
Presidente do Conselho Geral da IEAB







Fé, unção e poder


O processo de renovação está presente nas mais diversas áreas da vida, não sendo diferente na dimensão espiritual. É significativo que mesmo após o Pentecoste, quando o Espírito Santo veio sobre os cristãos reunidos no cenáculo e todos foram cheios, lemos ainda outras vezes na Escritura, que foram novamente cheios do Espírito em outras ocasiões. Como será isto se eles já haviam sido cheios do Espírito? Claramente se pode observar então, que há um processo de renovação presente nesta manifestação e concessão de Deus para com seu povo. O apóstolo Paulo quando escreve sua carta aos efésios, lembra-lhes: “... mas, enchei-vos do Espírito...”, e ao escrever aos romanos diz: “... transformai-vos pela renovação do vosso entendimento...”, apresentando a idéia de constante “enchimento”, ou seja, novamente o processo de renovação.

Se isto está presente na Bíblia Sagrada e foi reputado como importante para os primeiros cristãos, por que não seria para nós também? Logo, se faz necessário que busquemos viver este processo, busquemos um Tempo de Renovação.

Três elementos, entre outros, podem ser observados no processo de renovação para que ele seja completo:


O primeiro elemento a ser observado é sem dúvida a fé, até porque a Epístola aos Hebreus nos alerta que sem ela é impossível agradar a Deus, e sendo impossível agradar, é também impossível relacionar-se de forma abençoadora (Hb 11:1,6).

Ninguém se mobiliza sem fé; não há como agir, declarar, confirmar e atuar sem fé (Mt 17:20). A fé vê, resolve, traz à existência as coisas que não existem; traz a mão do Senhor, sendo a manifestação da Palavra de Deus. É a fé quem decide a vontade de Deus no ministro, pois é o meio que viabiliza o agir de Deus, é o meio através do qual se agrada a Deus. Não há inclusive, como se chegar à salvação sem a fé (Ef 2:8).

Portanto, levando em conta a nossa necessidade intensa de renovação, devemos pedir o Dom da Fé em forma de manifestação do Espírito Santo, para que avancemos no crescimento espiritual e ministerial, em função do propósito de Deus para nós (1 Corintios 12:9a).


UNÇÃO
O segundo elemento importante nesse processo é a unção. Se a minha fé está estabelecida em Deus, de acordo com as Escrituras, então de Deus me vêm a unção para a obra, tarefa, a missão... 

O entendimento da importância da unção pode ser encontrado em porções das Escrituras tais como: Lucas 4:18,19 (me ungiu), 1 João 2:20 (possuímos a unção), 1 João 2:27 (permanece em nós), Hebreus 1:9 (temos a unção de alegria).

Quando a unção está presente, o ministério ganha uma intensidade e uma dimensão diferentes, pois a unção resulta em benefícios extraordinários. Veja parte do que a unção realiza:

a) Agiliza.

b) Dinamiza cargos e ministérios.

c) É o manto do Espírito Santo.

d) Levanta o debilitado.

e) É operante para discipular (procriar).

f) É independente da vontade humana.

g) Se renova.

h) Aumenta o temor de Deus.

i) Falar em línguas fortalece a unção.

Igreja do Senhor Jesus, busquemos  a unção com todas as nossas forças e de todo nosso coração, para que prossigamos com entusiasmo, fervor nos caminhos que o Senhor nos tem proposto e causemos impacto em nosso mundo, impacto que só mesmo quem tem a “Unção do Santo” pode causar. 


PODER
Várias expressões nos ajudam a completar o entendimento a respeito de poder. Poder é:  autoridade (direito de mandar), presença (determinação), coragem (firmeza), ação (atuação) e vigor (robustez, força). E é a unção que traz o poder (Lucas 10:19 ; Atos 1:8).

O ministério do Senhor Jesus em toda sua extensão, profundidade a abrangência está repleto de manifestações de poder, poder este que lhe veio (mesmo sendo quem sempre foi), pela unção (Atos 10:38).

Logo, não há como sermos efetivos e alcançar como o Mestre, sem manifestações do poder em nós e através de nós. Aliás, a promessa do Espírito Santo, traz consigo a dimensão de poder, tanto para viver, quanto para servir.

Diante de tantos desafios que esta era pós-moderna nos apresenta, de tantas pressões que uma sociedade tão materialista exerce, diante do risco de mundanização que cerca a igreja, mais do que nunca, amados, precisamos de poder. Parafraseando uma já conhecida declaração: tudo posso, mas só posso o que posso, n’Aquele que me concede o poder!

Que este seja para nós, sem dúvida, um Tempo de Renovação para avançar a passo largos neste Tempo de Crescer!


Pr. José Carlos dos Santos
Presidente do Conselho Geral da IEAB







Sementes de Avivamento

“Aviva, Senhor, a tua obra no meio dos anos, no decurso dos anos faze-a conhecida...!” - Habacuque 3:2b.

De modo oficial, podemos dizer que o Avivamento Bíblico nasceu a 7 de setembro de 1946, em meio aos eucaliptos que havia no pátio, aos fundos da Faculdade de Teologia da Igreja Metodista do Brasil, em Rudge Ramos, município de São Bernardo do Campo. Um grupo de irmãos metodistas, das igrejas de Tucuruvi e Vila Mazzei, bairros da capital paulista, estavam crendo no batismo com o Espírito Santo como uma experiência pessoal (e muitos deles já haviam experimentado tal plenitude) e, reunidos nesse local, juntamente com os então seminaristas Mário Roberto Lindstron, Oswaldo Fuentes e Alídio Flora Agostinho, resolveram continuar a Obra iniciada no seio da igreja, sob qualquer circunstância. Esta decisão tornou oficial o Movimento, por isso que essa é a data em que se comemora o seu aniversário.

Esse grupo de irmãos era conhecido por “grupo de clamor” porque orava intensamente por reavivamento no seio da igreja e pregava a experiência da santificação e batismo no Espírito Santo como grande necessidade para os crentes. Tornou-se um grupo muito ativo em ambas as igrejas.

Como era de se esperar, não pode ser tolerado muito tempo no seio da igreja e teve de sair e organizar-se, pretendendo ser mais um movimento que uma denominação. Teve que escolher um nome que o caracterizasse, o qual foi Igreja Evangélica Avivamento Bíblico, como se chama até hoje.

Santificação, poder para testemunhar o reavivamento das igrejas, era a ansiedade desses fiéis e corajosos irmãos, que não perdiam oportunidade de orar, estudar a Bíblia, e evangelizar.

Antes de encerrar-se a década de 50, após treze anos de fundação, um balanço do Movimento indicava: seis igrejas (campos), formados por sessenta congregações e cerca de três mil membros.

A história inicial nos mostra três jovens que são avivados com línguas, fogo, poder e unção, dando início à Igreja Evangélica Avivamento Bíblico, e desta forma representando que esta obra seria e é, perfeita na unidade de Deus: Pai, Filho e Espírito Santo; as três pessoas a trindade divina.

No decorrer dos anos, desde 7 de setembro de 1946, inicia-se a jornada da IEAB, com grande avivamento espiritual, bíblico e evangelístico, até os dias de hoje. Nesse tempo alguns da peleja já desistiram, outros passaram para a glória no campo de batalha, e milhares não arredaram o pé, amando esta grei, dando tempo, amor e até suas próprias vidas pelo avivamento no Brasil e no mundo.

Hoje, o contingente é, entre membros, EBD e congregados, mais de 80.000 no Brasil, Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai, Índia, Moçambique, Angola, Estados Unidos, Guiné-Bissau, Portugal, Itália, Suíça, República do Congo e ainda portas se abrindo em Cuba e Venezuela.

Temos que nos dobrar ante a majestade do Senhor Jesus Cristo e dizer-lhe que estamos obedecendo à Sua ordem de ir e pregar à todas as nações, o Seu Santo Evangelho, cumprindo assim a missão de avivamento constituída pelo Espírito Santo, na vontade do Pai.

Parabéns IEAB, 69 anos de obediência a missão outorgado por Deus!


Pr. José Carlos dos Santos
Presidente do Conselho Geral da IEAB






Uma história inesquecível!


 Igreja Evangélica Avivamento Bíblico, 69 anos de uma linda e magnífica história marcada por resignação, luta, persistência, fé e visão por uma igreja com o fim de salvar, edificar e santificar e esperar a volta do Senhor Jesus.

 Nessa santa vocação, destaco entre outros, três ilustres homens de Deus que não abandonaram a visão avivalista de orar e trabalhar por avivamento no Brasil e no mundo, que com grande esforço, fé e empenho se dedicaram valorosamente expressando amor à causa, dando suas preciosas vidas à serviço do Reino:

1. Evangelista João Becatti – evangelista, plantador de igrejas por vários pontos do país e no exterior, homem de fé e coragem que também presidiu a denominação, o qual serviu ao Senhor Jesus até sua partida para a glória como fiel ministro em nossa igreja;

2. Pastor Alídio Flora Agostinho – nosso querido fundador, exímio pastor, amigo dedicado, que com a postura de discipulador, expandiu a igreja na família, presidiu a denominação com muito cuidado, levando-a à unidade com  respeito e vida de oração pelos ministros, até quando o Senhor Jesus o chamou para as mansões eternas;

3. Pastor Cosme Ferreira da Silva – nosso querido mestre, zeloso por sua postura cuidadosa, homem de coragem, que presidiu nossa denominação com dedicação e amor, trabalhando para a manter em seu propósito, flexibilizando sua estrutura para que pudesse a Igreja, na sequência,  expandir sua atuação, e fiel à causa, continua com alegria exercendo seu ministério no pastoreamento do Campo Eclesiástico de Guarulhos;


Sempre tivemos homens e mulheres compromissados inteiramente com a Obra Avivalista, que permaneceram fiéis ao chamado, honrando ao Seu Senhor e à Igreja para a qual foram chamados, nos presenteando com um legado extraordinário de ministério, que pode ser sintetizado nas palavras dos pioneiros quanto à vocação divina do Avivamento Bíblico que são:

Nasceu de Deus, por Deus; nasceu da própria manifestação do Espírito Santo,
Única pretensão: a glória de Deus e a felicidade das precisas almas pelas quais o Cordeiro foi morto,
Ser um povo zeloso, de boas obras, cheios do fruto do Espírito Santo,
Servir a não ser servido,
Crescer na proporção divina,
Falar a linguagem da verdade e da sinceridade,
Buscar as cousas dignas e andar no caminho da dignidade,
Não comprometer o Nome do Senhor Jesus Cristo e o nome da Igreja,
Manter a “marca” definida: experiência com Deus e desejo de avivamento espiritual, lançando fora a letargia e o comodismo,
Quebrar o jugo com a unção de fogo e poder de Deus,
Viver a santificação.

Por isso, ao rever tão maravilhosa história, me sinto extraordináriamente honrado, quando chegamos aos 69º período, ter recebido a preciosa missão de integrar o rol de líderes de nossa querida Igreja, agora também como presidente da denominação. Tal condição, me privilegia, tanto quanto me traz um temor santo, pela responsabilidade não só administrativa, como também pela responsabilidade espiritual diante da grei e do Senhor Jesus.

De igual forma, quero servir a Deus, servindo ao Avivamento Bíblico, para a continuidade dessa história inesquecível, como sempre, apresentando minha vida com dedicação, zelo, amor, alegria, desejo e empenho máximo para expansão com a crescente plantação de novas igrejas, assistindo com coração aberto aos pastores e suas famílias, ministrado aos presbíteros, dirigentes de congregação, diáconos e diaconisas, líderes de ministérios e à todos os demais conservos, para que o crescimento da denominação reflita o crescimento e seu povo.

Nestes 69 anos de Avivamento Bíblico, a grande lavoura de Deus espalhada por todo o Brasil e em mais de 12 países no mundo, ponho todo o meu apreço e amor à essa considerável grei, e esforçando para honrar e dar continuidade aos anseios dos meus colegas antecessores, com todo o meu empenho na visão e vocação divina, com as quais o Senhor Jesus nos designou.

Parabéns Avivamento Bíblico, parabéns Avivalista! Aproveite este tempo de Deus para nós.... Festejemos, comemoremos, celebremos ao Senhor em nossas congregações, m nossos Campos Eclesiásticos e em nossas Regiões.


Pr. José Carlos dos Santos
Presidente do Conselho Geral da IEAB







Não desanimeis!


Os dias em que vivemos, apesar de todo avanço tecnológico, científico e cultural que facilitam em muito boa parte da vida das pessoas, trazem consigo também um enorme peso diante de novos e inusitados desafios.

Assim é que também, os dias em que vivemos têm produzido como nunca uma dimensão terrível de desânimo. Esperança não tem sido mais uma palavra constante no linguajar e vocabulário das pessoas quais sejam as classes e níveis em que se encontrem. Cada vez está mais difícil crer nas pessoas, nas instituições e até mesmo nas propostas de conhecimento apresentadas. Um quadro desolador se mostra na linha do horizonte da atualidade. O desânimo é simplesmente horrível e traz frustrações.

Como estamos prestes a encerrar mais um período de nossa história ao concluir 2009 e iniciar outra etapa ao adentrarmos 2010, não pretendo aqui produzir um tratado a respeito, porém, desejo apresentar algumas considerações à titulo de reflexão, para que seu coração seja alcançado pelo Espírito de Deus em todos os momentos. Então, veja comigo o seguinte:

O desânimo está ligado ao sentimento pela falta de habilidade em considerar a unidade como um ligamento de visão única na ordenança de Jesus: “Ora, o Deus de paciência e consolação vos conceda o mesmo sentimento de uns para com os outros, segundo Cristo Jesus” - Rom.15:5.

Outro agravante a produzir desânimo é a discórdia com a verdade que traz desconforto e perturba até a adoração a Deus: “Para que, concordes e a uma voz, glorifiqueis a Deus Pai de nosso Senhor Jesus Cristo” - Rom.15:6.

O desanimo também é marca de derrota. Nos dias de Gideão, Israel estava caindo em uma desorganização implacável. Sem liderança, o individualismo era a marca da anarquia; cada um fazia o bem que lhe parecia (Juízes 21:25). Em nome da liberdade, inventavam e criavam sistemas próprios com muito boa intenção, mas na verdade estavam sem identidade e singularidade como povo de Deus. Caindo em profundo fracasso, escondiam-se em cavernas e covas, porque o individualismo elimina a força e o ânimo para lutar com vitória (Juízes 6:2), ademais, o que produziam não usufruíam (Juízes 6:3-4).

É bom saber que o Avivalista não foi criado para a derrota; sempre analisa situações com oração, submissão e cuidado, e se acontecer de fracassar numa ou noutra questão, admite o fato e permanece firme como filho de Deus mesmo que sofrendo injustiça, pois a vocação é para voar alto mantendo a visão e missão com humildade.

A vocação do Avivalista é espelhada em Gideão que colocou seu foco no Senhor e não nas circunstâncias que lhe eram adversas, deixando de lado os pontos negativos, mesmo sentindo-se menor ao ouvir Deus falar: “...o Senhor é contigo, não temas, Paz seja contigo, não perecerás...” -  Juízes 6:14-16.

Neste tempo de transição entre os períodos da história e em meio aos desafios que nos cercam, minha palavra é: Nada de desânimo! Ore, prossiga, obedeça, mantenha a visão e a missão; é apenas uma questão de tempo para colhermos mais frutos com unidade, amor e consideração.

O meu coração é o seu coração!

Pr. José Carlos dos Santos
Presidente do Conselho Geral da IEAB





A fidelidade compartilhada com frutos multiplicativos


Fomos chamados por Cristo para dar frutos – São João 15:16
Deus quer que nosso ministério dê frutos que sejam perenes.
Não esperar que Deus trabalhe para nós; Ele espera trabalhar por meio de nós.
Ser frutífero é a forma pela qual glorificamos a Deus – São João 15:8
Um ministério não traz glória a Deus, mas um ministério frutífero é verdadeiro, prova que somos verdadeiros discípulos de Cristo.

Ser frutífero agrada Deus
Andar dignamente, agradar-lhe, frutificar em toda obra, crescer no conhecimento – Col. 1:10

Jesus reservou seu julgamento mais severo para a árvore infrutífera – Mt 21:19
Jesus não fez isso para mostrar seu poder, mas para mostrar que Ele espera que produzamos frutos.

A nação de Israel perdeu seu privilégio por não produzir frutos – “Portanto, o reino foi tirado e foi entregue a um povo que produza frutos! – Mt 21:43
Este princípio pode ser aplicado às igrejas que foram bênçãos no passado e tornaram-se satisfeitas, voltadas para si mesmas. Como conseqüência, pararam de dar frutos.

O que é dar frutos???
A palavra é usada 55 vezes no Novo Testamento e refere-se à uma variedade de resultados:
* Arrependimento – Mt 3:8
* Prática da Verdade – Mt 7:16-18
* Oferta – Rm 15:28
* Conquista de almas para Cristo – Rm 1:13
* Paulo disse que queria pregar em Roma. “... para conseguir entre vós algum fruto...” – Rm 1:13

DEUS QUER QUE SUA IGREJA SEJA TANTO FIEL COMO FRUTÍFERA

SUCESSO NÃO É UMA IGREJA MAIOR QUE A OUTRA, E SIM PRODUZIR O MAIOR NÚMERO DE FRUTOS POR MEIO DE SEUS DONS, OPORTUNIDADES E POTENCIAL.

DEUS NÃO NOS CHAMOU PARA SERMOS ORIGINAIS EM TODAS AS COISAS; ELE NOS CHAMOU PARA SERMOS EFICIENTES.

MÉTODOS SÃO MUITOS, PRINCÍPIOS SÃO POUCOS. MÉTODOS SEMPRE MUDAM, PRINCÍPIOS  NÃO! SE O PRINCÍPIO É BÍBLICO, FUNCIONA BEM EM QUALQUER LUGAR.

VOCE PODE APRENDER DE OUTROS MODELOS SEM SE TORNAR UMA CÓPIA; SEM FERIR O SEU EGO.

NÃO NEGLIGENCIAR MÉTODOS QUE POSSAM INCENTIVAR A PRODUÇÃO DE FRUTOS ABUNDANTES E QUE NÃO FIRAM OS PRINCÍPIOS BÍBLICOS, BUSCANDO A EFICIÊNCIA.

Nenhum método pode ferir a unidade, o amor ao nosso domicílio e à visão Avivalista.


NÃO EXISTE MINISTÉRIO MULTIPLICATIVO SEM FIDELIDADE DOMICILIAR.








Aos queridos pastores, aos ministérios, e à toda nossa família avivalista



 “7 de Setembro”

MÊS DE LEMBRANÇAS: do nascimento de nossa Igreja.Nosso coração bate forte pelo dia magno de nossa Denominação.

Três homens oram, Deus responde o clamor.
Não se esperava que nasceria uma fortaleza espiritual que romperia as intempéries da cultura cristã chegando ao século XXI, conquistando países estranhos e povos sedentos.

IEAB – a criança, a menina, a jovem, a noiva que persiste em edificar, evangelizar, salvar vidas, tirá-las do calabouço do pecado, transformando pensamentos em realidades vitoriosas, projetos em edificação na rocha – Cristo.

1946 – Ano que o corpo de Cristo expande fazendo a diferença entre as igrejas irmãs. A IEAB veio para conquistar espaço, estimulando santificação, zêlo pela Palavra de Deus, cuidado pela família, firmeza educacional de nossas crianças, ensinando-as para que cresçam como cidadãs dos céus com pés no presente e respeitando o futuro.

SALVE 7 DE SETEMBRO

Dia de saudade, dia de lembranças, dia de reflexão, dia de avaliação de nossa Vitória Avivalista, dia de ver os nossos velhos como patrimônio de nossa história e nossos jovens como os continuadores de nossos anseios.

HOJE AVIVAMENTO É:

Paz, unidade, amor, respeito, consideração, interdependência de coração, visão de crescimento, luta pela conquista de novos territórios espirituais, paixão pelas almas, desprendimento e renúncia pelo Reino.


O aniversário de nossa amada IEAB


O aniversário de nossa amada IEAB nos faz olhar para trás com gratidão e para frente com fé.

Deus realiza sua obra por meio de pessoas e mesmo nas fraquezas e imperfeições, o Senhor na sua imensa graça, assiste, encoraja e fortalece o ser humano, agente de realização de seus projetos.

Deus somente não preenche os vazios deixados pela negligencia ou pela infidelidade no trato de sua causa, a nossa insuficiência Ele supre, multiplicando nossos pães e nossos peixes como no exemplo bíblico.

Digno de registro não é em primeiro lugar o fator patrimonial de uma igreja, antes o registro maior e mais significativo é a realização do “edifício de Deus” formado por “pedras vivas” que são todos os que creem no Senhor Jesus como salvador e o aceitam e proferem como único Deus verdadeiro e redentor nosso.

Fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos de ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições e vivenciar novos desafios. Fazer aniversario é um montão de coisas, acima de tudo é amadurecer um pouco mais e olhar a vida.

Por isso amar e servir é um processo de coração e espírito voluntário que cada um dos participantes desta nossa grande grei se dedica com alma e visão de um futuro próspero cheio de paixão pelas almas e edificação para reprodução e frutos espirituais em Cristo Jesus.



Pr. José Carlos dos Santos
Presidente do Conselho Geral da IEAB








Vocação divina do Avivamento Bíblico



Amados do Senhor, por ocasião das celebrações de 18 anos da IEAB, seus três líderes principais, produziram um manifesto a fim de marcar tão auspiciosa data. Tinham como objetivo apresentar o que entendiam ser a vocação que Deus estabelecera para a Igreja.

Quando agora, celebramos 69 anos de tão abençoada experiência avivalista, escolhi destacar alguns pontos do Manifesto, com a finalidade de trazê-los à memória, enfatizando que Deus foi quem levantou esta Obra e lhe deu uma vocação, da qual jamais podemos nos esquecer; ao contrário, devemos sim, continuar perseguindo-a com todas as nossas forças, com todo nosso entendimento e com todo nosso coração.

Faço minhas, as palavras dos pioneiros a respeito da vocação divina do AVIVAMENTO BÍBLICO, quanto ao seguinte:

Nasceu de Deus e por Deus; nasceu da própria manifestação do Espírito Santo.
Única pretensão: a Glória de Deus e a felicidade das preciosas almas pelas quais o Cordeiro foi morto.
Ser um povo zeloso, de boas obras, cheios do fruto do Espírito Santo.
Servir e não ser servido.
Crescer na proporção divina.
Falar a linguagem da verdade e da sinceridade.
Buscar as cousas dignas e andar no caminho da dignidade.
Não comprometer o Nome do Senhor Jesus Cristo e o nome da Igreja.
Manter a “marca” definida: experiência com Deus e desejo de avivamento espiritual, lançando fora a letargia e o comodismo.
Quebrar o jugo com a unção de fogo e poder de Deus.
Viver a santificação.


Pr. José Carlos dos Santos
Presidente do Conselho Geral da IEAB







Felicitações do presidente


À nossa querida e amada grei avivalista!

O ano de 2015 foi de expectativa cumprida com muita dedicação, no qual a busca das metas foram constantes, por meio da obediência e da fé. Estivemos neste período colhendo frutos abundantes, quando mesmo em momentos difíceis, mas com os estímulos da paz, da unidade e do amor tanto na família como na igreja, finalizamos debaixo das bênçãos do Senhor Jesus Cristo, sem medo sendo fiel a Deus.

Em 2016 os desafios continuarão... Mas, olhando para frente, as bênçãos nos esperam! Chegado está o momento de aproveitar as oportunidades que nos estão reservadas por Deus na vida (tanto na dimensão espiritual como material), na família, na igreja, na busca de conquistar espaços, santificando sempre O Nome do Senhor Jesus e mantendo a visão aguçada com o propósito firme e caracterizado.

Tendo os pés firmes no evangelho da paz, avancemos amados, conquistando vitórias imprescindíveis e irreversíveis pelo Reino de Nosso Senhor e Deus!


Boas Festas e Feliz Ano Novo,

Na Graça e no Amor do Senhor Jesus Cristo!


Pr. José Carlos dos Santos
Presidente do Conselho Geral da IEAB








Boas Festas e Feliz Ano Novo!


Deixando as coisas que para trás se foram, prossigamos para o alvo de um próximo ano, se o Senhor quiser nos dar, cheio de vitórias na saúde, paz, projetos, conquistas e  um espírito tranqüilo em Jesus.

Fim de ano! Presentes, passeios, trabalhos e mais dinheiro, fazem parte da dimensão humana vividos nesta época, porém, como filhos de Deus, pensamos nas coisas lá de cima, onde Cristo está, e cuidamos de nossas obrigações aqui até que o Senhor venha.

Este tempo é um grande convite para fazermos balanço do que sucedeu no ano que se finda e três pontos se destacam:

1.    Na vida espiritual – o que fiz no Reino do Senhor Jesus, na Igreja, ganhei alguém? Fui um discípulo na EBD? Zelei pelo meu dom? Atendi as necessidades da minha congregação? Dei bom testemunho na minha família? Me santifiquei? Mantive uma vida de oração? Cresci espiritualmente?

2.    Na mudança de ano é oportuno renovar nossos propósitos com Deus, fazer votos ao Senhor, melhorar a comunhão vertical (Deus) e a horizontal (igreja), guardar o coração de ressentimentos, não deixar o pecado aninhar no coração, conquistar mais espaço na família, ter um novo amanhecer, e no amor divino ver as pessoas sem Cristo com compaixão procurando curá-las, salvá-las e trazê-las para os braços do Pai.

3.    Ter um novo ano de perdão, altruísmo, ajuntando e não espalhando, produzindo e não ansioso, diligente e não negligente, buscando sempre a paz, chorando pela justiça e vivendo-a; vivendo o presente com ouvidos atentos à voz de Deus e Sua vontade e olhando para o futuro com os pés na rocha: Cristo.


Pr. José Carlos dos Santos
Presidente do Conselho Geral da IEAB