Família

Reflexões - Família e Casais
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Maridos Amai...


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Maridos Amai
MT 5:25-33

A ideia determinante com respeito ao marido deve ser o amor. É dever do marido amar sua esposa. Você marido é o  cabeça, todavia, uma vez que ama a sua esposa, a liderança nunca se tornará uma tirania. O amor tempera seu poder.   

Nenhum marido tem o direito de dizer que é o cabeça da esposa se não ama a sua esposa.  Hoje em dia temos visto um abuso da ideia de poder e amor. Se fala muito de amor, mas amor não é poesia, música. Na língua grega haviam três palavras que podem ser traduzidas pela palavra amor. Eros que descreve um amor inteiramente ligado à carne. Filos que significa gostar de - amizade, amor filantrópico. Ágape Amar como Deus ama, o perfeito e verdadeiro amor.

"Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade" - (GL 5:22). A maneira que o marido pode demonstrar que esta cheio do Espírito é através do modo que se porta com sua esposa quando está em casa.   Este amor ágape é muito importante na vida conjugal. Um casamento  apenas com base no fator físico, logo se acabará. É bom que os dois cônjuges tenham as mesmas afinidades, interesses, sintam-se atraídos pelas mesmas coisas.

O texto faz uma comparação do amor de Cristo pela igreja que deve ser como o amor do marido por sua mulher. Você não pode amar sua esposa de verdade se não compreender o amor de Jesus. "Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja"...v.25

1- Amar apesar das deficiências - Cristo amou sua Igreja apesar de sua indignidade e deficiências. "Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida"- (RM 5:8,10)
O marido se depara com erros que sua esposa comete, e acha que por isso pode criticar e maltratar sua mulher, mas deve amá-la apesar das suas imperfeições.

2- Amor que se sacrifica  - "...e a si mesmo se entregou por ela" - (EF 5:25). 
Cristo sacrificou-se de fato pela igreja. Qual tem sido seu sacrifício pela sua esposa ? Ela tem se sacrificado por você mais do que você por ela ?

3- Quer que ela ocupe lugar de destaque - "para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra." Preocupa-se com ela, deseja que ela seja perfeita, "para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito". Quer que o mundo inteiro a admire.

Amor é a coisa mais prática do mundo  - (JO 14:21). O que prova que de fato estamos manifestando amor é o que fazemos. Muitos casamentos podem mudar se os homens com Cristo aprenderem a amar suas esposas. Uma mulher bem amada é outra mulher.

Marido, deixe o egoísmo e o comodismo e viva em Deus para a sua família, assim você encontrará grande alegria e paz como retribuição.
 Maridos amai...


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Perspectiva bíblica diante do aumento do divórcio entre os evangélicos


O número de divórcios está crescendo dramaticamente na sociedade, mostrando que hoje muitos casais o consideram uma opção importante quando um casamento não vai bem. No Brasil, um de cada quatro casamentos acaba em divórcio e nos Estados Unidos o problema atinge quase metade dos casamentos. Mas o que impressiona mais é que estudos mostram que os cristãos são tão vulneráveis ao divórcio quanto qualquer outra pessoa.

Todos os anos, milhares de cristãos decidem, por diversos motivos, terminar seu casamento. Um estudo realizado pelo Barna Research Group revela que o índice de divórcio entre os cristãos americanos está realmente um pouco mais elevado do que entre os que não são cristãos. Entre os adultos que não são cristãos, 24% estão atualmente ou já estiveram divorciados. Em comparação, 2% dos crentes que acham que nasceram de novo estão nessa mesma situação. Essa tendência prejudica o testemunho dos cristãos na sociedade. Há a informação de que até os ateus estão, com alegria, utilizando o mesmo estudo para anunciar que quem não crê em Deus tem o índice mais baixo de divórcio.

Embora pareça uma opção aceitável no caso de um casamento infeliz e tumultuado, o divórcio sempre marca uma família. Filhos de pais divorciados, muitas vezes, desenvolvem depressão e ansiedades profundamente enraizadas em si mesmos, suas família e seus relacionamentos com os pais e amigos. O divórcio torna as crianças novas, quietas e deprimidas e os adolescentes, revoltados, agressivos e até mesmo vulneráveis à delinquência e às drogas. Pesquisas também mostram que pessoas separadas e divorciadas sofrem mais sentimentos de infelicidade, solidão e doenças crônicas e agudas do que as pessoas casadas ou solteiras. (Informações extraídas do CD-Rom The Family in América, New Research (digital archive), março de 1987-julho de 1996).

Não há dúvida de que o divórcio é uma tragédia que vem crescendo no meio das igrejas. Não há cristão que não conheça casal dentro da igreja se separando ou já separado. Os exemplos incluem até evangélicos em posição de liderança.

Não é fácil lidar com tudo o que está relacionado com o divórcio e o recasamento. Até mesmo estudiosos da Bíblia têm muita dificuldade para debater essas questões num nível teológico. Portanto, não é sem razão que há tantas opiniões e interpretações variadas. Tudo o que sabemos sobre os sentimentos de Deus é que ele declarou: “Odeio o divórcio“. (Ml 2:16) Fica então uma pergunta intrigante: Por que está aumentando entre os evangélicos algo que Deus odeia?

Parece haver uma necessidade de abordar o assunto da forma mais bíblica possível, a fim de que mais casamentos possam ser preservados. Cabe, é claro, principalmente à liderança, adquirir um conhecimento bíblico adequado e aplicá-lo para proteger seus rebanhos das tendências que estão destruindo os casamentos no mundo.

Então, o estudo presente foi preparado para enriquecer nosso conhecimento sobre o assunto com uma visão breve no Novo Testamento (NT). O objetivo não é tratar dos complexos problemas existentes depois que um casal evangélico já seguiu a tendência de divórcio ou recasamento. Tudo o que se pretende é chegar a uma perspectiva da Palavra de Deus que seja útil para os casais evangélicos, antes que eles pensem em seguir essa tendência.

O que a Bíblia diz?

 O que o NT ensina sobre o divórcio? É comum hoje entender que em Mateus 19:9 Jesus permite o divórcio em situações de infidelidade conjugal. Mas por que ele também não incluiu os casos de violência doméstica e abandono?

Essa passagem na verdade trata de um problema relativamente comum entre os judeus daquela época: divórcio e recasamento.

Geralmente, o judeu queria o divórcio a fim de poder se casar novamente. O Antigo Testamento (AT) permitia essa possibilidade por razões mais amplas do que a infidelidade conjugal. É por isso que os apóstolos pareceram decepcionados com a posição “restritiva” de Jesus.

Contudo, Jesus tinha um jeito especial de lidar com situações complicadas. Quando os líderes religiosos judeus trouxeram uma mulher apanhada no ato de adultério diante de Jesus, ele foi extremamente inteligente. Em vez de se mostrar contra ou a favor, ele lhes deu uma resposta que os conduziu a uma profunda reflexão do estado de vida de cada um deles: “Quem estiver sem pecado, jogue a primeira pedra“. (Cf. Jo 8:2-11).

Na passagem sobre o divórcio, Jesus agiu da mesma forma, numa situação igualmente complicada. Ele respondeu aos líderes religiosos judeus de um modo que pudesse levá-los a refletir mais no que é o casamento diante de Deus. Ele disse: “Eu lhes digo que todo aquele que se divorciar de sua mulher, exceto por imoralidade sexual, e se casar com outra mulher, estará cometendo adultério“. (Mt 19:9 NVI).

Os outros Evangelhos também citam a mesma passagem, mas não fazem nenhuma referência ao trecho em que Jesus menciona exceto por imoralidade sexual:

Em Marcos, Jesus diz: “Todo aquele que se divorciar de sua mulher e se casar com outra mulher, estará cometendo adultério contra ela“. (Mc 10:11 NVI).

Em Lucas, Jesus diz: “Quem se divorciar de sua mulher e se casar com outra mulher estará cometendo adultério, e o homem que se casar com uma mulher divorciada estará cometendo adultério”. (Lc 16:18 NVI).

Por que parece haver tal contradição nas declarações de Jesus nos Evangelhos? Por que Mateus resolveu tratar do assunto de modo diferente? Enquanto em Marcos e Lucas, Jesus parece ser categoricamente contra o recasamento, em Mateus ele mostra que há uma situação especifica em que um homem ou mulher pode se divorciar e casar novamente. Em outras palavras, somente a imoralidade sexual permite essa possibilidade. Como explicar essa diferença de ensino?

Entendendo o objetivo de cada livro da Bíblia

Embora tenhamos a Bíblia como uma coleção completa de livros hoje, originalmente cada livro (no caso, cada Evangelho) foi escrito como uma carta, dirigida a pessoas específicas. Os livros de Marcos, Lucas e João foram escritos de modo geral para cristãos que não eram judeus. No primeiro século da era cristã, nenhuma igreja possuía sozinha todos os livros do NT. Só séculos mais tarde é que as igrejas passaram a desfrutar das bênçãos de possuir a coleção completa das cartas reunidas dos apóstolos.

Assim, tratando-se dos Evangelhos na época em que foram escritos há dois mil anos, uma igreja em determinado lugar recebeu o Evangelho de João, outra recebeu o Evangelho de Marcos e um homem importante chamado Teófilo recebeu o Evangelho de Lucas. Essas cartas foram preparadas para cristãos sem muito conhecimento nos costumes judaicos. Mas para quem foi escrita e dirigida a carta de Mateus?

Um fato importante é que o NT foi escrito em grego, a língua mais usada pelo mundo na época dos apóstolos. No entanto, especialistas acreditam que o único livro do NT que originalmente não foi escrito em grego é Mateus, que se presume ter sido escrito primeiro em aramaico, a língua utilizada pelos judeus da época. Mais tarde, o Evangelho de Mateus foi traduzido para o grego.

Então, sabe-se que três Evangelhos foram escritos para quem não era judeu, e apenas um trata das necessidades especificas dos judeus.

Portanto, na passagem de Jesus sobre o divórcio, Marcos e Lucas não mencionaram o trecho exceto por imoralidade sexual por um nobre motivo: eles queriam poupar a mente dos cristãos não-judeus das questões particulares dos judeus. Da mesma forma, Paulo, que era judeu e tinha um ministério voltado para alcançar quem não era judeu, jamais tocou no assunto da exceção de Jesus, a fim de não confundir os não-judeus. Marcos, Lucas e Paulo sabiam o que Jesus havia dito, mas sabiam também que a declaração completa só era relevante para os judeus. Assim sendo, o que um judeu era levado a pensar quando ouvia: “Quem se divorciar de sua esposa e se casar com outra mulher comete adultério, a não ser no caso de adultério”?

Adultério como crime social

Os judeus viviam de acordo com as leis do AT. Para eles, só havia uma lei para o pecado do adultério. “Se um homem cometer adultério com a mulher de outro, ele e a mulher deverão ser mortos”(Lv 20:10 BLH). A pena de morte, aplicada no cônjuge culpado, liberaria o cônjuge inocente para se casar com outra pessoa. Há outras evidências bíblicas que mostram que só a morte de um cônjuge libera o outro, se assim ele o desejar, para um novo casamento. Em Romanos, Paulo diz: “Por exemplo, pela lei a mulher casada está ligada ao seu marido enquanto ele estiver vivo; mas, se o marido morrer, ela estará livre da lei do casamento. Por isso, se ela se casar com outro homem enquanto seu marido ainda estiver vivo, será considerada adúltera. Mas se o marido morrer, ela estará livre daquela lei, e mesmo que venha a se casar com outro homem, não será adúltera”(Rm 7:2-3 NVI, o destaque é meu). Qualquer judeu, como o próprio Paulo, podia compreender que a única base para o recasamento é a morte do outro cônjuge.

No entanto, se alguém que não pertencia ao povo de Israel lesse Mateus 19:9, ele entenderia que só pode haver divórcio em caso de adultério. Ele entenderia dessa forma justamente porque sua mente não teria condições de ver o texto como um judeu, que conhecia o AT. Assim, ele não saberia que há uma penalidade máxima para o pecado do adultério.

Embora o AT desse liberdade para os judeus se divorciarem por vários motivos para poderem se casar novamente, Jesus limitou essa liberdade a um único motivo, mas com uma resposta que tinha como objetivo levar os judeus a refletir profundamente no significado e projeto de Deus para a união familiar. Além disso, ele mostrou que a lei de divórcio do AT foi estabelecida por causa da dureza de coração do próprio povo de Deus.

Como todo bom judeu, os discípulos de Jesus apreciavam a lei de divórcio do AT. É por isso que eles expressaram certo descontentamento e desapontamento com o posicionamento de Jesus permitindo divórcio e recasamento somente no caso de imoralidade sexual. Eles disseram: “Se o relacionamento de um homem com sua esposa é assim, não vale a pena casar!” (Mt 19:10 ISV).

O que os deixou assim desanimados e o que também deixaria qualquer outro judeu no mesmo estado de insatisfação, é que ao aceitar o posicionamento de Jesus, o judeu que pretendia se divorciar e casar novamente teria de aceitar a lei divina que trata da pena para o pecado do adultério.

Espaço para a graça da restauração

Entretanto, onde fica o espaço para a graça de Deus em toda essa situação, em que fica aberta a possibilidade de recasamento somente com a morte do cônjuge culpado? O judeu que lesse o Evangelho de Mateus teria, inevitavelmente, de ler a passagem logo antes da declaração de Jesus sobre o divórcio (Mt 18:23-35). Quando Mateus escreveu aos judeus, sua carta não tinha capítulos nem versículos. Assim, a passagem sobre o perdão (Mt 18:23-35) estava unida à passagem sobre o divórcio (Mt 19:1-12). Então, antes de pensar em divórcio o judeu já precisaria pensar em perdão. Com a direção do Espírito Santo, o judeu obediente a Jesus poderia liberar o perdão e deixar a graça de Deus vencer e prevalecer onde o pecado queria destruir.

Portanto, é possível entender que a graça do perdão está disponível para curar e restaurar casamentos. A graça de Jesus veio para restaurar, não destruir.

Contudo, um cristão não-judeu interpretaria a passagem de Mateus como se o NT permitisse divórcio apenas no caso de adultério. Tal interpretação deixaria sem resposta algumas importantes questões: Como, por exemplo, ficaria a situação de esposas casadas com homens beberrões, violentos ou até criminosos?

Como Paulo tratou a questão

Paulo, que pregava a graça de Deus e era hostilizado pelos judeus legalistas, abordou o assunto da separação. Ele ensinou: “Aos casados dou este mandamento, não eu, mas o Senhor: Que a esposa não se separe do seu marido. Mas, se o fizer, que permaneça sem se casar ou, então, reconcilie-se com o seu marido. E o marido não se divorcie da sua mulher. Por causa dos problemas atuais, penso que é melhor o homem permanecer como está. Você está casado? Não procure separar-se” (1 Co 7:10-11, 26-27a NVI, o destaque é meu). Em situações em que um cônjuge descrente resolve se separar, Paulo via na separação liberdade para o cônjuge crente: “Todavia, se o descrente separar-se, que se separe. Em tais casos, o irmão ou a irmã não fica debaixo de servidão; Deus nos chamou para vivermos em paz” (1 Co 7:15 NVI).

É claro que na opinião de Paulo o estado ideal para os solteiros era não se casarem, a fim de estarem livres para servir ao Senhor. Então, no caso de um cristão casado se separando, a idéia não é outra: sua liberdade é oportunidade de servir ao Senhor sem nenhum impedimento. Paulo via um homem ou mulher fora do casamento como um cristão inteiramente livre para trabalhar para Deus, sem as preocupações e ocupações que tomam o tempo quando alguém é casado e é obrigado a pensar em suprir as necessidades do cônjuge.

Ele diz: “Por causa dos problemas atuais, penso que é melhor o homem permanecer como está. Você está solteiro? Não procure esposa. Gostaria de vê-los livres de preocupações. O homem que não é casado preocupa-se com as coisas do Senhor, em como agradar ao Senhor. Mas o homem casado preocupa-se com as coisas deste mundo, em como agradar sua mulher, e está dividido. Tanto a mulher não casada, como a virgem, preocupam-se com as coisas do Senhor, para serem santas no corpo e no espírito. Mas a casada preocupa-se com as coisas deste mundo, em como agradar seu marido” (1 Co 7: 26-27b, 32-34 NVI).

Ainda que nunca tenha tratado diretamente do problema do divórcio, Paulo compreendia que a única razão para o recasamento é a morte de um dos cônjuges. Ele diz: “A mulher está ligada ao seu marido enquanto ele viver. Mas, se o seu marido morrer, ela estará livre para se casar com quem quiser, contanto que ele pertença ao Senhor. Em meu parecer, ela será mais feliz se permanecer como está” (1 Co 7:39-40a NVI).

Os apóstolos vieram a compreender bem essa verdade, porém por um tempo acharam muito difícil aceitar a perspectiva de casamento que Jesus havia colocado diante deles. É por isso que eles disseram aborrecidos: “Se a situação de um homem com sua esposa é assim, não é vantajoso, nem aconselhável casar” (Mt 19:10 AB). Isto é, se o único motivo para o recasamento é a morte de um cônjuge, eles achavam que o melhor era não casar! Afinal, qual o judeu que se divorciaria se soubesse que não poderia casar de novo? Para eles, era muito difícil aceitar o casamento como uma aliança para a vida inteira, “até que a morte os separe”.

Então Jesus lhes respondeu: “Nem todos podem aceitar esta verdade sobre o casamento. Mas Deus capacitou alguns para aceitá-la. Há motivos diferentes por que alguns homens não podem se casar. Alguns homens nasceram sem a capacidade de se tornar pais. Outros foram incapacitados assim mais tarde na vida por outras pessoas. E outros homens renunciaram ao casamento por causa do reino do céu. Mas a pessoa que está em condições de se casar tem de aceitar esse ensino sobre o casamento” (Mt 19:11-12 NCV, o destaque é meu).

Nem todos, no meio do próprio povo de Deus, conseguem aceitar o projeto de casamento de Deus, mas somente os que foram capacitados. É óbvio que o ser humano tem a capacidade de desunir onde há corações endurecidos, porém Jesus declarou: “Portanto, não deixem ninguém separar o que Deus uniu” (Mt 19:6b GW). Não é que ele não estivesse consciente dos problemas que um casamento enfrenta. É que ele sabia que Deus tem o poder de capacitar para união, fortalecimento, perdão e restauração onde há corações abertos. Nenhum casal é perfeito, mas quando se abre espaço para Deus capacitar, as situações mais difíceis podem se tornar oportunidades para experimentar grandes vitórias (cf. Tg 1:2-4,12).

Modelos são indispensáveis

Examinamos um pouco o que a Palavra de Deus diz. Agora, o que se pode fazer para que menos casais evangélicos sigam a tendência de divórcios e recasamentos no mundo? A resposta são os líderes cristãos. Eles têm um chamado especial para “serem exemplos para o rebanho seguir” (1 Pe 5:3b GW). O que então qualifica um homem para liderar e servir de modelo? “É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, moderado, sensato, respeitável, hospitaleiro e apto para ensinar” (1 Tm 3:2 NVI, o destaque é meu). É possível também traduzir essa passagem assim: “Portanto, é necessário que o pastor tenha um caráter que ninguém possa culpar de nada, tenha tido só uma esposa ou tenha se casado uma vez só”. Outros líderes da igreja também devem ter a mesma qualificação (cf. vers. 11).

 Por que Deus estabelece que a liderança deve ter um padrão de vida familiar? Vivemos num mundo cheio de influências erradas. Por isso, Deus quer que pelo menos na igreja as famílias tenham a oportunidade de ver exemplos diferentes dos que existem no mundo e se modelar através desses bons exemplos. A Bíblia mostra que pastores e outros líderes, casados só uma vez, são o exemplo e o modelo ideal para a congregação. Por quê? Porque o ser humano tem uma fraqueza: imitar quem está em posição de autoridade ou destaque. Embora muitas pessoas não imitem aqueles que elas adoram, a realidade mostra que a vida errada de muitos artistas de TV, agora é vivida por um grande número de seus admiradores.

Paulo colocou ordem na liderança porque certamente as congregações não-judias tinham vários casos de divórcio e recasamento. Assim, era preciso estabelecer bons modelos, para que os exemplos do mundo não fizessem parte da vida da igreja. O divórcio é um problema que afeta toda a sociedade, porém deve haver um padrão melhor na liderança, para que o que é comum no mundo não seja normal na igreja. Deus odeia o divórcio, mas os cristãos de hoje estão sendo de tal forma afetados por imagens, exemplos e modelos de divórcios e recasamentos da sociedade que eles estão começando a agir como se Deus amasse esses problemas!

O modo ideal de neutralizar a influência negativa do mundo nos casamentos da igreja é fazer o que Paulo orienta: colocar na liderança homens que tenham um exemplo excelente. Esses líderes serão uma influência positiva na vida das famílias da igreja. Quando virem seu pastor e outros líderes amando a esposa, sendo fiel a ela e preservando a união familiar, muitos vão seguir seu exemplo.


Notas:

[1] http://www.cbn.com/cbnnews/news/020211a.asp
[2] Informações extraídas do CD-Rom The Family in América, New Research (digital archive), março de 1987-julho de 1996.


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Edificando o casamento segundo o que foi projetado por Deus



“Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica assemelhá-lo-ei ao Homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha. E desceu a chuva e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha. E aquele que ouve estas minhas palavras, e não cumpre, compará-lo-ei ao Homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia; e desceu a chuva, e correram os rios, e assopraram os ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda”.  (Mt.7:24-27)
Toda construção sem projeto é perigoso, inseguro e não tem garantia. Casamento é um projeto de Deus, quando se constrói segundo o que Ele planejou, o resultado final é alegria, segurança e benção.

1. Construindo para não cair.

a) TODOS podem construir bem o seu projeto.

“Todo aquele…” Cada pessoa é responsável pela sua construção. O vizinho não pode se responsabilizar por aquilo que você construiu ou está construindo. Ninguém melhor do que o projetista para dizer como deve ser a construção. Casamento é um PROJETO de Deus, Ele pode ensinar como devemos construir uma relação cheia de vida e alegria.

b) Princípios que determinam o sucesso da construção do nosso projeto de vida (Mt 5,6,7).

Tudo o que o Homem precisa saber sobre o relacionamento vertical e horizontal, está no conteúdo do Sermão da Montanha ensinado por Jesus.

c) O primeiro passo é OUVIR.

O segredo do sucesso do casamento de qualquer relacionamento está na capacidade em ouvir.

* Quando alguém é incapaz de ouvir a palavra, até a sua oração não faz sentido para Deus, (Pv.28:9).

* Jesus não violenta a mente, e o coração das pessoas; é necessário ouvir e responder ” eu quero, poder entrar” (Ap.3:20).

* Ouvir é imprescindível, porque é ouvindo que a fé é gerada no coração, e não há projeto de construção que seja segura sem aquilo que é imprescindível, que é a fé (Rm.10:18).

* É impossível aprender sem que haja humildade para ouvir. Jesus disse: “aprendei de mim…” (Mt.11:29).Guarde estas palavras APRENDER-MANSO-HUMILDE-DESCANSO-ALMA.

d) O segundo passo é praticar o que ouviu.

No Texto de Mt.7:24-27 se percebe que a grande diferença entre uma construção e a outra está no PRATICAR. Os dois construtores ouvem, mas só o que pratica é que usa O MELHOR MATERIAL na base.

* Praticar implica em submeter-se ao Senhor do projeto, (MT. 6:9,10,24). “… Faça-se a tua vontade…”

* Praticar exige fazer tudo conforme o que foi projetado: JESUS OFERECE O MELHOR MATERIAL PARA A CONSTRUÇÃO DO NOSSO PROJETO DE VIDA CONJUGAL E FAMILIAR.



(1) HUMILDADE (Mt. 5:3)

A pedra principal do alicerce. Por que Jesus começou o Sermão com “humildade”? Porque a humildade é a raiz que alimenta todas as outras virtudes. O humilde é desprendido de tudo e aberto para aprender sempre. Não se considera o dono de toda a verdade final. O melhor termômetro para medir a humildade no coração de uma pessoa, é saber se ela tem prazer em ouvir e servir, mesmo que não merece ser servido. (Jô 13)

(2) SENSIBILIDADE (Mt.5:5).

O Piso. É a capacidade de chorar, de sentir e de se emocionar. Em qualquer área da vida, os caminhos se acabam, quando acaba o poder do choro e do arrependimento. Quem perdeu o poder do choro e do arrependimento perdeu a oportunidade de ter novos caminhos para andar com segurança. O sentimento mais criativo é o arrependimento. O choro do arrependimento sincero leva a reconstrução daquilo que foi destruído.

(3) DISCIPLINA, MANSIDÃO (Mt 5:5)

Cinta de amarração. Auto-controle,disciplina.Ninguém tem a possibilidade de construir algo duradouro com o coração absolutamente indisciplinado.Mansidão no NT, vem da ideia de amansar uma fera. Mansidão é ter rédeas do coração nas mãos.

(4) JUSTIÇA (Mt.5:6)

Coluna. A Justiça é como a água para a nossa vida,quando estamos com sede. Essencialidade.

a) A justiça faz do humilde um ser com o espírito nobre,ao invés de um fraco.

b) A justiça faz do quebrantado um ser digno.

c) A justiça faz do manso um ser de coragem.

É a justiça que empresta a essas estruturas,aparentemente fracas,um sentimento de nobreza, de grandeza e de dignidade. Em qualquer área da nossa vida, a justiça tem que estar presente.

(5) SOLIDARIEDADE (Mt 5:7)

Tijolos. É impossível viver bem em família sem uma atitude de solidariedade e misericórdia. É com misericórdia que se lida todos os dias com as ambiguidades e as incoerências do outro. O que fazer com o filho que não vai bem na escola? O que fazer com a filha que errou, mas quer melhorar? Com o cônjuge que está com dificuldade de ser o que Deus quer que ele seja?

(6) TRANSPARÊNCIA (Mt.5:8)

Cobertura. Coração limpo, uma consciência limpa que pode nos dar a visão de Deus em Família.

(7) PACIFICAÇÂO (Mt 5.9)

Cimento-cola. É aquilo que mantém as coisas juntas. É a atitude do pacificador que nos dá a garantia de que o que está sendo construído não vai cair. Nossa vocação tem eu ser a de alguém que trabalha para ligar corações, promovendo a reconciliação e a paz.

(8) RESISTÊNCIA JUBILOSA (Mt.5:10-12)

Portas e janelas. Jesus sabia que haveria perseguição por causa da justiça, por essa razão ele diz: Eu quero que apesar de toda tempestade em volta, toda perseguição, construa algo que tenha janela aberta para o céu. Feliz é aquele que consegue apesar de tudo, deixar as janelas e portas abertas.

É capaz da alegria, da exultação, de olhar para as coisas maiores do que a perda imediata; ver o galardão e continuar almejando. Nivelar tudo por cima.





Pr. Josué Gonçalves



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Apenas um olhar...

 No dia vinte de janeiro os olhos do mundo estavam voltados para a posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama. Nesse dia estava em Boston, realizando trabalho com famílias. Eu e meu esposo assistimos por uma TV espana.

 Os olhos de milhares de pessoas também estavam voltados para seu novo presidente que, emocionadas, ali se fazia presente para a cerimônia, esperançosas de que uma nova era para o mundo está se iniciando.

 Entretanto, o que mais me chamou a atenção foi outro olhar - de Michelle Obama. Enquanto seu marido pronunciava o juramento de posse, seus olhos, fixos no rosto dele, denunciavam um maravilhoso brilho de admiração. Fiquei emocionada. Me fez pensar... Michelle é uma mulher bonita, jovial, inteligente, mãe competente, em franca ascensão profissional, admirável...

 Porém, ser tudo isto não a faz sentir-se melhor que o marido. Não a faz sentir-se tão importante quanto ele.

 Ao dar início a campanha presidencial Michelle fez um acordo com o marido. Ela o apoiaria, mas ele teria de estar com as filhas uma vez por semana. O acordo foi cumprido. Que bom exemplo: o dela por tomar tão importante iniciativa, o dele por cumprir o prometido.

 O casal está casado há dezesseis anos. Entretanto, é comum vê-los trocando olhares de cumplicidade, sorrisos e beijinhos em público. Muitos podem pensar que um casal, após tanto tempo casados não mais demonstre carinho em público. Enganam-se. Isto é importante em casa ou em público. Demonstração de amor e carinho dá vitalidade, tranqüilidade e segurança ao relacionamento conjugal.

 Michelle Obama é advogada, formada em Direito e Sociologia nas prestigiadas Faculdades de Princeton e Harvard, é vice-presidente de assuntos externos e da comunidade dos Hospitais da Universidade de Chicago. Mas nada disso a impede de ser mãe competente.

 Faz questão de estar presente na vida das filhas: Malia, 10 anos e Sacha, 7. Seu discurso em todo o tempo de campanha foi de que ela é apenas mãe e mulher do candidato, não de profissional da política. Que assim seja, Michelle!

 Que assim seja para todas as mães! Não há que confundir a importância dos papéis. O papel de profissional e interesses outros, por mais importantes que possam ser, não podem ser prioritários ao papel de mãe e esposa. Também não podem ser prioritários ao papel de pai e marido.

 Sei que é perigoso eleger pessoas que mal conhecemos como exemplo. Só o futuro nos mostrará Michelle Obama como esposa e mãe no exercício de primeira-dama dos EUA.

 Será que ainda poderemos tomá-la como exemplo? Espero que sim, pelo bem de sua própria família.

 Mas, por ora, quero guardar na memória seu olhar e torcer para que cada esposa possa dirigir o mesmo olhar para seu esposo. E ir além - dizer para ele o quanto o admira e ama.

 Quero terminar direcionando-lhe uma pergunta reflexiva, caro/a leitor/a:

 Você é um marido digno de admiração? Que tipo de homem você tem sido? O que você tem feito para ser admirado por sua esposa, por seus filhos? Para ser admirado é preciso que você seja um homem admirável.

 Você é uma esposa que admira seu marido? Que reconhece o que ele tem e faz de bom? Com que olhar você tem olhado para seu marido? Que palavras tem lhe dirigido? São olhares e palavras de apreciação, apoio e incentivo? Você quer ser amada. Mas está sendo uma mulher amável?

"Apenas um olhar... Para você mesmo/a.

Apenas um olhar...

Não para ser percebido e registrado para o mundo.

Que seja apenas um olhar percebido e registrado no coração daquele/a que tem compartilhado uma vida com você."


Por Elizabete Bifano


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Algumas crises do cristão


 "Ó Senhor, ouve a minha oração, e chegue a ti o meu clamor. Não escondas de mim o teu rosto no dia da minha angústia; inclina para mim os teus ouvidos: no dia em que eu clamar, ouve-me depressa. Pois os meus dias se desvanecem como fumaça, e os meus ossos ardem como um tição. O meu coração está ferido e seco como a erva, pelo que até me esqueço de comer o meu pão." (Salmo 102.1-4).
 O lar é afirmado pelo povo evangélico como unidade básica da sociedade, assim como o fato de o casal cristão precisar partilhar ideais e ambições semelhantes. Os cônjuges devem ser maduros emocionalmente, espiritualmente e fisicamente falando.
 A igreja local (ou em companhia de outras) tem o dever de auxiliar os pais no preparo de seus filhos para o casamento, de ajudar a família nas crises da vida, de orientar os lares desajustados, de assistir os enlutados, e de levar os idosos a encontrarem significado na vida.
 A pergunta aqui pertinente é "Há problemas na família cristã? Há crise? Aliás, o que é crise?"
 Lemos em algum lugar que o ideograma para crise em chinês é formado por dois caracteres. O primeiro significa "perigo", e o segundo "oportunidade". Extrai-se daí a lição que crise é um ponto de perigo e uma oportunidade. Os gregos derivam a palavra do verbo "separar"(krinein). É um momento decisivo na experiência de cada um. Entre outros, formatura, casamento, novo emprego, nascimento de uma criança, conversão religiosa, promoção, vitória num concurso.
 Ou esses momentos dolorosíssimos, inesperados que se precipitam sobre uma família e a deixam em aflição e angústia: um crime violento, um acidente fatal, uma doença apavorante, a morte de um querido. Sim, crise é perigo e oportunidade, como conceituam os chineses, mas pode ser uma experiência de crescimento. Experiência dolorosa talvez, mas sempre de crescimento. Tiago nos adverte: "Meus irmãos, tende por motivo de grande gozo o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé produz a perseverança: e a perseverança tenha a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, não faltando em coisa alguma." (Tg 1.2-4)
 E já que ninguém cresce sem dores, a pergunta que o cristão faz diante da crise, da dor, do sofrimento. Não é "por que, Senhor?", mas "para que, Senhor?" no espírito de 2Coríntios 7.9. No entanto, sua crise é sua crise e de mais ninguém, e a de outra pessoa é a dela própria, pois nenhuma crise é igual.
A primeira crise conjugal está em Gênesis 3, como também a primeira crise espiritual (cf. vv. 12 e 8). A primeira crise familiar encontra-se no capítulo seguinte, versos 3-5, 8.
 É, a família cristã também tem crises que nascem do acúmulo dos problemas de cada dia que permanecem sem solução.


O LAR DESAJUSTADO
 Existem razões sem conta para a disritmia no lar. São situações que não deveriam ocorrer no lar cristão, mas lamentavelmente acontecem, e a Bíblia aponta as causas dessas disfunções:
Ausência do Senhor como alicerce do lar ( Sl 127.1,2);
Ausência de piedade (Is 24.15);
Transferência ou ausência de responsabilidade (Gn 3.12; 1Tm 5.8);
Falta de autoridade dos pais (Jr 47.3b);
Falta de previdência (2Co 12.14b);
Insubmissão feminina (Ef 5.22-24; 1Pe 3.1);
Desamor masculino (Ef 5.22-29; 1Pe 3.7);
Procedimento vergonhoso ou insensato do cônjuge (Pv 12.4; 14.1);
Desobediência e falta de afeto (2Tm 3.2,3).
 Os terapeutas de família codificam as disfunções na família classificando-as quanto ao nível inadequado de interação familiar, se há um nível baixo de coesão ou coesão excessiva, caso em que cada um vive sua vida, ou se é asfixiado pelos outros, quanto à distribuição dos papéis e seu desempenho, quando alguém faz o papel de "duplicata" do outro (filha copiando a mãe), o papel de "eu ideal" (filho mais velho devendo alcançar o ideal a que o pai não chegou), papel do "eu negativo", geralmente quando um membro da família é um psicótico ou um parceiro fraco, o papel de aliado e outros tantos.
 Também quanto à hierarquia e ordem do sistema familiar, ou não há normas na família ou são rígidas demais; ninguém decide na família ou decide inadequadamente.
 São as tensões causadas pelas doenças. Não é fácil para uma família viver com um problema crônico de saúde. Se a igreja, porém, é vocacionada a servir, uma crise de saúde é excelente oportunidade para essa ministração, através do exercício do sacerdócio dos crentes, do ministério da intercessão, do dom de socorro (dado pelo Espírito Santo). Por isso é imprescindível avisar à igreja, ao pastor, os casos de enfermidades.
Há quem se ofenda, melindre, e fique indignado porque ficou doente, foi hospitalizado, fez cirurgia e ninguém o visitou, o pastor não apareceu. Avise! AVISE! Em Tiago 5.14 há duas ordens. Uma para o Pastor: deve orar pelo enfermo, cobri-lo com a oração e a unção do Senhor; outra para o doente: deve pedir a presença do pastor. O mundo ensina que "ria e todos sorrirão com você; lamente-se e todos fugirão de você". E ao contrário do que diz o provérbio popular: "Quem canta seus males espanta", a atitude do mundo tem sido: "Quem canta seus males, ESPANTA!" Com o cristão deve ser diferente: "compartilhe, conte ao irmão; divida sua dor com a igreja". Chore.Está aflito? Ore.
 Romanos 12.15 ensina isso, "alegrai-vos com os que se alegram; chorai com os que choram" (cf. 1Co 12.26; Hb 12.12; Gl 6.2), e aí você será vencedor sobre a crise e a dor.


PRONTO: A TRAGÉDIA CHEGOU
 Tensões causadas pela tragédia. Há um dia quando a fé dá de frente com o desastre. Crises são comuns ao ser humano, e o resultado tem sido ansiedade, pensamento desorganizado, sintomas físicos como fadiga, náusea, sono, choque. Então, como é a construção de sua casa? Na rocha firme? Na areia enganosa? Fiquei triste com o caso de uma jovem de uma família cristã. Enfermou, e lhe foi garantida a cura por uma pretensa "profetisa". A jovem faleceu, e a família abandonou a igeja.
 Fiquei recompensado com o caso do Pr. Dermeval Justino, meu ex-aluno. Morte inesperada junto com o filhinho mais novo e a cunhada. Mas que força espiritual na esposa, nos parentes, que estão trabalhando para trazer os familiares do falecido obreiro (único crente da família com outro irmão) a Jesus.
 São as tensões causadas pelas crises do amor (?!) Não há cabimento para ciúmes na vida do cristão, os quais se originam do medo de perder uma posse e do sentimento de ser incapaz. Ou a presença da insinceridade e da infidelidade.


O ENLUTADO
 O luto é outra importante crise que afeta o cristão. Há crises que não chegam a todos, mas não a da morte. Josué diz ao povo, "Eis que vou hoje pelo caminho de toda a terra" (23. 14a), modo eufemístico de dizer: "vou morrer hoje" (cf. 1Rs 2.2); na Carta aos Hebreus (9.27), "aos homens está ordenado morrerem uma só vez".

 Há, pelo menos, três modos de olhar a morte:
Com desespero. Bildade a chamou de "rei dos terrores" ( Jó 18.14);
Com falsa esperança, como no caso dos reencarnacionistas;
Com absoluta confiança e esperança.
 É a reação de Jó: "Pois eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra. E depois de consumida esta minha pele, então fora da minha carne verei a Deus" (Jó 19.25,26).
 Não devemos temer falar da morte. No Antigo Testamento, a morte biológica era uma certeza aterrorizante: "Certamente morreremos, e seremos como águas derramadas na terra, que não se podem ajuntar mais" (2Sm 14.14a) "A duração da nossa vida é de setenta anos... pois passa rapidamente, e nós voamos" (Sl 90.10). "Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco têm eles daí em diante recompensa; porque a sua memória ficou entregue ao esquecimento" (Ec 9.5)
 Mas a Nova Aliança vê de modo diferente: Para o crente em Jesus Cristo é resultado do pecado vencido; é a esperança da ressurreição, como Paulo canta: "Mas, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo" (1Co 15. 54-57).
 Não! Não devemos temer falar sobre a morte, mesmo a morte pessoal. Mas que a crise vem, vem. É a perda do pai, e o despreparo da mãe para a vida prática tomando providências que nunca havia tomado anteriormente; é a reorganização das finanças, o corte de despesas; é o dizer "não" aos pedidos dos filhos. Mas é também o compreender que "a família é uma sociedade que se desfaz no tempo para se recompor no intemporal", na eternidade (cf. Guitton p. 45).
 As separações trazidas pela morte nos lembram e às nossas famílias que elas são instrumentos transitórios que o Criador dispôs no mundo. Desaparece a família, mas não as existências que a compõem, e mesmo as relações que as constituem. A morte não separa a família: "E Abraão expirou, morrendo em boa velhice, velho e cheio de dias; e foi congregado ao seu povo" (Gn 25.8).
 Disse Sócrates que a essência da filosofia é o preparo para a morte. Davi, o poeta, antes dele dissera, "O meu coração constrange-se dentro de mim, e terrores de morte sobre mim caíram. Temor e tremor me sobrevêm, e o horror me envolveu" ( Sl 55.4,5), e Hebreus 2.15b tem uma magistral declaração sobre o medo de morrer: "Com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à escravidão".
 É nesse ponto que chega o paradoxo do evangelho: quando se aceita o fato da morte, fica-se livre para viver! Não faz sentido para o crente olhar a morte como cessação. A vida não acaba. Na verdade, acontece uma transição, ou como Jesus o colocou: "Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também". ( Jo 14.2,3 ) e também, "Declarou-lhes Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá" ( Jo 11.25).
 John Donne, autor do século 17: "Toda a humanidade tem um só Autor, e um único volume; quando alguém morre, um capítulo não é tirado do livro, mas traduzido em um idioma melhor; e cada capítulo deve ser assim traduzido. Deus emprega vários tradutores; algumas peças são traduzidas pela idade, outras pela doença, algumas pela guerra, outras pela justiça; mas a mão de Deus opera em cada tradução; e a sua mão irá encadernar de novo todas as nossas folhas que foram espalhadas, para aquela Biblioteca onde cada livro ficará aberto um para o outro".


O IDOSO
 O mundo tem hoje, ano 2004, aproximadamente seiscentos milhões de habitantes acima dos sessenta anos. Hoje, no Brasil, há cerca de quinze milhões vivendo a chamada "terceira idade", e, no entanto, nossa sociedade é voltada para o moço: musculação, malhação, festas, a própria arquitetura urbana. A Bíblia, porém, mostra o cuidado divino nos anos da velhice: "Até a vossa velhice eu sou o mesmo, e ainda até as cãs eu vos carregarei; eu vos criei, e vos levarei, sim, eu vos carregarei e vos livrarei" (Is 46.4), e afirma seu valor e dignidade: "O orgulho dos jovens está na sua força; a honra dos velhos está nos seus cabelos brancos" (Pv 20.29; 1Tm 5.1,2a).
 Jovens têm energia física, mas ela se esvai; o idoso porém, tem a glória de sua idade cantada, como vimos, nos Provérbios.
 Cada idade tem seus dons particulares para enriquecer a vida da família e a sociedade de modo geral: a infância, a adolescência, a juventude, a idade adulta, o ancião. São partes autênticas e valiosas, e cada idade deve ser vivida dentro dela mesma: nem menina pintada como moça feita (que moda horrorosa!), nem senhora querendo ser mocinha (há coisa mais ridícula? ). Que tudo venha naturalmente, não esquecendo o jovem que um dia será idoso, nem o adulto que já foi jovem no passado.

O APOSENTADO
 A aposentadoria é outro capítulo que pode ou não ser cruciante. No começo é-a-lua-de-mel com a liberdade, a alegria de poder dispor das horas, a satisfação de esquecer horários. Mas a lua-de-mel acaba e pode vir a depressão. Quem disse, porém, que ser aposentado é sinônimo de "colocado no aposento", encostado, cansado, posto de lado?
 A igreja deve ajudar os seus membros a atingir com plenitude suas fases evolutivas, à medida que se desenvolve em cada passagem da vida. Ajudar o idoso a não perder sua identidade, sua independência, a conhecer-se a si próprio, a se abrir para a verdade, a descansar criativa e construtivamente. Que tal uma segunda carreira? Ou ensinar o que sempre fez na vida profissional? E a possibilidade de um trabalho voluntário na igreja? Ensinar um artesanato, bordado, tapeçaria? Precisamos de um jardineiro, de pintores, de profissionais outros. Por que não dar da sua experiência voluntária e graciosamente à igreja? Ser idoso não é encarquilhar-se, não! É devolver à Deus o que de Deus recebemos.
 A vista está diminuindo? Diga a Deus: "Senhor, recebe um pouco mais de meus olhos"; as pernas que suportavam uma caminhada do Farol à Praça da Sé, hoje não agüentam subir a Ladeira da Barra, diga ao Senhor: "Pai, eis um pouco mais de minhas pernas". E aí o Senhor vai aplicar ao irmão, a irmã, a expressão da parábola dos talentos: "Muito bem, servo bom e fiel; sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor" (Mt 25.23).
 E se sua oração tem sido a do Salmo 71.9: "Não me enjeites no tempo da velhice; não me desampares, quando se forem acabando as minhas forças", a resposta do Senhor será: "Os justos florescerão como a palmeira, crescerão como cedro no Líbano. Estão plantados na casa do Senhor, florescerão nos átrios do nosso Deus. Na velhice ainda darão frutos" ( Sl 92. 12-14a).

"O Topo da Montanha" (Leclercq)
 "Quando se escala uma montanha, a paisagem vai se descobrindo pouco a pouco, e finalmente, quando se chega ao topo, não se encontra mais que pedras e neves, mas, dali a vista é magnífica. Já não se pode mais subir, se não ir para o céu. O mesmo acontece com a velhice. Ao longo da vida subimos por centenas de caminhos, às vezes sinuosos, e pouco a pouco a paisagem se nos foi revelando; os que mandavam, dirigiam e protegiam nossa juventude desapareceram um após outros; depois os companheiros de jornadas também desapareceram. O indivíduo segue em sua caminhada e cada vez está mais só.
 O que chega à velhice termina como o alpinista no topo da montanha, e, quando volve o seu olhar, contempla a vida estendida diante de si mesmo como uma paisagem. Este é o ponto culminante, mas é também o fim do homem sobre a terra. Não há outra maneira de avançar senão a de ir para o céu".

É isso mesmo: a família cristã é uma comunidade de vida, de amor, de fé, e uma comunidade educadora. Precisa de ter objetivos bem definidos, cristã que é:
* Objetivo em si: "O que o Senhor deseja que minha família faça?"
* O meio para atingi-lo: "Como o Senhor quer que minha família faça?"
* A avaliação: "Como saberemos que foi realizado?
 Sendo, portanto, comunidade de vida, amor, fé e pedagógica, na ameaça da crise a expressão de profunda confiança, e de certeza de estar dentro da vontade do Pai, há de ser "Deus me fez crescer na terra da minha aflição" (Gn 41.52b).

Por Walter Santos Baptista


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Se o amanhã não vier...


"Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você dormir, 
Eu aconchegaria você mais apertado e rogaria ao Senhor que protegesse você.
Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você sair pela porta,
Eu abraçaria, beijaria você e a chamaria de volta 
Para abraçá-la e beijá-la uma vez mais. 
Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu ouviria a sua voz em oração,
Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua,
Para que eu pudesse vê-la e ouvi-la de novo, dia após dia. 
Se eu soubesse que essa seria a última vez,
Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: 
EU TE AMO, ao invés de assumir que você já sabe disso.
Se eu soubesse que essa seria a última vez, 
Eu estaria ao seu lado, compartilhando do seu dia, ao invés de pensar: 
'Bem, tenho certeza de que outras oportunidades virão. Então eu posso deixar passar esse dia.'  
É claro que haverá um amanhã para se fazer uma revisão. 
E nós teríamos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta. 
É claro que haverá outro dia para dizermos um para o outro:
'EU TE AMO', e certamente haverá uma nova chance de dizermos um  para o outro: 'Posso te ajudar em alguma coisa?'  Mas, no caso de eu estar errado, e hoje ser o último dia que temos juntos, eu gostaria de dizer-lhe  O QUANTO EU  AMO VOCÊ!"
Espero que nunca nos esqueçamos disso!

 O dia de amanhã não está prometido a ninguém, seja ele jovem ou velho. E hoje pode ser sua última chance de segurar bem apertado a mão da pessoa que você ama.  Se você está esperando pelo amanhã, por que não fazer hoje? Porque se o amanhã não vier, você, com certeza, se arrependerá pelo resto de sua vida de não ter aproveitado aquele tempo especial com um sorriso, um abraço ou um beijo. Tudo porque você estava 'muito ocupado' para dar àquela pessoa o que acabou sendo o último desejo que ela queria. 
 Então, abrace o seu amado, a sua amada, o seu filho, a sua filha HOJE. E dê esse abraço bem apertado.  Sussurre no seu ouvido, dizendo o quanto você o(a) ama e o quanto o(a) quer junto de você. Gaste um tempo para dizer: 'Desculpe-me'; 'Por favor'; 'Me perdoe'; 'Obrigado'; ou ainda, 'Não foi nada'; 'Está tudo bem'.  Isso porque, se o amanhã jamais chegar, você não terá que se arrepender pelo dia de hoje. Pois o passado não volta e o futuro talvez não chegue.  Papai, mamãe, marido e esposa: parem agora por alguns minutos e reflitam sobre essa mensagem. E pratiquem-na!

Lembrem-se, amor em família é uma arte, um malabarismo, por vezes um heroísmo: essencial como o ar que respiramos.

Por Pr. Josué Gonçalves

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O que leva um filho a matar os pais?


Hoje, ao abrir um site de noticias me deparei com uma que me  fez parar para refletir.
 “Um casal foi morto a facadas em um complexo de edifícios em Cumbica, Guarulhos, na Grande São Paulo, na madrugada desta quarta-feira. Segundo a Polícia Militar, o suspeito pelo crime é o filho do casal. Ainda de acordo com a PM, o rapaz esfaqueou os pais e avisou o porteiro do prédio que havia cometido o crime. O rapaz fugiu no carro da família. Durante a fuga, sofreu acidente de trânsito e foi resgatado com escoriações.”
 Algumas perguntas gostaria de fazer para esse jovem assim que ele saísse do hospital. Quantos anos você tem? Como foi a sua infância? Quem o educou? Seus pais eram presentes na sua vida? Alguém lhe ensinou as Escrituras Sagradas algum dia? Se você matou seus pais sob o efeito das drogas, como e quando você começou a usar drogas?  Se você os assassinou por ódio, quais são as causas desse sentimento de ódio?
 Tenho uma amiga que sempre diz: “filho não se perde na rua, mas sim, dentro de casa”. Tragédias como essa que aconteceu em S. Paulo deve nos fazer parar para repensar a nossa missão de pais. Se você é pai, gostaria que respondesse dez perguntas:
1. Você investe tempo com qualidade em seus filhos?
2. É comum você sentar a mesa com os filhos nos momentos de refeição?
3. Você conhece quem são os amigos dos seus filhos?
4. Você procura saber quais são os lugares que os seus filhos frequentam?
5. Você acompanha como os seus filhos estão indo na escola (notas e comportamento)?
6. Pelo menos uma vez por semana você ora e lê a Bíblia com os filhos?
7. Você procura ser o melhor amigo dos seus filhos?
8. É comum você assistir um filme, jogar bola, jogar vídeo game,  rir com eles?
9. Você leva seus filhos para igreja?
10. Você é para os seus filhos o pai que gostaria de ter?

Sua resposta a estas perguntas pode lhe ajudar a responder a pergunta chave:
Estou ganhando ou perdendo o meu filho?
 Minha oração é para que Deus desperte muitos pais que não perceberam ainda que os nossos filhos são o resultado de um trabalho bem feito ou mal feito.
 “Ensina ao menino o caminho que deve seguir, e assim, mesmo quando for velho não se afastará dele.” (Pv 22.6)

 Por Pr. Josué Gonçalves


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Alegria de ser pai!

 Nos últimos 20 anos, eu vivo a experiência de ser pai de dois filhos maravilhosos: Aurora e André.
 Ela chegou primeiro, e desde o início transformou a nossa vida. Sempre alegre, esperando por um abraço e por um beijo estralado. Ele bem diferente. Quando chegou, a irmã já tinha seis anos e o esperava ansiosamente. Desde cedo foi reservado, sisudo, olhava o mundo com desconfiança e interesse. Um beijo era uma conquista.
 Rosana e eu fomos vendo que a expectativa de que os filhos fossem pelo menos parecidos, era absolutamente utópica, pois o que descobrimos é que eles são totalmente diferentes.
 A gente vai vendo que são justamente estas diferenças que enriquecem uma família e dão a singularidade e até mesmo "cor" a cada um deles. Deus os fez assim, diferentes.

 Porém o que mais chama a atenção, não são as diferenças, mas a alegria que a paternidade traz, não uma alegria qualquer mas aquela que vem junto com o desafio e a responsabilidade. Falei a pouco tempo para uma amiga que acabara de saber que estava grávida, que sua vida iria mudar, e como! Nunca mais somos os mesmos depois da paternidade e maternidade.

 Ter uma pequena vida pra cuidar é uma benção e um dos maiores compromissos de um ser humano. Por isso não adianta ser pai ou mãe antes de saber governar a própria vida, pois breve terá que administrar uma outra. Creio que aqui temos uma chave para a paternidade: o governo. Não apenas com a conotação de controle, mas principalmente com o sentido de administração, cuidado e principalmente visão e orientação. Um pai precisa saber para onde vai. Se este não souber tampouco seus filhos o saberão. Por isso temos no mundo tantos filhos perdidos.

 A Bíblia narra a história de um filho que foi embora por livre e espontânea vontade, gastou tudo que tinha e acabou pobre, cuidando porcos. Porém, apesar de suas escolhas nunca esteve perdido, pois tinha uma referência segura em sua vida: SEU PAI. Sabia para onde voltar. Um filho que tem um pai verdadeiro, dificilmente se perde, pelo contrário, pode dar muitas voltas, mas volta pra casa do pai. O mundo hoje sofre com a decadência e enfraquecimento da paternidade.

 O número de filhos sem pais cresce assustadoramente levando os governos a um estado de alarme. Em Porto Alegre, por exemplo, o assunto tem levado as varas de famílias a buscar soluções alternativas como as casas de passagem, onde crianças que não tem quem as cuidem, possam pelo menos passar um tempo, enquanto as autoridades buscam alguma outra solução.
 Que falta faz um pai, um pai que ame a mãe e os filhos, que traga segurança e direção á sua família. Que falta que faz um pai, que leve sua casa para um lugar ainda mais seguro: para junto de Deus. Por falar nisso, creio que o maior legado de um pai além do que já falei, é a fé. Não apenas a crença religiosa, dogmática e com tradições, mas aquela com princípios bem firmados que levam a criança a uma edificação interior, a ser grande por dentro, aonde a palavra de Deus é o caminho.

 Dogmas são praticados ou não, podem ser alternativos, mas um caminho é trilhado por um pai com firmeza e direção, por certo será seguido por seu filho, pois indica de uma forma de viver. Por isso o maior legado de um pai é ensinar ao seu filho o caminho do Senhor, pois mesmo depois de muito tempo não se desviará dele. Com esta certeza  eu agradeço a Deus pela benção de ser pai. Eu sei que, sempre, meus filhos me darão alegria !
"Que eu esteja sempre em pé
Quando tudo em volta cai
Honrando sempre a benção
E a alegria de ser PAI."

Por Asaph e Rosana Borba


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Qual é o maior bem que um pai pode fazer para os filhos?

"Casamento ajustado, filhos abençoados!"

Se a família é a célula mater da sociedade, o casamento é a coluna dorsal da família. Tudo o que acontece de positivo ou de negativo no relacionamento do casal influencia na educação dos filhos. Por isso, investir na saúde do casamento é criar um ambiente favorável para o desenvolvimento dos filhos em todas as áreas.
 O que você acha que os filhos pensam quando ouvem os pais trocando ofensas do tipo: "Eu me arrependo de ter me casado com você; odeio sua família; sua burra, seu porco; esta casa é um inferno; desgraçado; porque você não vai embora?; por sua causa minha vida é um inferno; maldita hora que te conheci; tive namorados melhores, não sei por que escolhi você; eu quero mais é que você morra" e um monte de ofensas gravíssimas e pesadas demais para serem ouvidas pelos  filhos?"
 Pais que se comportam assim, principalmente diante dos filhos, estão criando um ambiente que pode deformar, e não transformar os filhos. As crianças aprendem vendo.
 E o que os filhos pensam quando ouvem os pais dizendo um para o outro palavras tenras e de carinho, como: "Muito obrigado; perdoe-me; como você está linda(o); que o Senhor te abençoe; admiro tanto seus pais; sua família é muito importante para mim; não aceitamos que em nossa casa profiram palavras que possam gerar sentimentos destrutivos na alma do outro" e assim por diante?  
 Qual é a mensagem que o casal passa para o filho, quando o mesmo percebe que, pela forma como os pais se tratam, eles se amam de verdade, vivem em harmonia e estão construindo um casamento firmado na sinceridade?
Primeiro: Posso me sentir seguro em casa; 
Segundo: A vida conjugal dos meus pais me diz que vale a pena me casar; 
Terceiro: Levo a sério os ensinos dos meus pais porque eles praticam os princípios que ensinam; 
Quarto: Quando eu me casar quero ter um casamento igual ao dos meus pais.

* Fidelidade dos pais        
 O filho precisa aprender com os pais que a fidelidade é a raiz da qual o amor se alimenta. Quando acontece uma traição no relacionamento conjugal não é só o cônjuge traído que sente a alma atravessada por uma flecha venenosa. O filho sente tanto quanto a mãe ou o pai.
 Nunca vou me esquecer de quando fui chamado para ajudar um casal que estava passando por uma crise por causa de uma traição. A impressão que eu tive era que a filha estava sentindo a mesma dor que o pai sentia.  O clima era semelhante ao de uma reunião fúnebre. Depois de ministrar ao casal, minha esposa, Rousemary, e eu saímos daquela casa com o coração angustiado diante do que vimos. A boa notícia é que Deus restaurou aquele casamento, a graça do perdão triunfou e a família hoje caminha debaixo da bênção do Senhor.
 A estabilidade no relacionamento conjugal dos pais é fundamental para o sucesso no processo da educação dos filhos. Casamento ajustado, filhos abençoados.

Por Pr. Josué Gonçalves

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Avivamento na família


 Força hostis e tenebrosas conspiram contra a família e a encurralam de todos os lados, com o firme propósito de desestabiliza- la e destrui-la. Ha uma orquestração do inferno para dinamitar os alicerces desta instituição divina. Torpedos mortíferos estão sendo lançados sobre o lar nesta virada de milênio. Crises gigantescas e medonhas garroteiam a família e a estiolam. Tempestades borrascosas assolam-na com desmesurado rigor. A família tem se transformado, muitas vezes, em campo de guerra, em arena de brigas e mágoas e em cenário de decepção, desencanto e traição.
 Em muitos lares a alegria da comunhão já morreu, o diálogo acabou, o fogo da devoção a Deus se apagou e o altar do culto doméstico está em ruínas, coberto de cinzas. A família esta sendo invadida por valores relativos e mundanos e envelopada pela mídia hedonista que despeja sobre os lares um veneno devastador e mortal. Muitos casamentos estão naufragando, vitimados pelo acidente trágico do divórcio, causado pela infidelidade, pela decepção e pela falência dos sonhos de uma vida feliz, deixando feridas profundas na vida dos filhos, que vivem o drama de serem filhos órfãos de pais vivos, afastados de seus pais, quando mais precisam deles.
 Nesse contexto de convulsão social, da falência da virtude, do desbarrancamento da piedade, e necessário buscar a Deus o clamar por um avivamento na família, pois cremos que só em Deus está a cura e a restauração para ela. Deus pode pegar um vaso quebrado e fazer dele um vaso novo, pode soprar no vale de ossos secos e levantar daí um exército. Deus pode curar feridas, restaurar casamentos, converter o coração dos filhos aos pais, derramar amor no coração dos cônjuges, capacita-los para perdoar e dar-lhes uma nova disposição para investir tudo na restauração da família.
 Chamo sua atenção para uma família que foi bombardeada pela fúria de Satanás. Trata-se da família de Jó. Ele era um homem bem sucedido. Realizado financeiramente. Tinha uma vida moral ilibada. Era elogiado por Deus. Era um pai extraordinário que tinha boa comunicação com os filhos e orava por eles constantemente às madrugadas. Satanás, porem, questionou a integridade de Jó e Cus permitiu que ele fosse provado. Satanás atingiu as cinco áreas vitais da sua vida:
1. Finanças;
2. Filhos;
3. Saúde;
4. Casamento;
5. Amizades.
 Jó perdeu todos os seus bens. Ele foi a falência, ficou arruinado financeiramente. Depois desse esbarro desinstalador, ele ainda perdeu seus dez filhos, esmagados e soterrados por um terremoto, num dia de festa e celebração da família. Esse pai, com o coração apertado vai para o cemitério sepultar todos os seus filhos num único dia. Se isso não bastasse, seu corpo foi ferido dos pés a cabeça por uma enfermidade devastadora. Tumores malignos cobriram a sua pele. Seu corpo apodrecia. Ele raspava suas feridas com cacos de telha.
 Da sua pele enegrecida e do seu corpo encarquilhado exalava- se um mau cheiro repugnante. As pessoas o praguejavam e cuspiam nele. Sua dor era atroz. Seu choro era constante. Desejou morrer antes de ter nascido. Amaldiçoou o dia do seu nascimento e suspirou ter encontrado os seios da sua mãe secos de leite, para morrer de fome na sua infância. Mas, a fúria de Satanás ainda ardia contra Jó. Agora, seu arqui inimigo joga a sua esposa contra ele. Ela, desestruturada, revolta-se contra Deus. Ergue seus punhos contra os céus. Deixa de ser aliviadora de tensões para ser uma algoz do seu marido. A Jó, só lhe restavam os amigos. Eles vem de longe, solidarizam-se com ele na sua dor, mas ao tentarem encontrar respostas para o seu sofrimento, assacam contra ele acusações pesadas e levianas. Acusam-no de adúltero, de ladrão, de opressor, de insolente, de hipócrita, de louco. Em vez de consoladores, tornaram-se carrascos.
 A família de Jó estava toda arrebentada, destruída, no fundo do poço. Das profundezas da sua angustia, Jó ergueu ao céu dezesseis vezes a pergunta: Por que? Por que estou sofrendo? Por que perdi os meus filhos? Por que minha dor não cessa? Por que o Senhor não me mata? Por que o Senhor não responde as minhas orações? Jó lança para Deus mais de trinta vezes sua queixa amarga. Abre o seu coração, extravasa a sua dor, espreme as suas feridas e chora as suas mágoas. Como resposta as suas perguntas perturbadoras, ele só escutou o silêncio. Parecia que Deus estava distante e indiferente ao caos que havia se estabelecido em sua família.
 Na verdade, ninguém fez uma leitura correta dos problemas que haviam desabado sobre aquela família. A mulher de Jó ficou revoltada com Deus e pediu ao seu marido para amaldiçoa-lo. Jó pensou que sua aflição vinha do próprio Deus, por isso capitulou-se aos queixumes. Os amigos de Jó fizeram-lhe causticas e falsas acusações, dizendo que ele estava sofrendo por causa de seus graves pecados.
 Aquela família estava num nevoeiro denso. Estava precisando de um avivamento. Então, do meio das trevas da dor, surge a luz da esperança. Do caos brotou a restauração. Do deserto, uma fonte de esperança começou a jorrar. Deus se revelou a Jó. Mostrou-lhe sua soberania e seu controle sobre todas as coisas. Jó compreendeu que os desígnios de Deus não podem ser frustrados (42.2). O sofrimento de Jó, em vez de endurece-lo, levou-o para mais perto de Deus(42.5,G). Deus converteu em benção toda maldição que o diabo lançou sobre Jó. Tudo o que o diabo tomou de Jó, Deus trouxe de volta.
1. Deus restaurou os bens de Jó (42.10). Ele ficou o dobro mais rico. Seus negócios prosperaram. Seus empreendimentos deram certo. A benção de Deus o enriqueceu.
2. Deus restaurou a saúde de Jó (42.1G,17). Deus o curou de todas as suas enfermidades. Ele viveu mais cento e quarenta anos e viu sua descendência se prolongar na terra.
3. Deus restaurou o seu casamento (42.12,13). Aquela mulher amarga e revoltada foi curada por Deus e eles tiveram uma linda história de amor.
4. Deus restaurou os filhos de Jó (42.13-1G). Deus lhe deu outros dez filhos. Agora, Jó tem dez filhos no céu e dez filhos na terra. O detalhe e que suas filhas agora são as mulheres mais bonitas do oriente.
5. Também Deus restaurou os amigos de Jó (42.7-9). Deus os fez ver a loucura e a injustiça que haviam cometido contra Jó. Deus converteu o choro em alegria, vale em manancial, o deserto em oásis, o ultimo estado melhor do que o primeiro (42.12).
 Satanás tentou destruir Jó, mas este saiu da crise mais fortalecido, mais rico e mais perto de Deus.
 Hoje Deus pode fazer também um milagre na sua vida e na sua família. Se você esta vivendo em crise, mas confia em Deus, então, deixe de murmurar, ore e esteja certo de que um milagre está a caminho. Deus quer restaurar as finanças do seu lar. Ele quer salvar os seus filhos. Ele pode curar as suas enfermidades. Ele quer abençoar o seu casamento e reconciliar você com aqueles que o fizeram e ainda o fazem sofrer. Hoje e dia de restauração para o seu lar.
 Agora é o tempo de buscar um avivamento para a sua família!



Por Rev. Hernandes Dias Lopes

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A família na UTI


 Uma das maiores frustrações deste final de século é a crise que se abate sobre a família. A desagregação da família tira o brilho do progresso, das conquistas e da expansão do conhecimento que nosso século promoveu. Ver a família sendo destruída causa uma dor profunda na consciência dos que levam a vida a sério.

 O desmoronamento da família coincide com a crise da afetividade . A essência de nossas vivências está nos relacionamentos significativos, especialmente aqueles que se dão no âmbito de vida familiar. A afetividade é uma espécie de " cimento" na construção das relações humanas, e o homem do nosso século, preso às garras do individualismo, vai excluindo da sua vida a afetividade como algo relevante.

 Sob o ponto de vista terapêutico, cuidar da família implica um cuidado urgente de nós mesmos, especialmente no que se refere aos nossos sentimentos, pois eles é que dão sentido e consistência à nossa vida. Sentimentos sadios implicam em relacionamentos sadios e isso é também uma questão de aprendizagem, e exigindo um esforço de cada um de nós, para o bem da família. Aprender a amar, a valorizar os outros, a respeitar, a perdoar, a esvaziar-se de si, a abraçar, a valorizar os pontos positivos das pessoas, são gestos simples que poderão produzir mudanças profundas na vida em família. Dizer "eu te amo" é muito mais fácil do que alimentar o ódio. Nenhuma família sobrevive sem amor, pois somente ele produz em nós atitudes tais como: tolerância, misericórdia, paciência, confiança, perdão e renúncia.

 Um segundo cuidado urgente para salvar a família está na solidificação da relação marido/mulher, eixo básico dos relacionamentos familiares. Infelizmente, muitos filhos crescem sem ver sequer seus pais juntos, e outros, por sua vez, jamais viram os pais abraçados, vivenciando afeto e ternura. O modo de viver dos pais afeta diretamente o modo de ser dos filhos, por isso mesmo, assistimos a um crescimento assustador de filhos drogados, rebeldes, agressivos, apáticos e inseguros. Quando se fortalece as bases, toda a construção fica mais segura.

 É fundamental também para a saúde da família uma revisão dos nossos valores. Estes valores devem ultrapassar o limite do material e das coisas transitórias. Quando um filho precisa de um brinquedo para sentir-se amado pelos pais; quando a esposa precisa de uma jóia para sentir-se amada pelo marido, é sinal que nesta família os valores estão invertidos, pois as pessoas devem valer pelo que são e sentem e nunca pelo que possuem ou possam oferecer.


 Sobretudo, os valores espirituais como fé, a esperança e o louvor. Tentar "salvar" a família desta crise aguda sem a presença de Deus e a força do amor é, como disse Jesus, construir a casa sob areia. - ao primeiro vento forte tudo cai.


Por Pr. Estevam Fernandes

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Guerra em família


O ca­sal da ci­da­de de Gre­no­ble, na Fran­ça, mal acre­di­ta no re­ca­do que aca­ba de re­ce­ber. Seu fi­lho Eric, de 21 anos, está mo­ven­do um pro­ces­so con­tra eles. "Meu ma­ri­do che­gou a rir. Acha­va que nenhum juiz iria le­var aqui­lo a sé­rio", con­ta a es­po­sa. Es­tu­dan­te de ciên­cias so­ciais, o ra­paz saiu de casa em meio a uma dis­cus­são em que acu­sou a fa­mí­lia, en­tre ou­tras coi­sas, de "fal­ta de ma­tu­ri­da­de po­lí­ti­ca".

De­pois de fi­car três me­ses na casa da mãe da na­mo­ra­da, acio­nou a fa­mí­lia ju­di­cial­men­te, ale­gan­do aban­do­no de sus­ten­to. Ga­nhou o di­rei­to de re­ce­ber dos pais o equi­va­len­te a mil reais por mês. Eric, que hoje vive com a na­mo­ra­da, só fala com a fa­mí­lia por meio de ad­vo­ga­dos. O po­li­cial Lio­nel Del­beck tam­bém pas­sou por ex­pe­riên­cia igual­men­te amar­ga. Pro­ces­sa­do pela filha de 19 anos, diz que não se es­que­ce do dia em que es­te­ve fren­te a fren­te com ela no tri­bu­nal. "Não con­se­guia pa­rar de cho­rar", con­ta.


Con­de­na­do em pri­mei­ra ins­tân­cia, con­se­guiu re­ver­ter a senten­ça de­pois de pro­var que a moça ha­via aban­do­na­do os es­tu­dos e que o mo­ti­vo da ação era o plano de vi­ver com o na­mo­ra­do. "Até hoje não con­si­go fa­lar com ela", diz o po­li­cial. Le­var os pais para o tri­bu­nal está vi­ran­do moda na Fran­ça. Em um só ano, qua­se dois mil jo­vens pro­ces­sa­ram os pró­prios pais com o ob­je­ti­vo de ob­ter uma es­pé­cie de me­sa­da com­pul­só­ria, o que por lá é le­gi­ti­ma­do pela lei. O Ar­ti­go 203 do Có­di­go Ci­vil es­ta­be­le­ce que as fa­mí­lias têm o de­ver de susten­tar os fi­lhos até que eles en­con­trem um em­pre­go es­tá­vel. "É a Jus­ti­ça pa­tro­ci­nan­do a desintegra­ção da fa­mí­lia", re­cla­ma Hil­lary Roc­ca, ca­sa­da com o en­ge­nhei­ro Pa­trick Roc­ca, am­bos devi­da­men­te en­qua­dra­dos.


Com am­pa­ro le­gal ou não, o que se per­ce­be em todo o mun­do é a cres­cen­te fal­ta de res­pei­to por par­te dos fi­lhos e a con­se­quen­te fra­gi­li­za­ção das re­la­ções fa­mi­lia­res. Exis­te um ver­da­dei­ro abis­mo en­tre as re­la­ções fa­mi­lia­res dos tem­pos mo­der­nos e as da épo­ca bíbli­ca. Na­que­les tem­pos, a con­si­de­ra­ção pela opi­nião e ex­pe­riên­cia pa­ter­nas era tão gran­de que freqüen­te­men­te os fi­lhos per­mi­tiam aos pais es­co­lhe­rem seu côn­ju­ge. É o que ocor­reu com Isa­que. Seu pai, Abraão, já bas­tan­te ido­so, preo­cu­pa­do com o fu­tu­ro do fi­lho, en­viou seu "mais an­ti­go ser­vo", que go­ver­na­va tudo o que o pa­triar­ca pos­suía, a bus­car uma es­po­sa para Isa­que. E a his­tó­ria teve um fi­nal fe­liz, sen­do Re­be­ca um bên­ção ao "fi­lho da pro­mes­sa".


O res­pei­to aos pais é algo tão im­por­tan­te que exis­te um man­da­men­to, en­tre os dez, que ordena:"Hon­ra teu pai e tua mãe"(Êxo. 20:12). Um dos pro­pó­si­tos des­se man­da­men­to é criar o respei­to por toda au­to­ri­da­de le­gí­ti­ma. É cla­ro que, para se­rem res­pei­ta­dos, os pais de­vem res­pei­tar e amar seus fi­lhos.


Em Efé­sios 6:1-4, o após­to­lo Pau­lo fala so­bre os dois la­dos da ques­tão: os fi­lhos devem hon­rar os pais e os pais não de­vem ir­ri­tar os fi­lhos. Se­ria bom as fa­mí­lias mo­der­nas da­rem mais aten­ção às re­co­men­da­ções bí­bli­cas no que diz res­pei­to às re­la­ções fa­mi­lia­res. Tris­te como pos­sa ser a con­di­ção atual de mui­tas fa­mí­lias, essa si­tua­ção se cons­ti­tui num dos claros si­nais da bre­ve vol­ta de Je­sus. O após­to­lo Pau­lo afir­mou que, nos úl­ti­mos dias, as pes­soas seriam "de­so­be­dien­tes aos pais" (2a Tim. 3:2).



Como Je­sus virá para res­ta­be­le­cer as con­di­ções de vida que ha­via an­tes do pe­ca­do, um de Seus ob­je­ti­vos será aca­bar com a "guer­ra em fa­mí­lia" e es­ta­be­le­cer a gran­de fa­mí­lia dos sal­vos. Eter­na­men­te em paz. Eter­na­men­te fe­liz. 


Por Pr Josué Gonsalves




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A sacralidade do casamento e do lar

 Existem alguns princípios sobre a vontade de Deus que não podemos esquecer:


 * Deus não revela toda a sua vontade de uma vez. 


* Para Deus é muito mais importante o que eu "sou" do que aquilo que eu "faço".


* Deus sempre tem mais para fazer em mim, do que através de mim. 


* Se você não está obedecendo à vontade geral de Deus revelada em sua palavra, ele não revelara a sua vontade especifica.


"E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (Rm 12.2).



 Como podemos conhecer a Vontade de Deus?

* Atendendo para os princípios da palavra. Abraão sabia o que Deus queria quando orientou seu mordomo Eliezer a buscar uma esposa para Isaque. "O Senhor Deus dos céus, que me tomou da casa de meu pai e da terra da minha parentela, e que me falou, e que jurou, dizendo: À tua descendência darei esta terra; ele enviará o seu anjo lá para meu filho" (Gn 24.7).

 * Através da oração. Eliezer "fez ajoelhar os camelos fora da cidade, junto a um poço de água. E disse: Ó Senhor, Deus de meu Senhor Abraão, dá-me hoje bom encontro, e faze beneficência ao meu senhor Abraão!" (Gn 24.11-12).


* Dando paz interior. "Tens tu fé? Tema em ti mesmo diante de Deus. Bem aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova. Mas aquele que tem duvidas, se come esta condenado, porque não come por fé; e tudo o que não é de fé é pecado"(Rm 14.22,23).

* Através das circunstâncias. Deus usou de circunstâncias para levar o apostolo Paulo a entender o rumo que devia tomar (Atos 16.6-10).


 Quando se quer algo que esteja afinado com a vontade de Deus, este tem prazer em atender e fazer cumprir seus sonhos (Salmos 37.4).


 Quando tudo está bem não significa que estou na vontade de Deus, ou ao contrário, quando tudo esta mal não indica que eu esteja fora da vontade de Deus. Marcos 4.35-41 descreve um ato de obediência dos discípulos de Jesus, e no entanto, levantou-se um grande temporal. Estavam fazendo a vontade do senhor, estavam com o senhor e houve tempestade. Nem sempre as tempestades significam que estamos fora da vontade do Senhor.



 Nunca pense que a desobediência deliberada ao Senhor pode impedir o retorno ao centro da vontade de Deus. A nossa desobediência não surpreende ao Senhor. A sua graça nos alcança até o mais profundo abismo.


Por Pr Josué Gonsalves


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5 passos para economizar em família


Economizar é a palavra da vez. O aumento dos preços nos itens básicos de consumo atinge diretamente o bolso de toda a população.

Com a mesma quantia que gastávamos anos atrás, atualmente não conseguimos trazer metade das mercadorias que comprávamos nas redes de supermercados. Realmente vivemos uma fase difícil.

Sendo assim, o ideal é envolver toda família com o firme propósito de economizar. Todos podem ajudar se forem envolvidos.

Marquem uma reunião familiar e conversem sobre isso, proponham formas de economizar para todos os membros da família e ouçam as novas possibilidades que podem surgir também. Algumas ideias são:

1. Compra de alimentos

Um dos principais vilões do orçamento é o alimento que tanto precisamos. Uma forma é buscar os melhores preços em pontos de venda diferentes. Talvez seja mais cansativo buscar em vários lugares os produtos de consumo da família, mas pode valer a pena.

Uma outra forma prática para gastar menos com alimentos é ter o hábito de preparar um cardápio semanal. Com a ajuda do cardápio você poderá adquirir apenas os alimentos que precisará para preparar as refeições da família.

2. Diversão

Que a diversão é fundamental todos sabem, mas ela pode sair muito cara se não tomarmos cuidado. Para conseguir economizar neste item volte um pouco sua memória aos tempos de sua infância. Relembre formas de brincar antigas e faça isso com seus filhos em momentos livres, além de divertirem-se de forma simples e muitas vezes sem custo algum, as crianças vão gostar muito destes momentos de diversão às antigas. Vale bicicleta, pular corda, jogar bola, jogos de cartas e tantas outras.

3. Combustível

Você e as crianças talvez utilizem seu veículo para se locomoverem até a escola ou trabalho. Uma possível forma de gastar menos com combustível são as caronas. É possível que colegas de seus filhos morem próximos a vocês, conversem com os outros pais e alternem os dias de levar as crianças com eles para que assim vocês possam economizar. O mesmo vale para ida ao trabalho, se conseguir mais pessoas que irão para o mesmo trajeto vocês poderão dividir o valor do combustível e assim facilitar para todos.

4. Água e luz

Crie pequenas lembranças para que todos possam colaborar apagando as luzes e gastando menos água no banho ou enquanto usam o lavabo. Cole pequenos cartazes do tipo "Quando sair apague a luz", "Lembre-se de tomar um banho mais rápido". São coisas simples, mas que por estar sempre visível a todos ajudará a economizar nestes itens.

5. Vestuário

Em época de dinheiro curto os gastos com vestuário precisam ser revistos. Será que vocês realmente precisam daquele item ou apenas querem adquiri-lo? Fazendo esta pergunta com certeza você saberá a real necessidade de comprar aquela peça. As crianças perdem as roupas muito rapidamente e às vezes roupas com pouquíssimo uso, não tenha vergonha de passar as roupas para outras crianças da mesma idade de sua família ou amigas, vocês podem criar um círculo de forma que os mais velhos possam passar as roupas para os mais novos e com isso conseguir economizar muito.




Por Pr. Josué Gonçalves


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Quando a família precisa de cura?

 Repensar a família, é buscar oportunidades nos desafios que se nos apresentam todos os dias na vivência do lar. Quero começar a minha reflexão a partir de algumas definições de família.

 O escritor F. Bastos de Ávila em seu livro "Introdução à Sociologia" diz: "A família é o único fenômeno social, além do fenômeno religioso, que se encontra em todos os tempos e em todas as culturas".

 No plano de Deus a família é uma ordem da criação (Gn 1:26-31; 2:18-25).

 A família é uma economia sócio comportamental ideal. Não existe outra que se possa comparar, ou seja, ela é a origem de tudo o que se possa pensar sobre relacionamento inter-pessoal.

 Para os judeus, a família sempre foi o agente integrador de grupo, o estabilizador emocional, e o corretivo psicológico. Eis a razão porque para eles, preservar a família, era preservar a pureza do seu povo, da sua nação.

 A família é o lugar privilegiado em que se inicia a educação e o exercício da fraternidade e da solidariedade em suas múltiplas formas. Aquilo que se aprende na experiência familiar, permanece por toda a vida. Não existe uma outra oficina, que se possa comparar à família, na modelagem do caráter do individuo.

 Além desta função, a família também serve como moderadora da ordem social. É nela que todos são chamados para servir. É nessa convivência que aprendemos que: "quem não serve não serve".

 A família também é o centro de promoção e laboratório do desenvolvimento cultural, social e humano pela sua própria vocação.

 Observe que tudo começa a partir da família. No caso da família cristã, sua função é desenvolver as virtudes do homem em sua tríplice dimensão: cultural, espiritual e material.

 Deus criou a família com propósitos bem claros, procriação, recreação, unificação e glorificação.  Quando a família vive para cumprir os propósitos de Deus, ela se torna o lugar da manifestação da sua glória. Isso nos ajuda a compreender o porque a presença de Deus na família é imprescindível. Bernardino Conte disse: "A grandeza de Deus, compensa a pequenez do homem, está é a razão pela qual d'Ele não se pode prescindir". O salmista escreveu: "Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam..." (Salmo 127.1a) Se faltar tudo na casa, mas preservarem a presença de Deus, do nada Ele pode chamar tudo a existência.

 Se a família é um projeto de Deus e existe para a sua glória, qual a resposta que daremos às pessoas que freqüentemente perguntam: "Por que famílias de pessoas boas fracassam? Por que bons casamentos terminam em divórcio? Como prevenir o adoecimento do relacionamento familiar? Quais são os sintomas que revelam que a família está doente?

 Na parábola do filho pródigo Jesus desenhou uma família que precisava de cura.

 Apesar de ser um pai que todo filho gostaria de ter, a sua família estava doente.


I. Quando a família precisa de cura? 

1. Quando em nosso coração há uma desvalorização daquilo que ontem era precioso e de muito valor. (Ap 2.4)

· O pai se torna descartável.

· O lar perde sua importância.

· O irmão se torna dispensável.

 O filho pródigo vendeu barato tudo isso, o pai, o irmão, o lar etc... Eis a razão porque o divórcio é a apostasia do amor. Porque é a rejeição daquele(a) que um dia foi apaixonadamente desejado. Eu preciso sempre estar fazendo um auto-exame para conferir se o que tinha muito valor para mim ontem continua tendo o mesmo sentido, o mesmo valor.

2. Quando o desejo de ir embora é maior do que o desejo de ficar, mesmo sem ter um motivo aparente.  O que o filho pródigo tinha?

· ele tinha um campo, v.25

· estava cheio de novilho, v.30

· tinha uma casa para qual ele voltava no final do dia, v.25

· ele tinha amigos, v.29

· ele tinha empregados,  v.26

· ele tinha acesso a boa música, v.25

 Ele tinha proteção, conforto, amor, segurança, perdão, festa, mesa farta, carinho... Por que ele saiu? Por que ele foi embora? E porque tantos vão embora sem um motivo certo? A Bíblia, diz: "Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá? Quando Jesus disse vigiai, era para vigiar o coração. Nada é tão perigoso como o nosso próprio coração. O filho pródigo foi traído pelo próprio coração. Sansão foi traído pelo seu coração. Davi foi traído pelo seu coração. Está escrito em Pv 4.23 "Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida".

3. Quando começamos a desejar "a morte do outro". "...pai, dá-me a parte a parte que me cabe dos bens..." (Lc 15.12)

 Pedir a herança antes da morte do pai era desejar que ele morresse. Quantos maridos, esposas, filhos e pais vivem pensando e até dizendo: "Que bom se ele(a) morresse". Há pessoas que até ora, Senhor prepara e leva meu cônjuge, meu pai, meu filho, meu irmão etc.

4. Quando dentro da família a festa do outro incomoda. "Ele se indignou e não queria entrar; ..." (Lc 15.28) No coração do irmão mais velho havia quatro fortalezas que precisam ser derrubadas na família.

A fortaleza da inveja.
1- A inveja não me deixa entrar na festa onde eu não sou o "centro das atenções". A inveja é o mal de muitos lideres que não aceitam o sucesso na vida do outro. Há pessoas que só valorizam a "festa" que ela promove ou que promovem para ela.

2- A inveja nos leva a amar o irmão quando o mesmo está na "pior", mas, passamos a odiá-lo quando ele esta celebrando uma grande vitória. Há pessoas que são capazes de chorar com os que choram, mas não são capazes de se alegrar com os que se alegram. Você sabia que há aqueles que "amam" você  quando você está sofrendo, e que o "odeiam" quando você está feliz? (Ilustrar com o vaga-lume e a cobra).

3- A inveja pode nos levar a investir contra a festa do outro.

4- A inveja sempre diz: "Se fosse eu seria muito melhor..."

5- A inveja deforma, ela pode fazer um "querubim ungido" se tornar "um anjo caído", foi isso que aconteceu com satanás.

6- A inveja não deixa o invejoso participar da festa que Deus está patrocinando. 

 Thomas Brooks disse: "A inveja tortura as afeições, incomoda a mente, inflama o sangue, corrompe o coração, devasta o espírito; e assim se torna, ao mesmo tempo, torturadora e carrasco do homem".

A fortaleza da vingança. 
 O grande problema do irmão mais velho da parábola, era sua dificuldade para perdoar.

1- Ele não concordou com o perdão do pai. Na sua opinião aquela era uma oportunidade para o pai se vingar e não perdoar.

2- Ele não estava disposto a perdoar. Para ele, aquele que afrontou o pai e saiu de casa, já não merecia ser considerado seu irmão, por isso ele disse: "... aquele seu filho..."

3- Quem não perdoa sempre fica para o lado de fora da festa. Faz da vida um funeral que nunca acaba. 

 Um dia um pastor me disse: "Eu fui em determinada casa, quando me encontrei com uma certa pessoa descobri que ainda não tinha perdoado como ensina as Escritura".

A fortaleza da amargura. 
 Quem não perdoa faz do coração um poço de amargura.

1- Pessoas amarguradas  são "tóxicas". Elas sempre tentam estragar a festa no coração do outro. O filho mais velho ao lançar no rosto do pai os pecados do filho que voltou, tentou provocá-lo para estragar a festa. "...vindo, porém, este teu filho que desperdiçou os teus bens com meretrizes, tu mandaste matar para ele o novilho cevado".  (Lc 15.30)

2- Pessoas amarguradas passam a vida reclamando de um "cabrito", quando se tem um rebanho para usufruir. "...nunca me deste um cabrito..." (Lc 15.29) Os convidados estavam comendo churrasco e celebrando a vitória e o moço lá fora falando do "cabrito". A amargura é a raiz que dá origem à toda murmuração. Joice Mayer disse: "Murmure e não saia do lugar, louve e Deus te exaltará".

3- Pessoas amarguradas são mal humoradas. "Ele se indignou (ficou zangado) e não queria entrar... (na festa)". (Lc 15.28 - Grifo do autor).

4- Pessoas amarguradas não conseguem enxergar o que tem, por isso vivem como se não tivessem. "...tudo o que é meu é teu..." (Lc 15.31).

 II. Quando a cura aconteceu nesta casa. 

1. Quando aquele que se perdeu se encontrou consigo mesmo caindo em si. (Lc 15.17). Toda mudança passa pelo reconhecimento, e o reconhecimento leva ao arrependimento.

- Reconhecimento. Reconheceu que foi estúpido, precipitado, ingrato, desonrou, entristeceu, machucou, marcou etc....

- Arrependimento: Tristeza pelo pecado, confissão do pecado e abandono do pecado.

 2. Quando se tem a coragem de colocar para fora o que está envenenando a alva. O filho mais velho colocou para fora o que estava o matando dentro de casa. Na sua ignorância ele fez aquilo que pode desencadear um processo de cura.  Ele jogou para fora toda sua.

- Inveja

- Vingança

- Amargura

- Descontentamento com o pai.

 Será que nós pais sabemos como vai o coração de cada filho? Será que por detrás do silêncio dos nossos filhos não há uma alma em estado de angustia, amargura e dor? Essa conversa franca e honesta pode desencadear um processo de cura. Não adianta entrar na festa, manter a fachada e continuar morrendo por dentro.

3. Quando alguém escolhe ser o "agente de transformação" da casa.

- O pai não desistiu da família como um projeto de Deus.

- O pai não desistiu do filho que se rebelou e foi embora. (Esperou, recebeu, perdoou, restituiu e celebrou.)

- O pai não desistiu do filho mais velho que estava cheio de amargura. Como o pai cura o filho infeliz: 

Primeiro: Chama-o de filhos; 

Segundo:Lembra a intimidade, tu sempre estás comigo; ás comigo; 

Terceiro: Ele mostra a herança - "...tudo o que é meu é teu...". Não viva como escravo sendo filhos.

- O pai escolheu ser o canal da "graça" dentro daquela casa.


- O pai sabia que o perdão era o caminho para curar a família. Não existe outro caminho que leva a cura de uma família a não o do perdão.




Por Pr. Josué Gonçalves


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Cumpra suas promessas!

 A vida em família é uma viagem e ninguém gosta de viajar com quem não confia. Quando o meu filho Douglas tinha oito anos de idade, eu prometi que o levaria ao shopping center naquele dia à tarde. Porém, eu me envolvi com trabalhos que estavam fora do meu planejamento e acabei chegando tarde em casa, comprometendo assim o nosso passeio. Quando entrei, procurei justificar-me com ele, explicando que houve alguns imprevistos e que não seria possível ir ao shopping naquele dia, mas que no sábado iríamos sem falta e que ficaríamos lá o tempo que ele quisesse. Ele fez uma carinha de bravo, colocou as mãozinhas na cintura e disse: "Olha pai, se o senhor não me levar ao shopping no sábado, nunca mais eu vou acreditar no que você fala". Mas que lição eu aprendi naquele dia diante do erro que cometi com o meu filho!

 Promessas geram expectativas. E estas devem ser cumpridas. Caso contrário, vamos perdendo a confiança e a credibilidade no relacionamento com os nossos filhos. Você faz e cumpre suas promessas? Por causa da lição que aprendi com o meu filho Douglas, hoje procuro sempre pensar, calcular, analisar para depois assumir um compromisso, empenhando a minha palavra. Quem procede assim sempre cumpre com as promessas que faz. Meu pai frequentemente dizia aos filhos: "Sejam homens de palavra".  

 No Sermão da Montanha, Jesus disse: "Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna" (Mt 5.37).

 Pais que fazem e cumprem promessas têm autoridade para ensinar os filhos sobre integridade de caráter.


 Você leva a sério cada promessa que faz aos filhos?



Por Pr. Josué Gonçalves

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Hoje chegou salvação nesta casa!

1. A manifestação da presença de Deus sempre será proporcional à nossa procura por Ele. "...procurava ver quem era Jesus..." (v.3)

2. Para alcançar objetivos elevados em Deus, é preciso superar obstáculos. Tudo o que tem muito valor, dá trabalho. "...subiu a um sicomoro..." (v.4)

3. O que havia no coração de Zaqueu Deus não encontrou no coração dos outros que estavam próximos à Jesus. Um coração que fez toda a diferença no meio da multidão.

4. Deus não está indiferente ao esforço que você está fazendo para ter mais da sua glória, da sua presença, da sua unção. Ele estava observando o esforço de Zaqueu por vê-lo. "Quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, disse-lhe: Zaqueu..." (v.5)

5. Zaqueu foi surpreendido por Deus. Para quem buscava apenas ver, acabou hospedando o Senhor em sua casa, ou seja, recebeu além do que esperava.

6. Todo encontro com Deus, provoca mudanças radicais:

O coração foi des-petrificado, se tornou sensível às necessidades do próximo. "...resolvo dar aos pobres a metade dos meu bens;..." (v.8) A oração em primeiro lugar muda quem ora. Quem tem um encontro com Aquele que é "amor" não tem como não sair amando!

Houve mudança de caráter. "...se em alguma coisa tenho defraudado alguém, restituo quatro vezes mais." (v.8) Encontro com Deus que não provoca profundas mudanças no caráter, não foi encontro com Deus.

 A atitude de uma única pessoa, pode trazer a manifestação da presença de Deus de forma tão extraordinária, marcando a vida da família para sempre. O que Zaqueu fez, resultou em: "Hoje houve salvação nessa casa..." (v.9)" 



Você pode ser o "Zaqueu" para sua casa hoje!!!


Por Pr. Josué Gonçalves





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Não repita os erros dos seus pais...
"As pessoas sábias não erram para aprender. Ao contrário, aprendem com os erros dos outros"


 Qual é o tamanho da sua frigideira? Havia uma mulher que todas as vezes que fritava um peixe, ela cortava a cabeça e o rabo do animal. Com o passar do tempo, o marido, intrigado com aquela perda substancial, perguntou a ela: "Querida, por que você sempre corta a cabeça e o rabo do peixe antes de fritá-lo?" Ela respondeu: "É porque minha mãe sempre fez assim". Então ele foi perguntar para a sogra por que ela cortava a cabeça e o rabo do peixe antes de fritá-lo.

 A resposta foi exatamente a mesma: "É porque a minha mãe sempre fez assim". Então o marido, inconformado, foi perguntar para a avó da esposa por que ela cortava a cabeça e o rabo do peixe antes de fritá-lo.  A resposta foi esta: "Meu filho, é que naquele tempo, só tínhamos uma frigideira, que era muito pequena. Como o peixe sempre era bem maior do que a frigideira, eu cortava a cabeça e o rabo para poder fritá-lo".

 Observe que há muitos cometendo os mesmos erros que os pais cometeram só porque não são capazes de perguntar. A esposa jogava fora uma boa parte do peixe, repetindo o que a mãe fazia, sendo que sua vasilha era suficientemente grande para fritar o peixe inteiro. Nem tudo o que os nossos pais fizeram serve para os nossos filhos hoje.
 Todos nós temos uma bagagem comportamental que trouxemos da nossa família de origem. Muitas coisas devem ser preservadas; outras precisam ser jogadas fora  a fim de serem substituídas por outras que agreguem valores ao relacionamento familiar.

 Alguns erros que muitos pais cometeram no passado:

1) Fazer da "cinta ou da vara de marmelo" a única forma de disciplina.

2) Ensinar o menino que homem que é homem não chora.

3) Quando um filho errava, todos apanhavam.

4) Usar, como castigo, deixar o filho ajoelhado um bom tempo sobre grãos de arroz ou de feijão.

5) Obrigar o adolescente a ter um comportamento de adulto.

6) Bater no filho com fio de ferro, vara de pescar e outros instrumentos.

7) Deixar o filho sem comer durante um dia trancado no banheiro.

8) Fazer o filho comer um prato de comida inteiro, mesmo ele não estando com fome.

9) Obrigar o filho a gostar de alguma coisa só porque o pai gostava.

10) Obrigar o filho a fazer um curso universitário só para realizar um sonho do pai, quando na verdade não era o que o filho queria. Certa vez, ouvi a história de um pai que obrigou TODOS os seus filhos a cursarem
 medicina por uma única razão: ele - o pai - era médico!


Por Pr. Josué Gonçalves


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Um casamento à prova de tempestade!

PRINCÍPIOS PARA A CONSTRUÇÃO DE UM CASAMENTO A PROVA DE TEMPESTADES

Alguém disse certa vez que as pessoas não ouvem o que você fala - elas observam o que você faz. E o que você faz é resultado do que você é.

1. PRIORIDADE

a)  Sucesso que vale a pena se alcança quando se tem compromisso com prioridades.

b) O que era prioridade para Jesus? "A minha comida é fazer a vontade de meu Pai, e realizar a sua obra"(Jo. 4.34).

c) Devo fazer o que é urgente ou o que é importante?

d) Onde quero chegar? Como chegar? O que fazer para chegar? Por que é importante chegar?

e) Estabelecendo ordem.

f) Compromisso com um sistema de valores compartilhado.

g) O casal precisa ter uma visão compartilhada de propósitos essenciais.

h) Compromisso com prioridades requer disciplina.

2. SENSIBILIDADE

a) A sensibilidade é uma das mais sublimes características da personalidade; sem ela não se desenvolve a arte da contemplação do belo, a criatividade e a socialização. (ugusto Cury)

b) Na sensibilidade de Jesus vemos o quanto ele era

* AFETIVO - Crianças, Jovens, Viúvas, Pobres, Ricos etc.

* OBSERVADOR - Suas parábolas...

* CRIATIVO

* DETALHISTA

* PERSPICAZ

* ARGUTO

* SUTIL

Ele era sensível com as crianças, velhos, viúvas, crianças, pobres, ricos etc. No Ev Segundo João no cap 11. 53 diz "Jesus chorou..." Ele era capaz de ouvir o que as palavras não diziam.

3. MATURIDADE.

a) Não faz tempestade em copo d'agua.

b) Ouve os dois lados.

c) Pondera antes de responder.

d) Sabe o que quer.

4. EQUILÍBRIO

a) O equilíbrio é vital para quem quer construir um projeto de vida que valha a pena.

b) Graça e verdade.

c) Dar e receber.

5. EDUCABILIDADE

a) Ter o coração ensinável é marca daqueles que constroem seu projeto de vida para não cair. Só os educáveis admitem não saber tudo. Não se pode ao mesmo tempo ser orgulhoso e educável.

b) Nunca cometa duas vezes o mesmo erro.

c) Seu crescimento determina quem você é.

6. FLEXIBILIDADE

a) As árvores flexíveis não se quebram quando são atingidas por ventos fortes.

b) O radical geralmente é muito tolerante consigo mesmo.

c) Na casa do filho pródigo havia graça que é o elemento que não permite rigidez na construção do projeto.

7. GENEROSIDADE

a) O lugar que mais precisa e mais falta generosidade é no lar. Não basta ser bom com os de fora, se falta generosidade com os de dentro. A mulher de Provérbios 31 era generosa com os de dentro e com os de fora.

8. HONESTIDADE

a) Ser honesto não é virtude, mas uma obrigação.

b) Sua palavra é o seu compromisso.

9. AUTO-CONFIANÇA.

a) Auto-estima...

b) Auto imagem...

c) Jesus tinha elevada auto imagem e estima e isso ficou claro quando Ele disse por algumas vezes EU SOU...

d) O ciúme é a maior evidência da falta de auto-confiança.

10. SACRIFÍCIO.

a) Sempre que a família é solicitada a assumir um prejuízo ou abrir mão de um benefício, você dá o exemplo assumindo uma carga tão pesada quanto a deles? Está disposto a abrir mão de algo em prol dos seus?

b) É impossível amar se se sacrificar em favor da pessoa amada.

11. CUIDADO

a) Tudo o que nos custa caro, cuidamos com especial atenção.

b) O desleixo no cuidado com aquilo que é essencial, pode ser evidência de que estamos invertendo os valores.

12. GRATIDÃO

a) Quando fazemos o bem, não devemos esperar retribuição. Porém quando recebemos o bem, devemos ser gratos. A ingratidão é a marca das pessoas que por onde passam vão fechando as portas.

b) Ser grato é atitude de nobreza de alma.

13. RESPONSABILIDADE

a) Você está sempre disposto(a) a pagar o preço de seus erros?

b) Casamento requer firmeza de caráter, para que cada assuma sua parte na construção.

14. DEDICAÇÃO

a) Nenhum atleta atinge seu objetivo de ser um campeão, se não for dedicado naquilo que faz.

b) Tudo o que é feito sem aplicação, carinho e muito esforça, o resultado final é fracasso e mediocridade.

15. LEALDADE

a) O bem-estar de uma família é o primeiro item da lista de suas prioridades?

b) Ser leal e ser capaz de viver consciente da aliança que fez com a pessoa amada.

16. ALTRUÍSMO

Você se preocupa menos com o seu status do que com a reputação da família e o que ela está lucrando em todas as áreas?

17. PONTUALIDADE

Você considera importante e faz de tudo para cumprir horários?

18. ENTUSIASMO

Uma vida sem entusiasmo não tem sentido.

19. CONFIABILIDADE

O meu caráter determina o grau de confiança que a família pode depositar em mim.

20. CRIATIVIDADE

A rotina é a maior evidência de falta de criatividade.

21. HUMOR

Todo homem e mulher têm uma criança dentro de si que não pode morrer.

22. ADAPTABILIDADE

Você gosta de experimentar coisas novas?

É aberto a mudanças?

Está disposto a rever suas decisões quando alguém lhe mostra algo no qual não pensou?

23. TRABALHO EM EQUIPE

A família é uma equipe onde um depende do outro para que todos vivem de forma gratificante.

24. CONHECIMENTO

Se de certa forma somos o livro que lemos, o que estamos lendo? A quem estamos ouvindo? Com quem estamos aprendendo? De onde vem o nosso conhecimento?

25. CAPACIDADE DE DECISÃO

Você precisa saber o que você quer, pelo contrário as pessoas não te manipular.

26. ABERTURA A CRÍTICAS

Quem não sabe lidar com as criticar vive amargurado e correndo o risco de se tornar uma pessoa sem capacidade de superação.

27. TEMPO

O tempo é a moeda de maior valor que possuímos, quando perdemos, não conseguimos recuperar. Você gerencia bem seu tempo?

28. APARÊNCIA

Nossa aparência diz muito sobre outras áreas de nossa vida. Quem não se preocupa com sua aparência, pode estar revelando sua baixo auto imagem.




Por Pr. Josué Gonçalves


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Trabalho x Família



 O trabalho foi dado ao homem antes ou depois da queda? Antes ou depois do primeiro casal pecar? Quem respondeu "antes" acertou. Adão deveria dar nome a todos os animais e cuidar do jardim. O trabalho, embora desafiador, não era extenuante, mas agradável. Para tal, o Senhor Deus confiou a Adão uma auxiliadora capaz.

 Não vemos Eva sendo encarregada de dar nome aos animais ou de cuidar do Jardim, mas de auxiliar do maridão. Você consegue imaginar isto? Trabalho na medida certa, cada membro da família feliz em sua posição e função, e a sensação de bem estar ao poder desfrutar da presença do Criador no cair da tarde?

 Quando porém, homem e mulher resolveram viver longe de Deus e do "seu jeito" as complicações surgiram. A terra "estragou" e começou a funcionar com defeito. O pecado do líder respingou na criação. O homem teria que trabalhar em um ambiente contrário, o que lhe traria sofrimento, dores e suor e a mulher sofreria nas relações familiares, tanto com os filhos, quanto com o marido, que exerceria um governo egoísta.

 Ao longo da história da humanidade constatamos barbaridades, guerras, exploração, escravidão e opressão. Na revolução industrial as famílias ficaram órfãs de pais, que trabalhavam 14 horas. Por exemplo, recentemente, a mulher entrou no mercado de trabalho. Ela hoje ocupa as mesmas funções que os homens, repartindo a tarefa de viver com dores e suor. As crianças ficaram sem pai e sem mãe, sendo criadas por avós, tios, creches, babás ou vizinhos.

 Podemos afirmar, sem medo de errar que a obra de Cristo na cruz resgatou também o trabalho. Quando Jesus prega o sermão da montanha, deixa claro que o ofício número um do cristão é buscar o reino e a justiça de Deus. Em Cristo, podemos buscar os mesmos padrões do Éden, trabalhando na medida certa, cada membro da família na sua função e desfrutando da graciosa presença do Criador, diariamente.

 Todo aquele que quiser viver piedosamente será perseguido, portanto é preciso coragem para fazer os ajustes necessários. O mundo escraviza e exige. Mente e faz crer que sem aquele segundo emprego, sem aquela hora extra, sem o trabalho da esposa a família vai naufragar. Quando acreditamos, nos submetemos à maldição do trabalho sem Deus e a família sofre muito.

 O trabalho do homem é fundamental, mas não deve sacrificar seu tempo com a mulher e os filhos. Se eles estão reclamando, devem ter razão. Tenha coragem de se ajustar. Os filhos não ficarão pequenos para sempre. A hora de passar mais tempo com eles é na infância e adolescência. Não perca esta fase.

 O trabalho da mulher fora de casa é muitas vezes bem vindo, mas nunca deve competir com o cuidado da casa e das crianças. A sociedade trata as donas de casa como cidadãs de segunda categoria, mas não caia nesta cilada, cumpra cabalmente o ministério de esposa e mãe e quando os filhos ficarem mais velhos, você poderá ter mais tempo para o mercado de trabalho.

 Deus nunca desampara aqueles que confiam nele. Traga o Éden para dentro de casa, permita que a redenção atinja o seu trabalho e viva de bem com o Criador.



Por Pr. Josué Gonçalves



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Melhor a vida a dois



No fa­mo­so ser­mão do Mon­te, jun­to à praia da Ga­li­leia, Je­sus con­tou a pa­rá­bo­la dos Dois Fun­da­men­tos, ci­ta­da em Ma­teus 7:24-27. So­bre o ce­ná­rio da­que­le dia, pre­fi­ro pen­sar que Je­sus fa­lou da ba­se da en­cos­ta e fa­zen­do do re­cin­to um an­fi­tea­tro. As­sim fa­ci­li­ta­ria a acús­ti­ca e a mul­ti­dão as­sen­ta­da mais aci­ma po­dia enten­dê-Lo me­lhor.
 O Mes­tre abor­dou so­bre dois ti­pos de pes­soas, os sá­bios e os im­pru­den­tes.

 O que di­fe­ren­cia um ti­po do ou­tro - na pa­rá­bo­la - é a ati­tu­de de­les pa­ra com a cons­tru­ção de uma ca­sa. Um op­ta pe­lo ali­cer­ce na ro­cha; o ou­tro pre­fe­re cons­truir na areia. O sá­bio tem em vis­ta a es­ta­bi­li­da­de; o im­pru­den­te, a co­mo­di­da­de. O que is­so tem a ver com ca­sa­men­to? Vo­cê per­ce­beu que, quan­do duas pes­soas ami­gas se en­con­tram, em ge­ral co­men­tam a res­pei­to do progres­so dos fi­lhos, e qua­se na­da tra­tam so­bre o ma­ri­do ou a mu­lher? Pa­re­ce que al­gu­mas pes­soas guardam den­tro de­las de­si­lu­sões so­bre a vi­da ma­ri­tal e su­bli­mam suas es­pe­ran­ças nos fi­lhos. A pa­rá­bo­la de Je­sus tem mui­to a ver com ca­sa­men­to, por­que a fe­li­ci­da­de de ca­da uma das pes­soas casa­das de­pen­de em gran­de me­di­da do mo­do co­mo es­tão atuan­do co­mo cons­tru­to­res de sua "ca­sa" ou casa­men­to. Es­tão sen­do sá­bias ou im­pru­den­tes? Qual tem si­do o seu pa­pel co­mo ope­rá­rio na cons­tru­ção do ca­sa­men­to?

 Nes­se ca­so, a pa­la­vra ca­sa­men­to é mais apro­pria­da do que fa­mí­lia, por­que os fi­lhos cres­cem e vão em­bo­ra, e so­men­te o ma­ri­do e a mu­lher per­ma­ne­cem (ou as­sim de­ve­riam) até que a mor­te os se­pa­re. Três di­men­sões da cons­tru­ção O que vai de­ter­mi­nar o su­ces­so de um ca­sal na cons­tru­ção de sua ca­sa é a pos­tu­ra par­ti­cu­lar de ca­da um de­les em re­la­ção ao que es­tá no fu­tu­ro, no pre­sen­te, ou que fi­cou no pas­sa­do. Ve­ja­mos pri­mei­ra­men­te o fu­tu­ro. Po­de-se ter três ati­tu­des:

1- A ex­pec­ta­ti­va de que vai sair ga­nhan­do com o ca­sa­men­to. Es­sa po­si­ção po­de ge­rar frus­tra­ções ou re­vol­ta con­tra o par­cei­ro.

2- A sen­sa­ção de que vai sair per­den­do. Quem tem es­sa ex­pec­ta­ti­va em re­la­ção ao par­cei­ro es­tá mal, por­que qual­quer es­for­ço ou em­preen­di­men­to que rea­li­zar es­ta­rá sem­pre acom­pa­nha­do do sen­ti­men­to de in­se­gu­ran­ça e fra­cas­so.

3- A dis­po­si­ção pa­ra doar. Quan­do en­tre­ga­mos al­gu­ma coi­sa de li­vre e es­pon­tâ­nea von­ta­de, sen­ti­mos a sen­sa­ção de rea­li­za­ção e fe­li­ci­da­de. Es­se é o mo­de­lo que o após­to­lo Pau­lo en­con­trou em Cris­to: "Maridos, amai vos­sa mu­lher, co­mo tam­bém Cris­to amou a Igre­ja e a Si mes­mo Se en­tre­gou por ela" (Efésios 5:25). Ve­ja­mos ago­ra as po­si­ções que se po­de to­mar com as coi­sas do pre­sen­te ou com aqui­lo que es­tá aconte­cen­do no dia-a-dia.

Po­de-se agir de duas ma­nei­ras, en­quan­to se cons­trói: rea­li­zar uma obra de compe­ti­ção ou de coo­pe­ra­ção.

* A com­pe­ti­ção exis­te quan­do ca­da um dos dois quer de­mons­trar que sa­be fa­zer me­lhor do que o outro; que er­ra me­nos ou que não er­ra. A com­pe­ti­ção ge­ra ri­va­li­da­de e que­bra a har­mo­nia da­qui­lo que es­tá sen­do fei­to em con­jun­to. Ima­gi­ne um ca­sal pin­tan­do uma ca­sa: en­quan­to um re­sol­ve pas­sar na pa­re­de tin­ta azul, o ou­tro sa­pe­ca o ama­re­lo; um op­ta por co­lo­car ja­ne­las de me­tal, e o ou­tro com­pra as de ma­dei­ra. A ca­sa po­de fi­car com­pos­ta de ma­te­riais de qua­li­da­de, mas cor­re o ris­co de per­der em es­té­ti­ca e be­le­za.

* Quan­do - em vez de com­pe­ti­rem - exis­te coo­pe­ra­ção, am­bos pas­sam a cons­truir den­tro dos mesmos pa­râ­me­tros. A ca­sa po­de­rá até fi­car sim­ples, mas ha­ve­rá dois fa­to­res fa­vo­rá­veis: a har­mo­nia e o sen­ti­men­to de par­ti­ci­pa­ção. O ter­cei­ro tó­pi­co diz res­pei­to à ati­tu­de que o ca­sal tem pa­ra com as coi­sas que es­tão com­pro­me­ti­das com o pas­sa­do. Um dia des­ses vi­si­tei a cons­tru­ção de um ami­go e pas­sa­mos pri­mei­ro pe­las de­pen­dên­cias in­ter­nas; ele não dis­se na­da. Mas do la­do de fo­ra, apon­tou pa­ra uma das pa­re­des do ex­te­rior e dis­se: "Vou man­dar der­ru­bar o re­bo­co e fa­zê-lo de no­vo." Aque­le pro­prie­tá­rio ti­nha duas po­si­ções em re­la­ção ao trabalho mal fei­to: es­que­cê-lo ou se dis­por a re­cons­truir o re­bo­co. As mes­mas al­ter­na­ti­vas qual­quer um de nós po­de ter em re­la­ção às coi­sas do pas­sa­do que não fi­ca­ram den­tro dos pa­drões.

- Es­que­cer. Por mais que al­guém se es­for­ce, é qua­se im­pos­sí­vel. Co­mo no ca­so da cons­tru­ção que cita­mos, to­das as ve­zes que um dos dois ba­ter os olhos no "re­bo­co" mal fei­to, vai lem­brar da bo­ba­gem feita no pas­sa­do.

- Re­cons­truir. Es­sa ati­tu­de po­de ser ca­rac­te­ri­za­da pe­lo ver­da­dei­ro sen­ti­men­to do per­dão. Assemelha- se à dis­po­si­ção ho­nes­ta de der­ru­bar o "re­bo­co" mal fei­to e co­lo­car um ma­te­rial no­vo no lu­gar do an­te­rior. Is­so sem­pre dá mui­to tra­ba­lho, mas exis­te fe­li­ci­da­de no ato de re­cons­truir la­do a la­do com a pes­soa que se ama o que não deu cer­to no pas­sa­do. Duas mo­da­li­da­des de so­lo.

 Quan­do vol­ta­mos nos­sa vi­são pa­ra a pa­rá­bo­la, ob­ser­va­mos que Je­sus tam­bém cha­ma a aten­ção dos ouvin­tes pa­ra os fun­da­men­tos da ca­sa. O im­pru­den­te cons­trói so­bre a areia e o sá­bio so­bre a ro­cha. E quan­do a tem­pes­ta­de so­pra, a ca­sa da areia de­sa­ba e a da ro­cha per­ma­ne­ce. O Mes­tre en­si­nou que não de­ve­mos con­fun­dir fe­li­ci­da­de com a fal­sa sen­sa­ção de bem-es­tar. Cons­truir na areia é prio­ri­zar a co­mo­di­da­de ou to­dos os ti­pos de con­for­to que uma so­cie­da­de consumis­ta ten­ta fa­zer as pes­soas acre­di­tar se­rem in­dis­pen­sá­veis pa­ra a fe­li­ci­da­de.

 A pa­rá­bo­la ad­ver­te os ca­sais so­bre es­sa ques­tão, mos­tran­do que as coi­sas su­per­fi­ciais não re­sis­tem ao agua­cei­ro. Cons­truir na ro­cha é prio­ri­zar a es­ta­bi­li­da­de. O ver­da­dei­ro bem-es­tar es­tá ali­cer­ça­do no bom sen­so dos ca­sais em re­la­ção ao fu­tu­ro, ao pre­sen­te e ao pas­sa­do.

 Olhar pa­ra o fu­tu­ro com res­pon­sa­bi­li­da­de e ten­do dis­po­si­ção de en­tre­gar-se um ao ou­tro é o pri­mei­ro pas­so de uma re­la­ção que tem tu­do pa­ra du­rar.

 E, se por aca­so al­gu­ma coi­sa não der cer­to, o se­gre­do é perdoar e re­cons­truir com amor aque­le pe­da­ço "mal fei­to". Va­le a pe­na pre­ser­var a har­mo­nia e a be­le­za do ca­sa­men­to.





Por Pr. Josué Gonçalves


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Como treinar um filho para vencer?

"Os nossos filhos precisam conhecer o preço da vitória. O sucesso não é obra do acaso. Ele tem o seu preço"


Criar um ambiente no lar que favoreça o crescimento do seu filho para o sucesso é um fator determinante. Isso porque o homem é semelhante a uma planta que, para crescer e produzir frutos, precisa de solo fértil, de sol, de água e de cultivo. Lembre-se, dentro de cada ser humano está a semente da vitória. Quando a família se preocupa em criar um ambiente que seja um "solo fértil" para que o filho desenvolva o seu potencial e busque o seu objetivo, o sucesso é celebrado.

Há uma frase que sempre uso no encerramento do meu programa de TV: "Você nasceu para vencer!" Viver com essa consciência faz toda a diferença, porque o homem é aquilo que pensa. Logo, temos que pensar sempre como um vencedor.

Sabemos que a trajetória de um vencedor depende muito da sua forma de pensar, porém, só pensar positivamente não é o suficiente. Para ser uma pessoa de sucesso é necessário vocação, preparo, oportunidade, dedicação, integridade e muito trabalho.

* Vocação - A grande preocupação dos pais sempre foi esta: "Qual é a vocação do meu filho? O que ele vai ser, profissionalmente falando?" Algumas pessoas, quando ainda crianças já revelam qual é a sua vocação. Conheço médicos, dentistas, professores, engenheiros que, nas brincadeiras com outros amiguinhos, quando crianças, já demonstravam o que seriam no futuro. Porém, há pessoas que só descobriram qual era a sua vocação na fase adulta. Recentemente, conversei com um jovem advogado que, depois de ter se formado em direito e exercer a profissão por seis anos, abriu mão do seu escritório para voltar a estudar. Dessa vez, fez o que realmente tem a ver com a sua vocação: medicina. No caso desse jovem, dá para perceber o quanto ele é apaixonado por tudo o que envolve o corpo humano. Descobrir qual é a vocação é um passo importante para o sucesso profissional.

* Preparo - O que fazer com um filho que não gosta de estudar? Esse é um grande desafio de muitos pais. Conheço alguns que chegam a pagar a melhor escola para o filho, porém, o mesmo continua não gostando de estudar. É preciso incutir na mente da criança que o estudo é imprescindível para quem deseja alcançar objetivos elevados na vida. O escritor Maik Murdoque, em uma de suas palestras, disse: "Faça o que você não gosta hoje para ter o que lhe dá prazer amanhã". Os pais devem ser criteriosos, exigentes e firmes com o filho quanto aos estudos. Amanhã, com certeza, eles vão agradecer. Não basta talento,  pois a exigência do mercado de trabalho de hoje é altamente competitiva. O diploma é essencial.

* Oportunidade - As oportunidades se abrem para as pessoas visionárias. Visão é a capacidade de enxergar o que a maioria não consegue. Os vencedores conseguem ver oportunidades nas dificuldades e, por isso, transformam "desvantagens" em "dez vantagens". Quando lemos a história de José do Egito, aprendemos que nos lugares mais improváveis o homem de "visão" pode superar os obstáculos e vencer de forma surpreendente. O que os nossos filhos precisam saber sobre as oportunidades:

1) Muitas oportunidades são únicas na vida;

2) As oportunidades sempre nascem para os que andam na vida prestando atenção nas coisas;

3) Devemos sonhar grande, mas com humildade para começar pequeno;

4) Nunca seja um imediatista, pense a longo prazo;

5) Procure aprender com os erros dos outros.

* Dedicação - Sucesso duradouro depende do esforço contínuo da pessoa em sempre fazer o melhor que puder. Os vencedores são pessoas comprometidas com a excelência. Os pais devem ensinar aos seus filhos, desde a mais tenra idade, a colocar excelência em tudo o que fazem. Pessoas dedicadas e comprometidas com a excelência são pessoas que sobressaem em relação às outras.

* Integridade de caráter - O sucesso dos nossos filhos também será determinado pela lealdade para com os companheiros, honestidade nos negócios, fidelidade nos seus compromissos e disciplina quanto aos horários. Quando sobra talento e falta caráter, o resultado final é uma vida sem credibilidade. Os pais devem ensinar o filho a trabalhar somente com a verdade. A verdade deve ser a coluna principal do caráter de uma pessoa íntegra.

* Trabalho - O trabalho dignifica o homem e consolida o seu sucesso. É na vivência do lar que a criança deve aprender a importância do trabalho e o perigo que representa a ociosidade. Gosto do pensamento que diz: "A ociosidade é o sepultamento do homem vivo". Sem trabalho o sucesso nunca será celebrado. Observe que na história bíblica, toda vez que Deus chamou alguém para liderar um grande projeto, Ele buscou uma pessoa que estivesse ocupada. Foi assim com Moisés (Ex 3.1,2); com Davi (1 Sm 16.11); com Eliseu (1 Reis 19.19,20), com Gideão (Jz 6.11); com Pedro (Mt 4.21,22) e com muitos outros.  Dormir tarde e acordar cedo é a rotina de muitos homens que alcançaram o sucesso naquilo que fazem.

Quando o filho cresce sendo dirigido por esses princípios, o resultado é uma vida de sucesso. A missão dos pais é passar essa mensagem ao filho de forma que ele internalize essas verdades que serão a base de suas conquistas.

 Gaste tempo com o seu filho ensinando sobre vocação, preparo, oportunidade, dedicação, integridade e trabalho.




Por  Pr. Josué Gonçalves



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Esposas: Parem de esquecer seus maridos!

Você está extremamente ocupada.

Você tem marmitas para preparar, compras de mercado para fazer, refeições para aprontar, tem que levar as crianças para lá e para cá, reuniões de pais e mestres para assistir... Fora suas demais responsabilidades no trabalho e na igreja. Assim, no final de um longo dia de trabalho, limpando melecas e dando conta de tudo, ninguém a culpa por querer ficar de pernas para o ar.

Mas há um problema. Seu marido sente que está sendo deixado de lado.

Eu sei, eu sei. Soa terrivelmente egoísta pedir-lhe para dar um pouco mais de atenção a seu marido depois de um dia tão cansativo. Mas seu marido realmente gosta da sua atenção. E, na verdade, você precisa para dar atenção a ele tanto quanto ele precisa dar a você.
Ser esposa é ter tempo para VOCÊ

Como uma mãe abnegada, você passa muito tempo pensando nas crianças. Você coloca as necessidades de todos acima de suas próprias necessidades. Isso é bom. Mostra como seu coração é imenso. Mas manter sempre o foco nos outros está lhe esgotando.

Como esposa, você tem que focar em você. Você não é somente mãe - você é adulta. Você é uma mulher. E como uma mulher adulta, você merece ser tratada como uma. As crianças não sabem como fazer isso. Elas só sabem tratá-la como mãe (por exemplo, pedindo-lhe ajuda na lição de casa). Mas seu marido pode tratá-la como adulta se você lhe der a chance.

É verdade que seus filhos preenchem um lugar especial em seu coração, mas o esposo também. A atenção que você recebe do seu marido nutre você de uma maneira que seus filhos simplesmente não conseguem fazê-lo. Ter tempo para seu marido dá a ele a oportunidade de lhe tratar como a pessoa singular que você é, o que lhe permite se sentir especial da sua própria maneira. Escolha sentir-se amada, não apenas como mãe, mas também como uma mulher forte e adulta.

Ser mulher é tão importante (talvez mais importante) quanto ser mãe

Como já foi dito, você sacrifica muito de seu tempo e energia por causa de seus filhos, e seu marido realmente a aprecia por isso. Mas ser uma boa mãe também significa ser uma boa esposa. Seus filhos olham para você como um exemplo do que querem ser quando crescerem. Eles olham para você conforme definem o que significa ser mulher e estar em um relacionamento. Como mãe dos filhos dele, seu marido está contando com você para mostrar às crianças como amar, como serem dedicados e como ter casamentos bem-sucedidos. Se está se esquecendo de seu marido, você não está mostrando a seus filhos um exemplo do que é um bom casamento, e não está lhes mostrando o que é o verdadeiro amor.

Seu marido precisa do seu amor

Lembrar de seu marido é bom para você, é bom para as crianças e também é bom para o seu marido. Ele merece sentir-se amado tanto quanto você e seus filhos merecem. É maravilhoso ser mãe, mas negligenciar seu marido torna seu casamento vazio, e isso não fará bem para ninguém.

Seu marido quer lhe mostrar que a ama, e ele quer que você demonstre seu amor por ele também. É difícil quando a vida é corrida, mas faça um esforço. Você vai descobrir que é muito mais divertido do que aquela reunião de pais e mestres.




Por  Pr. Josué Gonçalves



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A pornografia é um grande prejuízo familiar!

 O mercado pornográfico é um dos mais rentáveis negócios de todos os tempos. Larry Flynt, empresário e dono do império Hustler, retratado por Milos Forman e Oliver Stone no filme "O povo contra Larry Flynt", Bob Guccione, da revista Penthouse e Hugh Hefner, dono do Império Playboy, compõem alguns desses milionários da exploração da fantasia sexual. Não esquecendo, porém, que uma fatia gigantesca dessa mercado é dominado pelo crime organizado.

 Entretanto, a mais nova, rentável e promissora ferramenta desse mercado é a Internet. Com um sucesso devastador e arrecadação bilionária, esse novo negócio aumenta cada vez mais o impulso pornográfico no planeta. Demonstrando, com isso, que, nos próximos anos, boa parte dos lares, com acesso a WEB, estarão conectados em páginas com conteúdo pornográfico. Desfrutando das imagens de corpos nus, sexo e prazeres oferecidos.

 Porém, essa ferramenta tem causado problemas e constrangimentos diversos. A Pedofilia, considerada a mais grave infração permeada pela web, tem fortalecido um mal, inigualável, aos jovens e crianças deste mundo.E pessoas tem sido encarceradas pela prática e divulgação de imagens de sexo com crianças. Além do que, outras aberrações tem sido demonstradas , como, por exemplo, a zoofilia. Aliás, dia desses, um americano morreu por ter sido sodomizado por um cavalo. Entretanto, essa prática é legal em alguns estados americanos, onde existem ranchos e fazendas para concretizar o sonho sexual de algumas pessoas com animais.

 O problema mais grave, entretanto, é a divulgação e disseminação da pornografia. Pois, alguns empresários da pornografia, usam métodos parecidos com o tráfico de drogas. Primeiro eles oferecem de graça. Depois eles começam a cobrar. Aliás, é desse jeito que o império das ilusões e da criminalidade tem florescido. Agora, qualquer pessoa obtém imagens e vídeos da pornografia, de maneira fácil e gratuita. Onde, muitos milhões de incautos, têm seguido o roteiro dos sonhos proibidos e não sabem que estão doentes. Sim, doentes e viciados, pois o mecanismo da pornografia é o mesmo do Alcoolismo. Mesmo porque, clínicas psiquiátricas e psicológicas, de atendimento desses problemas, já estão sendo espalhadas pelo planeta. E terapeutas familiares têm travado uma batalha árdua nos lares.

 Assim, interessados nessa manobra, estão alguns donos de Revistas pornográficas - que controlam, muitas vezes, impérios de publicação ou canais de televisão, a Máfia dos diversos paises, o crime organizado, o narcotráfico, empresários da prostituição, o mercado dos filmes adultos, a indústria do divertimento, alguns grandes conglomerados da internet, algumas empresas de chats e telefonia celular, etc.

Dezenas de milhões de lares no planeta já foram invadidos, sem que as pessoas, pais e mães, ou um ou outros, saibam. E é tão grave o assunto, que a maioria dos que acessam a pornografia da rede mundial de computadores é adulto, masculino, dos 18 anos para cima, com picos nos da meia idade. Pessoas muito inteligentes e que desenvolveram aptidão para olhar imagens e textos pornôs.

 Na realidade, a pornografia tem destruído muitos lares. Pois quando o outro cônjuge, pais, familiares, descobrem, já parece, irremediavelmente, tarde demais. Portanto, em menos de 4 anos, mais lares foram destruídos pela pornografia do que o comparativo dos últimos 50 anos. Isso acontece, sem distinção de nacionalidade, cor, etnia ou credo religioso.

 Aliás, começa assim: Por pura curiosidade, a pessoa envolvida, acessa uma vez. Ai, geralmente, motivadas por um e-mail de conteúdo pornográfico ou oferecimento de um produto com conotação sexual; ou algumas produtoras da WEB que trazem garotas nuas para serem vistas pelos seus assinantes; aquele negócio da garota da semana, começam a ver mais e mais vezes. Isto mesmo, só curiosidade.

 Logo depois, começam a acessar os diversos mecanismos de buscas. Usando palavras, frases, palavrões, órgãos do corpo, partes íntimas, adjetivos, etc, acessam imagens que levam às páginas dos produtores dessas fotos, que podem ser copiadas. Depois, já nessas páginas, outras imagens, mais fortes e mais fortes. Levando ao frenesi do pensamento de alguém que sabia disso, mas não havia visto ou sentido isto. Porém, o gratuito começa a ser cobrado por cartão de crédito, débito ou boleto bancário.

 Esse sentimento a que me referi, foi me contado por um amigo que não chegou aos 25 anos. Religioso, Adventista do Sétimo dia, bom moço, exemplar, estudioso e que descobriu essa fantasia e agora quer libertar-se e não consegue. Aliás, já fez de tudo. Consegue ficar até 30 dias sem olhar, mas de repente não consegue mais e olha e se perde nas imagens que lhe ofuscam a mente. John, o nome que estou dando a ele, me informou que, após o contato com tantas páginas, o que é comum em outros relatos, demonstrou um sentimento de culpa muito grande, ao ponto de quando pensa em oração, as milhares de imagens instantâneas e rápidas, pulam pelo seu pensamento, gerando insatisfação, descontentamento, confusão, desânimo e angústia.

 Mas o perigo é muito real para os jovens. Encontros são marcados pela internet. Namoros e sexo são virtuais e , depois, carnais. A juventude se afunda sem que os pais saibam. Não há grandes sintomas, marcas no corpo, ou mudanças bruscas de comportamento. Há, até, uma certa mudança. Mas desconhece-se a profundeza do assunto na família. Primeiro porque os pais desconhecem esses mecanismos. Depois, que os pais desconhecem os filhos. E, ainda, os pais não têm tempo para eles.

 Assim, a primeira coisa que temos que fazer é o reconhecer de que nós não estamos tendo esse tipo de problemas. Os sintomas são conhecidos: perda da libido ou prazer sexual com o cônjuge, descontentamento da performance do parceiro, ou a ida a esse mecanismo pela falta de convívio ou contato intimo com o parceiro, o stress do dia à dia, o relacionamento familiar, a falta do que fazer, o excesso de trabalho, as brigas dos pais, a falta de acompanhamento dos filhos, os colegas, no ambiente escolar, os companheiros(as) de trabalho, a amizade de pessoas casadas com outros fora do relacionamento conjugal, a busca de novas experiências sexuais, a timidez desenfreada, a personalidade doentia escondida, a falta de carinho e amor, a falta ou pouco contato com DEUS.

 Todo mundo sabe que existe um só DEUS. E a maioria das pessoas acreditam nEle. Assim, esse é o momento de esquecermos as diferentes doutrinas e tratar um assunto muito sério para a integração social e familiar de maneira única. Todos, os que crêem, devem buscar a DEUS e pedir ajuda sobre esse assunto. Esse é o primeiro e melhor conselho. Depois disso, vem a nossa parte da vontade exercida e com todo afinco!

 Não se pode deixar um alcoólatra trabalhar num bar. Assim, não pode uma pessoa, com esse tipo de problema, viver na frente de um computador com internet. Depois, outros aspectos que devem ser acrescentados. Entretanto, fale com o seu cônjuge e informe o que está acontecendo, pedindo ajuda. Pois ele é o melhor ouvido e ombros para você chorar. Aliás, se notar o comportamento diferente do marido ou esposa, desconfie, questione e ofereça ajuda e solidariedade; ou busque ajuda. Mesmo assim, procure conhecer a internet e os programas de acesso. Depois veja se não está acontecendo no seu lar. Mas se tiver acontecendo, separação não resolve. Vale nessa hora o amor, compreensão e ajuda.

 Evite, também, filmes pornográficos. Não traga para o seu lar tamanho mal. Aliás, tem pessoas que não olham mais para o seu cônjuge. Muitas vezes forçam o outro a ver algo que não gostaria de ver. E o mais terrível é que famílias vão as locadoras, inclusive com a presença de filhos, buscar filmes pornôs, para assistir na sala de casa.

 Uma excelente maneira de ajudar é conhecer sobre o assunto. Por isso leia muito. Aliás, todo comportamento familiar diferente tem seus culpados e ninguém se isenta disto. Pois nenhum parceiro que esteja recebendo carinho, amor, atenção, sexo saudável e prazeroso, vai procurar algo fora de casa. Geralmente, a culpa deve ser dividida. Porque o sexo é prazeroso e instituído por DEUS. Para elevar os lares e recriar a felicidade. Sexo é muito bom e, também, uma oração. Mas não do jeito que se demonstra hoje.

Alguns passos:

- Não seja curioso.

- Não entre em sites de busca com essa intenção.

- Não abra e-mails estranhos ou de estranhos.

- Não leia noticias ou histórias sensuais.

- Não deixe de ter bons relacionamentos sexuais com o seu cônjuge.

- Aumente o número de vezes de relacionamento e prazer sexual com o seu cônjuge.

- Observe os seus filhos. Esteja presente e atento quando estiverem na web e procure deixar o computador em um ambiente comum e aberto da residência ( sala, cozinha, corredor, etc) de e nunca no quarto dos filhos, ou do casal.

- Não deixe seu cônjuge sozinho na Internet. Fique com ele,; ajude-o a terminar o que está fazendo ali.

- Bloqueie as tvs de sexo e não forneça a senha para os seus filhos. O melhor exemplo é o exemplo. Se não serve para eles, não serve para você.

- Se não tiver nada para fazer, saia da frente do computador. Dê um passeio ou vá para casa.

- Não acesse internet a noite. Fique com sua família.

- Lembre-se, esse mundo da internet pode ser, em alguns casos, não generalizando, um submundo do crime. Acontecem mortes.

- Ensine e espalhe sobre isto, para o maior número de conhecidos, instituições, clubes,etc...Demonstrando que estão preocupados.

- Troque o que você faz na internet, sem necessidade, por algo saudável.

- Estude a melhor forma de deixar seu cônjuge feliz.


Algumas advertências:

- Alguns sites pornográficos contém vírus.

- Alguns sites pornográficos copiam o seu endereço de I.P.

- Alguns sites pornográficos, geralmente de outros países, enviam cavalos de tróia para descobrirem senhas bancárias e de cartões de crédito.

- Nunca forneça senhas ou acredite em conteúdos de e-mails que peçam isso. Contate o provedor.

- Entrando em sites pornográficos, você pode correr o risco de receber SPAMs com oferecimentos diversos.

- Entrando em sites pornográficos, você poderá conhecer pessoas que estão querendo negociar prostituição. Abalando a sua vida afetiva, financeira .

- Entrando em sites pornográficos, você pode estar deixando a sua família e casamento de lado.

- Alguns homens que entram em sites pornográficos ficam impotentes. Essa impotência é psicológica e em referência ao parceiro. Pode se dar pela culpa ou pela pessoa que não é um modelo daqueles vistos na web ou em filmes pornôs.

- O Tratamento é caro e, geralmente, eficaz. Apesar que, a maioria das vezes o sintoma passa em pouco tempo.

- Divórcio pode significar: infelicidade, doenças, separações, divisão de bens, pobreza, incerteza, agressões, filhos perturbados, lares partidos, suicídios, etc...

 Entretanto, ler livros de orientação familiar é importante. Leia a Bíblia, certamente ajudará você nesse ponto também!

 Terminando: se bem que muito se pode falar, quero dizer que a intenção desse escrito, simples, foi produzir um sentimento no leitor, de aversão a pornografia de toda espécie, principalmente à internet. Aliás, eu quero pedir um favor: Que você, se quiser, divulgue para o maior número de pessoas possíveis. Pois, de alguma maneira, você poderá estar ajudando a salvar uma vida, uma família, um lar! E se você fala ou lê em outro idioma, traduza e envie para os conhecidos e desconhecidos.

Um forte abraço para você e fique com DEUS.


Por Armando Luís Francisco



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Educar filhos não é difícil

Não é nada raro presenciar cenas como a que vimos alguns dias atrás...

Era sábado à noite e saímos nós dois para jantar. Próximo de onde nos sentamos, algumas crianças pequenas começaram a brincar. Elas subiam e desciam, gritavam e se agitavam, como qualquer criança cheia de saúde e alegria. Não sei quantas vezes ouvi pai e mãe chamando as crianças. Diziam não, chamavam para perto de si, mandavam que sentassem e prometiam alguma disciplina que em nenhum momento os vi colocar em prática.

Houve um tempo em que um olhar bastava, um ou dois nãos e algumas chineladas... Essas então funcionavam na hora.

Agora, dez nãos, alguns tapas e olhares de reprovação, esses então, não fazem diferença alguma.

O problema são as crianças de hoje, dizem muitos. Elas já nascem espertas demais, já não obedecem, não escutam a gente, dizem os pais.

Neste dia das crianças milhares de pais irão presentear seus filhos, levá-los para passear e fazer o que eles quiserem. Ótimo, crianças precisam disto. Entretanto, temo que muitos destes presentes e mimos sejam apenas formas de amenizar culpas e compensar a ausência e até gastar um dinheiro que talvez nem tenham.

Hoje, 60% das mulheres trabalha fora. Chefes e mães de família fazem cursos, freqüentam academia, viajam a trabalho, tem inúmeras atividades e dedicam tempo à igreja. Não é pra menos que vivam estressadíssimos! Portanto, pouco tempo, energia e equilíbrio emocional sobra para educar os filhos.

Tenho dito que criar filhos não é difícil, mas é muito trabalhoso. A receita não é complicada, entretanto, requer disponibilidade para executá-la. 

É preciso investir bastante tempo, é preciso estar com eles em momentos que serão preciosos para admoestar, colocar no colo, consolar, beijar, enxugar lágrimas (estes, independente da idade que tenham), acompanhar as lições de casa, brincar, colocar para dormir, contar histórias, ensinar tarefas domésticas, ensinar a orar, ensinar a falar com os adultos, se comportar, usar e economizar o dinheiro, usar a disciplina que funciona com cada um dos filhos, por limites no tempo da TV, da internet, da brincadeira na rua ou no playground, na alimentação e nas respostas afiadas, conversar sobre honestidade, amizades, sexo, namoro, proteção pessoal, etc.

Se não forem os pais, quem poderá suprir as inúmeras necessidades físicas, emocionais, espirituais, religiosas e educacionais que as crianças precisam?

Um dos erros mais tolos e prejudiciais na educação dos filhos está em prometer e não cumprir. Se dez vezes os pais prometem dar uma palmada ou colocar de castigo ou proibir algo que gostem ou fazer qualquer outra ameaça, ou até mesmo prometer um brinquedo ou um passeio e não cumprir ficarão desacreditados. Qual o filho que vai escutar e obedecer pais que prometem e não cumprem, falam e nada fazem? O pior que essas "lições" aprendidas na infância permanecem. Crianças assim crescerão com problemas de respeitar os limites das drogas, do sexo ilícito, das ordens do chefe, enfim, os limites que a vida naturalmente nos impõe.

Nem autoritarismo, nem ausência de autoridade. 


Doses equilibradas de afeto e atenção, disciplina e limites estaria de bom tamanho. Seria a verdadeira manifestação de amor por nossas crianças.


Por Elizabete Bifano


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Ser pai, uma missão intransferível!

Quanto tempo o casal deve se preparar para a paternidade/maternidade responsável?

"Ele era o filho mais velho dos sete que seus pais tiveram, por isso sofreu muito com a ignorância dos pais. Seus três irmãos mais novos sofreram bem menos".
        
 Nenhuma outra missão é mais desafiadora do ponto de vista moral, social e espiritual do que "SER PAI". Quanto tempo uma pessoa estuda para ser um advogado, um administrador de empresa, um médico ou um dentista? Para ser um bom médico, dependendo da área em que se vai atuar, entre a universidade e uma especialização, seus estudos podem durar até 10 anos.

 O que é mais difícil, ser um "bom médico" ou ser um "bom pai"? Se você respondeu que é ser um "bom pai", faça uma pesquisa entre 100 pais e veja quantos destes se prepararam 10 anos para "exercer a paternidade". É por causa desta falta de preparo que os pais cometem a maioria dos seus erros com o primeiro filho, super-compensam com o segundo e, finalmente, acertam com o terceiro -isso é, quando acertam. O que dizer dos pais que só tiveram 1 ou 2 filhos, será que deu tempo para aprender?

 Ser pai é como ser um escultor, que pega uma madeira bruta e dela faz uma linda "obra de arte", que enche os olhos de todos. Essa não é uma tarefa simples, fácil e comum, pelo contrário, é uma missão que exige aptidão, devoção, entrega, sacrifício, renúncia, amor e muita dedicação. É comum, ouvir após as minhas palestras sobre: "o desafio de criar filhos em um mundo conturbado", pais com os olhos cheios de lágrimas, dizendo: "Por que eu não escutei tudo isso à 30 anos atrás? Se tivesse ouvido, com certeza não teria cometido os erros que cometi e teria sido um pai melhor".

 Diante desse desafio, a pergunta que você pode estar fazendo, é: "Como se preparar para a paternidade responsável?" 

1- Aprendendo com as experiências dos seus pais.

 Meus pais criaram 9 filhos, 4 homens e 5 mulheres. Do processo de educação de todos eles, muitas coisas devem ser copiadas, e outras, devem ser evitadas. Aprendemos também com os erros que os nossos pais cometeram.Hoje eu compreendo que meus pais tentando acertar. 

2- Ouvindo outros pais que foram bem sucedidos em sua missão

Quando os meus filhos ainda eram pequenos, em uma das minhas viagens fiquei hospedado na casa de um pastor durante uma semana. Foram dias de aprendizagem. Eu e a minha esposa ficamos impressionados com a educação, o respeito, o carinho e a submissão daqueles filhos para com os pais e vice versa. Durante todo o tempo que passamos naquela casa, deu para perceber o quanto aqueles pais foram bem sucedidos na sua missão paternal. 

 Antes de viajar de volta para a nossa casa, eu chamei aquele pai à parte, e perguntei: - Querido, qual é o segredo para se ter filhos assim? Qual é a receita para formar filhos com esse perfil? Eu estava ainda no começo, e não queria errar na minha missão se ser pai. Tivemos um bom tempo junto, onde ele me deu uma "aula" inesquecível de "como educar filhos" para que sejam fonte de alegria dentro e fora de casa. Eu a minha esposa aplicamos aqueles princípios. Já fazem mais de dezesseis anos que isso aconteceu e ainda somos gratos a este meu amigo que nos ensinou a ser pais melhores. Muito daquilo que aprendi com ele, vou estar compartilhando com você neste livro. 

 3- Participando de simpósios sobre "família".

 Sempre que encerro um seminário para família, dias depois, recebo muitos e-mail's de homens e mulheres testemunhando as mudanças provocadas pelo esclarecimento através das ministrações das palestras. Quando Jesus disse: "E Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará", isso tem a ver com a "libertação da ignorância" para que sejamos pessoas melhores em todas as áreas da nossa vida. Pais que fazem a diferença na vida dos filhos, são aqueles que têm fome de conhecimento e sempre buscam aprender para exercerem a paternidade de acordo com o que foi planejado por Deus. Nunca deixe de participar dos simpósios, seminários, congressos e palestras sobre família. Isso te fará um pai/mãe melhor. 

4- Lendo bons livros que tratam sobre este tema.

 A maioria das pessoas desconhecem o poder que há na leitura de bons livros. Pais que lêem muito sobre a sua missão no lar, sempre serão melhores do que aqueles que não se importam com a leitura. Freqüentemente sou impactado com a leitura de um bom livro. Em uma das minhas viagens, li um livro  que impactou a minha vida em algumas áreas, inclusive no que diz respeito aos meus filhos. Foi tão forte o que aconteceu que ao chegar em casa, comecei a mudar muita coisa que estava sendo feita de forma errada. Busque ler bons livros com o propósito de melhorar nas áreas que você sabe não ter habilidade. 

5- Busque sempre na Palavra de Deus as respostas que são necessárias para o exercício da paternidade responsável. 

A Bíblia é o "manual do fabricante", ninguém melhor do que Deus para dizer como deve funcionar a família. Os livros sobre relacionamento são importantes, porém a Palavra do Senhor é imprescindível, vital, indispensável, soberana. Tudo precisa passar por ela.

 A Bíblia é o nosso prumo, nossa lâmpada, nossa balança fiel, nossa base sólida (rocha), nosso mapa, nossa bússola, nosso pão, nossa água, nossa fonte de esperança, alegria, paz, fé, amor e confiança. Jesus disse, que, qualquer pessoa que edifica seu projeto de vida tendo como base a Sua Palavra, é inteligente e vive com segurança, pois mesmo vindo a tempestade, esse projeto não terá problema - porque está firmado naquilo que é inabalável, a Palavra do Senhor. Porém, Ele também disse, que, aqueles que desprezam a Palavra de Deus, ou não a levam muito a sério, constroem seu projeto de vida sobre uma base frágil, inconsistente, vulnerável, por isso não suportarão a força dos ventos quando vier a tempestade.

Lembre-se, nossos filhos nos dão a oportunidade de sermos os pais que gostaríamos de ter.

· Antes de se casar você teve orientações sobre "Como criar filhos emocionalmente saudáveis"?

· Quantos livros você já leu sobre "A difícil arte de educar filhos"?

· Você já participou de alguma palestra sobre "Pais e Filhos"?

· É comum para você conversar com pais que tiveram sucesso na criação dos seus filhos para aprender com eles?

· Você tem procurado na Palavra de Deus as resposta necessárias sobre criação de filhos?

1) Ev. João 8.32

2) Ev. Mateus 7. 24-26


Por Pr. Josué Gonçalves



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Os desafios da família cristã

 A família cristã precisa como nunca buscar oportunidades em meio a todos esses desafios do novo milênio. A pergunta é: como a família deve enfrentar e responder a esses desafios, sem perder sua integridade?
 Diante das mudanças sociais com todas as suas implicações, a igreja, sem dúvida, é a maior instituição a advogar em favor do modelo convencional de família.

1. Reconsiderando o que foi profetizado:
 Paulo, o apóstolo, anteviu o que hoje vivemos como realidade neste novo milênio: "Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus..." (2 Tm 3:1-4). Seria ingenuidade ou ignorância fazermos de conta de que não existe crise e que tudo está indo muito bem. Podemos alterar este quadro, que caracteriza o novo milênio em relação à família, através de um avivamento da parte Deus, e isso não é automático, precisa ser buscado. "E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra" (2 Cr. 7:14).
2. Não se conformar com o modelo oferecido pelo "deus deste século" (Rm 12:2; 2 Co 4:4)
 A palavra conformar significa tomar a forma, se amoldar. O que Paulo disse a Timóteo serve para todos aqueles que acreditam na família como projeto de Deus. "Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste..." (1 Tm 3:14a) Preservar os princípios de Deus, estabelecidos em Sua Palavra para a família, é edificar a casa sobre a rocha (Mt 7:24,25). Pode haver as mudanças que houver, Jesus garantiu, este projeto é à prova de tempestade, não cai. Devemos celebrar as famílias e os casamentos que alcançaram sucesso no Senhor Jesus, como resposta aos modelos distorcidos de família. Essa iniciativa do povo de Deus, de afirmar o modelo bíblico de família como ideal divino, pode motivar ainda mais os relacionamentos sadios e encher de esperança tantos outros que estão lutando para superar as crises, porque acreditam na família como Deus a projetou. Quando honramos a Deus, não abrindo mão de princípios, Ele nos honra diante dos homens, manifestando sua vitória em nossas vidas. Com todo respeito que temos pelos que foram vítimas de uma separação conjugal, precisamos proclamar sempre que "Deus contínua odiando o divórcio" (Ml 2). 
3. Mantendo o altar do Senhor levantado dentro de casa
 A família precisa derrubar, dentro de casa, todos os altares que não pertencem ao Senhor. Esta foi a orientação de Deus para Gideão, a fim de que o avivamento acontecesse: "E aconteceu naquela mesma noite, que o Senhor lhe disse: Toma o boi que pertence a teu pai, a saber, o segundo boi de sete anos, e derruba o altar de Baal, que é de teu pai; e corta o bosque que está ao pé dele. E edifica ao Senhor teu Deus um altar no cume deste lugar forte, num lugar conveniente; e toma o segundo boi, e o oferecerás em holocausto com a lenha que cortares do bosque" (Jz 6:25,26). Este altar levanta-do ao Senhor dentro de casa fala de entrega sacrificial, renúncia, devoção, comunhão, louvor, adoração, culto, obediência e submissão. Posso afirmar que a família que tiver um altar levantado ao Senhor estará debaixo de proteção. 
4. A família cristã vencendo o poder da influência negativa da mídia
 Somos de certa forma o resultado daquilo que vemos e ouvimos. Não é exagero afirmar que a mídia televisiva tem sido responsável pela desestruturação da família ao redor do planeta. Os programas de maior audiência no Brasil exaltam tudo aquilo que compromete o bem-estar da família e incentiva tudo o que a Bíblia, como Palavra de Deus, condena: adultério, prostituição, homossexualismo, uso de drogas, violência, pornografia, ocultismo, satanismo, feiticismo etc. Jesus disse que o ladrão (o diabo) vem para roubar, matar e destruir (Jo 10:10). Muitos, por estarem tão distraídos com este tipo de entretenimento, não percebem a ação sutil desse ladrão, que chega e rouba, mata e destrói o relacionamento.
 Neste novo milênio, cada vez mais a luta pela audiência levará os dirigentes dos meios de comunicação a extrapolar os limites, desrespeitando crianças, adolescentes, jovens, adultos, velhos etc. As famílias cristãs, em meio à está decadência e disseminação do mal, precisam assumir a postura de quem é "vocacionado para ser o sal da terra e luz do mundo" (Mt 5:13,14). Assim diz o Senhor a todas as famílias que desejam fazer a diferença neste novo milênio: "Por isso, retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em coisas impuras; e eu vos receberei, serei vosso Pai, e vós sereis meus filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso. Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne, como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus" (2 Co 6.17,18; 7.1).
5. Promessas de Deus às famílias cristãs no novo milênio
 E será que, se ouvires a voz do Senhor teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu hoje te ordeno, o Senhor teu Deus te exaltará... (Dt 28:1)
 E todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do Senhor teu Deus (Dt 28:2). 
 Bendito serás na cidade, e bendito serás no campo (Dt. 28:3). 
 Bendito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais; e as crias das tuas vacas e das tuas ovelhas (Dt 28:4).
 Bendito o teu cesto e a tua amassadeira (Dt 28:5). 
 Bendito serás ao entrares, e bendito serás ao saíres (Dt 28:6).
 O Senhor entregará, feridos diante de ti, os teus inimigos, que se levantarem contra ti; por um caminho sairão contra ti, mas por sete caminhos fugirão da tua presença (Dt 28:7).
 O Senhor mandará que a bênção esteja contigo nos teus celeiros, e em tudo o que puseres a tua mão; e te abençoará na terra que te der o Senhor teu Deus (Dt 28:8).
 O Senhor te confirmará para si como povo santo, como te tem jurado, quando guardares os mandamentos do Senhor teu Deus, e andares nos seus caminhos (Dt 28:9).
 E todos os povos da terra verão que é invocado sobre ti o nome do Senhor, e terão temor de ti (Dt 28.10). 
 E o Senhor te dará abundância de bens no fruto do teu ventre, e no fruto dos teus animais, e no fruto do teu solo, sobre a terra que o Senhor jurou a teus pais te dar (Dt 28:11). 
 O Senhor te abrirá o seu bom tesouro, o céu, para dar chuva à tua terra no seu tempo, e para abençoar toda a obra das tuas mãos; e emprestarás a muitas nações, porém tu não tomarás emprestado (Dt 28.11).
 E o Senhor te porá por cabeça, e não por cauda; e só estarás em cima, e não debaixo, se obedeceres aos mandamentos do Senhor teu Deus, que hoje te ordeno, para os guardar e cumprir (Dt 28.12). 
 E não te desviarás de todas as palavras que hoje te ordeno, nem para a direita nem para a esquerda, andando após outros deuses, para os servires (Dt 28:13).
 Minha oração é que Deus conserve as nossas famílias de pé na Sua presença, e que possamos dar respostas a todas essas mudanças no novo milênio, com base nos princípios inegociáveis da Palavra. 


Por Pr. Josué Gonçalves


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A mesa, o centro das emoções da família!

 Na cultura judaica, a mesa não era apenas um móvel de enfeite, mas era como um altar em torno do qual a família se reunia.

 O Salmo 128.3b diz: "...teus filhos, como rebentos da oliveira, à roda da tua mesa." 

 A crise na família, passa pela desvalorização e esvaziamento da mesa das refeições. Uma pesquisa afirma, que, neste ano, na Inglaterra, as lojas de móveis constataram um crescimento na venda de mesas de escritório em torno de 40%, enquanto que a venda de mesas de jantar caiu 8%. O número de famílias na Inglaterra que já não têm mesa de jantar é de 25%.

 No Brasil, 40% das famílias não participam do jantar juntas. No Brasil, 70% das famílias fazem refeição com a TV ligada. Por que um dos objetivos do diabo é esvaziar a mesa e diminuir o significado da sua importância? Por que a mesa é um lugar de muita importância na construção da cultura nutridora de uma família. 

 A mesa - um lugar teológico. É na mesa onde a família se reúne que Deus se revela. Nenhum outro lugar e momento é tão oportuno para a revelação do caráter de Deus na família do que este, quando todos estão em torno da mesa. 

 A mesa - um lugar de comunhão. Comunhão é relacionamento íntimo, é troca de experiências no cotidiano, é prazer de estar junto. A mesa é um pretexto para que a família se veja e se comunique, enquanto se alimenta. 

 A mesa - um lugar de celebração. Cabe ao pai de família ressaltar as bençãos da vida no dia a dia e ainda transformar os acontecimentos especiais em festas, realizadas à volta da mesa.

 A mesa - um lugar de discipulado. Na cortesia de passar um alimento, de repartir um alimento raro e de servir uma bebida o ensino pode acontecer, mas o momento é adequado a tratar de qualquer assunto que seja necessário. Vale a ressalva de que deve-se evitar tratar com frequência, de assuntos tensos, que podem "estragar" a refeição dos demais. 

 A mesa - um lugar de unidade. Seja uma mesa arredondada, ou retangular, aqueles que estão a sua volta podem dar as mãos e formar um círculo, onde todos estão no mesmo nível, comendo o mesmo alimento e com o mesmo objetivo.

 Na sua casa o momento da família em torna da mesa na hora das refeições é valorizado? Vocês preservam esta tradição? Esta é uma das marcas das famílias bem sucedidas, não abra mão desse tempo de qualidade fundamental para a saúde do relacionamento familiar.




Por Pr. Josué Gonçalves


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As influências negativas para família!

 Refletir sobre o novo milênio é pensar em mudanças, desafios e oportunidades nas múltiplas áreas da vida em família. Toda mudança tem seus aspectos negativos e positivos, que devem ser confrontados e analisados para que as oportunidades sejam percebidas nos desafios. Nunca é demais afirmar que o novo milênio, em todos os seus aspectos, é desafiador para a família, para a igreja e para a sociedade.

 A Família e as Mudanças que Afetaram os Nossos Valores

 A revolução social ocorrida mexeu com as regras morais e éticas mais básicas. Por isso o homem não se cansa de explorar novos caminhos em seu sistema de valores. Os valores que deveriam ser a base da ordem social foram alterados: importância pessoal, ego, compromisso a curto prazo e qualidade; ceticismo quanto ao futuro, em relação a outras pessoas e instituições, desconfiança das tradições etc. Como nunca, o materialismo está em alta, o "ter" assumiu o lugar do "ser". As pessoas são medidas e avaliadas pelo que se tem e não pelo o que se é.  

 O compromisso está em baixa. No processo de redefinir o que conta na vida, muitos decidiram que o compromisso não é um dos seus maiores interesses. O casamento, o mais tradicional compromisso a longo prazo, está  sendo  realinhado através do divórcio e de outras propostas de família.

 Vejamos alguns sinais da diminuição dos compromissos na vida: Aumento da taxa de divórcio; o crescente número de adultos solitários, sem amigos, em relação a décadas passadas. É cada vez menor o número de pessoas que desejam se integrar como membro formal de organizações como igrejas, sindicatos, associações etc. O percentual de adultos que consideram lutar pela pátria como um dever, sem levar em consideração a causa, tem diminuído significativamente. É cada vez maior o número de pessoas que marcam compromissos e não os cumprem. Muitos pais, hoje, estão bem menos inclinados a acreditar que é importante permanecer num casamento infeliz, por causa dos filhos, do que há 40 anos.

 A exaltação do indivi-dualismo: Na busca permanente de experiências variadas, o homem exalta a individualidade e, em lugar de se associar a grupos e filosofias preestabelecidos, ele anda em cima do muro, entre diferentes grupos, e muitos se recusam a afiliar-se com quem quer que seja. Sem dúvida, o individualismo continua alimentando o desejo de controlar e de ter novas experiências, eis o grande desafio para a família cristã, que é fundamentada nos princípios de comunhão, unidade, parceria e cooperação.

O Novo Milênio e o Formato das Novas Famílias

 Há uma grande diferença entre a família de hoje e a família tradicional de algumas décadas atrás. Pense em como era a família em um tempo em que não havia celular, microondas, TV  à cabo, vídeo cassete, cd player, DVD, internet, vídeo game etc., onde só o pai trabalhava e a mãe ficava cuidando da educação e desenvolvimento dos filhos. Sem dúvida, a modernidade, nos seus múltiplos aspectos, é o fator central da vida da família de hoje. Por um lado, representa as grandes conquistas e avanços nas áreas de saúde, ciência e tecnologia, e, por outro, resulta como rápido e constante processo de desumanização, onde o homem e, conseqüentemente, a família  perdem a cada dia sua identidade.

 No campo social, objetivamente, a família tem reduzido  sua condição de paradigma sociológico e referência moral. A modernidade conseguiu fragmentar e pulverizar os elementos constitutivos da família, tais como afetividade, lealdade, fidelidade, relações profundas, ambiente gerador e formador de valores morais,  éticos e religiosos. A família tem se deslocado do centro da sociedade. 

 Uma grande parte dos lares é de "famílias misturadas" - lares onde as crianças de dois ou mais casamentos estão ligadas como resultado de recasamentos. Precisamos também lembrar dos filhos que nascem fora do casamento. Há uma estatística que afirma que, hoje, uma entre 15 crianças nasce fora do casamento. Outro fator relevante é o crescimento assustador do número de casais "amasiados", pessoas que se unem informalmente e dão início a uma família, muitas vezes disfuncional. 

 A mulher de hoje  acredita que é direito seu ser mãe e, ao mesmo tempo, uma mulher de carreira, assim como ter um relacionamento de casal sem conflitos e tensões. Se o seu casamento apresenta tais pressões, a mulher se sente livre para terminar este relacionamento, e levar junto seu filho. O aumento, em número e freqüência, do divórcio e das mulheres que trabalham, tornou as creches, em muitos lugares, um negócio lucrativo. Hoje, o objetivo da maioria dos pais (homens e mulheres) é ter realização pessoal a todo custo, sem importar se estão ou não negociando princípios inegociáveis.  

 A revolução sexual e a postura dos pais em relação aos filhos. Na revista Época n./ 206, a jornalista Edna Dantas, fez uma matéria com o titulo: "Licença para fazer sexo na casa dos pais". Ela começa seu texto dizendo que: "uma jovem gaúcha C.K.,  ao fazer 18 anos, não ganhou um carro, como é costume entre as famílias de classe média alta. Seu pai, empresário, e sua mãe, cirurgião-dentista, preferiram dar-lhe algo mais útil -  uma cama de casal, acompanhada da autorização para dormir em casa com o namorado". O Ibope mostra que um em cada três adolescentes de classe média tem permissão para dormir com o(a) namorado(a). Segundo uma pesquisa, nos anos 70, a primeira relação sexual ocorria aos 20 anos de idade, hoje ocorre entre os 13 e os 16 anos.

 O que antes era abominável, pecaminoso, vergonhoso, impróprio, indecente e reprovável, até mesmo entre os que estavam fora do contexto evangélico, hoje é tido como moderno, legal, seguro e sinal de maturidade etc. O pior disso tudo é que muitos filhos e pais, mesmo dentro da igreja evangélica, estão pensando do mesmo modo. Esses em vez de ser "sal da terra" e "luz do mundo"(Mt 5), estão sendo "terra da terra" e "mundo do mundo". Esse é o grande desafio para família cristã no novo milênio: educar os filhos na disciplina e admoestação do Senhor (Ef. 6:4) preservando-os moralmente, em meio a toda essa pressão da sociedade descomprometida com princípios, onde os valores estão deturpados.

 A verdade é que a família hoje se comporta de maneira diferente de como se comportava no passado. Pais e filhos passam menos tempo juntos. É mais provável que façam as refeições fora de casa. As férias são mais curtas e, geralmente, não inclui todos os membros da família. Em geral, o entretenimento proporcionado pela modernidade tecnológica ocupa toda a família durante o tempo em que estão em casa. O pai assiste ao jornal, a mãe acompanha a novela, o filho joga vídeo game, a filha navega na internet e o mais novinho assiste seu desenho preferido. É hora de dormir, e ninguém praticou o diálogo, a comunicação, a comunhão - ficaram entretidos, o tempo foi roubado e a família ficou um pouco mais empobrecida. Esse é o processo de esvaziamento da relação de família, que quase sempre desemboca na falência do relacionamento.

 O fracasso de muitas famílias, em função deste esvaziamento, onde os valores básicos foram perdidos, proporcionou o crescimento do alcoolismo, do abuso de drogas, do abuso físico, do suicídio, da depressão e da promiscuidade sexual etc.




Por Pr. Josué Gonçalves


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O caminho de Deus para lares felizes!


 Temos ouvido nesses últimos anos, uma frase que parece que a cada dia que passa, tem mais simpatizantes, ei-la: "A família é uma instituição falida". Este é o conceito de família para a maioria das pessoas do mundo moderno, e de fato, esta instituição formada por Deus, apresenta assustadoras estatísticas de sua desintegração. Ouvi em uma palestra recentemente ministrada, que 42% das crianças das entidades da FEBEM, são provenientes de igrejas e famílias evangélicas. Parece-me que estes dados revelam que alguma coisa esta muito errada em nossas famílias e igrejas.

 Eis alguns dos sintomas de degeneração familiar que se nos apresentam nesses dias: crises, desencantos e desilusões nos casamentos; desquites e divórcios; crianças abandonadas; filhos irreverentes e indiferentes aos pais; brigas constantes entre os casais; etc.

 Como inverter este triste quadro e transformar meu lar em um exemplo mais vívido dos propósitos e objetivos de Deus?

 A família para sua estabilidade necessita urgentemente de um motivo espiritual. Não será com o conforto dos lares modernos que iremos construir lares felizes. A família é um projeto divino, nasceu no coração e na mente de Deus, não é um acidente histórico ou uma necessidade social, ou ainda, um sistema para funcionar - A FAMÍLIA É IDEIA DE DEUS.

 A ESPIRITUALIZAÇÃO DA FAMÍLIA

 O culto doméstico é um excelente caminho se queremos fazer  da nossa família uma extensão da igreja, ou vice-versa. Esta prática no lar é o cimento armado, o alicerce seguro que não pode ser olvidado, se de fato queremos uma casa edificada solidamente.

 Infelizmente, precisamos reconhecer, que a estrutura da família moderna se transformou radicalmente nesta última metade do século; a vida extremamente agitada; corremos para o trabalho, para a escola, faculdade e tantos outros compromissos seculares e eclesiásticos que têm contribuído para o afastamento dos membros da família ente si. Em alguns casos a situação tem se agravado, de tal maneira que o lar não passa de um HOTEL, onde os membros se encontram apenas para comer e dormir, ou um POSTO DE GASOLINA, onde só vão para abastecer, ou ainda, um CAMPO DE BATALHA, onde só se encontram para brigar.

 Queridos irmãos, precisamos nos esforçar para reestruturar nosso tempo, nossos compromissos e nossos horários para podermos, ao menos uma vez por semana, termos nossos tempo para a leitura da Bíblia com a família, a oração com os filhos e por eles, e entoar cânticos de louvor com os nossos pais e irmãos. Tudo isso constitui em privilégio e bênção que não podemos esquecer e que espiritualiza a família, criando uma base sólida para a não degeneração.

A RESPONSABILIDADE DA LIDERANÇA ESPIRITUAL NO LAR

 Pode nesta altura surgir a seguinte pergunta: Quem na família deve ser o responsável pelo culto familiar?

 Em primeiro lugar tal responsabilidade pesa sobre os pais (Efésios 6:4; Deuteronômio 6:6-7). Quando tal não é possível, então esta missão fica com as mães (II Timóteo 1:5). E se nenhum destes dois não puderem, tal ministério passa a ser dos filhos (Lucas 8:39).


A IMPORTANTE RELAÇÃO FAMÍLIA - IGREJA

  Os antigos Puritanos costumavam dizer: "Uma família cristã... é uma igreja... uma sociedade de cristãos combinando-se para melhor adoração e o melhor serviço a Deus."

 Os Puritanos sabiam que a igreja nunca poderia substituir a vida religiosa em família. De fato, a saúde espiritual da igreja depende do que acontece dentro do lar. Richard Greenham declarou que "se queremos que a igreja de Deus continue em nós, devemos trazê-la a nossa casa e nutri-la em nossas famílias". William Catwright insistia em afirmar que "AS CASAS SÃO BERÇÁRIOS DA IGREJA".

 Não podemos levar uma vida incoerente nessa relação FAMÍLIA- IGREJA. Seremos na igreja aquilo que somos em nosso lar. Precisamos ligar menos a televisão e abrir mais a Palavra de Deus. A família precisa estar debaixo da cobertura da oração e da intimidade com Deus. A grande diferença entre um lar seguro e estável e um lar desmoronando não está na ausência de lutas, mas sim, no terreno onde suas raízes foram fincadas.

 Nossas casas não precisam de quadros evangélicos pendurados nas paredes, Bíblias abertas, ou de dizeres bonitos nas portas.Nossas casas precisam de Jesus, pois somente Ele pode estruturar a nossa família, somente o Arquiteto da família pode edificar nosso lar.

 A família não é uma instituição falida, e nunca será, enquanto for Cristo quem a edifica. Sem Ele tudo o mais será em vão e se você tomar qualquer outro caminho, poderá ser que esta frase ganhe mais um simpatizante.

 Vamos começar a realizar o culto doméstico em nossos lares?

"SE O SENHOR NÃO EDIFICAR A CASA, EM VÃO TRABALHAM OS QUE A EDIFICAM" Salmo 127:1.



Por Pr. Josué Gonçalves


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Você sabe o que significa família em inglês?

 Existem pequenas historias que nos ensinam grandes, hoje eu recebi um e-mail com essa linda história, leia até o fim e veja como precisamos aprender muito sobre relacionamento familiar.

 Tropecei em um estranho que passava e lhe pedi perdão.

Ele respondeu:

“Desculpe-me, por favor, também não a vi.” Fomos muito educados, seguimos nosso caminhos e nos despedimos.

 Mais tarde, eu estava cozinhando e meu filho estava muito perto de mim.

 Ao me virar quase esbarro nele. Imediatamente gritei com ele; ele se retirou sentido, sem que eu notasse quão dura que lhe falei. Ao me deitar Deus me disse suavemente: “Você tratou a um estranho de forma cortês, mas destratou o filho que você ama… Vá a cozinha e irá encontrar umas flores no chão, perto da porta. São as flores que ele cortou e te trouxe: rosa, amarela e azul… Estava calado para te entregar a surpresa e você não viu as lágrimas que chegaram aos seus olhos…”

 Me senti miserável e comecei a chorar. Suavemente me aproximei de sua cama e lhe disse:

- Acorde querido! Acorde! Estas são as flores que você cortou para mim?

Ele sorriu e disse:

- Eu as encontrei junto de uma árvore, e as cortei, porque são bonitas como você, em especial a azul.

- Filho, sinto muito pelo que disse hoje, não devia gritar com você.

Ele respondeu:

- Está bem mamãe, te amo de todas as formas.

- Eu também te amo e adorei as flores, especialmente a azul….


“Entenda que se você morrer amanhã, em questão de dias a empresa onde você trabalha cobrirá seu lugar. Porém, a família que deixamos sentirá a perda pelo resto da vida.”

 Pense neles, porque geralmente nos entregamos mais ao trabalho que a nossa Família. Será que não é uma inversão pouco inteligente? Então, que há detrás desta história?

Você sabe o que significa de Família em inglês?

F A M I L Y:

“Father And Mother I Love You” (Papai e Mamãe, eu os amo)



Por Pr. Josué Gonçalves


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Educando filhos a partir do útero!

Eles começaram o processo de educação e disciplina depois que as crianças nasceram, começaram tarde.

"É verdade que o processo de educação dos filhos começa 20 anos antes do nascimento deles?"

  Quando educamos filhos, estamos esculpindo os nossos netos. Filhos bem treinados, netos abençoados. "Grandemente se alegrará o pai do justo, e quem gera um sábio nele se alegrará". Educar filhos pensando na próxima geração, nos ajuda a exercer essa tarefa com mais diligência. As marcas que você deixar nos seus filhos, serão transferidas para os netos, bisnetos, enfim para a geração futura. Você sabia que à semelhança de José, você pode ser o redentor(a) da sua família.

 As falhas de caráter que encontramos na família de Abraão até Jacó, não encontramos em José e sua família. Isso significa que, a partir de você, toda a história de sua família pode ser mudada. Qual é o legado que você quer deixar para sua posteridade? Tenha isso sempre em mente, educar bem os filhos, é "esculpir os netos".

 Vamos pensar um pouco sobre a "educação intrauterina". Muitos pais erraram por não saber que se começa bem à educação de um filho, quando se começa a partir da gravidez. Precisamos de algumas informações sobre o processo de gestação, que pode nos orientar, facilitando esta difícil tarefa de criar filhos com inteligência. A revista Super-Interessante n 130, do mês de Julho/2007 trouxe um artigo sobre Escola Dentro do Útero que é muito esclarecedor.

* Aos seis meses de gestação

 "Quando o bebê chega aos seis meses de gestação, tem boa parte dos sentidos de um adulto. O sistema auditivo está completo, ele já percebe diferenças de claridade, tem tato no corpo inteiro, além de paladar e olfato. Por isso, alguns acontecimentos traumáticos nessa fase podem ficar em sua memória inconsciente. 'No final da gestação, o feto é mais esperto do que o recém-nascido' diz a  Dra.Vera Iaconeli. É que, boiando no líquido amniótico, ele consegue se mover com mais facilidade do que depois de nascer, quando seus membros lhe parecem pesados demais."

* Prazer e aversão

"Nessa fase, o bebê suga, chupa o dedo, mexe as pálpebras, soluça, brinca com o cordão umbilical", enumera Maria Valeriana, da Unicamp. "Às vezes, ele também chora." Os modernos aparelhos de ultrassom descobriram que, além de tudo isso, ele começa a sorrir quando algo o agrada e demonstra claramente quando sente aversão. Se a mãe come um quitute diferente, com um toque muito amargo, o líquido amniótico fica amargo também e a fisionomia do feto deixa claro que ele não gostou nada da receita exótica.

 O ultrassom também revelou, pelo movimento ocular, que o feto sonha. 'Ele passa 16 horas por dia dormindo e sonha durante 65% desse tempo', diz o neurologista Rubens Reimão, especialista em distúrbios do sono. Não se sabe bem com o que ele sonha. Provavelmente, repassa o que passou durante as breves vigílias. 'O final da gestação é a época em que se estabelece a maior quantidade de sinapses, as transmissões entre um neurônio e outro', prossegue Reimão. 'E, para que elas se formem, é preciso estímulo. O sonho é um momento de atividade intensa do cérebro, que favorece a criação das sinapses. É uma etapa fundamental para a inteligência - quanto mais estímulos, melhor.

* Ensino Acelerado

 Quer dizer então que o feto cursa uma espécie de pré-escola na barriga da mãe? Em termos, sim. 'Já foi mostrado que o recém-nascido prefere e se acalma com músicas que ouviu durante a gestação', diz Berenstein. 'Acredito que a sensibilidade musical possa começar a se formar dentro do útero'.

 Há histórias impressionantes, como a do maestro canadense Boris Brott, que, quando criança estranhava a facilidade com que aprendia trechos de algumas obras. Comentou isso com a mãe, que era violoncelista, e ela lhe disse que esses trechos eram exatamente aqueles que ela tocava enquanto estava grávida e não voltou a executar depois. Também é possível que a habilidade linguística comece a ser adquirida na fase final da gestação. As mães que conversam com o feto estariam habituando-o ao ritmo e à musicalidade da língua. 'Há relatos de crianças que passaram a gravidez em um país estrangeiro, onde a mãe falava outro idioma, e depois tinham dificuldade em aprender a língua pátria', conta Maria Valeriana.

 Ainda não se sabe o quanto se pode aprender no útero. Mas não há dúvida de que, ao sair da sua salinha escura depois de nove meses, você já nasceu sabendo ser o que é. Ao menos um pouco.

 Aos seis meses quase todos os sentidos funcionam nos últimos meses de gravidez, o bebê já percebe muito do que acontece ao seu redor. Alguns pesquisadores acham que ele até começa apreciar música e a se acostumar com a linguagem.

 Com base nessas informações, podemos compreender quais são as consequências sobre o bebe quando a gravidez não foi desenvolvida em um ambiente saudável, nutridor, abençoador. Sempre que dou palestras às mulheres grávidas, procuro mostrar a importância de elas durante todo o período de gestação, com o apoio dos maridos, criar uma atmosfera propícia dentro da relação de casal e de família, pensando na saúde emocional do bebe.

 Você já parou para pensar como um pai pode abençoar seu filho(a) ainda no útero da mãe, recitando textos da Bíblia como o Salmo 23.1: "O Senhor é o 'nosso pastor' e nada 'nos' faltará" e também dizendo palavras carinhosas como "você é especial para Deus e para o papai e a mamãe" enquanto acaricia a barriga dela afetuosamente?

 O contrário também é verdadeiro. Muitos pais não tem noção do quanto prejudicaram o filho, quando na gravidez disseram  palavras que geraram uma psicologia de destruição da auto-imagem e estima da mãe e da criança. Por causa disso, muitas crianças nascem com complexos, traumas e tantos outros sentimentos negativos gerados intra-uterinamente. Quando os pais sabem abençoar nutrindo as emoções dos filhos a partir da gestação, eles facilitam o processo de educação quando os mesmos saem da escola chamada "útero materno".

"Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele".

 · Como era o ambiente no seu lar durante os meses de gravidez da esposa?

· Se a sua esposa está grávida, como é o ambiente do seu lar?

· Durante toda a gravidez vocês tinham conhecimento de que o filho e a mãe devem ser tratados com carinho e muito amor durante todo o processo de gestação?

· Você já conversou com os seus pais para saber como eles se relacionavam quando você estava sendo gerado no útero da mãe?

· Durante a gravidez da sua esposa, era comum você colocar as mãos na sua barriga e abençoar o filho que estava sendo gerado?



Por Pr. Josué Gonçalves


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Quais as qualificações de um bom marido?

 Quando uma mulher Cristã está procurando por um marido, a qualidade principal que ele deve ter é a de ser um homem “segundo o coração de Deus” (Atos 13:22). O relacionamento mais importante que qualquer um de nós pode ter é um relacionamento pessoal com o Senhor Jesus Cristo. Esse relacionamento deve ser uma prioridade antes de qualquer outro relacionamento. Se o nosso relacionamento vertical com o Senhor se baseia em Sua graça diária, então nossos relacionamentos horizontais vão refletir essa realidade. Portanto, um possível “candidato” deve ser um homem que tem seu foco em andar em obediência à Palavra de Deus e quer viver uma vida que glorifica a Deus (1 Coríntios 10:31).

 Quais são algumas qualidades que ele deve ter?
 O apóstolo Paulo nos dá em 1 Timóteo 3 uma ótima lista de qualidades que devemos procurar em um marido. Nessa passagem podemos achar as qualificações de um presbítero / pastor / bispo / diácono na igreja local. No entanto, essas qualidades devem fazer parte de qualquer homem que vive segundo o coração de Deus. Em resumo, as qualidades são as seguintes: esse homem deve ter um comportamento paciente e controlado, não deve ser soberbo e sim cheio de atitude mental sóbria, capaz de controlar suas emoções, demonstrar bondade a outras pessoas, apto para ensinar pacientemente, não dado a muito vinho ou uso descontrolado dos dons de Deus, não inclinado à violência, não focalizado demais nos detalhes dessa vida mas sim em Deus, não ser ofendido facilmente, um homem que mostra gratidão pelo que Deus tem providenciado, ao invés de invejoso dos dons que outras pessoas têm recebido.

 Em outras palavras, o que temos aqui é uma descrição de um homem que está completamente engajado em se tornar um Cristão maduro. Esse é o tipo de homem que uma mulher deve considerar como um provável marido. Sim, atração física, interesses semelhantes, pontos fortes e fracos que se complementam, desejo de ter filhos, etc., são coisas que devem ser consideradas. Essas coisas, no entanto, não são tão importantes quando as qualidades espirituais que uma mulher deve procurar em um homem. Um homem que você pode confiar, respeitar e seguir na sua caminhada com Deus é de muito mais valor do que um homem com boa aparência, fama, poder e dinheiro.

 Finalmente, quando “procurando” por um marido, devemos ter uma mentalidade submissa à vontade de Deus para as nossas vidas. Devemos confiar no que Deus providencia para nós, pois Ele vai trazer a nossas vidas oportunidades e testes. Nem todas as coisas que aparentam ser oportunidades são boas, e nem todos os testes são ruins. O importante é escolher e descansar na graça de Deus em qualquer situação que estejamos enfrentando. Toda mulher quer encontrar seu ”príncipe encantado”, mas a realidade é que ela provavelmente vai se casar com um homem com o mesmo número de falhas que ela mesma possui.

 Então, pela graça de Deus, eles vão passar o resto de suas vidas juntos aprendendo a como ser um bom companheiro e servo um ao outro. Devemos entrar no segundo relacionamento mais importante de nossas vidas – casamento – não sob uma nuvem emocional, mas com os olhos bem abertos.

 Nosso relacionamento mais importante, o que temos com o nosso Senhor e Salvador, tem que ser o foco de nossas vidas!





Por Pr. Josué Gonçalves


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Se o amanhã não vier...


"Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você dormir, 

Eu aconchegaria você mais apertado e rogaria ao Senhor que protegesse você.

Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você sair pela porta,

Eu abraçaria, beijaria você e a chamaria de volta 

Para abraçá-la e beijá-la uma vez mais. 

Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu ouviria a sua voz em oração,

Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua,

Para que eu pudesse vê-la e ouvi-la de novo, dia após dia. 

Se eu soubesse que essa seria a última vez,

Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: 

EU TE AMO, ao invés de assumir que você já sabe disso.

Se eu soubesse que essa seria a última vez, 

Eu estaria ao seu lado, compartilhando do seu dia, ao invés de pensar: 

'Bem, tenho certeza de que outras oportunidades virão. Então eu posso deixar passar esse dia.'  

É claro que haverá um amanhã para se fazer uma revisão. 

E nós teríamos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta. 

É claro que haverá outro dia para dizermos um para o outro:'EU TE AMO', e certamente haverá uma nova chance de dizermos um  para o outro: 'Posso te ajudar em alguma coisa?'  Mas, no caso de eu estar errado, e hoje ser o último dia que temos juntos, eu gostaria de dizer-lhe O QUANTO EU  AMO VOCÊ!"

Espero que nunca nos esqueçamos disso!

 O dia de amanhã não está prometido a ninguém, seja ele jovem ou velho. E hoje pode ser sua última chance de segurar bem apertado a mão da pessoa que você ama.  Se você está esperando pelo amanhã, por que não fazer hoje? Porque se o amanhã não vier, você, com certeza, se arrependerá pelo resto de sua vida de não ter aproveitado aquele tempo especial com um sorriso, um abraço ou um beijo. Tudo porque você estava 'muito ocupado' para dar àquela pessoa o que acabou sendo o último desejo que ela queria. 

 Então, abrace o seu amado, a sua amada, o seu filho, a sua filha HOJE. E dê esse abraço bem apertado.  Sussurre no seu ouvido, dizendo o quanto você o(a) ama e o quanto o(a) quer junto de você. 

Gaste um tempo para dizer: 'Desculpe-me'; 'Por favor'; 'Me perdoe'; 'Obrigado'; ou ainda, 'Não foi nada'; 'Está tudo bem'.  Isso porque, se o amanhã jamais chegar, você não terá que se arrepender pelo dia de hoje. Pois o passado não volta e o futuro talvez não chegue. 

 Papai, mamãe, marido e esposa: parem agora por alguns minutos e reflitam sobre essa mensagem. E pratiquem-na!

 Lembrem-se, amor em família é uma arte, um malabarismo, por vezes um heroísmo: essencial como o ar que respiramos.




Por Pr. Josué Gonçalves


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Como realizar nossos papéis individuais como homens e mulheres para fortalecer a família?

 Você acredita que pai, mãe, marido e mulher têm responsabilidades distintas para que a família seja feliz? Quais você considera importante?

 É cada vez maior o número de pessoas que consideram o relacionamento tradicional em família como um fardo e cultuam uma vida totalmente independente, desprendida de relacionamentos sérios e que se baseia em prazeres momentâneos. O problema maior é que isso não acontece somente com pessoas solteiras, mas também em muitos casamentos, em que um ou ambos os cônjuges priorizam seus próprios interesses, ignoram a lealdade entre casal e, apesar dos votos matrimoniais e da promessa de uma vida em família, têm interesses egoístas e só se preocupam com os objetivos individuais.

Casamento: desafio e bênção

 Não há como prever como será o casamento antes de embarcar nesse compromisso. Homem e mulher são muito diferentes, não só na essência do feminino e masculino, mas também como indivíduos. Escutei recentemente uma filha de consideração dizer que seu namorado era perfeito. Falei que um dia ela perceberia que apesar de ele ser muito bom, certamente não era perfeito. É comum pensarmos assim sobre a pessoa por quem estamos apaixonados, até que a paixão passa e começamos a enxergá-la com mais clareza e algumas vezes nos decepcionamos. Em outras, no entanto, a paixão dá lugar ao amor e passamos para o passo seguinte: aprender como viver com os defeitos dessa pessoa.

 A questão é que aprender a lidar com outra pessoa, principalmente quando temos que dividir a vida com ela, é desafiador mesmo que haja amor. E no mundo de hoje, há uma grande campanha a favor dos prazeres, das diversões, e contra o que chamam de "aprisionamento", que para eles é o que proporciona uma vida em família. Um dia essas pessoas perceberão que as diversões, as festas, os prazeres momentâneos ficarão para trás e o que sobrará para elas?

 O casamento é uma grande bênção, mas deve ser sempre tratado com zelo, esmero como se fosse um tesouro, porque realmente é exatamente isso.

Papéis individuais

 Cada família tem um padrão individual para conduzir sua família, mas é importante salientar que existem alguns pontos comuns e atitudes individuais de marido e mulher, pai e mãe, que têm mais probabilidade de fortalecer o lar, tais como:

* Como os pais devem presidir o lar

 Muitas pessoas ouvem o termo "presidir" e o associam com mandar, mostrar autoritarismo. A verdade é que ela combina mais com o sentido de conduzir, proteger. Pense em um país sem um líder, um presidente. Seria uma bagunça. E a função do presidente, embora nem sempre é o que ocorre, é tornar melhor a vida do povo, proporcionar-lhe o que precisa para progredir e ser feliz. O pai e a mãe devem trabalhar juntos para proporcionar aos filhos essas necessidades e procurar os melhores meios de melhorar a cada dia também como casal.

* Como o pai deve prover as necessidades físicas da família

 Apesar de muitas mulheres estarem correndo atrás da igualdade de direitos e buscarem a independência com seu próprio trabalho, a responsabilidade maior para o sustento material do lar deve ser do marido, para que as mães possam ficar mais tempo com os filhos.

 Para que as mulheres e os homens possam desenvolver cada um o seu papel individual dentro dos laços familiares, nada pode ser mais garantido do que fundamentar suas vidas nos ensinamentos de Jesus Cristo.

 E tenham consciência de que "todos precisamos uns dos outros. Os filhos de Deus precisam das filhas de Deus, e as filhas de Deus precisam dos filhos de Deus. Temos dons e pontos fortes diferentes. O capítulo 12 de I Coríntios salienta a necessidade que os filhos e as filhas de Deus têm uns dos outros para cumprir seu papel individual e suas responsabilidades de acordo com o plano do Senhor com o qual todos podemos nos beneficiar" Carole M. Stephens.





Por Pr. Josué Gonçalves


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Casamento: como mantê-lo nos tempos difíceis?

Estamos vivendo numa época em que muitos casais lutam para manter seus empregos, suas casas, e seus casamentos. Esses são os momentos em que temos de agarrar-nos um ao outro com uma força grandiosa. Os tempos difíceis passarão, as coisas irão melhorar. Tudo o que temos a fazer é nos manter firmes e seguir em frente juntos.
Muitos anos atrás, compramos uma pequena placa de madeira que achávamos muito engraçada.
Nós ainda a temos, e ela tomou um novo significado várias vezes ao longo da nossa vida juntos. Ela serve como um lembrete bem-humorado de que atravessamos algumas tempestades muito difíceis, e que faremos o melhor para continuarmos assim.
Haverá momentos difíceis na vida de cada casal. Estes tempos podem aproximá-los ou partir seus corações. Se determinarem a si próprios que estão comprometidos um com o outro e com seu casamento, não importam os acontecimentos, não haverá evento difícil algum que o destruirá. A única verdadeira tragédia é um casamento perdido e uma família desfeita.

Aqui estão algumas sugestões para ajudar a passar por tempos difíceis.

Aceite ser confortado, mesmo se você não quiser
Às vezes, quando uma profunda tristeza ou um momento difícil entram em um casamento, um ou outro cônjuge pode colocar uma barreira que destrói a proximidade que desenvolveram. Estresse e tristeza fazem coisas estranhas. Quando você mais precisa de braços amorosos ao seu redor, você pode acabar rejeitando o esforço de seu companheiro em confortar-lhe, e não ser capaz sequer de explicar por que o está rejeitando. Pode ser muito frustrante para a pessoa que está tentando dar esse conforto.

Aceitar abraços e carinho físico
Mesmo que sinta não querer nenhum contato, aceite. O próprio ato de se abrir para um abraço amoroso pode quebrar a barreira e começar a curar um coração partido. Aninhe o outro em seus braços e permita que seu companheiro chore. Se um de vocês não chorar, não critique o que chora, basta manter o abraço, e nunca se acusem mutuamente de indiferença. Abraçar é saudável e traz a cura. É como se a energia do seu companheiro infundisse-lhe forças para continuar, mesmo quando se está em profundo sofrimento.

Cuidem-se
Um notório professor nos contou a história de sua chegada em casa um dia sentindo-se profundamente triste e magoado com o que havia acontecido no trabalho. Ao sentar-se na beira da cama sua esposa lhe perguntou se ele estava bem. Ele sentiu-se incapaz de responder e só conseguia ficar ali sentado e chorar. Sua esposa sentou-se a seu lado segurou-o nos braços, sem dizer uma palavra. Isso foi a melhor coisa que ela poderia ter feito por ele naquele momento. Ele contou: "Eu precisava daquele carinho silencioso." Fortalecer um ao outro com abraços de amor e palavras de esperança abençoa seu casamento e sua família.Lembre-se, as coisas vão melhorar.
Abandonar o seu companheiro quando a vida fica difícil é como jogar fora um diamante valioso antes que tenha sido lapidado para alcançar o seu maior brilho. Segurem-se um ao outro através das estações tempestuosas da vida: Quando o céu clarear, vocês terão uma relação mais radiante e bonita do que jamais imaginaram ser possível - uma relação que nunca poderia ter tido toda a profundidade e beleza sem essa luta. É bom lembrar que "o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã." (Salmos 30:5)



 Por Pr. Josué Gonçalves



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Princípios básicos de economia doméstica


 Prática de princípios certos leva ao sucesso financeiro. Vejamos quais são os princípios que o administrador precisa ter em mente para atingir uma competente educação financeira pessoal.

Planejamento:

Alvos
Metas
Missão

Qualidades de um bom administrador:

Visão
Autodisciplina
Determinação
Coragem
Generosidade

1. Planejamento 

 No dicionário da língua portuguesa Michaelis, temos Planejamento: como projetar, trançar, tencionar, elaborar um o plano. Um planejamento financeiro pessoal bem elaborado tende a fornecer resultados que venham a concretizar a aquisição de patrimônio capaz de trazer segurança para a família, além da conquista de objetivos (educação dos filhos, manutenção de um padrão de vida, viagens, veículos. Imóveis, etc.) A educação financeira ainda é um terreno pouco ou inteiramente desconhecido para a maioria das pessoas. Usar a razão e não a emoção é o primeiro passo numa longa viagem, que traz suas variáveis dia a dia, porem a maior importância é inequivocamente se propor a fazer o planejamento.

 No âmbito Familiar, há a tendência de encarar o planejador como aquele que impõe o desagradável corte de gastos, e é um desafio para este fazer com que o sintam como parceiro para superar descontroles pontuais e juntos atingirem as metas propostas de realização financeira.

 O planejamento envolve sua renda, investimentos, despesas, patrimônio, suas dívidas e tudo o que venha a contribuir para o sucesso ou o fracasso do orçamento familiar. Algumas pessoas se limitam somente a "gastar menos do que ganham", mas é necessário ter uma visão ampla dos objetivos, sem os quase o barco financeiro pode vir a ficar sem rumo, quando não encalhar nalguma situação imprevista, ou, no pior caso, naufragar. A visão nítida dos alvos tem por objetivo também identificar as oportunidades e principalmente as dificuldades de cada item, definindo antecipadamente as estratégias para enfrentar cada situação, transformando o gerenciador em realizador e não apenas um sonhador.


(1) Conceitos errados 

1.1-Aguardar momentos de crise para começar um planejamento Financeiro Pessoal;

1.2-Confundir planejamento com investimento;

1.3-Não fazer revisões e reavaliações periódicas no planejamento;

1.4-Achar que Planejamento Financeiro Pessoal é somente para quem tem muito dinheiro;

1.5-Aguardar a idade avançada para começar a pensar nisso.

Lembre-se: Planejamento Financeiro Pessoal é um plano de ação que deve nortear a vida daquele que administra.

(2) Sete razões porque o planejamento é fundamental

2.1- Quem pensa de forma antecipada, pensa melhor;

2.2- Quem planeja, sempre sabe aonde quer chegar, tem objetivos claros e bem definidos na sua administração;

2.3- Planejamento tem a ver com organização. Uma pessoa desorganizada, dificilmente alcançará sucesso financeiro na vida;

2.4- O Planejamento torna o seu tempo mais produtivo; se faz mais em menos tempo;

2.5- Planejar é administrar com base na excelência;

2.6- Planejamento e crescimento são duas coisas que andam juntas.;

2.7- A ordem com qual a Deus criou tudo demonstra um planejamento estratégico. Leia Genesis capitulo 1 e 2.

(3) Orçamento 

 O Planejamento se inicia através do orçamento familiar, que não se restringe a anotar as despesas realizadas, e sim, a classificá-las, identificando as propriedades, montando o planejamento e finalmente controlando o fluxo de caixa.

 Inicie identificando de onde vem todos os recursos ("dinheiro") e quais são os seus valores, em seguida, identifique para onde está indo sei dinheiro.

3.1- Despesas fixas: energia elétrica, gás, água, telefone, aluguel, condomínio, transporte escolar, educação escolar, seguro saúde, alimentação, combustíveis, previdência privada e outra;

3.2-Despesas eventuais: remédios, lazer, cabeleireiro, prestações, impostos, assistência médica, taxas, aniversários, cheques pré-datados, dívida, cartões de créditos e outras;

3.3- Despesas sazonais: Matriculas e uniformes (volta as aulas),cursos de aperfeiçoamento profissional,licenciamento de veículos,seguros,datas especiais(Dia dos Pais, das Mães, da Criança, Natal, páscoa, etc.), manutenção de veículos, viagens em feriado, férias da Família e outras.

 O próximo passo é distribuir esses valores, tanto as entradas como as saídas de dinheiro, durante todos os meses do ano. Prossiga com o balanceamento, que é: entradas e saídas. O resultado pode ser positivo (vai sobrar dinheiro) ou negativo (faltar). De qualquer forma é necessário fazer os ajustes, identificando os gastos que podem ser eliminados ou reduzidos. O grande segredo do planejamento é a adequação das duas despesas com as suas receitas através da sua realidade da vida.

 Não adianta ser apenas otimista, pois é a absolutamente necessário ser realista. Não há como gastar mais do que você ganha, pois o resultado será um só: dívidas, venda de bens, processos, nome "sujo", inimizades, desavenças, sacrifício familiar e por ai vai.

 Planeje as suas despesas de acordo com a sua receita, não se esquecendo de deixar sempre uma margem para despesas eventuais não previstas, porém importantes.

 Havendo resultado positivo no seu planejamento, é hora de pensar em investimentos.Estes podem ser em curto prazo, tais como viagens, férias, compra de veículos, pintura ou reforma de residência, troca de móveis, pequenas aquisições e outros; e também faça investimentos de longo prazo, como aquisições de propriedades, ações, participações em empresas etc. 

 Para planejar e revisar periodicamente seu planejamento financeiro tenha sempre em mente três pontos básicos:

Alvos- O que e aonde se quer chegar financeiramente

Metas- como chegar, alcançar e manter os alvos.

Missão- Como realizar aquilo que foi planejado.





Por Pr. Josué Gonçalves



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Quando o relacionamento familiar fica prejudicado!


 Família é a convivência de aparentados por laços consangüíneos que vivem em espaço comum e interagem no relacionamento. A família deixou de ser a célula máter da sociedade e, segundo o Artigo 266º da nossa Constituição, é a base da sociedade, tendo especial proteção do Estado, o que soa como um contra-senso visto que a sociedade, com a parcimônia do estado, desvaloriza e ridiculariza a família a partir da banalização do casamento, da facilitação do divórcio e da pornograficalização da sexualidade.

 A Palavra de Deus já preceituava tal catástrofe e podemos deferir do Texto Sagrado, capítulos 29 à 31 e 37 de Gênesis, ensinamentos sobre diversas situações que prejudicam o relacionamentos familiar, o que veremos a seguir.

 Com base no Texto, diríamos que o relacionamento familiar fica prejudicado...

1. Quando o casamento começa errado - Gênesis 29.18.


 De acordo com o costume da época, a filha mais velha deveria casar primeiro, vs. 26, o que não foi observado por Jacó e aproveitado por Labão em sagacidade.

 Algumas motivações erradas para o casamento são:

a) Paixão;

b) Sexo pré-conjugal;

c) Gravidez;

d) Desejo de maioridade;

e) Libertação do jugo dos pais

f) Situação econômica.

 A motivação correta para o casamento é a vontade soberana de Deus para nossas vidas. Devemos estar resignados ao Senhor se esperamos felicidade no matrimônio.

 O casamento que resiste aos embates é aquele efetivado por Deus em seu propósito santo e soberano, e aceito por nós em obediência e resignação ao Senhor, Marcos 10.9.

2. Quando há disputas familiares - Gênesis 29.34 e 30.1.

 Tais disputas são motivadas pela ansiedade egocêntrica de possessão e de domínio. Atualmente muitos casais vivem esta dificuldade devido a questões salariais ou quando se matem o divisionismo possessivo fomentado pela síndrome do ter. Quando a propriedade de bens ou a ganância econômica é mais importante do que o relacionamento conjugal não se constrói convivência em mutualidade.

 A solução para as disputas familiares é a busca da unidade espiritual e a prática do altruísmo, do doar-se um ao outro, promovendo-se partilha de vida, alegria produtiva e espiritualidade. Quando nos entregamos de forma amorável ao nosso cônjuge, os bens seguem a reboque.

3. Quando um dos cônjuges se permite ao adultério - Gênesis 30.3-13.

 Jacó não só aceitou a proposta absurda da esposa, de fazer sexo com a serva para gerar filhos, como tornou-se reincidente no erro. Adultério é pecado. É comparado a feitiçaria na Bíblia e não pode ser admitido entre servos de Deus. O adultério banalizou-se na vida de Jacó trazendo grandes problemas, mágoas incuráveis e marcas profundas para os seus, da mesma forma que amaldiçoa famílias hoje.

 A solução para o adultério é muita conversa, inclusive sobre os anseios sexuais de cada um, associada a uma relação sexual mais equilibrada e satisfatória possível, concomitante ao perdão incondicional dispensado àquele quebrou a trato da fidelidade conjugal. Vale ressaltar que prazer sexual no casamento não é pecado, basta lermos Cantares de Salomão.

4. Quando se pratica a prostituição conjugal - Gênesis 30.14-16.

 Raquel propõe a Léia comprar uma noite de sexo com Jacó em troca das mandrágoras colhidas por Rúben. Léia aceitou a proposta absurda e comprou a noitada com o maridão. O mais estarrecedor é que Jacó aceitou parcimoniosamente a situação, compactuando com aquele deplorável ato de prostituição conjugal.

 Se queremos evitar esta maldição que muitas vezes se banaliza entre casais, inclusive cristãos, devemos ter em mente que na relação conjugal, principalmente no trato sexual, não se troca, vende ou compra nada. Se dá, se entrega incondicionalmente na busca da realização do outro. Se precisamos comprar o amor, o carinho, o afeto e o sexo do nosso próprio cônjuge, o divórcio talvez seja um mau menor.

5. Quando há deslealdade e mentira quanto aos recursos financeiros - Gên. 30.37-43 e 31.20-21.

 Jacó demonstrou sagacidade no trato financeiro de sua família e permitiu-se ao enriquecimento ilícito. Roubou e sonegou ao próprio sogro, consequentemente, logrou de suas esposas e seus filhos e sendo desleal à sua própria consciência, o que é pior.

 Os benefícios materiais e sociais advindos do enriquecimento ilícito são bem maiores do que os resultantes da honestidade, mas nada além da honestidade permite aos pais pureza de consciência e integridade na hora de exigir dos filhos integridade e honestidade diante de Deus e da sociedade. Pais roubadores e desonestos não tem autoridade moral e espiritual para educarem seus filhos.

 Para não sermos engodados e enredados pelo desejo de enriquecimento ilícito devemos buscar a consciência de que é Deus quem nos sustenta e quem provê os recursos para suprir todas as nossas necessidades mesmo que com pouco dinheiro. O nome limpo, a paz de espírito e a integridade que resulta da honestidade são bens valiosíssimos mesmo para os mais pobres e é a maior herança que podemos outorgar aos nossos filhos, Provérbios 10.9 e 16.

6. Quando as preferência afetivas são descaradamente declaradas - Gênesis 29.30 e 37. 1-4 e 20.

 É impossível não admitirmos, a não ser que sejamos mentirosos, que temos preferências afetivas em nossas famílias. Nos identificamos mais com determinada pessoa do que com outra. É uma questão de afinidade, de empatia entre personalidades e pensamentos, mas isso não pode ser fator determinante no relacionamento familiar. Temos o desafio de sermos imparciais e de imprimirmos o mesmo padrão de justiça para todos em nossa família, incluindo aqueles que melhor se afinam conosco.

 A solução, neste caso, não é negar-se ao amor ou a afinidade relacional mas sim, evitar que as preferências descabidas e desequilibradas, que superprotege um e abandona o outro, sejam identificadas. A declaração das preferências afetivas amaldiçoa aquele que não nos desperta empatia ao isolamento e ao rigorismo justiceiro, o que distorce a personalidade, desperta o desamor no coração e cultiva ódio mortífero.

7. Quando falhamos no testemunho cristão - Gênesis 31.19.

 Jacó fora criado recebendo os ensinamentos de seu pai Isaque, "o Filho da Promessa", e portanto sabia como deveria agir para com sua família a fim de que, pelo seu testemunho, pudessem ser abençoados. Jacó falhou. Cometeu os mesmos erros de seus pais e seu testemunho distorcido influenciou negativamente a sua família, o que permitiu que no coração de sua mais amada esposa persistisse a idolatria a ponto dela roubar uma imagem de seu pai, Labão, para não romper o vínculo com suas origens religiosas.

 Devemos assumir o nosso compromisso e o nosso papel como sacerdotes, o sacerdócio universal, para as nossas famílias. O nosso testemunho não pode ter outra influência que não seja a de coibir o pecado e desafio à salvação. Não podemos remediar ou demonstrar conivências com os pecados de nossos familiares. Cada dia que deixamos passar em falha testemunhal, de certo resultará em noites de amarguras e lágrimas quando virmos os nossos filhos, esposos e esposas, nossos familiares em geral, enchafurdados no lamaçal do pecado a passos largos para o inferno.

Conclusão:

 Amados, a família é bênção de Deus para nós. Quando ajustada aos parâmetros da palavra de Deus é base que fornece solidez à sociedade e faz triunfar o ser, pois não há sucesso na vida que aplaque a amargura do fracasso na família.

 Não podemos permitir que os fatores alistados aqui prejudiquem nossas famílias. Na família cristã, temente a Deus e fiel a Jesus Cristo não há lugar para disputas egocêntricas, para adultérios ou para a prostituição conjugal. Tais situações são pecaminosas e devem ser extirpadas do seio da família. Na família evangélica, que sabe a maneira correta de iniciar um casamento, não há espaço para mentiras e desonestidade, para preferências afetivas discriminatórias ou para um testemunho de esparrela. Somos o sal da terra. Somos o povo da santidade e das realizações benfazejas e por isso, devemos implantar na sociedade o padrão de Deus para as famílias a partir da vivência em mutualidade e espiritualidade contagiantes.

 Devemos colocar nossas vidas e famílias no altar para que sejamos transformados por Deus em instrumentos de bênçãos para nossos lares. Devemos ser viabilizadores e facilitadores da boa convivência familiar, mesmo que isso nos exija renúncias doloridas ou ruminar das afrontas. Devemos fazer tudo o que for possível, até mesmo nos permitirmos à transformações radicais na personalidade e na ideologia, para que nossos lares vivam motivados pelo amor manifestado por Jesus na cruz.

 Somos, para a nossa família, os promotores do amor que nos possibilita vivermos em família para o louvor e glória do nosso Deus.




Por Pr. Fernando Fernandes




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Traição tem perdão?

                    Segundo a vontade perfeita de Deus, nenhum casamento deveria ser desfeito, como Jesus fala quando questionado pelos fariseus que Deus uniu o homem e a mulher e sendo os dois uma só carne não deve haver separação no que Deus juntou, porém, pela dureza dos corações Móises autorizou que houvesse o divórcio desde que acontecesse o adultério (Mateus 19:3-11).
Diante disto percebo que a luz da Bíblia e da vontade de Deus é que a mulher tenha o seu marido e vice-versa, se houve traição, o que traiu cometeu um pecado que trará consequências, porém cabe ao que foi traído decidir.

Opção 1 – Separação.

                        Provavelmente essa é a decisão que vem primeiro ao pensamento de quem foi traído. -Vou me separar! posso imaginar a pessoa repetindo isso para si mesma inúmeras vezes… ora chorando, ora com raiva, ora gritando.

                   A opção pela separação não configura pecado, pois está escrito que poderam se separar nesse caso.  Mas, mesmo com toda a humilhação sofrida acredito que essa decisão merece ser vista e revista várias vezes pois mudará a vida dos dois e se tiverem filhos, dos filhos também.

Frutos dessa opção:

Dor, sofrimento prolongado, rancor, mágoa. A pessoa pode tentar recomeçar uma vida nova, mas não será a mesma coisa. Uma separação traz uma dor tão ou mais forte  que a dor gerada pela traição.

Filhos de um casamento destruído geralmente sofrem complexos de rejeição, tem dificuldades para se relacionar.

Opção 2 – Perdão

Opção difícil de ser tomada essa, PERDOAR.

                  Você pode se perguntar.. como assim perdoar? Ele me traiu, não tem perdão. Eu posso te dizer sem sombra de dúvidas que tem perdão sim! E em um caso como esses o perdão vai além de uma frase o perdão tem o poder de reconstituir o casal e a família.

                Perdoar alguém que você ama e que te causou dor não é simples, não é rápido e nem fácil, é demorado, é doloroso, custa tempo, dedicação de ambos e um esforço quase sobre humano para superar e seguir a diante. Mas Deus não nos dá um peso maior do que o que suportamos carregar.

                Nesses casos, perdoar não é permanecer casado e viver amargurado, triste, rancoroso, magoado com seu cônjuge, deixando de fazer sexo, de lhe dar atenção e carinho. Isso não é perdão. É um tipo de separação.

                      Perdoar é enfrentar de frente a dor e junto com seu marido escrever uma nova história de amor mais forte que a anterior, em bases sólidas de respeito, lealdade, carinho, cumplicidade, fidelidade. Perdoar aqui é lançar no mar do esquecimento do Senhor a traição e não ir lá com um anzol pescá-la. É recomeçar a sua vida e de sua família, sem hipocrisia, mas fazendo tudo o que estiver ao alcance dos dois para se manterem unidos no amor de Deus.

Frutos dessa opção:

                     Testemunho do poder do perdão que vem de Deus. Família restaurada que certamente servirá de exemplo para tantas outras. Conhecimento do amor num outro nível. Vida alegre, sem ressentimentos, quebra de cadeias de ódio e rancor.

Filhos entendendo e vivenciando princípios bíblicos.

                    Sabe qual o DEUS que há em ti minha irmã, meu irmão? É o Deus que perdoou nossos pecados, é o Deus que vem perdoando nossos pecados desde Adão e Eva, é o Deus que perdoou Davi quando ele cometeu adultério e assassinato, é o Deus que mandou seu Filho Jesus para nos libertar, redimir e nos salvar.

Portanto, concluo que a decisão de perdoar uma traição é a decisão de seguir o exemplo de Jesus.




Por Pr. Josué Gonçalves



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Quando reconhecer que errou, é tarde demais!


 Era uma vez um rapaz que ia muito na escola. Suas notas e o comportamento eram uma decepção para seus pais que, como bons cristãos, sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido.

 Um belo dia, o pai lhe propôs um acordo:

- Se você, meu filho, mudar o comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir ser aprovado no vestibular para a faculdade de medicina, lhe darei então um carro de presente.

 Por causa de carro, o rapaz mudou da água para o vinho. Passou a estudar como nunca e a ter um comportamento exemplar. O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação. Sabia que a mudança do rapaz não era fruto de uma conversão sincera, mas apenas do interesse em obter o automóvel. Isso era mau !

 O rapaz seguia os estudos e aguardava o resultado de seus esforços. Assim, o grande dia chegou! Fora aprovado para o curso de Medicina. Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração. O rapaz tinha por certo que na festa o pai lhe daria o automóvel.

 Quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e lhe passou às mãos uma caixa de presente, Crendo que ali estavam as chaves do carro, o rapaz abriu emocionado o pacote. Para sua surpresa era uma BÍBLIA. O rapaz ficou visivelmente decepcionado e nada disse.

 A partir daquele dia, o silencio e distancia separavam pai e filho. O jovem se sentia traído e, agora, lutava para ser independente. Deixou a casa dos pais e foi morar no Campus da Universidade. Raramente mandava notícias à família. O tempo passou, ele se formou conseguiu um emprego em um bom hospital e se esqueceu completamente do pai. Todas as tentativas do pai para reatar os laços foram em vão. Até que um dia o velho, muito triste com a situação, adoeceu e não resistiu. FALECEU...

 No enterro, a mãe entregou ao filho, indiferente, a BÍBLIA que tinha sido o último presente do pai e que havia sido deixada para trás. De volta à sua casa, o rapaz, que nunca perdoara o pai, quando colocou o livro numa estante, notou que havia um envelope dentro Dele. Ao abri-lo, encontrou uma carta e um cheque. A CARTA DIZIA:

 "Meu querido filho, sei o quanto você deseja ter um carro eu prometi e aqui está o cheque para que você escolha aquele que mais lhe agradar. No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor: A BÍBLIA SAGRADA. Nela aprenderás o AMOR A DEUS e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência".

 Corroído de remorso, o filho caiu em profundo pranto.

 E a carta finalizava assim:

 "Como é triste a vida dos que não sabem perdoar. Isso leva a erros terríveis e a um fim ainda pior. Antes que seja tarde, perdoe aquele a quem você pensa ter lhe feito mal. Talvez se olhar com cuidado, vai ver que há também um cheque escondido".

 Antes de fazer qualquer julgamento, pense, reflita, durma sobre a questão, porque a precipitação pode nos trair e nos roubar os tesouros mais preciosos que nós temos. 
Leia 1 Corintios cap 13.



Por Pr. Josué Gonçalves


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Violência familiar: está na hora de falar sobre o assunto!


 Um dos assuntos colocados à margem da agenda de discussão, nos arraiais evangélicos, é a questão da violência familiar.

 A sociedade de modo geral tem se preocupado com a questão. Como igreja evangélica não podemos ficar alienados. O primeiro passo para um envolvimento positivo da igreja nesta questão é tomar conhecimento de alguns dados estatísticos que temos em mãos.

 Só para se ter uma ideia da gravidade da questão, é bom lembrar que todos os dias, mais de 18 mil crianças são espancadas no país, segundo os dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Ainda segundo a UNICEF as mais afetadas são meninas entre sete e 14 anos. No Brasil, onde existe uma população de quase 67 milhões de crianças de até 14 anos, são registrados 500 mil casos/ano de violência doméstica de diferentes tipos. Em 70% destes casos os agressores são os pais biológicos.

 Em Curitiba, a cada seis horas, as autoridades municipais tomam conhecimento de pelo menos uma criança vítima de violência, abuso sexual ou de maus tratos praticados pela própria família, em uma situação que é classificada de emergência.

 Os dados são baseados nas estatísticas do SOS Criança, serviço mantido pela prefeitura de Curitiba para garantir socorro a vítimas de agressão familiar. Somente no período de 15 de setembro a 15 de outubro, os agentes do serviço registraram 220 atendimentos (sendo que cerca de 120 somente para atender casos de violência ou maus-tratos). No Rio de Janeiro, numa pesquisa da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) sobre 'violência doméstica', o tipo mais comum de violência é a sexual (31,6%), seguida de maus tratos físicos (27,7%), negligência (24%) e abuso psicológico (15,8%). Na maioria das vezes, o algoz é o pai ou padrasto.

 Até aqui temos um lado da questão da violência doméstica, isto é, a violência contra as crianças. O outro lado triste é a questão da violência contra a mulher.

 Segundo o ISER (Instituto de Estudos Religiosos), as agressões contra mulheres, cometidas pelos seus parceiros, no Rio de Janeiro, quase dobraram nos últimos nove anos (1992-2001): passaram de 17.596 para 34.831. A maioria dos casos é de queixas de lesões corporais dolosas, com 59,3% dos registros feitos às delegacias especializadas em atendimento às mulheres. Um outro dado, desta vez fornecido pelo SOS Mulher, da Secretaria Estadual de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, de março de 1999, ano da criação, até janeiro de 2001, foram atendidas 1.495 mulheres. Na sua maioria, mulheres entre 19 e 29 anos, agredidas pelos próprios parceiros. O que causa tristeza maior é saber que somente 15% dos homens que agridem mulheres hoje são punidos no Brasil.

 Estes dados devem levar a uma reflexão por parte dos líderes evangélicos e da própria igreja evangélica brasileira.

 Um outro caminho é estar consciente que o problema também acontece em famílias de nossas igrejas. Ignorar ou achar que o problema não existe em algumas famílias de nossas igrejas é adotar uma postura covarde e alienante. Em nosso trabalho com casais, em diversas partes do Brasil, através das dinâmicas de grupo que realizamos, podemos verificar sinais claros de que o problema também existe em nossos arraiais.

 O que podemos fazer como pastores e líderes? Quais seriam os possíveis caminhos que uma igreja disposta a ministrar às famílias pode tomar?

 O primeiro caminho é, sem dúvida, de caráter educativo. Esta educação pode ser realizada através de palestras, projeção de filmes que abordam a questão e depois abrir um debate com os participantes. O tema também pode estar presente nos congressos e seminários sobre família que as igrejas e a denominação realizam. Os pastores podem pregar mais sobre o assunto.

 Precisamos frisar a idéia de que Deus não criou os seres humanos para serem maltratados uns pelos outros. Existem textos bíblicos que abordam a questão e podem ser explorados. Tenho certeza absoluta que quando o tema for mais explorado, os casos começarão a aparecer e serão mais visíveis aos nossos olhos.

 Devemos educar as meninas e meninos quanto as maneiras de se defenderem e buscarem ajuda quando necessária. Algo que me preocupa, também, é questão de certas ênfases que se tem dado à orientação dos pais quanto à disciplina de seus filhos. Por vezes, em algumas literaturas, até mesmo cristãs, encontramos verdadeiros manuais de 'surrar' os filhos. Sem entrar na exegese dos versículos de Provérbios, que tratam da disciplina infantil, percebo que se tem valorizado mais a 'pedagogia da vara' do que a pedagogia do amor, diálogo, do companheirismo na educação dos filhos. Temo que se tem adotado, sem se perceber, mais uma corrente behaviorista do que uma posição bíblica quando se trata do assunto.

 Podemos também prover mecanismos de apoio às vítimas da violência doméstica. Precisamos dizer para essas pessoas que elas não estão sozinhas. Um ponto importante é resgatar a auto-estima e autoconfiança da vítima. Para isto é preciso criar na igreja uma atmosfera de confiança e segurança.

 As igrejas que desejam ministrar às famílias em sua totalidade podem desenvolver programas de apoio às vitimas, inclusive financeiro, nos casos emergenciais. Casas de famílias podem ser cadastradas e treinadas para receberem, temporariamente, as mulheres que são vítimas da violência de seus parceiros.

 Há de se pensar também na questão do aconselhamento pastoral às vítimas. As denominações podem estudar maneiras de prover uma capacitação contínua dos seus líderes neste sentido.

 Não podemos esquecer que é preciso um confronto com o abusador. Precisamos deixar bem claro que a violência doméstica é errada e precisa ser tratada de maneira bíblica e psicológica. Às vezes, a igreja terá que apoiar financeiramente o tratamento de toda uma família.

 Concluindo, o tema está colocado para uma reflexão. O assunto é difícil, mas é preciso encará-lo de frente e, acima de tudo, com uma proposta bíblica onde o amor, compreensão, apoio, ajuda e confrontação sobressaem de forma clara e relevante.


 Se como igrejas evangélicas queremos ser relevantes às famílias deste novo milênio temos que encarar esta realidade. Muitas vezes cultivamos uma visão romântica de família, como se esse e outros problemas não acontecem. A realidade familiar, às vezes, é cruel e dolorida. São para esses e outros tipos de problemas familiares que devemos ser mensageiros da graça de Cristo.


Por Gilson Bifano



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Avivamento na família

 Força hostis e tenebrosas conspiram contra a família e a encurralam de todos os lados, com o firme propósito de desestabiliza- la e destruí-la. Ha uma orquestração do inferno para dinamitar os alicerces desta instituição divina. Torpedos mortíferos estão sendo lançados sobre o lar nesta virada de milênio. Crises gigantescas e medonhas garroteiam a família e a estiolam. Tempestades borrascosas assolam-na com desmesurado rigor. A família tem se transformado, muitas vezes, em campo de guerra, em arena de brigas e mágoas e em cenário de decepção, desencanto e traição.

 Em muitos lares a alegria da comunhão já morreu, o diálogo acabou, o fogo da devoção a Deus se apagou e o altar do culto doméstico está em ruínas, coberto de cinzas. A família esta sendo invadida por valores relativos e mundanos e envelopada pela mídia hedonista que despeja sobre os lares um veneno devastador e mortal. Muitos casamentos estão naufragando, vitimados pelo acidente trágico do divórcio, causado pela infidelidade, pela decepção e pela falência dos sonhos de uma vida feliz, deixando feridas profundas na vida dos filhos, que vivem o drama de serem filhos órfãos de pais vivos, afastados de seus pais, quando mais precisam deles.

 Nesse contexto de convulsão social, da falência da virtude, do desbarrancamento da piedade, e necessário buscar a Deus o clamar por um avivamento na família, pois cremos que só em Deus está a cura e a restauração para ela. Deus pode pegar um vaso quebrado e fazer dele um vaso novo, pode soprar no vale de ossos secos e levantar daí um exército. Deus pode curar feridas, restaurar casamentos, converter o coração dos filhos aos pais, derramar amor no coração dos cônjuges, capacita-los para perdoar e dar-lhes uma nova disposição para investir tudo na restauração da família.

 Chamo sua atenção para uma família que foi bombardeada pela fúria de Satanás. Trata-se da família de Jó. Ele era um homem bem sucedido. Realizado financeiramente. Tinha uma vida moral ilibada. Era elogiado por Deus. Era um pai extraordinário que tinha boa comunicação com os filhos e orava por eles constantemente às madrugadas. Satanás, porem, questionou a integridade de Jó e Cus permitiu que ele fosse provado. Satanás atingiu as cinco áreas vitais da sua vida:

1. Finanças;
2. Filhos;
3. Saúde;
4. Casamento;
5. Amizades.

 Jó perdeu todos os seus bens. Ele foi a falência, ficou arruinado financeiramente. Depois desse esbarro desinstalador, ele ainda perdeu seus dez filhos, esmagados e soterrados por um terremoto, num dia de festa e celebração da família. Esse pai, com o coração apertado vai para o cemitério sepultar todos os seus filhos num único dia. Se isso não bastasse, seu corpo foi ferido dos pés a cabeça por uma enfermidade devastadora. Tumores malignos cobriram a sua pele. Seu corpo apodrecia. Ele raspava suas feridas com cacos de telha.

 Da sua pele enegrecida e do seu corpo encarquilhado exalava- se um mau cheiro repugnante. As pessoas o praguejavam e cuspiam nele. Sua dor era atroz. Seu choro era constante. Desejou morrer antes de ter nascido. Amaldiçoou o dia do seu nascimento e suspirou ter encontrado os seios da sua mãe secos de leite, para morrer de fome na sua infância. Mas, a fúria de Satanás ainda ardia contra Jó. Agora, seu arqui inimigo joga a sua esposa contra ele. Ela, desestruturada, revolta-se contra Deus. Ergue seus punhos contra os céus. Deixa de ser aliviadora de tensões para ser uma algoz do seu marido. A Jó, só lhe restavam os amigos. Eles vem de longe, solidarizam-se com ele na sua dor, mas ao tentarem encontrar respostas para o seu sofrimento, assacam contra ele acusações pesadas e levianas. Acusam-no de adúltero, de ladrão, de opressor, de insolente, de hipócrita, de louco. Em vez de consoladores, tornaram-se carrascos.

 A família de Jó estava toda arrebentada, destruída, no fundo do poço. Das profundezas da sua angustia, Jó ergueu ao céu dezesseis vezes a pergunta: Por que? Por que estou sofrendo? Por que perdi os meus filhos? Por que minha dor não cessa? Por que o Senhor não me mata? Por que o Senhor não responde as minhas orações? Jó lança para Deus mais de trinta vezes sua queixa amarga. Abre o seu coração, extravasa a sua dor, espreme as suas feridas e chora as suas mágoas. Como resposta as suas perguntas perturbadoras, ele só escutou o silêncio. Parecia que Deus estava distante e indiferente ao caos que havia se estabelecido em sua família.

 Na verdade, ninguém fez uma leitura correta dos problemas que haviam desabado sobre aquela família. A mulher de Jó ficou revoltada com Deus e pediu ao seu marido para amaldiçoa-lo. Jó pensou que sua aflição vinha do próprio Deus, por isso capitulou-se aos queixumes. Os amigos de Jó fizeram-lhe causticas e falsas acusações, dizendo que ele estava sofrendo por causa de seus graves pecados.

 Aquela família estava num nevoeiro denso. Estava precisando de um avivamento. Então, do meio das trevas da dor, surge a luz da esperança. Do caos brotou a restauração. Do deserto, uma fonte de esperança começou a jorrar. Deus se revelou a Jó. Mostrou-lhe sua soberania e seu controle sobre todas as coisas. Jó compreendeu que os desígnios de Deus não podem ser frustrados (42.2). O sofrimento de Jó, em vez de endurece-lo, levou-o para mais perto de Deus (42.5,G). Deus converteu em benção toda maldição que o diabo lançou sobre Jó. Tudo o que o diabo tomou de Jó, Deus trouxe de volta.

1. Deus restaurou os bens de Jó (42.10). Ele ficou o dobro mais rico. Seus negócios prosperaram. Seus empreendimentos deram certo. A benção de Deus o enriqueceu.

2. Deus restaurou a saúde de Jó (42.1G,17). Deus o curou de todas as suas enfermidades. Ele viveu mais cento e quarenta anos e viu sua descendência se prolongar na terra.

3. Deus restaurou o seu casamento (42.12,13). Aquela mulher amarga e revoltada foi curada por Deus e eles tiveram uma linda história de amor.

4. Deus restaurou os filhos de Jó (42.13-1G). Deus lhe deu outros dez filhos. Agora, Jó tem dez filhos no céu e dez filhos na terra. O detalhe e que suas filhas agora são as mulheres mais bonitas do oriente.

5. Também Deus restaurou os amigos de Jó (42.7-9). Deus os fez ver a loucura e a injustiça que haviam cometido contra Jó. Deus converteu o choro em alegria, vale em manancial, o deserto em oásis, o ultimo estado melhor do que o primeiro (42.12).

 Satanás tentou destruir Jó, mas este saiu da crise mais fortalecido, mais rico e mais perto de Deus.

 Hoje Deus pode fazer também um milagre na sua vida e na sua família. Se você esta vivendo em crise, mas confia em Deus, então, deixe de murmurar, ore e esteja certo de que um milagre está a caminho. Deus quer restaurar as finanças do seu lar. Ele quer salvar os seus filhos. Ele pode curar as suas enfermidades. Ele quer abençoar o seu casamento e reconciliar você com aqueles que o fizeram e ainda o fazem sofrer. Hoje e dia de restauração para o seu lar.

 Agora é o tempo de buscar um avivamento para a sua família!


Por Rev. Hernandes Dias Lopes