Curiosidades

CURIOSIDADES 

Assuntos voltados para Casais
Tudo que você gostaria de saber mas tinha vergonha de perguntar



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Orgasmo: como descrevê-lo?


 Ninguém melhor do que a Dra. Marie Robinson, uma psiquiatra, casada, cuja maioria dos seus clientes são mulheres, para dar uma definição convincente. Ela descreve o orgasmo feminino da seguinte forma:
 "O orgasmo é a reação fisiológica, que culmina o ato sexual, um clímax belo e natural. Nos instantes que precedem o orgasmo, a tensão muscular eleva-se a um ponto em que, se não fosse pela operação do instinto sexual, ela se tornaria fisicamente insuportável. Os movimentos pélvicos do homem e a movimentação do pênis, para diante e para trás, no interior da vagina, crescem em rapidez e intensidade. Os movimentos pélvicos da mulher também se intensificam e todo o seu corpo procura, a cada movimento, aumentar a maravilhosa sensação que experimenta no interior da vagina. 
 Segundo inúmeras mulheres com quem já debati essa experiência, o prazer é causado mais pela sensação de ter a vagina ocupada ou pela pressão e fricção na superfície posterior. No momento de maior tensão muscular, todas as sensações parecem receber um impulso para cima. A mulher experimenta esta tensão em um grau tão elevado que lhe parece ser impossível mantê-la por mais tempo. E realmente o é, pois aí então ela é dominada por uma série de espasmos musculares. Estes espasmos ocorrem no interior da vagina, produzindo nela ondas de intenso prazer. Essas ondas se transmitem para o corpo todo, simultaneamente: no tronco, rosto, braços e pernas - e até na planta dos pés. Esses espasmos que sacodem o corpo todo, convergindo na vagina, representam e constituem o verdadeiro orgasmo. 
 Nesse momento, a cabeça se encurva para trás e a extremidade pélvica como que se volta para diante e para o alto, numa tentativa de obter maior penetração possível do pênis. Esses espasmos duram alguns segundos na maioria das mulheres, embora essa duração varie de pessoa para pessoa, e em algumas delas possam chegar a um minuto ou mais, conquanto vão decrescendo de intensidade. 
 Muitas mulheres conseguem repetir isso duas ou três vezes antes que o companheiro atinja o orgasmo. Neurológica e psicologicamente, está aberto o caminho para outro orgasmo, e se o marido continuar com a ativação, ela poderá agir adequadamente. Já ouvi de algumas mulheres que o último orgasmo, por vezes, é mais intenso e satisfatório que o primeiro. Assim que a mulher se satisfaz nessa experiência orgástica, ela relaxa a tensão muscular e neurológica acumulada durante o período de preparação. Quando alcança satisfação completa, sua movimentação cessa, e pouco depois a pressão sangüínea, a pulsação, a secreção glandular, a tensão muscular e todas as modificações físicas que ocorrem e caracterizam o excitamento sexual, voltam às condições normais, ou até sub-normais. 
 Tendo havido estudos detalhados das reações físicas, tanto dos homens quanto das mulheres, durante o ato sexual, creio ser importante entender que, dos menores detalhes até  os orgasmos, as reações e as experiências subjetivas do prazer são paralelas nos dois sexos. As diferenças dignas de notas são que a mulher reage mais lentamente que o homem ao estímulo externo, e o orgasmo masculino é caracterizado pela ejaculação do líquido seminal no interior da vagina.      
 A plena satisfação sexual é seguida de um estado de calma total. O corpo sente-se absolutamente sereno. Psicologicamente a pessoa sente completamente satisfeita, em paz com o mundo e com tudo o que há nele. A mulher, em particular, sente-se mais amorosa para com o companheiro que lhe proporcionou tanto gozo  e lhe deu esse arrebatamento de êxtase. Muitas vezes, ela deseja abraçá-lo durante algum tempo e permanecer um pouco mais ao "clarão" que vai se apagando. Sem dúvida, com esta descrição, podemos dizer que o orgasmo é um experiência singular, fortíssima. Não existe outra experiência fisiológica ou psicológica que se compare à sua intensidade extasiante ou ao tremendo prazer que proporciona.
 Uma das perguntas que muitas mulheres fazem, é se podem ter mais de um orgasmo durante a relação. A resposta é sim. O corpo da mulher foi projetado por Deus para ser multiorgástico. Porém, para que a esposa desfrute desta plenitude, todos os fatores de amor e consideração devem estar presentes  e é imprescindível que haja estimulação adequada. Sendo assim ela poderá ter quantos orgasmos desejar. Existem algumas barreiras à multiplicidade do orgasmo, duas das quais são, as inibições e a falta de estimulação suficiente. Marido e mulher devem, a cada dia, se preocupar com o crescimento da qualidade do ato sexual.
 Há um texto em Cantares de Salomão que nos incentiva a tornar a experiência da sexualidade rica e prazerosa: 
 Eu sou do meu amado, e ele me tem afeição. Vem, ó amado meu, saiamos ao campo, passemos as noites nas aldeias. Levantemo-nos de manhã para ir às vinhas, vejamos se florescem as vides, se já aparecem as tenras uvas, se já brotam as romãzeiras; ali te darei os meus amores. As mandrágoras exalam o seu perfume, e às nossas portas há todo o gênero de excelentes frutos, novos e velhos; ó amado meu, eu os guardei para ti (Ct. 7:10-13)."


Por Pr. Josué Gonçalves
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Fantasia sexual


Pergunta

 "Há dois anos, eu e meu marido entregamos nossa vida a Cristo. O problema é que ele tem determinadas fantasias sexuais que me deixam confusa. Meu marido pede que eu me vista como algumas personagens mundanas (ex. Tiazinha, Feiticeira, etc.) Não sei até que ponto isso é pecado. Que devo fazer?"

Resposta

 Criar “fantasias” acerca de uma mulher que não é a esposa, é “lascívia” e segundo o que Jesus disse é equivalente a prática do adultério (Mt. 5:28). Mesmo na hora da maior intimidade, a Bíblia diz que devemos manter os pensamentos puros (Fl. 4:8) e levando-os cativo a obediência de Cristo (2 Co. 10:5). Nunca se esqueça de que a mente é a porta de entrada que dá para o coração e emoções. Se você agasalhar pensamentos impuros e lascivos, eles o farão sentir lascivo. “Por que assim como (o homem) imagina em sua alma, assim ele é”. (Pv. 23:7) Na pratica das “fantasias” a pessoa pode estar “usando” o cônjuge em vez de “amá-lo”, e ao mesmo tempo cria expectativas irreais. Nem sempre por que alguma coisa é estimulante, significa que seja certo usa-la.

 O homem é excitado pelo que vê e a mulher mais pelo toque e através do que ouve, foi Deus quem os fez assim. A mulher sábia sempre deve vestir-se da melhor maneira possível na sua intimidade, para realizar seu marido no ato sexual, porém, sem extrapolar os limites do bom senso e os princípios da Palavra de Deus.

Por Pr. Josué Gonçalves


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Adultério: oito pecados!

 O adultério é um ato terrível. Porque é um pecado praticado por duas pessoas não é possível escondê-lo por muito tempo dos olhares de terceiros.

 No adultério estão envolvidas oito violações do código moral de Deus:

 O PRIMEIRO pecado é aquele praticado contra o próprio adúltero. Por outras palavras, és responsável por todas as consequências do teu ato e culpado diante de Deus até tudo ser confessado. Até ao dia em que fores perdoado picar-te-á com o seu aguilhão destruidor e na tua consciência sentar-se-á soberano a ditar pensamentos pecaminosos.

 O SEGUNDO pecado é contra a tua própria mulher. O adultério é violação dos votos matrimoniais. É um embuste contra a tua esposa e um ato de traição contra outro ser humano que depositou confiança em ti. Também este pecado se apegará à tua consciência para destruir toda a intimidade que é característica importante entre duas pessoas que se amam. Porém o teu olhar se desviará do olhar da tua esposa porque a tua intimidade com ela foi destruída. Sabes que a atraiçoaste e desejas que ela jamais o descubra. Os adúlteros têm esta particularidade: evitam olhar nos olhos daqueles que ofenderam.

 Vem depois o pecado número TRÊS: pecaste contra o marido da adúltera. O adúltero engana também outro homem, em muitos casos contra um amigo, um membro da família ou um colega de trabalho. Dali em diante o adultério torna-se um terrível obstáculo e um embaraço silencioso na tua personalidade que destroi intimidades de longos anos. Cravaste a faca da traição nas costas do teu melhor amigo, dum membro da tua família, e dali em diante a tua conduta é pretender que nada de errado existe. A isso também se chama pecado mas não o contarei nestes oito.

 A seguir vem o pecado número QUATRO: pecaste contra a própria parceira do teu ato. Embora a mulher seja parte do teu pecado, foi a tua iniciativa que a provocou a pecar. No princípio de uma relação adúltera existe a oportunidade de escapar à série de consequências desastrosas que o acto irá provocar. Falta de discernimento nesse instante fatal leva ao pecado de adultério e arrasta contigo outro ser humano.

 Vem depois o pecado número CINCO: pecaste contra os teus próprios filhos. Quando o ato é descoberto e exposto à luz resulta na destruição do equilíbrio familiar, na confiança dos filhos nos pais. Magoaste aqueles para quem eras um modelo moral, mesmo para outros familiares e amigos. Os conselhos que deste em matéria de fidelidade à vida familiar são lembrados. Os teus filhos olham agora para ti como um mentiroso, falso e traidor. O respeito que te tinham é destruído e em muitos casos o teu acto afectá-los-á psicológica, moral e espiritualmente. Danificaste o seu respeito pela vida e alguns cometem suicídio. Este pecado contra os teus filhos é extremamente grave pois despedaça a sua fibra moral e faz com que vejam a sociedade onde vivem um ambiente de corrupção e mentira. Em muitos casos destroi por completo a harmonia da vida familiar. Os teus próprios pais voltar-te-ão as costas pois não podem mais ter confiança nas tuas ações, especialmente se tiverem que sofrer parte das consequências do teu ato, como seja, tomar conta dos teus filhos em sofrimento.

 Vem depois o pecado número SEIS: contra os teus próprios amigos. A confiança que tinham em ti desaparecerá. No seu lugar instalar-se-á a suspeita, o ressentimento e a vergonha da tua presença no seu meio. Se consideram o matrimônio sagrado, quando chegas eles pensarão: "atraiçoou a própria esposa, os filhos inocentes, parentes e a nós. Quem será a próxima vítima? Eis um homem adúltero."

 Vem a seguir o pecado número SETE: pecaste contra a sociedade. Sabes que para se viver numa sociedade equilibrada é importante respeitar o código moral bíblico. Isto é, fazer aos outros o que queres que te façam a ti (Mateus 7:12). Enquanto eras fiel à tua mulher não desejavas que ela adulterasse contra a tua pessoa. Casaste com ela dentro do princípio moral que todos nós temos que obedecer. O marido da mulher com quem adulteraste seguiu também o mesmo princípio. Nenhuma destas quatro pessoas iniciou a sua vida matrimonial com o objetivo preconcebido de um dia cometer adultério. O fato é que ninguém casa com o desejo de praticar tal ato. Assim, a sociedade em que vivemos é afetada pelo adultério e muito sofrimento é causado a espectadores inocentes.

 Vem depois o pecado número OITO, o último mas não o menor: pecaste contra o próprio Deus. O matrimônio é uma união sagrada, no sentido em que é uma instituição ordenada por Deus na Bíblia. Por causa da dureza do coração do homem há certos casos justificáveis de divórcio, mas não existe no código divino uma única sentença para justificar o adultério. Está escrito: NÃO ADULTERARÁS (Êxodo 20:14). É um mandamento muito claro. Violar este mandamento é pecar abertamente contra Deus Omnipotente que ordenou o casamento e proibiu o adultério. As consequências desta desobediência são terríveis: INFERNO! A Bíblia nomeia nas suas páginas aqueles que não entrarão no reino de Deus e o adúltero faz parte da lista (1 Cor 6:10).

 OITO PECADOS, com as suas desastrosas ramificações e consequências. Não é porém o pecado imperdoável. O adultério pode ser perdoado e o Senhor Jesus demonstrou-o perdoando uma mulher apanhada no próprio ato. Quando os religiosos daquele tempo a trouxeram aos pés de Jesus para ouvirem dos Seus lábios a confirmação do que estava escrito na lei quanto ao adultério, apedrejamento até à morte, o Senhor sem dizer uma palavra escreveu alguns nomes na areia do chão. Escreveu Ele os nomes de alguns daqueles líderes ou de membros das suas sinagogas que já tinham também cometido adultério?

 A tragédia do adultério é evidenciada pelo fato das duas partes não se arrependerem juntas. Jesus perdoou a mulher adúltera mas onde se escondeu o homem que a levou a pecar? A agitação causada pelo adultério é como poderosa onda que avança e destroi. No caso do rei David destruiu uma nação. No caso de um homem anônimo causa injúria a muitas pessoas anônimas, esposa, filhos, parentes, amigos e até àqueles que ainda não nasceram. É um pecado perdoável mas deve ser confessado pelas duas partes cedo antes de se tornar a causa de consequências graves, a curto e longo prazo. Mas porque é que o homem e a mulher ofendem a Deus com o adultério? Por causa de desobediência. Deus diz NÃO ADULTERARÁS, porém a ordem é ignorada.

 O princípio universal de conduta moral, isto é, que somos livres para escolher, mas depois somos responsáveis pelos resultados das nossas escolhas, é também aplicado ao adultério. O adúltero diz que o homem é dirigido por fortes emoções físicas impossíveis de controlar. Deus ordena que não cometas adultério. É uma poderosa ordenança. A tua escolha é obedecer a ordem divina ou obedecer as tuas emoções físicas. O resultado não pode ser escolhido. Governar a tua vida pelas tuas paixões internas é muito arriscado porque o pecado jaz à porta do teu coração (Gênesis 4:7).

 O homem foi criado por Deus para apreciar e obedecer a Sua lei moral, mesmo em condições as mais primitivas. Escolhe o adultério mas não poderás alterar as suas desastrosas conseqüências. Se todos nós vivêssemos numa sociedade onde todos adulteravam uns contra os outros, a vida familiar não existiria porque todos praticavam a mentira, a desonestidade e a ofensa e a vida seria insuportável. Ninguém acreditaria no seu próximo e os filhos pagariam um preço terrível pelos nossos pecados. Deus puni-los-ia por causa do nosso pecado (Êxodo 20:5b). Nesse tipo de sociedade, onde toda a gente seria desleal e mentirosa, o amor e o bem não poderiam florescer. Significaria auto destruição como nos dias de Noé.

 O adultério é terrível porque cria circunstâncias e consequências que não podem ser alteradas e magoa muitas vítimas inocentes. Qual é então a razão porque um homem comete adultério? Um homem está inclinado e disposto a infligir angústia e sofrimento à sua esposa, aos seus filhos e outros, e a violar importante princípio moral contra ele próprio simplesmente porque inclina o seu ouvido e obedece à sugestão do diabo (Provérbios 7:1-5; 23:27-28).

 NÃO ADULTERARÁS. "Assim, o que adultera com uma mulher é falto de entendimento; aquele que faz isso destrói a sua alma. Achará castigo e vilipêndio, e o seu opróbrio nunca se apagará. Porque os ciúmes enfurecerão o marido; de maneira nenhuma perdoará no dia da vingança. Não aceitará nenhum resgate, nem se conformará por mais que aumentes os presentes." (Provérbios 6:32-35).


Por Júlio Carrancho



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De quanto SEXO um casamento precisa?

Este artigo foi publicado originalmente no site Relate Institute, republicado aqui com permissão, traduzido e adaptado por Stael F. Pedrosa Metzger.

Este é um conflito que surge em quase todos os relacionamentos que duram mais de dois anos. Causa tensão, brigas, e sentimentos feridos. Muitas vezes, ambos os parceiros se sentem incompreendidos e frustrados.

Independente do seu nível de satisfação, a maioria dos casais acabará por ter algum conflito em relação ao sexo. Uma pesquisa mostra que uma das questões mais comuns entre os casais gira em torno da frequência sexual ou quantas vezes o casal está envolvido em intimidade sexual. De maneira estereotipada isso envolve um parceiro masculino buscando maior frequência do que o seu homólogo feminino, mas nem sempre é o caso. Independente disso, as expectativas não satisfeitas no quarto podem avançar e causar problemas de comunicação, gerar falta de conexão emocional e instabilidade geral no relacionamento.

Então, como se pode combater esse efeito negativo? Qual é a quantidade certa de sexo? Aqui estão alguns pensamentos gerais para ajudar aos casais a certificarem-se de que este problema não está prejudicando as outras partes de seu relacionamento.

Qual deve ser a frequência sexual de um casal?

A resposta correta a esta pergunta é que não existe uma "quantidade certa". Cada casal é diferente e, mais importante, cada um pode ter alteradas suas circunstâncias de vida devido à doença, carreiras e crianças (entre muitas outras coisas) que irão interferir em seu desejo sexual e disponibilidade. Pode haver momentos na vida de um casal em que a intimidade sexual seja perfeitamente possível a cada dia, e outras vezes uma impossibilidade logística.

A pesquisa mostra que um casal "médio" geralmente tem relações sexuais cerca de 2 a 3 vezes por semana. No entanto, se você está preocupado por estar na média, gostaria de incentivá-lo a pensar sobre sua intimidade ao longo de várias semanas ou mesmo vários meses. Cada casal terá boas e más semanas em termos de frequência íntima, já que não existe um número mágico que os casais precisam alcançar para serem "saudáveis".

Como evitar o conflito sobre a intimidade sexual?

Para o parceiro que quer mais:

Entenda que a intimidade é uma rua de mão dupla. Sexo, obviamente, envolve duas pessoas. É muito claro, a partir de pesquisas, que o sexo é mais gratificante, agradável e satisfatório se ambos os parceiros desejam a intimidade. Se você é o parceiro que quer ter relações sexuais com mais regularidade, perceba que fazer sexo todos os dias pode não ser a experiência agradável que você acha que vai ser se o desejo do seu parceiro não corresponde ao seu. Aceite de boa vontade postergar a intimidade se o seu cônjuge não está de bom humor e evite tomar isso como uma rejeição pessoal.

Para o parceiro querendo menos:

Entenda que sua cara metade está provavelmente buscando proximidade e não apenas gratificação física. Muitas vezes, a pessoa que quer menos sexo vê seu parceiro como obcecado e excessivamente centrado no elemento físico do relacionamento e que isso é tudo com que o outro se preocupa. É importante para a pessoa que deseja menos sexo perceber que as tentativas de envolvimento sexual são bons sinais de uma relação saudável e muitas vezes provenientes de um desejo tanto de conexão física quanto emocional. Em nosso mundo moderno há uma abundância de alternativas a que as pessoas podem recorrer (online ou não) se estiverem apenas buscando a gratificação pessoal. As tentativas de proximidade íntima do seu parceiro provavelmente provêm do amor e desejo de proximidade com você. Trate tais tentativas dentro dessa perspectiva e tenha cuidado sobre o quanto a sua reação pode ser excessivamente negativa ou fazer seu parceiro se sentir rejeitado.

Para ambos os parceiros:

Conversem sem tabus. Mesmo entre os casais que têm tido intimidade sexual por muitos anos, este pode ser um tema tabu. A fim de se envolver em uma comunicação saudável, é vital que cada casal aborde as questões relacionadas de maneira aberta. Se um dos parceiros quer mais intimidade e o outro não, tentem postergar para um momento mais oportuno e deixe o seu parceiro que não está no clima explicar claramente o porquê.

Embora possa não parecer romântico, agendar a intimidade pode ser uma coisa muito prática e útil para muitos casais (especialmente aqueles com as crianças). Agende para o dia seguinte e, em seguida, passem o dia flertando e provocando um ao outro. Torne o sexo algo que o outro deseje ter também. Outra opção pode ser a de se revezarem na "carga" de planejar e iniciar a intimidade. Acima de tudo, conversem sobre intimidade e sexo.

Estas dicas podem ajudar muitos casais a evitarem o conflito em relação à frequência sexual, mas é improvável que ajude em questões maiores e mais conflituosas que alguns casais podem estar passando.



Por  Pr. Josué Gonçalves


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Orgasmo: como descrevê-lo?

 Ninguém melhor do que a Dra. Marie Robinson, uma psiquiatra, casada, cuja maioria dos seus clientes são mulheres, para dar uma definição convincente. Ela descreve o orgasmo feminino da seguinte forma:
 "O orgasmo é a reação fisiológica, que culmina o ato sexual, um clímax belo e natural. Nos instantes que precedem o orgasmo, a tensão muscular eleva-se a um ponto em que, se não fosse pela operação do instinto sexual, ela se tornaria fisicamente insuportável. Os movimentos pélvicos do homem e a movimentação do pênis, para diante e para trás, no interior da vagina, crescem em rapidez e intensidade. Os movimentos pélvicos da mulher também se intensificam e todo o seu corpo procura, a cada movimento, aumentar a maravilhosa sensação que experimenta no interior da vagina. 
 Segundo inúmeras mulheres com quem já debati essa experiência, o prazer é causado mais pela sensação de ter a vagina ocupada ou pela pressão e fricção na superfície posterior. No momento de maior tensão muscular, todas as sensações parecem receber um impulso para cima. A mulher experimenta esta tensão em um grau tão elevado que lhe parece ser impossível mantê-la por mais tempo. E realmente o é, pois aí então ela é dominada por uma série de espasmos musculares. Estes espasmos ocorrem no interior da vagina, produzindo nela ondas de intenso prazer. Essas ondas se transmitem para o corpo todo, simultaneamente: no tronco, rosto, braços e pernas - e até na planta dos pés. Esses espasmos que sacodem o corpo todo, convergindo na vagina, representam e constituem o verdadeiro orgasmo. 
 Nesse momento, a cabeça se encurva para trás e a extremidade pélvica como que se volta para diante e para o alto, numa tentativa de obter maior penetração possível do pênis. Esses espasmos duram alguns segundos na maioria das mulheres, embora essa duração varie de pessoa para pessoa, e em algumas delas possam chegar a um minuto ou mais, conquanto vão decrescendo de intensidade. 
 Muitas mulheres conseguem repetir isso duas ou três vezes antes que o companheiro atinja o orgasmo. Neurológica e psicologicamente, está aberto o caminho para outro orgasmo, e se o marido continuar com a ativação, ela poderá agir adequadamente. Já ouvi de algumas mulheres que o último orgasmo, por vezes, é mais intenso e satisfatório que o primeiro. Assim que a mulher se satisfaz nessa experiência orgástica, ela relaxa a tensão muscular e neurológica acumulada durante o período de preparação. Quando alcança satisfação completa, sua movimentação cessa, e pouco depois a pressão sangüínea, a pulsação, a secreção glandular, a tensão muscular e todas as modificações físicas que ocorrem e caracterizam o excitamento sexual, voltam às condições normais, ou até sub-normais. 
 Tendo havido estudos detalhados das reações físicas, tanto dos homens quanto das mulheres, durante o ato sexual, creio ser importante entender que, dos menores detalhes até  os orgasmos, as reações e as experiências subjetivas do prazer são paralelas nos dois sexos. As diferenças dignas de notas são que a mulher reage mais lentamente que o homem ao estímulo externo, e o orgasmo masculino é caracterizado pela ejaculação do líquido seminal no interior da vagina.      
 A plena satisfação sexual é seguida de um estado de calma total. O corpo sente-se absolutamente sereno. Psicologicamente a pessoa sente completamente satisfeita, em paz com o mundo e com tudo o que há nele. A mulher, em particular, sente-se mais amorosa para com o companheiro que lhe proporcionou tanto gozo  e lhe deu esse arrebatamento de êxtase. Muitas vezes, ela deseja abraçá-lo durante algum tempo e permanecer um pouco mais ao "clarão" que vai se apagando. Sem dúvida, com esta descrição, podemos dizer que o orgasmo é um experiência singular, fortíssima. Não existe outra experiência fisiológica ou psicológica que se compare à sua intensidade extasiante ou ao tremendo prazer que proporciona.
 Uma das perguntas que muitas mulheres fazem, é se podem ter mais de um orgasmo durante a relação. A resposta é sim. O corpo da mulher foi projetado por Deus para ser multiorgástico. Porém, para que a esposa desfrute desta plenitude, todos os fatores de amor e consideração devem estar presentes  e é imprescindível que haja estimulação adequada. Sendo assim ela poderá ter quantos orgasmos desejar. Existem algumas barreiras à multiplicidade do orgasmo, duas das quais são, as inibições e a falta de estimulação suficiente. Marido e mulher devem, a cada dia, se preocupar com o crescimento da qualidade do ato sexual.
 Há um texto em Cantares de Salomão que nos incentiva a tornar a experiência da sexualidade rica e prazerosa: 
 Eu sou do meu amado, e ele me tem afeição. Vem, ó amado meu, saiamos ao campo, passemos as noites nas aldeias. Levantemo-nos de manhã para ir às vinhas, vejamos se florescem as vides, se já aparecem as tenras uvas, se já brotam as romãzeiras; ali te darei os meus amores. As mandrágoras exalam o seu perfume, e às nossas portas há todo o gênero de excelentes frutos, novos e velhos; ó amado meu, eu os guardei para ti (Ct. 7:10-13)."


Por Pr. Josué Gonçalves
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Casamento e sexo

 Um dos assuntos que mais desperta interesse em nosso trabalho com casais é, sem dúvida, a questão do sexo e da própria sexualidade no contexto do casamento cristão. 
  Algumas considerações são importantes para os casais crentes desfrutarem o melhor do relacionamento sexual.

 Saiba que sexo e sexualidade são coisas distintas.
 Muitas pessoas pensam que sexo e sexualidade são as mesmas coisas. Errado. A sexualidade está presente desde o nascimento e nos acompanha até a velhice. Já as relações sexuais, de acordo com a Bíblia, devem acontecer no contexto do casamento. Viver bem a sua própria sexualidade (gosta de si mesmo, do corpo, de ser homem ou mulher) é meio caminho andado para uma satisfatória vida sexual.
  
* Entre quatro paredes, tudo é permitido?
 Não. Tudo é permitido quando não fere os princípios bíblicos da sexualidade conjugal. Por exemplo, pornografia, atitudes egoísticas e práticas abusivas e humilhantes não devem fazer parte da experiência sexual do casal cristão.

 * Leia livros.
 Existem excelentes livros sobre sexualidade cristã que deveriam ser lidos por todos os casais cristãos. Citamos três deles: O ato conjugal (Editora Betânia), Sexo e sexualidade e Dinheiro, sexo e poder (Editora Mundo Cristão). Livros ajudam nas dúvidas, no conhecimento dos aparelhos reprodutores masculinos e femininos, na psicologia masculina e feminina.
   
* Não separe sexo e espiritualidade.
 Um dos maiores erros que um casal cristão pode cometer é separar estes dois temas no casamento. Certa vez ouvi de um casal confessando que quando tinha relação sexual com sua esposa a impressão que ficava é que Deus se retirava do quarto. Deus criou o sexo, homem e mulher, e deseja que os cônjuges desfrutem todo o prazer que o sexo pode oferecer. Agradeça e peça a bênção de Deus para esta área do casamento.
   
* Saia da rotina.
 Um dos assassinos da vida sexual do casal é a monotonia. É possível planejar e executar relações sexuais diferentes, criativas de forma aceitável e que não maculem a vida sexual do casal.

  * Entenda que as relações sexuais são dinâmicas.
 No casamento as relações sexuais são diferentes. Uma relação nunca é igual a anterior. Um dia a relação pode ser um pouco mais "quente", noutro não.
   
* Não restrinja sexo a "pênis e vagina".
 Restringir sexo a estes dois órgãos é diminuir toda sua amplitude e beleza. Beijar, andar de mãos dadas, trocar palavras de carinho fazer parte da vida sexual de um casal.
   
* Conversem sobre sexo.
 Conversem sobre ritmos, freqüência, intensidade, toques que dão prazer, atitudes que não agradam, posições e tantos outros temas ligados à vida sexual. Um cônjuge não é obrigado conhecer os pensamentos e sentimentos do outro.
   
* Se esforce para melhorar a vida sexual.
 Tentar melhorar a vida sexual no casamento é tão sagrado quanto estudar a Bíblia e orar. Se há algum problema de ordem emocional ou física, procure conversar com o cônjuge. Caso a conversa não seja suficiente, procure ajuda de terceiros, por exemplo, conselheiro cristão, psicólogo, sexólogo ou um médico.


Por Gilson Bifano



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Fidelidade: por que as pessoas traem?

 "Jardim fechado... Eu sou um muro, e os meus seios como as suas torres; sendo eu assim, fui tida por digna da confiança do meu amado". (Gn. 2:24,25)
 Quem ama não trai. Com certeza não existe maior traição da confiança do que a infidelidade conjugal. POR QUE PESSOAS TRAEM?(Segundo o terapeuta norte-americano Alert Ellis).

 Causas não-neuróticas:
Insatisfação sexual no casamento que pode levar a busca de compensação.
A perda de atração pelo companheiro(a).
O desejo sexual vai ficando reprimido e as fantasias vão se multiplicando até levar ao adultério.
A excessiva absorção no trabalho, pode produzir no outro uma sensação de rejeição e abandono.
O tédio, que vem da repetição, da rotina e que gera indiferença sexual e emocional.
Extensos períodos de ausência.
* A pressão do estar longe de casa durante longos períodos de tempo pode ser esmagadora.
Doenças físicas de vários tipos.
Gestações sucessivas.


Causas neuróticas:
 Os "mimados" - são aqueles que acreditam que precisam de tudo o que desejam. Encaram caprichos temporários com necessidades básicas. Os casos nunca correspondem sua expectativas, que são, aliás, irreais (ex: a síndrome do fim de semana perfeito, do sexo perfeito).
 Os "narcisistas" - eles se consideram irresistíveis, têm uma necessidade constante de reconhecimento e admiração, uma enorme preocupação consigo mesmos e uma total incapacidade de corresponder. Adultério para eles é uma experiência de auto - engrandecimento.
 Os "os fujões" - são aquelas pessoas que estão fugindo não apenas de si mesmas, mas da própria vida.
 Os "imaturos" - são os que através da infidelidade procuram afirmar, provar eternamente sua masculinidade ou feminilidade. A vida se transforma num teste contínuo de sedução. A mola propulsora desse comportamento é ansiedade.
 Os "inseguros" - são pessoas que se auto-desvalorizam, não se respeitam e não têm auto estima. Usam o adultério como fuga.
 Os "vazios" - são os que sofrem de um grande vazio existencial e se recusam a dar um sentido para a própria vida. Estes vão tendo relacionamento promíscuos para encobrir a falta de nexo dentro de si mesmos.
 Os "vingativos"- São os que traem tendo como motivação um sentimento de vingança. 

 A fidelidade conjugal da segurança ao casamento e garante a bênção de Deus na vida do casal. Veja o a Palavra de Deus diz: "Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros". (H. 13:4).
 Na verdade, o adultério é a manifestação da necessidade de cura, libertação interior.


Por Pr. Josué Gonçalves


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Revigore sua vida sexual!

 Para que os dois estejam preparados para enfrentar as tentações, cada um deve cumprir com seu papel quanto ao ato conjugal, como convém aos filhos de Deus. (I Coríntios 7.2-5). Busquem a realização mútua, vivam a plenitude dessa bênção sexual.
 "Nem sempre o problema está no instrumento. Às vezes, é o músico que não tem habilidade".
 "Por melhor que seja o instrumento, se estiver desafinado, não será possível extrair dele um som agradável. Assim são as mulheres, podem ser bonitas, ter um corpo exuberante e ser inteligentes, porém,  se, emocionalmente, estiverem desafinadas, o relacionamento sexual não será com qualidade".
 "Como podemos ter intimidade se não somos íntimos?" 
"O ato conjugal entre um casal cristão que se ama é como o encontro das águas de um rio que andou quilômetros para achar o seu mar. A fonte do rio é o amor, e a água do mar, a realização".  (Marlene Guerrato)
  O você que acha de um casal que se relaciona sexualmente uma vez no inverno, outra no verão, outra na primavera e outra no outono? 
 O casal deve dar o devido valor  ao sexo no casamento. Não pode ser mais e nem menos. O sexo não é tudo no casamento, mas tudo pode ser afetado quando não há realização sexual. Uma pergunta muito comum entre os casais: quando é que o sexo acaba no casamento?Essa pergunta merece algumas respostas: 

1) Quando os dois não procuram desenvolver a intimidade com base no que cada um tem de melhor para oferecer; 
 2) Quando a familiaridade que pode gerar o desrespeito leva o casal a viver uma vida de agressões sutis que esmaga a alma, minando assim o desejo para os encontros sexuais. Quem é que se realiza sexualmente no casamento, se a alma está sendo esmagada pelo outro? 
 3) Quando há falta de criatividade do casal. Isso tem a ver com lugar, posições, forma, ambiente etc. Tudo dentro dos limites do bom senso e das Escrituras Sagradas. A rotina rouba a glória do ato sexual. Tudo o que é feito do mesmo jeito todos os dias perde a graça; 
 4) Quando não se dá a importância devida à prática do ATO CONJUGAL com qualidade.  Com razão, alguém disse: "Depois que um casal aprende a 'fazer amor', nunca mais se contenta em apenas fazer sexo". O grande problema é que muitos estão fazendo apenas "sexo", e não "amor". Fazer amor é uma arte que deve ser aprendida e praticada para que os dois, a cada encontro, ganhem mais habilidade e se  realizem mutuamente.  
 5) Quando há um problema de saúde e, por causa do preconceito, medo, machismo ou qualquer outro motivo, o cônjuge não procura ajuda médica, prefere ir empurrando com a "barriga" uma vida conjugal infeliz; 
 6) Deve o casal algumas vezes sair sozinho para namorar, ter mais privacidade para realizar até uma nova lua-de-mel. Você já ouviu alguém dizer: "Para mim não dá, jamais eu vou deixar os meus filhos com os outros". Quantos maridos ou esposas estão hoje frustrados(as) sexualmente por esse simples motivo?  O casal precisa ter de vez  em quando um tempo que seja só para os dois, e mais ninguém. Isso pode fazer toda a diferença no relacionamento. 
 Finalmente, nunca deixe de incentivar sua relação "afetiva-sexual". Faça investimentos que resultem no crescimento da qualidade de vida na área sexual. Não se contente em apenas "fazer sexo". Busque "fazer amor". Lembre-se que o amor é paciente, benigno, educado, justo, verdadeiro e grato.
  Fazer amor é deixar que, na hora da intimidade mais profunda entre um homem e sua mulher, vaze, em forma de palavras, gestos, toques, suspiros e gemidos, o gozo que só é possível no encontro dos que se amam. Quem nunca experimentou isso dentro do casamento ainda não sabe o que é "fazer amor".

Por Pr. Josué Gonçalves

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No quarto de um casal cristão pode tudo 

(em relação ao sexo)?

Deve prevalecer os limites da Palavra e do bom senso.

Esta é uma pergunta que sempre me fazem. Geralmente citam 1 Co 7.4 onde o apóstolo Paulo disse: 
“A esposa não manda no seu próprio corpo; quem manda é o seu marido. Assim também o marido não manda no seu próprio corpo; quem manda é a sua esposa.” 

 Eu começo afirmando que, dentro do quarto de um casal cristão que teme ao Senhor, deve prevalecer os limites da Palavra e do bom sensoSe alguém afirmar que vale tudo, isso significa dizer que o casal pode levar para o quarto, algemas, chicotes, velas para derreter em cima do corpo do outro (sadomasoquismo), pode também levar um animal de estimação (zoofilia) ou uma terceira pessoa para a pratica do sexo grupal a lista é interminável.
 Quem quebra os limites do bom senso, é porque já quebrou os limites que a Palavra do Senhor impõe. Isto posto, talvez você esteja perguntado: Então o que Paulo quis dizer? É simples, ele falava do espírito democrático na prático do sexo dentro do casamento. Vamos retraduzir o texto de Paulo para ficar mais fácil a compreensão. O que ele quis dizer, foi: “Dentro do casamento, o corpo de um pertence ao outro, por isso, aquele que estiver com desejo pode sentir-se a vontade para tomar a iniciativa para o ato sexual.” 
 Basta lermos as cartas de Paulo para concluirmos que, jamais ele escreveria esse texto (1 Co 7.4) com intenção de dizer que “no quarto do casal cristão vale tudo”. Veja o que diz Provérbios 5.23 “Morre porque não se controla: a sua grande loucura o levará à cova.” O contexto está falando de “sexo” no casamento e fora do casamento, creio que o princípio deste texto se aplica ao assunto que estamos discutindo


Por Pr. Josué Gonçalves
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Sexo vai além do prazer...

 Sexo vai além do prazer. Sexo é entrega, descobrimento, e doação!

 Sexo que só busca o prazer próprio é egoísta, animal, não nasce do amor. O homem é o único ser vivo que faz sexo olhando nos olhos; todos os outros animais fazem sexo por trás sem olhar para a parceira, apenas para satisfazer o cio. Deus ao criar o ser humano diferente nos leva a dar um significado superior ao sexo.

 Ao falar da vida sexual de Adão, a Bíblia afirma que Adão conheceu a Eva (Gênesis 4.1). Sexo é conhecer o outro, encarar sem medo, culpa ou buscando a satisfação que sexo não dá. Felicidade dura muito mais do que os vinte segundos do clímax sexual.
 Não afirmo que a vida sexual deve ser monótona ou vazia de novidades. Qualquer coisa que um casal faça para melhorar sua autoestima e “apimentar” o relacionamento deve ser bem-vinda. A rotina acaba com o casamento, a vida profissional e a espiritualidade. Viver é um mudar constante, é estar em movimento, é descobrir-se a cada dia, é experimentar o novo, e beber o cálice da vida por inteiro, seja ele amargo ou doce. Na vida sexual acontece o mesmo. O casal deve descobrir novas maneiras de provocar e ser provocado. Não dá para ter uma vida sexual sensacional apenas praticando “papai e mamãe”, onde o homem fica por cima e a mulher sempre por baixo.

 Porém, Isso não significa que o casal precisa ser devasso, levando um ao outro a praticar e usar coisas que inibem e produzem culpa. Liberdade não é sinônimo de libertinagem. Mas, tudo aquilo que não ferir os princípios da Palavra de Deus, for bom para os dois e não para um só, que não agride a consciência de um dos cônjuges e que não obriga o outro a fazer algo que produza culpa é válido e lícito para trazer ainda maior prazer e liberdade à relação.

 Uma vida sexual plena não vem apenas com a procura do prazer ou da autoafirmação a qualquer custo. É fruto de um relacionamento diário onde impera o amor, o respeito, a renúncia e a fidelidade. Onde valores como esses são trocados pela fantasia absurda, pela busca do prazer e não de um relacionamento sem mentira, orgulho e egoísmo nunca haverá felicidade sexual.
 No momento que eles abandonam o respeito pela irresponsabilidade, a moralidade pelo prazer, a pureza pelo vício e o desejo de amar pelo egoísmo, apenas visando o “MEU” prazer e satisfação, o relacionamento produz dor, mágoa, culpa, aborto ou filhos indesejados.
 Alguém que precisa da ajuda de filmes eróticos, ferramentas e outros inventos para chegar e levar a amada ao prazer está enfermo. Amar é mais do que bastante.
Sou casado a 35 anos com a mesma mulher - seu jeito, seu olhar, seu andar, enfim, tudo o que ela faz e é me atrai.

  Sexo sem amor dura trinta minutos, até muito menos. Uma mulher ou homem que se vende, quer gastar pouco tempo com a “transa”, afinal precisa de outro parceiro para possuir, ou tirar a “grana” que lhe sustenta. Sexo que nasce do amor dura muito tempo, 35 anos, como meu casamento ou 65 anos como meus avós.

 Sexo sem amor custa barato. Há meninas que se vendem por 5 reais para fumar “Crack”. Sexo com amor custa caro. Para casar com minha mulher, paguei; para continuar casado, estou pagando; e vou pagar até morrer. Tudo que eu pagar ainda é barato, pelo muito que ela vale.

 Sexo produz frutos. Somente os diferentes são capazes de produzir. Homem com homem ou mulher com mulher não produzem filhos. Se Deus criasse o mundo somente com dois machos ou duas fêmeas, o mundo acabaria com a morte dos dois. Ao criar homem e mulher, Deus criou a raça humana e lhes deu o direito e o prazer de procriarem-se.



Por Pr. Josué Gonçalves



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Sexo alivia dor de cabeça, sexo faz bem a saúde!

 Você sabia que sexo e saúde andam de mãos dadas? Provérbios 5.18-19 diz: "Seja bendito o teu manancial", manancial são todos os órgãos reprodutores. "e alegra-te com a mulher da tua mocidade, corça de amores e gazela graciosa. Saciem-te os seus seios em todo o tempo; e embriaga-te sempre com as suas carícias." (Pv 5.18-19)

 Depois de uma pesquisa envolvendo mais de 8 mil pessoas e muitos pesquisadores, cientistas e médicos, a revista Veja fez uma matéria, cuja manchete da capa era: "O Ministério da Saúde recomenda: faça sexo". Será por quê? Porque o sexo é bom para saúde.

1- O sexo é bom para o coração
 Quando a pessoa fica excitada as células dos genitais liberam óxidos nítricos, o que favorece a dilatação dos vasos sanguíneos e aumenta o fluxo do sangue.

2- O sexo é bom para o humor
 Neste ciclo, o cérebro libera endorfina - hormônio capaz de aliviar situações dolorosas-, libera ainda oxitocina - que fortalece o vínculo afetivo e orgasmo libera serotonina - hormônio responsável pelo bem estar. Quem pratica o ato sexual numa frequência significativa - diária, semanal ou mensalmente (depende da idade e do apetite) é muito mais bem humorado do que os outros.

3- O sexo é bom para auto-estima
 Cientistas sugerem que a atividade sexual diminui a ansiedade, alivia o estresse e contribui para a auto-estima. Pessoas sexualmente ativas também parecem ser menos vulneráveis a depressão e ao suicídio. Você está pensando em se matar? O Ministério da Saúde recomenda: faça sexo.

4- Sexo combate a dor
 A endorfina, produzida pelo cérebro durante o ato sexual, é o maior analgésico natural do corpo humano. Sua ação se prolonga após o ato sexual. Ela pode ajudar a aplacar dores crônicas nas articulações, dores de cabeça e cólicas. Eu tenho um amigo que é médico, que ele diz: olha pastor Josué, eu sempre digo para as mulheres que elas têm um analgésico injetável a sua disposição.

5- Longevidade
 O sexo é exercício aeróbico, que eleva os batimentos cardíacos como ocorre nas atividades físicas moderadas, as artérias se dilatam, o que aumenta a absorção de oxigênio, ou seja, está provado cientificamente, que quem pratica de duas a três vezes o ato sexual por semana, tem menor probabilidade de morrer do coração do que quem pratica uma vez por mês.

6- Sexo é bom também para a musculatura, pois esta fica trabalhada
 Uma relação sexual não equivale exatamente a um treino de musculação bem feito, mas dependendo das posições escolhidas é possível trabalhar o dorso, as coxas e o abdômen.

7- O sexo é bom para o sono
 O orgasmo favorece o relaxamento muscular, provoca bem estar e exaustão, facilita o sono profundo e um bom sono é crucial para saúde. É por isso que sempre digo para as esposas: "dá para entender que depois que o marido tem um orgasmo, ele vira para o lado, dorme, ronca e, às vezes, até baba? É porque o sexo realmente relaxa.

8- O sexo também é bom para imunidade
 Ou seja, quem pratica o ato sexual tem sua imunidade reforçada. Alguns pesquisadores sugerem que fazer sexo de 2 a 3 vezes por semana fortalece o sistema imunológico. Desta forma, o sexo ajudaria o corpo a combater resfriados e outras infecções. Você anda muito resfriado, ou resfriada?

9- Menstruações regulares
 O sexo é bom para regular a menstruação. Estudos da Universidade de Columbia revelaram que as mulheres que fazem sexo pelo menos uma vez por semana têm ciclos menstruais mais regulares.

10- O sexo é bom para a próstata
 Médicos sugerem que o câncer pode ser provocado por um vírus e que a ejaculação frequente seria um meio de eliminar da próstata grandes concentrações do tal vírus.

11- Sexo é bom para o controle do peso
 Uma relação sexual consome em média 100 calorias, o esforço pode ser o equivalente a um trote de 7,5 km/hora e é bem mais divertido emagrecer brincando com o cônjuge.

Como vai sua vida sexual? Qual a frequência do sexo dentro do seu casamento? Converse um pouco mais sobre isto. Leia um pouco mais sobre isto. E lembre-se que o sexo dentro do casamento foi preparado por Deus. Aproveite.




Por Pr. Josué Gonçalves


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Qual a receita para uma noite de amor inesquecível?


 É possível duas pessoas almoçarem, jantarem e dormirem juntas e não serem íntimas? Por que muitos casais não crescem em intimidade? Muitos casais ainda não sabe o significado de "os dói serão uma só carne". A vida dois,é um processo gradual.

 É necessário falar de intimidade antes de falar de sexo.Muitos casais estão praticando o ato conjugal-sexo,sem intimidade. Barbara Russel Chesser no livro ( O mito do casamento perfeito) escreveu: "Quando os cônjuges são capazes de buscar o outro e expressar-se com eficácia nas áreas não sexuais do casamento,que são menos carregadas de emoção,essas aptidões fluem para dentro da área mais sutil,mais emocionalmente explosiva da comunicação sexual".

1. Um bom casamento produz relacionamento sexual com qualidade e não ao contrário
 Antes de o marido aprender a abrir a porta do quarto para esposa, precisa abrir a porta do restaurante, puxar a cadeira e servi-la na mesa. Um bom casamento não começa e nem termina no quarto.

2. Por que muitos casais não crescem em intimidade, e nem se ajusta sexualmente?

A influência negativa da mídia

As pessoas são bombardeadas com mensagens que as levam a pensar que são doutoras no assunto e não precisam aprender,crescer e melhorar. Quando o casal não admite que tem falhas,os dois acabam sempre fingindo que são bons amantes.

- O conceito errado sobre o sexo

Primeiro conceito errado-associar sexo com pecado (Hb.13:14) Segundo conceito errado -é ver a prática do ato sexual como um mal necessário (Gn. 1:27,31 ).

3. Removendo os obstáculos da felicidade sexual.

Muita crítica e ausência de apreciação, elogio

Critica excessiva bloqueia o processo de crescimento da intimidade. O elogio faz florescer a intimidade entre o casal (Pv.31).

Acúmulo de ressentimentos.

 O tédio conjugal é quase sempre a mascara que esconde um mundo de ira e de ressentimentos que jamais foram expressos abertamente, por que as pessoas não andam na luz. Só os que andam na luz são capazes de dizer as coisas como elas são. "Muitas vezes uma discussão é a melhor do que o silencio e a indiferença". O caminho para a cura dos ressentimentos é o perdão.

Falta de comunicação

Não há intimidade sem comunicação, e sexo sem intimidade é um relacionamento meramente superficial. "A intimidade acontece quando as diferenças são trabalhadas".

Desconfiança mútua.

 Ciúmes é sinal de complexo de inferioridade e auto-imagem deficiente. Quando a pessoa não é capaz de confiar em ninguém, principalmente no cônjuge, é porque não possui autoconfiança e isso bloqueia a intimidade sexual.

4. Insegurança quanto à aparência física.

 Quando se tem um conceito negativo do corpo, por causa dos padrões que se estabelecem na sociedade onde os valores são invertidos. A auto-rejeição é um dos males mais comuns de nossos dias. Os Homens se preocupam com o tamanho do seu pênis e as mulheres com o tamanho dos seios. Algumas pessoas se concentram durante o ato sexual nas próprias imperfeições físicas, e por isso perdem o prazer. A cura para a insegurança quanto a aparência física, pode estar no casal aprender a apreciar mais um ao outro fisicamente (Ct.7:1-10) 

Ser expectador durante o ato sexual.

 Quando a pessoa tenta observar o seu próprio comportamento de uma forma ansiosa, por um bom desempenho. A preocupação com o desempenho pode roubar da pessoa a oportunidade de atingir a plenitude do orgasmo.

Não dar o valor devido ao sexo.

 Desvalorizar o sexo é não ter consciência do plano de Deus nesta área na vida do homem (Pv.5:18; Ec.9:9)

O sexo mecânico

Um problema chamado rotina,é a pessoa que pratica o sexo da mesma forma como se escova o dentes e vai ao correio. Sexo rotineiro sem criatividades, sem ternura, sensualidade. Quando o sexo acontece sem nenhuma intimidade, leva o casal a sentir-se roubado e lesado, porque é tudo muito mecânico.

Falta de sensibilidade.

 A intimidade cresce, quando mostramos sensibilidade para com as necessidades do outro. Ser sensível no amor, ser sensível as formas de amar, ser sensível aos toques físicos. Todo homem deve  se lembrar que a mulher cresce no prazer sexual pelo toque,muito mais do que homem que é pelo visual.Lembre-se que o marido aumenta a sensualidade da esposa quando presta atenção à geografia e às técnicas do ato sexual.Homem e mulher precisam se descobrir sexualmente.
 O contato físico não deve ser um serviço, mas uma troca de emoções intimas entre duas pessoas que amam e valorizam uma à outra. Só o contato físico pode eliminar a distancia entre duas pessoas, neutralizar a solidão da vida dentro da nossa própria pele e estabelecer um vinculo entre duas mentes,dois corações e dois corpos.

Quanto há falta de toque.

 O contato físico não sexual é fundamental para a intimidade. O toque tem que ser um sinal de intimidade e não apenas um gatilho sexual. Às vezes penso que algumas pessoas são tão insensíveis, que nada além de uma penetração é capaz de estimular. É de admira que numero esmagador de mulheres afirme que prefeririam que os homens as abraçasse com força e as tratasse com ternura,esquecendo o ato em si.

O excesso de TV

A TV tem hipnotizado muita gente que até perde a noção do tempo dedicado a ele.Existem casamentos que acabaram literalmente por causa da TV.
 Há cônjuges que assistem TV para fugir das carícias e do sexo (Jo.10:10). Não deixe que o ladrão da alegria use este instrumento para roubar, matar e destruir seu jardim do Édem (casamento).



Por Pr. Josué Gonçalves


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Zonas erógenas

 Uma das primeiras orientação de Deus ao homem e mulher, logo após a criação, foi que se "relacionassem sexualmente". Genesis 1:28 diz: "E Deus os abençoou e disse: multiplicai-vos e enchei a terra..."
 Dentro do casamento, o relacionamento sexual, foi concedido para dar fim a solidão, "Não é bom que o homem esteja só...(Gn 2.18). A reprodução é seu propósito secundário e não primário. O Sexo foi criado por Deus e é bom.
 Deus criou o sexo quando fez o mundo e criou o ser humano. O prazer sexual fazia parte do Seu plano, algo a ser usufruído apenas pela raça humana. Os animais se relacionam sexualmente num nível diferente do ser humano, pois é apenas para procriação o sexo animal, eles não usufruem o prazer sexual como a espécie humana.
 Deus criou apenas os seres humanos com as zonas erógenas. É importante os casais conhecerem seus corpos e as zonas erógenas pois estas funcionam como dispositivo que disparam o desejo e exitação, a qual leva tanto homem quanto mulher à descarga orgásmica.
 O orgasmo traz inúmeros benefícios para a saúde e bem estar psicológico. Devemos, portanto, como filhos de Deus, receber e aceitar com gratidão este presente que é o nosso corpo criado com um sistema nervoso projetado para experimentar prazeres delicados; prazeres que prenunciam o êxtase que nosso espírito gozará, um dia, num relacionamento de amor com Cristo.
 Nós os seres humanos temos portanto um corpo que possui a capacidade de ser estimulado de forma prazerosa. Deus equipou macho e fêmea com as ZONAS ERÓGENAS que são as regiões do corpo mais sensíveis à excitação sexual.
 Vamos compreender melhor como funciona o disparo da excitação através das zonas erógenas:
 O sistema nervoso compõe o mecanismo básico da excitação sexual. A excitação resulta de uma séria de sensações, levadas às partes do corpo que atuam diretamente no ato sexual. Estas partes mais sensíveis do corpo são as chamadas zonas erógenas. Tanto no homem como na mulher, as terminações nervosas dessas diferentes partes do corpo (zonas erógenas), levam certas "mensagens" ao centro sexual no cérebro, e do cérebro essas mensagens são enviadas ao centro sexual localizado na medula espinhal, ao nível da cintura.
 O centro sexual da Medula Espinhal também pode receber estímulos sexuais diretamente das áreas genitais (clitóris, vagina, ou outras zonas erógenas) independentemente do concurso do cérebro. Qualquer lesão nessa rede nervosa, bem como qualquer tipo de inibição psíquica que atue negativamente sobre ela, poderá determinar inibição da excitação em alguma de suas quatro fases anteriores a resolução (Desejo, Excitação, Platô, Orgasmo).
 Mas graças as zonas erógenas, indivíduos tetraplégicos e paraplégicos podem apresentar orgasmo. A ausência de sensações prazerosas na área genital não significa ausência dos sentidos ou de sensações em outros locais.
 Essa deformidade não o obriga a não ter prazer e orgasmo. Mesmo sem conseguir fazer penetração vaginal, é possivel desfrutar do prazer sexual.
 Pessoas com esse tipo de problema devem prestar atenção nas sensações provocadas pelos toques e carícias de seu cônjuge em outros locais. A perda dos genitais jamais significa perda da sexualidade e do prazer orgástico.
 Todos temos conhecimento da "lei da compensação". Os outros sentidos de nosso corpo ficam mais aguçados quando se perde um. Quando perdemos nossa zona erótica primária, outras são criadas. Basta buscá-las e estimulá-las.
 Vamos falar um pouco sobre o disparo da excitação masculina.O despertamento sexual segue um sistema complexo: As glândulas sexuais (testículos) produzem o hormonio masculino (testosterona) que é levado ao cérebro pela corrente sanguinea e alí como que "desperta ou eletriza" o centro do desejo, tornando-o capaz de receber as impressões das chamadas ZONAS ERÓGENAS e os estímulos provocados pelos sentidos em geral.
 Pela medula espinhal, o cérebro envia estímulos ao centro da ereção, situado na mesma medula, ao nível da cintura como acima descrito. Este centro, por meio de um mecanismo nervoso, enche de sangue as veias dos corpos cavernosos do pênis, preparando-o para o ato sexual.
 O centro de ereção pode ainda ser excitado independentemente da participação do cérebro, recebendo estímulos diretos das áreas genitais.
 Tanto homem como mulher estão equipados com áreas erógenas em vários locais do corpo, além dos orgãos genitais.
 São zonas altamentes erógenas as entradas para o interior do corpo:olhos, nariz, ouvidos, boca, bico do seio, entrada vaginal.
 Na cabeça, a boca é a mais importante dessas zonas, pois, durante o beijo, recebe estímulos táteis, térmicos, olfativos e gustativos. Na maioria das mulheres, o ponto mais excitável é o clitóris. Em outras mulheres a entrada vaginal, ou então a parte interna da vagina.
 Você já perguntou ao seu cônjuge qual a área que ele mais aprecia a carícia?
 Descubra em você e em seu cônjuge as regiões mais sensíveis ao prazer. Enriqueça sua relação conjugal explorando as áreas erógenas. Deus mesmo as criou para que você possa transmitir seu amor e proporcionar ao seu cônjuge mais prazer e tornar sua vida sexual mais feliz.
 Não tenha constrangimento de buscar informações e orientações sadias. Procure ajuda de um médico, psicólogo, sexólogo para auxiliar você em alguma dificuldade sexual.


Por Clicia Sathler Araujo Santos

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cristão e a sexualidade!

 A sexualidade envolve o que há de mais íntimo na vida do ser humano. Dependendo do modo como é usufruída, ela tanto pode produzir resultados positivos quanto negativos, seja na área biológica, sociológica, psicológica ou espiritual.
 Alguns líderes evangélicos não dão a devida importância que o assunto requer. Uns se recusam a falar sobre sexo porque acham que ele não tem nada a ver com os princípios do cristianismo, e, conseqüentemente, não teria nenhuma relevância. Já outros são tolhidos pela timidez ou acham-se incapazes de ensinar à sua igreja sobre o assunto.
 E o resultado é que muitas vezes os problemas de relacionamento entre casais ficam sem solução ou geram separação, porque os cônjuges não receberam um ensino adequado, nem foram orientados sobre como deveriam agir em meio aos conflitos.

 Existem crentes que, quando o assunto é sexo, defendem idéias absurdas. Dizem, por exemplo, que Deus criou o homem e permitiu que o diabo inventasse o sexo. Para uma grande maioria, a sexualidade está muito mais associada ao erro e ao pecado do que a algo bom, criado por Deus.
 Porém, antes de julgar se o sexo é bom ou mau, precisamos saber quem o criou, com que finalidade ele foi criado e o que devemos fazer para tornar a sexualidade um relacionamento prazeroso.

 Deus criou o homem e a mulher, e colocou órgãos genitais diferentes em cada um deles. Ele criou também os hormônios, que atuam na área da sexualidade masculina e são chamados de testosterona. Na mulher, estes hormônios são conhecidos como estrógeno. Deus criou na glande do pênis e no clitóris milhares de vasos sanguíneos, que armazenam uma grande quantidade de sangue para aumentar a sensibilidade. 

Em suma, Deus deu ao homem o desejo, a libido.
 Deus criou o pênis no homem. Um tecido cavernoso que contém grandes espaços venosos, ligados por tecido fibroso revestido de pele. Deus criou os testículos, que são dois órgãos glandulares. Entre outras funções estes órgãos fabricam os espermatozóides e elaboram a testosterona.
 Deus criou os canais ejaculadores, que são condutos formados pela união das vesículas seminais com os canais seminíferos. Deus criou o escroto, que é uma estrutura que encerra o testículo, o epidídimo, a parte inferior do canal deferente e o cordão espermático. E por fim Deus também criou as glândulas bulbo-uretrais. Estas segregam o sêmen, líquido que contém mucina, proteínas, água, sais minerais e cerca de 70 milhões de espermatozóides por centímetro quadrado.

 Na mulher Deus criou um canal músculo-membranoso extremamente dilatável, medindo aproximadamente entre 8 e 9 centímetros de comprimento, chamado vagina. Deus criou nela os ovários, constituído por duas pequenas glândulas em forma de amêndoa, situadas na cavidade pélvica de cada lado do útero. A função dos ovários é produzir, desenvolver e amadurecer os óvulos. Eles também produzem pelo menos dois tipos de hormônios: estrogênio e progesterona.
 Deus criou as trompas de falópio, tubos finos que se estendem da cavidade peritonial ao útero. Através delas os óvulos liberados dos ovários chegam ao útero. Deus criou o útero, que é um órgão muscular em forma de pêra, situado no centro da cavidade pélvica, atrás da bexiga. Durante a gravidez, o útero aumenta consideravelmente, atingindo um comprimento que ultrapassa 30 centímetros. Por fim Deus criou a vulva, que é o conjunto dos órgãos genitais externos.

Os desejos íntimos

 Agora perguntamos: por que Deus criou estes dois órgãos genitais que acabamos de analisar? Será Ele um tipo masoquista que criaria no homem desejos naturais que não podem ser satisfeitos? Por que existem milhares de terminações nervosas no corpo do homem que faz com que a sensualidade seja despertada com um simples toque? Para que Deus criou tudo isso? Para brincar com os nossos sentimentos e as nossas emoções?

 Deus criou a sexualidade no homem e na mulher para despertar neles a vontade de unirem os seus corpos e saciarem os seus desejos mais íntimos. A sexualidade mata no homem a fome de intimidade que ele tem.


Por Pr. Silas Malafaya


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O papel do sexo e do casamento na visão de Deus

Quando um homem e uma mulher se amam e desejam se casar e formar uma família, isso inclui, ou deveria incluir, a seriedade e fidelidade ao convênio matrimonial que abrange monogamia e lealdade, em pensamento e ação.
Assim como o casamento não é apenas a legalização do sexo, a formação de uma família não é apenas casar e ter filhos. A família é onde “homem e mulher se tornam uma só carne”. É onde o amor de Deus é revelado através dos pais aos filhos e das muitas gerações que virão.

Sexo: Presente divino

Tudo o que Deus fez é bom. E toda e qualquer coisa que Ele fez tem o propósito de revelar Sua Glória. Como tementes a Deus, precisamos entender que o sexo é um dos presentes divinos que Ele nos proporcionou para nossa felicidade. Sexo é o poder de criar vidas, e é natural que haja diretrizes específicas sobre o uso desse privilégio. David Bednar disse: “O modo pelo qual encaramos e usamos esse sublime poder vai determinar em grande medida a nossa felicidade na mortalidade e o nosso destino na eternidade.”

Fontes deturpadas de informação

Infelizmente, uma grande parte dos seres humanos possui uma expectativa falsa do que o sexo representa no casamento. A maioria de nós tem contato com o “sexo” muito cedo, através da moda que dita a sensualidade como atraente, em novelas, na pornografia gratuita, em filmes e internet, etc. É a velha confusão de chamar desejo de amor.
Esse tipo de “costume” focaliza demais o sexo somente no corpo e não na experiência inteira da harmonia e complementação dos gêneros. Mais do que ter partes do corpo diferentes, o homem e a mulher foram feitos um para o outro. O desejo, a anatomia e a atração os dirigem um para o outro.
 É o dar e receber recíproco que enlaça corpos, mentes e corações. É o prazer não somente sexual e físico, mas também mental e espiritual que complementa um casal e os torna como um em propósito perante o plano divino.

Sexo indiscriminado: Da destruição da sociedade ao desaparecimento das famílias

O sexo usado de forma distorcida é a razão de sofrimento para a grande maioria das famílias. As consequências são:

- gravidez indesejada
- irresponsabilidade
- falta de afeto natural
- doenças venéreas
- perversões sexuais
- abortos
- órfãos
- estupros
- infidelidade
- divórcios
- luxúria
- crimes

Enfim, quedas de reinos inteiros e destruição de famílias inteiras. O fato de governos, reinados, leis, pessoas corruptas e até algumas igrejas tentarem reduzir a seriedade dessas práticas tornando-as legais não têm ajudado em nada a manutenção da força familiar, muito pelo contrário.
Exercitando a fidelidade

A castidade é um treinamento para a vida. É um exercício para a fidelidade, lealdade e momentos difíceis num casamento.
Tenho uma amiga que ela e o marido eram os jovens mais bonitos que eu conheci. Bonitos fisicamente e de um bom humor contagiante. Após poucos anos de casamento, ela sofreu um acidente e ficou tetraplégica, e ele cuidou dela com amor ainda maior. Ela o deixou livre para ser feliz com outra pessoa, mas ele permaneceu firme ao seu lado. Tiveram mais dois filhos depois desse incidente. Hoje, mais de 20 anos depois, eles dizem que se amam mais do que nunca. 
Esse é o tipo de amor divino, que transcende o desejo e as dificuldades, que tem o sexo como complemento, não fim.
O sexo é uma parte importante e prazerosa da vida conjugal. É a única coisa que marido e mulher, legal e legitimamente casados, fazem um com o outro que é exclusivo deles. Todas as outras relações que temos com outras pessoas contêm sentimentos, situações e semelhanças de nossa relação amorosa, mas não o sexo. Deus não nos deu esse presente como mero divertimento ou satisfação de desejos do corpo. Não há instrução alguma vinda do Senhor que afirme que sexo entre marido e mulher deva ser somente para procriação, mas também não há aprovação em lugar algum para o tipo de sexo indiscriminado que vemos na sociedade em que vivemos fora dos laços do casamento.

Sexo como complemento de um casamento divino

Alguns pensam que a felicidade estará sempre na próxima conquista. Spencer Kimball disse: “Uma pessoa pode sentir-se imediatamente atraída por outra, mas o amor vai muito além da atração física. É algo profundo, inclusivo e abrangente. A atração física é apenas um de vários elementos; é preciso haver fé, confiança, compreensão e união. É preciso haver ideais e padrões comuns. Deve haver grande devoção um ao outro e companheirismo. 
O amor inclui pureza, progresso, sacrifício e altruísmo. Esse tipo de amor nunca se cansa ou se enfraquece, mas continua a viver em meio a enfermidades e pesares, pobreza e privações, triunfos e decepções, no tempo e na eternidade.
 Para que o amor continue a existir, deve haver um aumento constante de confiança e compreensão, de expressões sinceras e frequentes de gratidão e afeto. Cada um deve esquecer a si mesmo e preocupar-se constantemente com o outro. Os interesses, esperanças e objetivos devem convergir continuamente para o mesmo ponto."

A urgência de ensinar os filhos e protegê-los para que encontrem a felicidade real

Ensine aos seus filhos a sacralidade do sexo no casamento. David Bednar complementa dizendo que o sexo não é uma "curiosidade a ser explorada, um apetite a ser satisfeito, ou um tipo de recreação ou entretenimento. Como filhos e filhas de Deus, herdamos Dele capacidades divinas. Mas neste momento vivemos num mundo decaído."

Se seus filhos crescerem com o conhecimento do que realmente o Senhor espera de um homem e uma mulher em relação ao sexo e casamento, e souberem investir tempo e paciência no casamento através do exemplo que você tem lhes dado, não atendendo às diversas investidas da sociedade mundo afora, não somente experimentarão o sexo completo como Deus deseja que o tenham quando se casarem, mas também a felicidade divina.



Por Pr. Josué Gonçalves


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Apreensões sexuais masculinas!


 Talvez você pense que os homens têm pouca ou nenhuma apreensão sobre o sexo. Isso não é verdade! Os homens se preocupam com seu desempenho, em parte porque equiparam tanto sua masculinidade ou virilidade com a capacidade sexual. Eles querem ter certeza de que conseguirão ter uma ereção, mantê-la, satisfazer a mulher e a garantia de ter um orgasmo.
 A armadilha do desempenho que os homens criam transborda para dentro da arena sexual bem como para a maior parte dos outros aspectos da vida. Eles se sentem pouco à vontade com horas e situações desestruturadas e espontâneas. Essa mesma orientação é trazida para o sexo. Se o homem tira tempo para criar uma atmosfera romântica conduzindo ampla conversa, o faz porque a seu ver esse é um passo necessário para fazer o sexo acontecer. Devido à sua orientação para objetivos, é difícil para os homens focalizar o que está acontecendo no presente. E quando o ato sexual é concluí­do, em vez de desfrutá-lo, os homens ten­dem a passar a outro objetivo. Você tem notado isso em seu próprio relacionamento.
Temores Sexuais dos Homens
 Os homens têm temores com relação ao sexo. O medo sexual está amarrado a uma só pala­vra: impotência. Impotência é a incapacidade de conseguir ou manter a ereção. As ereções são parte normal da vida do homem. Os ho­mens têm quatro ou cinco ereções por noite e geralmente acordam com uma ereção. Essa pri­meira ereção da manhã é um sinal de saúde, pois indica que o homem ainda é capaz de fun­cionar.
 O hormônio masculino, testosterona, vai-se esgotando durante o dia e é reposto du­rante o sono. Ele atinge o pico em torno das 5 da manhã e nessa hora está até 40% mais alto do que na noite anterior. Os homens são muito mais aptos para ter sexo de manhã, mas essa hora é muitas vezes difícil para a mulher, por­que a relação não foi precedida de um tempo de comunicação amorosa. Assim, a primeira ereção da manhã não tem nada a ver com o homem estar pensando sobre sexo. Às vezes apenas significa que ele está com a bexiga cheia! Muitas esposas acham que todas essas ereções significam que ele quer sexo e isso não é verda­de. Conversem sobre isso.
Razões do homem para desejar sexo
 Os homens desejam sexo por diversas razões, como alívio físico; dar ou receber conforto e afeição; amor; provar sua popularidade, mas­culinidade ou capacidade sexual; expressar ternura ou hostilidade. Muitos homens usam o sexo para provar sua virilidade.
 Consciente ou subconscientemente, os homens estão procurando a admiração verbalizada ou não dos outros quando falam sobre suas conquistas.
 Quer percebam, quer não, eles querem mais do que sexo no relacionamento. Querem proximidade e intimidade. Mas não sabem como pedir isso ou admiti-lo.
 Os homens não têm a resistência sexual das mulheres. Tampouco têm a capacidade de desfrutá-lo por longo tempo que as mulheres possuem. A maioria dos homens é capaz de expressar amor e afeição através da experiência sexual. Mas o que precisam aprender é dar amor e afeição de formas não sexuais.
 Uma das queixas mais comuns que eu (e inúmeros outros terapeutas matrimoniais) tenho ouvido das esposas é: "Gostaria que ele pudesse entender que toda vez que eu o beijo ou abraço ou acaricio quando passo por ele dentro de casa NÃO é um convite para irmos ao quarto. Che­go até a hesitar em fazer essas coisinhas por­que parecemos acabar brigando. Por que ele não consegue entender? Já nem reajo agora quando ele me procura e beija ou me abraça. Sei que ele está pensando em sexo. Se pudésse­mos ter uma porção de contato não sexual, eu responderia muito mais e ele ficaria realmente surpreso e encantado!"
 O homem frequentemente interpreta a reação sexual da esposa como sinal do que ela sente a respeito dele em geral. Na realidade, quantas vezes a esposa responde ou o que ela concorda em fazer sexualmente com ele podem ter pouca ou nenhuma relação com os sentimentos dela para com ele.
 É por isso que peço aos homens com quem trabalho que leiam Sex Begins in the Kitchen (Sexo Começa na Cozinha), por Kevin Leman e If Only He Knew {Que Bom Se Ele Soubesse - Ed. Mundo Cristão), por Gary Smalley. Diga ao seu marido que o que você deseja de presente de aniversário ou aniversário de casamento é que ele leia os livros com você!
 O sexo é usado de maneira diferente pelos homens e pelas mulheres no relacionamento amoroso. Muitas mulheres vêem o compartilhar como proximidade e os homens vêem a proxi­midade como algo sexual. As mulheres vêem o sexo como uma forma de proximidade e muitos homens o vêem como a única forma de proximidade. Para as mulheres, ternura, toque, conversa e sexo formam um só pacote. Para alguns homens, sexo é suficiente, especialmen­te se eles não sabem como se relacionar com a mulher por meio de outras expressões de inti­midade.
 Muitos homens substituem o compartilhar pelo sexo. O sexo é uma expressão de emoção e também um substituto para a emoção. É como uma mulher expressou seus sentimentos a respeito de sexo com o marido: "Para mim, proximidade significa compartilhar e conversar. Ele acha que proximidade é ter sexo. Talvez essa seja a diferença na maneira como amamos. Quando ele está aborrecido, ou bravo, ou inseguro, ele quer sexo. Acho que sexo o tranquiliza. Mas gostaria que ele conversasse sobre os sentimentos. Quando chego em casa do trabalho e estou tensa com uma porção de coisas, quero conversar a respeito. Quando ele chega em casa assim, não quer conversar, quer sexo. Quando estou triste, preciso é de um ombro no qual chorar e alguém para me ouvir. Quando ele está triste, quer ser seduzido para esquecer os sentimentos." É essa a sua experiência?
Disse certo marido: "O sexo significa muitas coisas para mim. Às vezes quero sexo com minha esposa porque me sinto romântico e quero ser amoroso e ter intimidade. Outras vezes só quero o alívio ou diversão. Não preciso conversar sobre sexo o tempo todo. Gostaria que ela pudesse entender isso."
Sexo e Comunicação
 Muitos homens acham que o sexo pode substituir todos os outros tipos de comunicação no relacionamento. Sexo é o veículo que os casais tomam para compartilhar seu ser pessoal e particular. É como se o marido dissesse à esposa: "Você deve saber que eu a amo porque tenho relação sexual com você." Para as mulheres, sexo é apenas um meio entre muitos para atingir intimidade e nem sempre o melhor. Para muitos homens, sexo é a única expressão de intimidade.
 Os homens tendem a comprimir o significado de intimidade no ato sexual e quando não têm essa saída, podem ficar frustrados e aborrecidos. Por quê? Porque estão cortados da única fonte de proximidade que conhecem. Os homens estão interessados em proximidade e intimidade, mas têm maneiras diferentes de definir e expressar esse interesse. Aqui de novo está uma área sobre a qual talvez você e seu esposo devam falar, ouvir e entender a visão que ambos têm sobre o sexo e, de alguma forma, aprender a falar a linguagem um do outro.
 Os homens hesitam em falar com suas esposas sobre sexo porque têm medo de fazer papel de bobo. Eles são supostamente os fortes e durões, portanto têm medo de se fazer vulneráveis. Os homens supostamente são aqueles cujos sentimentos não deveriam ser magoados. Mas eles podem ser vulneráveis.
O Desempenho Sexual Masculino
 O alívio sexual é importante para o homem, mas o que realmente o deixa desconfortável é abraço e carícia não direcionados para um alvo. Assim, ele aborda o sexo de forma mecânica. Sexo se torna trabalho em vez de diversão. O resultado final - em vez do processo - se torna importante. Sexo passa a ser um ato em vez de um meio de ficar perto. Isso ignora o fato de que a reação sexual do homem é também uma expressão de quem ele é. Está diretamente ligada aos seus sentimentos e desejos e é também um reflexo da qualidade do relacionamento material.
 Os homens mais jovens especialmente tendem a provar quem são através de seu desempenho sexual, mas à medida que o ho­mem vai ficando mais velho e amadurecendo, ele começa a desejar maior intimidade. O im­pulso sexual intenso e o conceito de afeto físi­co que ele tinha quando adolescente começa a mudar. À medida que ele amadurece, torna-se capaz de diferenciar entre sua necessidade de reafirmação emocional e apoio e sua ne­cessidade de sexo.
 A comunicação se torna mais importante para alguns homens. Se seu marido se aproxima de você com um abraço e um beijo e você fica sem saber o que ele quer, pergunte! Descubra se ele quer agrado, beijo, carícia, cinco minutos de afagos mais íntimos ou relação sexual. Talvez você se surpreenda! Encoraje-o a contar-lhe. Não tenha medo de contar-lhe também o que você quer.
Medo masculino da impotência
 Mencionei anteriormente que um grande medo dos homens é a impotência. Os homens se preocupam com suas ereções. Eles precisam de carícias para se preparar para o ato da mesma forma que as mulheres. Nem sempre podem dar conta do recado quando querem. A atmos­fera é importante para eles também.
 Ocasio­nalmente, o homem não consegue uma ereção, embora se sinta desejoso e amoroso. Isso pode ser uma reação normal. Se continuar por algum tempo, contudo, é indicação de algum tipo de dificuldade. A medida que os homens envelhecem, suas ereções podem não ser fir­mes e podem demorar mais para ocorrer. To­dos os homens experimentam uma época de impotência durante o decorrer da vida, e mui­tas vezes ela é situacional. Noventa por cento da causa está na cabeça do homem em vez de em sua condição física. Se a impotência per­sistir, pode ser necessário obter maiores infor­mações ou ajuda.
 A ansiedade com o desempenho é uma das razões pela qual o homem perde interesse em sexo. Os homens têm níveis diferentes de inte­resse em sexo. Às vezes, o impulso da mulher é muito mais forte, e ela é quem fica constantemente forçando o marido.




Por H. Normam Wright


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Depressão e comportamento sexual!


 A depressão tem se constituído num problema de saúde pública, com repercussões severas para o bem estar das pessoas a os transtornos na vida familiar.

 Além desses aspectos preocupantes, tem um custo elevado para o indivíduo e a sociedade, que é agravado pelas precárias condições de assistência aos portadores de depressão; exceção feita aos centros de referência que são os hospitais universitários. 

 O transtorno emocional é desgastante e se caracteriza por oscilações do humor, incapacidade na vida profissional e redução do envolvimento na área afetiva e sexual. 

 O risco de depressão em mulheres é de 20 a 25% e nos homens é de 10 a 12%. Essa diferença está vinculada a maior mobilidade psicológica da mulher e pelo fato delas demonstrarem mais facilmente seus sentimentos, independente de que os motivos sejam de alegria ou sofrimento. 

 O uso de anticoncepcionais, os períodos pré-menstruais e a menopausa parecem contribuir para o desencadeamento de episódios depressivos. 

 Os homens se mostram mais resistentes à depressão, mas por outro lado, mostram uma maior evidência de distúrbios cardiovasculares e daí morrerem 6 a 8 anos mais prematuramente que as mulheres. Eles, desde cedo, aprendem a guardar ou esconder seus sentimentos e algum órgão, e inevitavelmente algum ou órgão ou aparelho irá funcionar como caixa de ressonância de seus conflitos. 

 A depressão pode incidir já na adolescência, mas é entre 40 e 60 anos a sua maior incidência. Nessa fase da vida os problemas de ordem profissional, a menor escolaridade e a maior clareza das frustrações ou distúrbios na vida amorosa agravam os estados depressivos. 

 O comportamento sexual se mostra muito sensível a esses fatores estressantes e depressivos. A baixa ou redução do desejo sexual é a queixa mais constante nos consultórios de médicos e psicólogos. 

 O humor deprimido quase todos os dias, por um período de 15 a 30 dias é identificado pela sensação de vazio, tristeza e facilidade de choro, juntamente com a perda do interesse ou vibração pelas atividades do cotidiano, são características do quadro depressivo, que pode vir acompanhado por sintomas físicos: mal estar geral, cansaço, alterações do sono e do apetite, além de desinteresse sexual. 

 O homem ou a mulher deprimida, evita ou foge do contato físico e das habituais carícias. A atividade sexual é pouco frequente e dificilmente a mulher refere prazer, e as falhas de ereção ou descontrole ejaculatório podem ocorrer com os homens. 

 Essas disfunções sexuais, incidem em quase 50% da população de homens e mulheres. Esses índices preocupantes são encontrados nos Estados Unidos, Inglaterra, Canadá e Japão, e também no Brasil, pelas pesquisas realizadas pela Fundação Osvaldo Cruz.

 O uso de antidepressivo pode piorar esses distúrbios sexuais, e isso requer maior atenção do médico que deve alertar da possível queda do rendimento sexual, e sugerir que nesse período o casal deve valorizar mais as trocas afetivas e sensuais e deixar de lado, no primeiro mês de tratamento, a obrigatoriedade ou preocupação com o ato sexual. 

 Com a melhora do quadro depressivo e a valorização do contato afetivo, o desejo vai sendo retomado e gradualmente o casal passa a se relacionar sexualmente. 


 O uso desses novos medicamentos para a melhora da potência, ajuda o homem depressivo a reconquistar a confiança sexual, pelo fato da sua ação prolongada de 24 a 36 horas. Isso sempre beneficia o casal.




Pr. Josué Gonçalves



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Não consigo fazer sexo. O que será?


( Disfunções sexuais femininas )
Sexo não mata, nos traz muita vida!

 Daremos agora uma visão panorâmica das mais comuns disfunções sexuais femininas, e algumas dicas de como vencê-las. Lembrando que disfunção é a incapaci­dade da prática sexual em todas ou em parte das seguintes fases: desejo, excitação e orgasmo. Qualquer dificuldade em qualquer dessas fases leva a uma inadequação e a uma experiência sexual incompleta.
 Os primeiros pesquisadores a estudar a fisiologia da sexualidade humana, Kinsey (1948), Master e Jhonson (1960), H. Ellis e Kaplan, observaram e discriminaram essas fases do ato sexual. Res­postas físicas, psíquicas e químicas que ocorrem tanto no homem quanto na mulher, pois os dois foram feitos do mesmo material e pelo mesmo arquiteto. Lembrar que as fases são subsequentes ao continuísmo dos estímulos e carinhos para chegar ao desfecho, que é o orgasmo, que consiste num quadro de contrações e relaxamento dos músculos, com uma sensação intensa de prazer. Alguns autores chegam a comparar a intensidade do orgasmo à morte, mas fiquem tranquilos! Sexo não mata, não tem contra-indicações e nos traz muita vida!
  
Vaginismo 

 Aqui talvez tenhamos a maior representação das consequências do profano e do sagrado na questão da sexualidade do ser humano.Vaginismo é a contração involuntária da vagina e dos músculos que a envolvem, impossibilitando a penetração e a realização do coito. Pode ser primário ou secundário, podendo ocorrer desejo, excitação, porém impossibilidade da penetração.

* Vaginismo Primário: é quando a mulher nunca conseguiu permitir (involuntariamente) uma penetração;

* Vaginismo Secundário: Secundário quando após um trauma, que pode ser uma agressão física ou psíquica, a mulher deixa de ter a capacidade de relaxar e permitir a penetração. 
 A minha afirmação no início deste tópico está baseada no fato de que as maiores causas de vaginismo estão relacionadas ou à manipulação na infância, nas agressões ou estupro, que deixam marcas física e emocional, ou às distorções de muitos pais e mães que ensinam insistentemente as meninas (nunca aos meninos) que sexo é uma "coisa suja", "coisa do demônio", "não é para mulheres santas", "moças de família", etc. e com essas afirmações incutidas em suas mentes, as moças vão para o casamento. Na prática do ato sexual elas têm uma contratura vaginal intensa no momento da penetração, conseqüência de todo esse peso que lhe foi imposto.

 No consultório me deparo muito com os dois casos, pois ainda temos estatísticas alarmantes quanto ao número de casos de abuso sexual infantil, não só no nosso país, mas em todo mundo, onde cerca de 30% das crianças são vítimas das mais diversas formas de abuso, não só físico, mas através de atitudes mais sutis, improváveis, porém não menos libidinosos e traumáticos.

 Em casos secundários normalmente a mulher foi vítima de agressão sexual, física ou psíquica. Pode ser por dores geradas por doenças, mas pode ser por palavras ditas, ou alguma situação constrangedora a que foi submetida. Grande parte dos casos de abuso sexual ou agressão ocorre dentro do seio familiar, o que agrava o trauma. Como todo o processo sexual é comandado pelo sistema nervoso central, ocorre o bloqueio e a mulher vitimada não consegue permitir a penetração.

 O tratamento passa pelo exame ginecológico com um profissional experiente, que tenha noção da gravidade do caso e saiba realizar essa consulta com os devidos cuidados para não piorar o quadro, seja no ato do exame, seja na abordagem com a paciente. Tenho relatos de pacientes vagínicas que chegam ao meu consultório que já tinham ouvido de médicos frases como: "deixa de frescura!"; "você não tem nada, não sei por que não consegue ter relação".

 O exame físico é importante para se afastar a possibilidade de alterações anatômicas, como cistos ou septos vaginais. Depois investigamos a real causa, e após o diagnóstico passamos ao tratamento, que consiste em processo de dessensibilização, executado pela própria paciente, com ou sem ajuda do parceiro, dependendo do caso.
 Tal processo ocorre com a introdução de instrumentos apropriados (velas de hegar, pensos ou pessários) ou mesmo a introdução do dedo indicador, relaxamento e posterior introdução dos dois dedos ou velas de maior calibre, até que o cérebro passe a aceitar o coito como coisa normal e agradável, tirando-se a imagem negativa que persistia na memória.
 Gostaria de chamar atenção de alguns líderes e de pais religiosos que, na maneira que encontram de evitar a iniciação precoce de suas filhas, as estão apavorando, demonizando o sexo, e criando mulheres disfuncionais sexualmente. Quando casadas se negam aos seus maridos, não porque querem, mas porque não conseguem devido aos conceitos negativos e falsos que receberam em relação ao sexo.
 A Palavra de Deus nos outorga uma missão maravilhosa de educarmos nossos filhos e filhas em sabedoria e em verdade, tudo que passar disso é manipulação e distorção da Palavra. Como educar os filhos a terem domínio próprio, seja quanto ao instinto, aos desejos ou aos ímpetos, fora ou dentro do casamento? Bem sabemos que o domínio próprio é fruto do Espírito. Então essa educação deve consistir primeiramente a ajudá-los a ter intimidade com Deus. Para que nossos filhos aprendam a amar e a res­peitar a Deus, dependerá de ensinarmos a Palavra, orarmos muito e sermos exemplo.
 Pais, permitam que seus filhos percebam, através do comportamento do casal, que vocês não são somente "irmãos" ou amigos, mas principalmente homem e mulher enamorados, que se amam, se respeitam e são sexuados e bem resolvidos. Com este exemplo, e desenvolvendo a intimidade deles com Deus e sua Palavra (não falo aqui de ativismo na igreja), aprenderão sobre sexo à luz da Bíblia. Não deixem que aprendam na rua, ou através da mídia, pois estes meios fazem apologia ao sexo egoísta e promíscuo. Por outro lado, não permitam que sejam vítimas dos excessos moralista, do falso pudor e de paradigmas que na verdade sempre associam a idéia de sexo com pecado e punição.
 Gerações educando gerações com valores de uma cultura machista que persiste através da história, que se infiltrou e se enraizou nas igrejas através do tempo, mas que nada tem a ver com a Palavra de Deus.
 Dispaurenia 
 Dispaurenia significa dor na relação. Diferente do vaginismo, a mulher consegue a penetração, porém sente muita dor pélvica, o que faz ocorrer a suspensão do ato sexual.
 A dor pode estar relacionada a doenças vaginais, corrimentos, cistites, cistos de ovários, doenças inflamatórias pélvicas, endometrioses, miomas e varizes pélvicas. A causa pode ser de origem emocional, seja pelos motivos explanados para o vaginismo, ou pode surgir ocasionada pelas seguidas frustrações no desfecho do ato sexual, quando a mulher não obtém o alívio sexual após a excitação. Para confirmação do diagnóstico é necessário um exame ginecológico, de ultrassom pélvico, e avaliação do fluxo vaginal. As causas físicas são tratáveis e permitem que as relações sexuais voltem a ser prazerosas. Se a causa for psicológica ou de desempenho sexual, então são su­geridas psicoterapia e terapia sexual para resolver tal distúrbio.
 O desejo na espécie humana, segundo a Profa. Dra Maria do Carmo A. Silva é altamente alusivo ao passado de cada um (Disfunções Sexuais, J.F. Minnocci). Sabemos que ninguém nasce com bloqueios sexuais, mas que são adquiridos através de experiências vivenciadas. As pessoas "aprendem" a inibir seus desejos em situações que percebem contingências negativas e permitem sua emergência em contextos seguros. Emoções positivas acionam o desejo e as negativas o inibe.
 Por influência psicossocial, a sexualidade feminina é mais facilmente suprimida. É muito comum uma adaptação ou adequação dos parceiros, principalmente a mu­lher, que por medo de ser deixada ou trocada, ou por insistência do parceiro, realiza o ato sexual como um favor, mas sem prazer algum, sem desejo e nem excitação.
 A tensão causada pela cobrança do bom desempe­nho também pode inibir os neurotransmissores do desejo, tornando a prática do sexo cada vez mais desgastante emocionalmente e cada vez menos desejada.
 As causas da falta de desejo, normalmente secundárias, podem acontecer abruptamente (traumas ou crises) ou lentamente. A grande maioria dos casais, devido a todos os fatores relacionais negativos, vão se distanciando e diminuindo a busca pelo sexo.
 Recentemente, foram comentados casos de casais que mantêm uma vida social intensa, além do envolvimento também intenso com o trabalho. Esses casais vão apresentando um distanciamento progressivo. Aparentemente não apresentam conflitos, apenas não se lembram mais a última vez que fizeram amor. Lembre-se que sexo é como musculação, responde á medida que é solicitado.
  Uma classificação das causas mais comuns da apatia sexual seria a seguinte:
Causas orgânicas: anomalias genéticas, hiperprolactinemia (lembra quando falei da amamentação?), hipotireoidismo ou hipertireoidismo, drogas (tranquilizantes, alguns antidepressivos, anticonvulsivantes, alguns anti-hipertensivos etc.), doenças degenerativas e crônicas. Gostaria de enfatizar os casos de hipotireoidismo subclínico, estados em que os exames estão normais, porém o resultado está próximo ao limite da referência, e os sintomas característicos estão presentes (cansaço, desânimo, dificuldade de memória, dores musculares, distúrbio de ritmo cardíaco, extra-sístoles, pele seca, hipersonia). Se você tem esses sintomas procure um endocrinologista.
Causas psicossociais: educacional, comportamental, (fatores marcantes negativos, fobias, traumas, inadequação, defesa, fracassos, anorgasmias, estado depressivo).
 O tratamento da falta de desejo sempre passa pela entrevista e histórico da paciente e já são propostas algumas atividades e exercícios para despertar o interesse e redescobrir o prazer do corpo. O exercício de foco sensorial faz com que a pessoa resgate o prazer do toque, o conhecimento do seu corpo e de seus órgãos sexuais (visualização da vulva e do intróito vaginal), erotização visual, condicionamento orgásmico e focagem á penetração. Lembrar que o parceiro é parte fundamental no tratamento.
 Existem casos extraordinários, como já presenciei em meu consultório, em que o casal estabelece de comum acordo a viver sem sexo. Outros fazem sexo numa frequência muito baixa. Esses casos não podemos considerar como disfuncionais se o casal está adaptado e se relaciona bem.
 Nas palestras para casais sempre gosto de lembrar os ouvintes do filme Don Juan de Marco (Cappola, 1995), onde é possível aprender algo sobre sensualidade e a sensibilidade que deve ter o homem para seduzir e despertar o desejo na mulher amada. O personagem do atorJohnny Depp é de um esquizofrênico, conquistador, romântico ao extremo. Mas o interessante é observar como ele influencia positivamente o relacionamento de seu psiquiatra (Marlon Brando) com a esposa.
 O filme consegue mostrar a importância da comunicação e do carinho. De como criar momentos especiais dentro da rotina, e da importância de não se esquecer de como se namora. Como o psiquiatra, é preciso ser pró-ativo no relacionamento. Não adianta ficar esperando um milagre. Eu aprendi que Deus só faz o que não podemos fazer. Nas questões do sexo, todo processo é realizado pelo casal.
 O processo excitatório na mulher é refletido principalmente na produção de lubrificação vaginal e a continuidade das sensações somáticas corporais de prazer e satisfação. Portanto quando a mulher perde a capacidade de tal reação fisiológica, ela inibe a continuidade do fenômeno das reações sexuais completas, até o orgasmo.
 As causas físicas mais comuns são determinadas pela alteração da produção do hormônio estrogênio, como e­xemplo o período da pré-menopausa e da menopausa, em que o hipoestrogenismo leva a um ressecamento vaginal impossibilitando a continuidade do ato sexual pela mulher ou mesmo apresentando dor no intercurso, inibindo a cascata de fatores de gozo.
 Em casos extremos, pacientes que são obrigadas a submeterem-se a castração cirúrgica (retirada dos ovários) passam também pelos mesmos sintomas. Para restabelecimento da função, a paciente necessita de avaliação ginecológica e uso supervisionado de hormônios, tanto via sistêmica como creme vaginal de estrogênio, obtendo normalmente um excelente resultado.
 Oportunamente, gostaria de colocar aqui que, como ginecologista, sou da corrente que defende o uso da terapia hormonal para a mulher na menopausa, pois não é somente a questão sexual que está em jogo, mas todo desempenho e função fisiológica pode melhorar com o uso racional dessas drogas.
 Alguns casos de vulvovaginite podem levar a alte­ração da flora vaginal e acarretar dor, irritação e secura e podem agir como fator inibitório da resposta sexual (já relatado no assunto dispaurenia).

FATORES PSICOGÊNICOS
 Com certeza aqui se encontra o maior número de queixas e problemas como causa de bloqueio excitatório. Descreveremos a seguir os mais comuns:
Educação Sexual: com raízes repressivas ou religiosas (distorção dos conceitos divinos encontrados na Bíblia). Agem como fatores inibitórios da sexualidade, emergindo a associação de "sexo e pecado", "sexo e proibição" etc.
Sentimento de Culpa: muito relacionado com a causa anterior, traição dos pais, de conceitos, na grande maioria das vezes com o envolvimento preponderante da figura paterna.
 Rejeição da Figura Masculina: avaliação distorcida e falta de confiança na figura masculina, da higiene do parceiro, (dentes mal escovados, hálito de bebida ou cigarro etc.), mudança física após um tempo de convivência (obesidade, por exemplo) e outras.
 Distúrbios Diáticos (reações pessoais a fatores extrínsecos):observado em casais com problemas de rela­cionamento, são conflitos constantes. Tais conflitos podem emergir no período de excitação. A mulher é propensa a guardar ofensas, pequenas intrigas e mágoas, o que faz com que exista uma grande possibilidade de tais emoções e lembranças ser despertadas no período de excitação.
 Lembranças de fatores negativos do Passado: Algumas mulheres vitimadas sexualmente são bloqueadas pela lembrança da vivência destrutiva. Tratei de uma paciente vítima de sequestro e abuso sexual por dois delinquentes. Essa mulher relatava que ela não conseguia desassociar carícias da sensação de sujeira e de fedor, o que a desabilitava para o ato sexual.
 Secundária Anorgasmia: Mulheres que têm valorização aumentada do orgasmo e quando ocorre uma série de frustrações em atingir o ápice são levadas a uma inibição retrógrada à excitação e posteriormente ao desejo.
 Outros: medo de engravidar, medo de doenças transmissíveis, inadequação do local, distração (preocupação ou simples lembranças de fatores do cotidiano), dívidas etc.. Kaplan dá uma visão da origem dos problemas psicogênicos de uma forma bem ampla (fracasso ao empe­nhar-se em comportamento sexual eficiente, incapacidade de entregar-se, auto-observação obsessiva durante o ato sexual, defesas intelectuais contra as sensações eróticas e falhas na comunicação).
 - Diante do que foi exposto, fica clara a importância de uma investigação completa da história da mulher que sofre de distúrbio de excitação. Ver onde ocorreu uma interferência negativa, e a partir daí condicioná-la através de exercícios cognitivos a ter uma nova concepção de valores em relação à fase excitatória, lembrando que é nessa fase que ocorrem os carinhos, os estímulos sensoriais, o relaxamento e o namoro. Portanto, se a mulher desejar realmente restabelecer seu fisiologismo natural, ela deverá dissensibilizar-se dos fatores negativos.
 Na busca de resolução da maioria dos distúrbios de qualquer fase da cascata de emoções e sensações que envolvem a sexualidade, é necessário passar por um processo de revalorização e mudança de conceitos sobre a sexua­lidade, pois a grande maioria dos casos de disfunções é consequência de distúrbios emocionais: a mulher, como o ser mais emotivo da relação, acaba pagando um preço muito alto e ao mesmo tempo criando mais revolta contra o parceiro, e este, por sua vez, apesar de discussões, conflitos ou diferenças, normalmente não perde o desejo para a realização do ato sexual.


 Por Pr. Waldir Moreno Arévalo

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Um problema chamado ejaculação precoce!


 Uma das causas da disfunção orgástica feminina é a incapacidade do controle ejaculatório. Chegar a ejacular sem desejar fazê-lo é decepcionante para o homem e principalmente para a companheira.Quais seriam as causas da ejaculação precoce?
 Deficiência de aprendizado nos primeiros tempos do casamento. Se o marido, durante o namoro e noivado, acumulou grande tensão, ele pode ejacular ao pegar a esposa nos braços logo na primeira noite de núpcias e durante muitas outras vezes depois dessa. O problema é que muitos homens acham que é sinal de masculinidade ejacular logo que se inicia o ato sexual, e por esta razão não aprendem a controlar a hora da ejaculação, para que a esposa participe, sentindo o mesmo prazer sexual.
 Muitas vezes este problema é consequência de experiências sexuais antes do casamento. Quase sempre, o modelo apressado de relação  se estabelece a partir de extensos períodos de carícias íntimas com estímulo à ejaculação. O ato sexual antes do casamento produz sentimento de culpa, o que faz com que o casal "termine depressa" a fim de que não seja descoberto o que estão praticando. A tendência é levar para o casamento este padrão de ejaculação apressada, até que o marido perceba que é imprescindível mudar. Um bom desempenho sexual é resultado da aprendizagem do casal e, isto não é automático, - exige paciência e compreensão de ambas as partes.
 A esposa é a mais prejudicada com a ejaculação prematura, porque ela nunca se satisfaz no ato sexual. Em persistindo este problema, a esposa começa a sentir-se usada sexualmente e não amada sexualmente, e isto pode gerar ressentimentos. A busca de uma solução torna-se necessária. Quando não há interesse na busca da solução, com o passar dos anos o casal pode deixar de se dedicar ao casamento, isto porque o homem passa a duvidar da sua masculinidade e a esposa acaba perdendo a confiança em si mesma como mulher. A preocupação do homem em fracassar na tentativa de satisfazer a sua esposa, pode provocar a ansiedade e perda da capacidade de manter a ereção. Isso é conhecido como impotência.
 Um marido que tenha ejaculação precoce, geralmente após o seu orgasmo  tende a descontinuar as atenções físicas para com a esposa. E ela, além de não gozar da sensação de alívio físico do orgasmo, sofre a dor física aguda e crônica,  resultante da congestão de seus órgãos pélvicos, entumecidos devido ao acúmulo de sangue que é normalmente liberado ao dar-se o orgasmo. Sendo assim, enquanto o marido dorme, a mulher quase sempre fica acordada e frustrada ao seu lado.
 É comum acontecer uma ejaculação precoce, quando marido e mulher ficaram afastados um do outro por muitos dias. Isso acontece com o mais controlado dos homens. Se porventura isso acontecer, o homem deve passar a estimular o clitóris da mulher suavemente com os dedos, a fim de que ela experimente o orgasmo, tendo em vista que será difícil o pênis manter a rigidez necessária para estimulá-la.
 Muitas são as soluções que os homens podem recorrer contra a ejaculação precoce, como por exemplo, se concentrar em algo não sexual, tomar calmante, aplicar algum tipo de creme anestésico, ou colocar um envoltório no pênis. No entanto, destas soluções, nenhuma é satisfatória.
 Alguns maridos tentam buscar a solução através da estimulação manual a fim de levar a esposa a um alto grau de excitação sexual, logo antes da penetração do pênis. O problema é que a esposa fica tão ansiosa que os seus movimentos frenéticos podem provocar a ejaculação rápida do marido impedindo novamente, de chegar ao orgasmo; Isto porque ela precisa de mais tempo do que ele.
 Outros dois agravantes é quando o homem se satisfaz, por isso não se preocupa com a satisfação da esposa, ou é a mulher que finge que tem orgasmo só para ficar bem com o marido. É fundamental que o casal reconheça que existe o problema. Quando isto acontece, dão o primeiro passo para a solução. É bom lembrar que este é um caso onde o casal deve estar envolvido na solução do problema.
 O Dr. Ed Wheat e sua esposa Gaye Wheat, participaram de um seminário ministrado pela dupla Masters e Johnson, famosa por suas pesquisas na área da sexualidade humana, e aprenderam a técnica de controle por compressão. O Dr. Wheat fez uma adaptação desta técnica e passou a utilizá-la com os seus pacientes. Vejamos como funciona:


EXERCÍCIO PARA CONTROLAR A EJACULAÇÃO

- Primeira fase
 Deixem de se concentrar no orgasmo e na hora certa de fazer cada coisa, e concentrem-se em aperfeiçoar a comunicação física  não-verbal, sem tentar chegar ao orgasmo. O objetivo desta fase é:Aperfeiçoar a comunicação e aprender a apreciar a proximidade física do cônjuge.
1) Passem um tempo tocando e afagando um ao outro.
2) Faça  aquilo que agrada fisicamente o cônjuge, tal como massagear o couro cabeludo ou esfregar a nuca, e assim por diante.
3) Evitem estimular diretamente as áreas genitais.
4) Não tenham relação sexual, mas concentrem-se em aperfeiçoar a comunicação física com o cônjuge.
5) Aprendam a apreciar e a gozar da proximidade física.
6) Sigam esses passos, no mínimo, pelas duas primeiras sessões.

- Segunda fase
 O objetivo desta fase é  fazer com que o marido aprenda a reconhecer a sensação física que antecede imediatamente a ejaculação, para poder comunicar à esposa a hora exata de aplicar a pressão.
 Durante essa sessão, é de suma importância que o marido concentre-se completamente em suas próprias sensações.  Ele deve impedir que qualquer outro pensamento cruze sua mente, para conseguir determinar com precisão a sensação que precede imediatamente a ejaculação. Pode ser mais fácil se ele fechar os olhos. Assim que ele sentir que está chegando ao ponto de ejacular, precisa avisar a esposa, por meio de alguma palavra ou sinal predeterminado. Ela, então, usará prontamente a técnica da compressão. Essa fase deve ser repetida durante as sessões práticas diárias, até que o marido passe a reconhecer continuamente a sensação que ocorre logo antes da ejaculação.
1) A esposa deve sentar-se com as costas apoiadas contra a cabeceira da cama, com as pernas confortavelmente separadas.
2) O marido deve deitar-se de costas com a cabeça voltada em  direção aos pés da cama.
3) O marido deve colocar seu quadril entre as pernas da esposa e seu órgão genital perto do dela. Com os joelhos flexionados, ele colocará as plantas dos pés ao lado das coxas da esposa, por fora (perto das nádegas).
4) A esposa então acaricia amorosamente e carinhosamente os genitais do marido, prestando atenção especial à parte de baixo ou à cabeça do pênis, ou a qualquer outra parte que o marido especifique, para ajudá-lo a obter uma ereção.
5) Assim que o marido chegar a uma ereção total , a esposa começa a técnica da compressão. Ela coloca o polegar na parte debaixo do pênis, cerca de 1,5 centímetros abaixo da abertura, bem onde a aste do pênis termina e a cabeça começa. A seguir, ela coloca o indicador e o dedo médio da mesma mão no lado oposto do pênis, com um dedo acima e outro abaixo do sulco que separa a cabeça da haste.
6) A seguir, ela pressiona o polegar contra os dois dedos, com bastante força, por cerca de quatro segundos.
7) Após esse tempo, ela rapidamente afrouxa a pressão.
8) Deixando passar de quinze a trinta segundos, ela novamente leva o marido a uma ereção completa e repete a aplicação da compressão. O esposo deve informar à mulher, por meio de uma palavra ou sinais sutis, quando ele sentir que ela precisa repetir a pressão para adiar o orgasmo dele.
9) Repetir estes passos a cada quatro ou cinco minutos durante toda a sessão de vinte minutos.
10) O marido pode preferir que uma geléia lubrificante seja aplicada ao pênis, para simular mais exatamente as sensações que sente durante a relação sexual.
11) Não ter relação sexual ou inserir o pênis na vagina.
12) Ao final da sessão, a estimulação deve continuar até a ejaculação.
13) É desejável que o marido estimule manualmente o clitóris da esposa para proporcionar-lhe alívio sexual após cada sessão de treinamento.

- Terceira fase
 O objetivo desta fase é fazer com que o pênis ereto possa permanecer quase imóvel na vagina por quinze a vinte minutos antes da ejaculação.
1) O marido deita-se de costas e a esposa o estimula até chegar à ereção.
2) Quando ele sente que está chegando ao ponto de ejaculação deve, avisar à esposa, que, então, usa prontamente a técnica da compressão.
3) Ela deve repetir a estimulação até o marido quase chegar à ejaculação, e então comprimir-lhe o pênis. Isso deve ser feito diversas vezes.
4) Então, a esposa coloca-se por cima do marido, como se fosse sentar-se. Inclinando-se para a frente, num ângulo  de cerca de 45% graus, ela, muito delicada e lentamente, insere o pênis ereto na vagina bem lubrificada, e a seguir move-se comfortavelmente para trás,  sobre o pênis, não apenas sentando-se sobre ele.
5) Ela permanece imóvel, dando ao marido a oportunidade de controlar-se. Se o marido perder a ereção enquanto o pênis está na vagina, a esposa deve levantar o corpo e uma vez mais estimulá-lo até chegar à ereção.
6) Se o marido perceber que está chegando ao ponto de ejacular, deve indicar isso à esposa, para que ela possa erguer o corpo e repetir a aplicação de pressão. A seguir, ela delicadamente reintroduz o pênis.
7) Marido e mulher devem conseguir manter essa posição, com o pênis ereto quase imóvel dentro da vagina por quinze a vinte minutos antes da ejaculação.

- Quarta fase
 Lembre-se, é importante esperar pelo menos um dia antes de começar uma nova fase. O objetivo desta fase é fazer com que o marido seja capaz de manter o pênis na vagina da esposa com movimentos bem suaves, por cerca de vinte minutos antes da ejaculação.
1) Passar algum tempo acariciando amorosamente.
2) Assumir novamente a posição onde a esposa fica por cima do marido, inclinada para frente.
3) O marido deve começar a movimentar-se de leve, aprendendo assim a tolerar uma movimentação cada vez maior do pênis dentro da vagina.
4) Essa movimentação leve deve continuar por quinze a vinte minutos antes da ejaculação. Usar a técnica da pressão, se necessário.
5) Quando essa fase tiver sido dominada, o marido poderá ejacular com o pênis na vagina, mas deve continuar concentrando-se em suas próprias sensações, até que cada sessão prática termine e ele tenha ejaculado. Então, ele deve gastar o tempo necessário para manualmente levar a esposa ao orgasmo. (Lembre-se de que esta ainda é uma sessão de treinamento).

- Quinta fase
 O objetivo desta fase é aprender a ter uma relação confortável na posição lateral. (Esta posição permite melhor controle de movimentos, tanto para o marido quanto para a esposa, e permite ao marido o melhor controle ejaculatório possível).
1) Passar algum tempo acariciando-se amorosamente.
2) Assumir novamente a posição em que a mulher fica sobre o marido, inclinada para a frente.
3) Colocar um travesseiro sobre a cabeça do marido e outro ao seu lado esquerdo.
4) A esposa leva a perna direita a uma posição estirada entre as pernas dele. Ela deixa a perna esquerda do lado de fora do corpo dele.
5) Ao mesmo tempo, o marido levanta a perna esquerda, flexionando o joelho e colocando-a sobre a cama.
6) A esposa coloca então todo o peso do corpo levemente para a direita, ao mesmo tempo que se inclina para a frente com o seu seio esquerdo no nível do peito esquerdo dele. Ela estará agora parcialmente apoiada pelo travesseiro que está ao lado esquerdo do marido. Para maior conforto da esposa, outro travesseiro pode ser colocado para servir de apoio à cabeça e ombros dela.
7) Serão necessárias diversas sessões de treinamento para que se aprenda a mudar com facilidade para essa posição lateral e ajeitar os braços e pernas da forma mais confortável possível. (Uma vez aprendida, essa posição é usada por muitos casais a maior parte do tempo).
8) Nessa posição lateral, a movimentação deve ser cuidadosa, para que o pênis possa permanecer na vagina por vinte minutos antes da ejaculação.

Para Estabelecer o Controle Ejaculatório Permanente
Usar a técnica de aplicar a compressão pelo menos uma vez por semana pelos próximos seis meses.
Uma vez por mês, praticar a técnica de aplicação de compressão por toda uma sessão de vinte minutos.
Bom controle ejaculatório geralmente é obtido dentro de três a seis semanas.
Dentro de seis a doze meses, o marido deve ser capaz de ser continuamente ativo na relação por dez a vinte minutos sem ejacular.
O marido controla totalmente a ejaculação quando tem orgasmo somente na hora em que resolve tê-lo.
 Se a ênfase sobre o controle do orgasmo nessas sessões de treinamento for muito prolongada, o marido poderá às vezes, ficar temporariamente incapacitado de manter a ereção. Neste caso, não deve-se assustar. O que acontece é que esta parte do corpo do marido está apenas exigindo um breve descanso.
 A lista de treinamento do Dr. Ed Wheat pode parecer, a princípio, algo cansativo e tedioso, porém se o casal reconhecer que o descontrole ejaculatório é a causa do desajuste e infelicidade sexual, verá que vale a pena gastar estas semanas de treinamento com dedicação e disciplina, que trará satisfação e alegria sexual para o resto da vida. Não são apenas os maridos que aprendem a se controlar para ejacular quando desejarem. A esposa, durante o treinamento, também descobrirá que pode usufruir muito mais da relação sexual, experimentando orgasmos múltiplos. É bom para o casal em todos os sentidos.




Por Pr. Josué Gonçalves



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Impotência sexual, como resolver isso?


 Impotência é uma palavra que, além de imprecisa, traz em si uma conotação muito negativa sendo por isso substituída pela expressão disfunção erétil. 
 A disfunção erétil é a incapacidade sistemática - isto é, muito frequente - de ter ou manter uma ereção que permita, tanto pela rigidez do pênis, quanto pelo tempo de ereção, a penetração e realização do ato sexual. Alguns autores consideram a ejaculação precoce um tipo de disfunção erétil. Qualquer homem normal pode apresentar, em determinadas situações, dificuldade em ter ou manter a ereção. Dentre as causas mais comuns de distúrbio episódico de ereção, temos:
1. excessos de bebida ou comida;
2. abatimento por doença (gripe, por exemplo);
3. cansaço físico;
4. preocupação intensa;
5. depressão por fato trágico, como a morte de pessoa querida;
6. rejeição à parceira por algum motivo;
7. conflitos com a parceira etc.


O bom desempenho sexual depende de:
1. bom estado geral de saúde;
2. alimentação saudável;
3. sono adequado;
4. exercícios físicos regulares;
5. estresse reduzido;
6. baixa tensão emocional;
7. uso moderado de bebidas alcoólicas;
8. não fumar;
9. não usar drogas psicoativas sem acompanhamento médico;
10. atitude positiva em relação ao sexo etc.

 Quando a falha de ereção é frequente, em qualquer situação, falamos em disfunção erétil, que pode ser classificada como primária ou secundária. Na disfunção erétil primária o homem nunca conseguiu manter uma relação sexual. Na disfunção secundária o homem já foi capaz de apresentar desempenho sexual satisfatório, mas perdeu essa capacidade.

Dentre as causas mais frequentes de disfunção erétil, temos:
1. distúrbios de irrigação sangüínea do pênis, congênitos ou decorrentes de doenças vasculares, como a arteriosclerose causada pelo tabagismo e por níveis elevados de colesterol;
2. lesões do sistema nervoso central (cérebro ou medula espinhal) ou dos nervos relacionados à ereção;
3. alcoolismo;
4. abuso de drogas;
5. efeito colateral de certos medicamentos;
6. doenças cardíacas e degenerativas,
7. diabete melito;
8. distúrbios hormonais ou genéticos;
9. estresse intenso;
10. distúrbios emocionais;
11. rotina e monotonia da vida conjugal.
 Às vezes o indivíduo apresenta ereções dormindo, se masturbando ou por estimulação da parceira, mas não consegue manter a ereção durante a penetração.
 Atualmente, quase todas as formas de disfunção erétil têm grandes chances de cura. É muito importante que o indivíduo procure ajuda médica especializada o mais rapidamente possível. Em muitos casos, um tratamento clínico ou uma cirurgia simples devolvem ou estabelecem o bom desempenho sexual de imediato. A indicação do procedimento mais adequado depende de consulta e exames realizados por médico andrologista. A seguir, os procedimentos disponíveis atualmente para os casos de disfunção erétil. 

BOMBA HIDRÁULICA - O pênis é introduzido num cilindro no interior do qual se provoca baixa pressão, que faz o sangue passar para o interior dos corpos cavernosos. Um anel de borracha na base do pênis funciona como garrote, represando o sangue no pênis, que se mantém ereto. 

CIRURGIA VASCULAR - É utilizada quando as artérias que conduzem o sangue para os corpos cavernosos estão obstruídas ou lesadas. 

PRÓTESE MALEÁVEL - Tubos semi-rígidos de silicone são introduzidos no local dos corpos cavernosos. 

PRÓTESE INFLÁVEL - Tubos ocos são introduzidos no local dos corpos cavernosos. Quando quiser uma ereção o indivíduo pressiona uma bolsa subcutânea e o seu conteúdo (solução salina) passa para os tubos, causando a ereção. 

CAVERJET - Injeção de prostaglandina (alprostadil) aplicada na base do pênis, dez minutos antes da penetração.

MUSE - Cápsula contendo prostaglandina (alprostadil) . É introduzida no interior da uretra dez minutos antes da penetração. Eficiente em 40% dos casos. 

VIAGRA - Um comprimido oral contendo sildenafil que deve ser ingerido uma hora antes da relação sexual. Este medicamento é o mais moderno no tratamento das disfunções eréteis e apresenta eficácia em 80% dos casos. Em pacientes paraplégicos a eficiência do Viagra foi de 50%. Seu funcionamento depende do estímulo erótico.


Por Pr. Josué Gonçalves

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Qual a diferença entre adultério, fornicação e prostituição?

A palavra adultério é empregada na Bíblia com dois sentidos. Quando os israelitas prestavam cultos aos ídolos, Deus descreve este comportamento como adúltero, no sentido de que estava adorando outros deuses e não ao Deus verdadeiro. Trata-se aqui da infidelidade a Deus. Da mesma maneira adultério é a palavra usada para infidelidade entre marido e mulher. Quando uma das partes tem relações sexuais com outra pessoa, comete adultério, isto é, comete um ato de infidelidade.
"Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como leito sem macula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros" (Hb 13.4).
 A palavra fornicação aparece 47 vezes no Novo testamento e quase sempre se fere a imoralidade em geral, e duas vezes faz alusão ao intercurso sexual voluntario de uma PESSOA SOLTEIRA com alguém do sexo oposto, comumente chamado de sexo pré-marital. Embora algumas vezes seja usada como sinônimo de adultério, a palavra é usada para relações sexuais de maneira geral ilícitas. 

 Já a palavra prostituição, na maioria das vezes carrega o sentido do uso do sexo para se obter lucro. A pessoa se prostitui para GANHAR DINHEIRO, para sobreviver financeiramente e para obter lucro. Paulo se preocupava com este tipo de comportamento sexual, quando escreveu aos irmãos de Corinto: "Receio que ainda na minha próxima visita o meu Deus me humilhe diante de vocês e que eu tenha de chorar por muitos de vocês que continuam a cometer os mesmos pecados que cometiam no passado e não se arrependeram da sua imoralidade sexual, nem das relações sexuais proibidas, nem de outras coisas indecentes que faziam (2 Co 12.21-NTLH)




Por Pr. Josué Gonçalves

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DST = Demônios Sexualmente Transmissíveis

Cuidado com o pior tipo de DST que existe!
 Poucos problemas afetam tanto a vida espiritual de adolescentes, jovens e adultos, principalmente homens, mas infelizmente, em um crescimento preocupante entre as mulheres, como a pornografia tem afetado. Com o advento da internet, TV por assinatura, propagandas comerciais extremamente sensualizadas e os padrões comportamentais da sociedade atual, o contágio pelo “vírus da pornografia” acontece cada vez mais precocemente e a cada dia amplia exponencialmente seu campo de alcance. Já perdi as contas de quantos jovens me confessaram sofrer desta luta. Pesquisas recentes afirmam que 50% dos jovens confessam ter problemas com a pornografia. Considerando que há uma grande parcela que não tem coragem de confessar a alguém, mas também sofre silenciosamente, estamos diante de um grave problema. Imagino, assim, que neste momento muitos dos que estão lendo este artigo estão combatendo este mesmo combate, uns perdendo sem ao menos se esforçar e outros lutando com todas as suas forças para conseguirem manter a pureza sexual. Sabendo disso, penso que fornecer subsídios e armas para esta guerra deve ser uma das nossas prioridades para este tempo.

 Estudos afirmam que a pornografia funciona como uma combinação de múltiplas drogas, interferindo radicalmente no metabolismo cerebral. Há um prejuízo reconhecido do estado de humor, considerável prejuízo na memória, lentificação do raciocínio, interferência negativa em relacionamentos e compromissos, entre outros efeitos deletérios a curto, médio e longo prazo. O maior problema cerebral, no entanto, é que, assim como no uso de múltiplas drogas, há uma forte dependência da prática, popularmente conhecida como vício, tão difícil de ser abandonado quanto às famosas substâncias psicoativas.

 Porém, mesmo diante de tantos efeitos cerebrais, o maior e mais doloroso sintoma da pornografia é espiritual. O principal órgão acometido pela “doença” é o espírito. A sensação de culpa costuma ser esmagadora e a consequência é um efeito devastador e afastador de Deus e de Sua paz. Quantos jovens perdem sua juventude consumindo todas as suas forças nesta luta, quando poderiam usar este tempo de força para produzir muito para o Reino de Deus.

 Comparo o que a pornografia faz na vida de um cristão com o que aconteceu na vida de Salomão: um homem com um potencial imenso, uma sabedoria incomparável, um futuro incrível, que se perdeu em meio a impulsos sexuais que não foram controlados. A Bíblia nos conta que Salomão teve 700 mulheres e 300 concubinas (1 Rs 11), ou seja, pelo menos 1000 parceiras sexuais. O grande problema foi que os deuses destas 1000 mulheres entraram em seu coração. Entendo com o texto bíblico de Mateus 19.5 “… E serão dois numa só carne…”, que toda relação sexual é também uma relação espiritual.

 Quando há uma relação sexual há uma união de dois espíritos em uma carne. Mais do que isso, o texto de 1 Co 6.16 diz: “Porventura não sabeis que aquele que se une com a prostituta, faz-se um corpo com ela? porque, disse, os dois serão uma só carne”. Diante deste texto, entendo que o espírito da prostituição que está em um dos parceiros passa para o outro. Sendo assim, uma relação sexual dentro do casamento é um encontro com Deus, ao passo que uma relação sexual fora do casamento é um encontro entre as pessoas que a praticam e demônios que se entrelaçam entre os dois. Pior do que contrair uma DST (doença sexualmente transmissível) é contrair um DST (demônio sexualmente transmissível). Isto aconteceu com Salomão, inúmeros falsos deuses (demônios) entraram em seu coração. Mas talvez você esteja se perguntando: “O que isto tem a ver com a pornografia”? Jesus afirma que se você olhar para uma mulher com intenção impura, no seu coração já houve uma relação com ela (isto também vale para mulheres em relação aos homens).

 Pergunto a você, existe alguma outra forma de olhar para uma mulher ou homem de forma tão impura quanto através da pornografia? Eu não conheço. E através desta prática, demônios que habitam em atrizes, atores, modelos, e até mesmo cidadãos comuns que se vestem (ou se despem) de forma sensual e ou pornográfica podem entrelaçar-se à vida de vítimas que cobiçam e desejam estas pessoas, fazendo com elas uma relação sexual de intenção, como Cristo ensina que há, e que é tão grave quanto uma relação física. Quantas pessoas não têm sido afetadas por esta prática, e quantos espíritos maus não tem circulado entre estes jovens? Isto é mais sério do que pensávamos! A pornografia é o sexo virtual, o que espiritualmente é tão sério quanto o sexo real. A pornografia real de Salomão destruiu sua vida e a pornografia virtual tem destruído milhões de vidas espirituais, famílias e futuros abençoados ao lado do Senhor.

 Salomão não soube resolver o problema, talvez porque não teve o privilégio de ter o que temos hoje, conhecer Aquele a quem podemos copiar e vencer qualquer que seja o pecado: Jesus. Entendo que é muito difícil vencer a pornografia e os outros pecados sexuais, mas ao mesmo tempo, concluo que é perfeitamente possível. Se não o fosse a Bíblia não nos recomendaria repetidas vezes e não destacaria de forma tão clara que nos abstivéssemos da prostituição e da impureza sexual.

 Para exemplificar a importância da pureza, em Atos 15, quando há uma polêmica com respeito ao que a Igreja gentia (nós) deveria incorporar da lei de Moisés, dentre tantos pecados apenas quatro são citados, e entre eles está a impureza sexual. Sendo assim, concluo que é possível. O Senhor não nos pediria algo que não pudéssemos realizar. Mas como vencer esse mal?

 Gosto do texto de Colossenses 3.5, Paulo afirma que precisamos fazer morrer a nossa natureza terrena e o texto inclui entre os componentes da natureza terrena, também, os pecados sexuais. Entendi este versículo como uma verdadeira declaração de guerra à nossa natureza pecadora, terrena. Tratando então de guerra à natureza, compararei os pecados sexuais com animais ferozes, agressivos e perigosos (verdadeiros monstros) que necessariamente precisam entrar em extinção. Precisamos caçar e destruir estes animais antes que eles nos destruam. Utilizando uma expressão comum: “precisamos almoçá-los antes que eles nos jantem”.

 Sabendo disso, a melhor forma de exterminar um animal perigoso é atacando-o enquanto ele não é tão perigoso assim. É preciso aproveitar oportunidades de matá-los logo, enquanto ainda são pequenos filhotes, poucos, antes que cresçam e se reproduzam. Os pecados sexuais precisam ser detonados antes que cresçam. A melhor forma de exterminá-los então é ainda na fase dos primeiros pensamentos, do primeiro olhar, da primeira cogitação. Quanto mais precoce for o nosso combate a eles maiores as nossas chances de vitória. O grande problema é que a grande maioria não mata estes terríveis animais ferozes logo, e ainda os alimenta, tornando-os assim quase imbatíveis.

 Além do tempo de nossa resposta a eles é importante que saibamos quais armas podem matá-los. Armas carnais não podem derrotar a natureza carnal, elas são equivalentes, precisamos de armas superiores. As únicas armas capazes de derrotar estes animais ferozes são as armas espirituais, poderosas em Deus para destruição de fortalezas, e acredite, a pornografia é uma baita fortaleza (2 Co 10.4). E obviamente, armas espirituais são adquiridas através do Espírito Santo. Em Gálatas 5.16, Paulo afirma que se andarmos no Espírito jamais satisfaremos aos desejos da carne. Uma vida que não faz as vontades da carne não pode ser outra vida senão uma vida NO ESPÍRITO. Paulo também afirma na primeira carta aos Tessalonicenses (1 Ts 4.3) que a vontade do Pai é a nossa santificação, e a santificação consiste também em abster-se dos pecados sexuais, mas na segunda carta aos mesmos Tessalonicenses (2 Ts 2.13) mostra a origem, onde encontrar, como chegar à santificação: o caminho é o Espírito Santo. Só o Espírito Santo e as armas que Ele nos fornece pode fazer-nos vencer.

 Dentre as muitas armas espirituais que o Espírito nos disponibiliza é importante destacar que todas elas não funcionam em seu total potencial se utilizadas esporadicamente. É necessário disciplina, compromisso e aperfeiçoamento contínuo em seu uso. As principais armas são:

1) Oração constante;
2) Leitura da Palavra constante;
3) Jejum constante;
4) Supervisão constante (isto é muito importante);
5) Vigilância constante.

 Estas armas combinadas e bem manejadas através do Espírito Santo podem garantir a vitória não só contra a pornografia, mas contra qualquer pecado. É possível vencer!

 Não desanime em sua luta. É importante que saiba que você não está sozinho, há muita gente guerreando a mesma guerra que você. Faça guerra contra os pecados sexuais, porque eles fazem guerra contra Deus e contra sua alma.

 Como está escrito na carta aos Hebreus, capítulo 12, versículo 4, nesta luta contra o pecado vá até o ponto de derramar o próprio sangue. Que Deus te arme com o Espírito Santo e Suas armas e que você consiga dizer não aos mínimos impulsos que possam te roubar a presença de Deus. 
Jesus vem buscar uma noiva pura sexualmente, que você esteja lá!

  Por Dr. Jonatas Leônio


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Por que as noivas casam de branco?



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Por que as noivas casam de branco?

Pergunta: 


“Gostaria de saber se só pode casar-se vestida de branco as jovens virgens? Se assim for como é que me explicam que quando uma pessoa pede perdão a Deus os pecados são lançados no mar do esquecimento? E como é que a Bíblia diz que as pessoas que aceitam a Cristo nova criatura são, as coisas velhas se passaram e eis que tudo se fez novo?”


Resposta: 


  O vestido branco da noiva faz parte de uma tradição. Ao contrário do que muitos pensam, a tradição tem sua importância na construção de uma relação de casal e da cultura familiar. Sabemos que, cônjuges que honram os valores duradouros do amor, confiança e compromisso, começando com as núpcias, e que continuam a desenvolver rituais significativos por todos os anos do seu casamento parecem gozar uma coesão e de uma noção de família que os mantém unidos. Em contraste, casais cujas atitudes e ações deixam de refletir esses valores parecem quase fadados ao fracasso desde o começo.


 Segundo uma tradição, muito antiga, o vestido branco é um testemunho publico de que a noiva se guardou virgem para o seu amado. A pergunta que precisa ser feita é: “Uma jovem que perdeu sua virgindade antes de casar-se, em se casando de branco, não estaria começando sua vida conjugal em cima de uma mentira?”. Porém, é preciso esclarecer que, quando ela ou ele, perdeu a virgindade antes de conhecer a verdade, antes de nascer de novo, quando aconteceu a conversão, houve o que chamo de “revirginamento”. Aos olhos de Deus é como se eles nunca houvesse mantido relação sexual. Afirmo isso com base no versículo que está na sua pergunta: “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas”. 2 Co. 5.17 Esta jovem pode casar de branco na igreja, pois está escrito: “Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância,…” (Atos 17.30).


 Porém, quando os jovens perdem a virgindade conhecendo a verdade, como membros do Corpo de Cristo, o caso merece o tratamento com base no conhecimento que os mesmos tinham dos princípios da Palavra de Deus. Para os que têm dúvida sobre isso, leia o que está escrito em (Heb. 10.26; 2 Pe. 2.20).


O véu da noiva

 As noivas cristãs, judias, mulçumanas e hindus sempre usaram véus em suas núpcias. Historicamente, o véu protegia a noiva contra espíritos malignos e contra o “mau olhado”. Ele também simbolizava sua pureza protegida, uma espécie de papel para embrulhar presentes. Puxar o véu para trás após os votos denotava a nova posição de esposa da noiva. (Conhecimento Judaico – I – Nathan Ausubel)


Casamento judaico


 O casamento na cultura judaica nos tempos bíblicos, segundo o dicionário John D. Davis, a escolha de uma esposa para o filho, era ordinariamente feita pelo pai, (Gn. 21.24; 24.38,46). Em alguns casos, o filho fazia a escolha, ficando ao pai a missão de dirigir as negociações (Gn. 34.8; Jz. 14.1-10).


 Somente em circunstância extraordinária é que o jovem dirigia todo o negócio, (Gn. 29.18). Havendo o consentimento do pai ou do irmão da moça preferida, não havia necessidade de consultar a vontade dela, (Gn. 24.51; 34.11). Ocasionalmente os pais, procuravam um esposo para a filha, ou a ofereciam em casamento a um indivíduo de sua escolha, (Ex. 2.21; Js. 15.17; Rt. 3.1,2; 1 Sm. 18.27).


 Os pais e às vezes a própria filha recebiam presentes feitos pelos candidatos, (Gn. 24.22,53; 29.18,27; 34.12;1 Sm. 18.25). O tempo entre o noivado e o casamento, todas as comunicações entre as partes eram mantidas por meio de um amigo para esse fim escolhido, que se chamava o amigo do esposo, (Jo. 3.29).


 O casamento em si era negócio puramente doméstico, sem nenhuma cerimônia religiosa, apenas ratificado por uma espécie de juramento, (Pv. 2.17; Ez. 16.8; Ml. 2.14). Depois do exílio estabeleceu-se costume de lavrar um contrato selado. Quando chegava o dia marcado para o casamento, a noiva purificava-se, (Ef. 5.26,27); vestia-se de branco , (Ap. 19.8; Sl. 4.13,14), ornava-se de jóias, (Is. 61.10; Ap. 21.2) cobria-se com um véu, (Gn. 24.65), e cingia a fronte com uma coroa.


 O noivo vestia a as suas melhores roupas, cobria a cabeça e cingia o diadema, (Ct. 3.11; Is. 61.10), saia de casa para a casa dos pais da noiva acompanhando dos seus amigos, (Jz. 14.11; Mt. 9.15), ao som de músicas e cantos.



Por Pr. Josué Gonçalves





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