sexta-feira, 20 de março de 2015

PÃO DIÁRIO - 20/03/2015 - De quem são meus lábios?

     
De quem são meus lábios?

As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, Senhor… — Salmo 19:14


Com frequência, o motivo estabelece a diferença entre o elogio e a bajulação. Um elogio representa uma apreciação verdadeira por uma qualidade ou ação de outra pessoa. O objetivo da bajulação é, habitualmente, tirar proveito próprio ou receber a recompensa ou favor de outra pessoa. Os elogios procuram incentivar; a bajulação tenta manipular.

No Salmo 12, Davi lamentou sua sociedade, na qual as pessoas piedosas e fiéis haviam desaparecido e sido substituídas por outras que falavam com falsidade, “…com lábios bajuladores e coração fingido” (v.2). Elas haviam dito: “…Com a língua prevaleceremos, os lábios são nossos; quem é senhor sobre nós?” (v.4).

Uma boa pergunta a nos fazermos quando sentimos o desejo de bajular para obtermos o que desejamos é: “A quem pertencem meus lábios?”. Se meus lábios me pertencem, posso falar o que eu quiser. Mas, se o Senhor for o dono dos meus lábios, meu falar espelhará as Suas palavras, o que o salmista descreveu como “…palavras puras, prata refinada em cadinho de barro, depurada sete vezes” (v.6).

Talvez uma boa maneira de demonstrar a quem nossos lábios pertencem seja iniciar o dia com outra oração de Davi: “As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, Senhor, rocha minha e redentor meu” (Salmo 19:14).

— David C. McCasland


Leia: Salmo 12 

Examine: A Bíblia em um ano: Deuteronômio 30-31; Marcos 15:1-25

Considere: “O que guarda a boca conserva a sua alma…” — Provérbios 13:3

Versículo do Dia

  Versículo do Dia Quem poderá dizer: Purifiquei o meu coração, limpo estou de meu pecado? Provérbios 20:9