sábado, 23 de agosto de 2014

PÃO DIÁRIO - 23/08/2014 - Palavra aos lutadores

Palavra aos lutadores

Há um antigo ditado que diz: “Não dê um passo maior do que a sua perna.” É sábio não assumir maior responsabilidade do que podemos cumprir. Em algum momento, no entanto, provavelmente nos sentiremos sobrecarregados pelo tamanho e dificuldade de uma tarefa que concordamos em realizar.
Isto pode acontecer até mesmo em nossa caminhada de fé em Cristo, quando nosso compromisso com Deus parece demais para suportar. Mas o Senhor tem uma palavra de encorajamento quando nossa confiança vacila.

O autor de Hebreus insistiu que seus leitores se lembrassem da coragem que demonstraram nos primeiros anos de fé (10:32,33). Apesar dos insultos públicos e perseguições, eles ajudavam os cristãos presos e alegremente aceitaram o confisco de suas propriedades (vv.33,34). Tendo isso em mente, ele afirma: “Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa” (vv.35,36).

Nossa confiança não está em nós mesmos, mas em Jesus e Sua promessa de voltar no momento certo (v.37).
É o poder de Deus que nos capacita a continuar em nossa jornada de fé. Recordar a fidelidade do Senhor no passado estimula nossa confiança nele hoje. — DCM

Leia: Hebreus 10:32-39 

Examine: Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. —Hebreus 10:35

Considere: Confiar na fidelidade de Deus desperta a nossa confiança.

Devocional - 23/08/2014 - Pensamentos do coração


Pensamentos do coração

Ou fazei a árvore boa (saudável) e o seu fruto bom (saudável) ou a árvore má (doentia, podre) e o seu fruto mau (doentio, podre); porque pelo fruto se conhece (identifica-se e julga-se) a árvore. MATEUS 12.33

A Bíblia diz que uma árvore é conhecida pelo seu fruto, e o mesmo é verdade com relação a você. Você pode olhar para a atitude de uma pessoa e saber que tipo de pensamento prevalece em sua vida. Uma pessoa doce e amável não tem pensamentos mesquinhos e vingativos. Da mesma forma, uma pessoa verdadeiramente má não tem pensamentos bons e amáveis.
Seus pensamentos produzem frutos. Tenha bons pensamentos, e o fruto em sua vida será bom. Tenha pensamentos ruins, e o fruto de sua vida será ruim. Lembre-se de Provérbios 23.7 e permita que isso cause um impacto em sua vida: como você imagina em seu coração, assim você é.


Por Joyce Meyer

A plenitude do espírito santo



Ser cheio do Espírito Santo não é uma opção, é uma ordem. Não ser cheio do Espírito Santo é uma desobediência a um mandamento divino. Muitos crentes têm o Espírito Santo, mas não estão cheios dele. Uma coisa é ser habitado pelo Espírito, outra é transbordar do Espírito. Uma coisa é ter o Espírito residente, outra é tê-lo presidente.  A expressa vontade de Deus para você é uma vida abundante, produzida pela plenitude do Espírito. O apóstolo Paulo, escrevendo sua Carta aos Efésios no Capítulo 5, verso 18 fala desse glorioso tema. Destacamos algumas lições:

Em primeiro lugar, a plenitude do Espírito tem uma semelhança superficial com a embriaguez. A ordem divina é: “Não vos embriagueis com o vinho no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito” (Ef 5.18). Uma pessoa embriagada está sob o poder do álcool. Ela fala e age sob a influência do álcool. Ela perde a inibição e se torna ousada quando está cheia do álcool. Assim, o indivíduo cheio do Espírito também fala e age sob a influência do Espírito. Ele é governado peloEspírito.

Em segundo lugar, a plenitude do Espírito tem um contraste profundo com a embriaguez. O álcool é um depressivo e não um estimulante. Ele é um ladrão de cérebro e não um tônico para a mente. O álcool induz a uma vida dissoluta. Mas o Espírito traz discernimento, sabedoria, graça e santidade. Se uma pessoa bêbada perde o controle de si mesma, o fruto do Espírito é domínio próprio.

Em terceiro lugar, a plenitude do Espírito Santo é um mandamento e não uma opção. O apóstolo Paulo dá uma ordem expressa: “Enchei-vos…”. É a expressa vontade Deus que você seja cheio do Espírito Santo. Ele não apenas quer que você seja cheio do Espírito, mas ordena você a sê-lo. Paulo condenou a embriaguez e também a ausência da plenitude do Espírito Santo. Não ser cheio do Espírito Santo é um pecado, um ato de desobediência a um mandamento de Deus. Como crentes em Cristo não podemos nos acomodar a uma vida infrutífera. Se não estivermos cheios do Espírito Santo estaremos cheios de nós mesmos ou até mesmo cheios de pecado. Não estar cheio do Espírito é pecar contra ele, é entristecê-lo, é apagá-lo, é desobedecê-lo.

Em quarto lugar, a plenitude do Espírito Santo é a expressa vontade de Deus para todos os crentes. A ordem para ser cheio do Espírito Santo não é dirigida apenas aos líderes da igreja, mas a todos os crentes. Esse privilégio não é apenas para alguns. Não existem classes privilegiadas e especiais na igreja. Todos somos iguais. Todos somos santuários da habitação de Deus. Todos devemos ser cheios do Espírito Santo. A criança pode ser cheia do Espírito. João Batista foi cheio do Espírito Santo desde o ventre materno. Os jovens podem ser cheios do Espírito e se tornarem intrépidos na obra de Deus. Os anciãos podem ser cheios do Espírito e muito frutificar na velhice. Os líderes devem ser cheios do Espírito, espelhando, assim, o caráter de Cristo na sua vida e ministério.

Em quinto lugar, a plenitude do Espírito Santo deve ser uma experiência contínua na  vida do crente. O verbo usado pelo apóstolo Paulo está no presente contínuo e isso significa que devemos ser cheios todos os dias. A plenitude de ontem não serve para hoje. Todo dia precisamos buscar um novo enchimento do Espírito. As vitórias de ontem não são suficientes para triunfarmos hoje. O fato de termos sido usados por Deus ontem não nos garante que seremos usados hoje. Precisamos depender de Deus todos os dias, andar com Deus todos os dias e buscar a plenitude do Espírito anto todos os dias.



Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

PÃO DIÁRIO - 22/08/2014 - Nosso fundamento


Nosso fundamento

A cidade de Nördlingen, na Alemanha, é única. Ela está localizada em meio à cratera Ries, uma depressão causada pelo impacto de um enorme meteorito há muito tempo. A imensa pressão do choque resultou em incomuns rochas cristalizadas e milhões de diamantes microscópicos. No século 13, estas pedras salpicadas foram usadas na construção da igreja de São Jorge. Os visitantes podem ver os belos depósitos de cristal em sua fundação e paredes. Alguns podem até dizer que a igreja tem uma fundação celestial.

A Bíblia relata sobre um diferente tipo de fundamento celestial. O Senhor Jesus veio dos céus para o nosso mundo (João 3:13). Ao voltar ao céu após Sua morte e ressurreição, deixou Seus seguidores, que se tornaram “o templo vivo” de Deus, do qual Ele é o fundamento. O apóstolo Paulo afirma: “Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo” (1 Coríntios 3:11).

A igreja de Nördlingen é construída sob uma fundação de pedaços de rocha do céu físico. Mas a igreja espiritual — todos os que creem em Jesus — está fundamentada no maior fundamento celestial, Jesus Cristo (Isaías 28:16; 1 Coríntios 10:3,4). Louve a Deus, pois por Jesus a nossa salvação está garantida. — HDF

Leia: 1 Coríntios 3:1-11 

Examine: Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo. —1 Coríntios 3:11

Considere: Cristo, a Rocha, é a nossa esperança certa.

Devocional - 22/08/2014 - O Espírito Santo



O Espírito Santo

Quando vier, porém, o Espírito da verdade (o Espírito doador da Verdade), ele vos guiará a toda a (plena, completa) verdade; porque não falará por si mesmo (sua própria mensagem), mas dirá tudo o que tiver ouvido [do Pai, dando a mensagem que lhe foi entregue] e vos anunciará (e declarará) as coisas que hão de vir [que acontecerão no futuro]. JOÃO 16.13

Deus sabia que você precisaria de ajuda para compreender o plano dEle para sua vida, e assim Ele enviou o Espírito Santo para habitar em você. Ele é seu Guia, seu Mestre da verdade, seu Consolador e seu Ajudador. Ele também é o Paracleto, o que significa Conselheiro, Advogado e Intercessor. Jesus estava confinado a um corpo físico e podia estar somente em um lugar de cada vez, mas Ele sabia que o Espírito Santo estaria com você onde quer que você fosse, o tempo inteiro, orientando sua vida. Confie no Espírito Santo que habita em você, descanse no conhecimento de que por intermédio dEle você está se tornando tudo o que Deus planejou para sua vida.



Por Joyce Meyer

Vocação, o farol que ilumina o futuro


John Mackay, presidente do Seminário de Princeton, em seu livro O sentido da vida trata desta questão maiúscula e fundamental para a sociedade que é a vocação. Não podemos subestimar esse tema. Ele deve ser discutido no lar, na igreja, na academia e nas mais nobres instituições humanas.

O sentido da vocação é um dos sentidos superiores do homem. É o sentido que o leva a realizar com desinteresse e denodo as maiores empresas. Nos momentos sombrios proporciona-lhe luz, nos transes difíceis incute-lhe novo ânimo.

Vamos destacar alguns princípios que devem orientar a família no trato dessa magna matéria:

1. A vocação é o vetor que rege nossas escolhas

Vivemos numa sociedade embriagada pelo lucro. As pessoas são valorizadas pelo que possuem e não pela dignidade do caráter. O dinheiro e o lucro tornaram-se os vetores das escolhas profissionais. Nessa perspectiva uma pessoa bem sucedida não é aquela que proporciona um maior bem aos outros, mas aquele que ajunta mais tesouros para si. A ganância insaciável é plantada na mente das crianças. Os livros que abrem avenidas para o enriquecimento rápido multiplicam-se nas prateleiras. No mercado global e consumista o lucro é o oxigênio que rega os pulmões da sociedade. Mas, o prazer de fazer o que se é chamado para fazer e a alegria de estar trabalhando numa área aonde a contribuição com a sociedade seja mais importante do que a busca da recompensa financeira precisa ser proclamada aos ouvidos da nação. A riqueza em si não satisfaz, mas o senso do dever cumprido, movido pela alavanca da vocação traz uma alegria indizível.

2. A vocação é a consciência de se estar no lugar certo, fazendo a coisa certa

O problema da vocação é talvez o problema social mais grave e urgente, aquele que constitui o fundamento de todos os outros. O problema social não é apenas uma questão de divisão de riquezas, produtos do trabalho, mas um problema de divisão de vocações, modos de produzir. Um dos mais graves problemas da sociedade contemporânea é que de um lado, há grande quantidade de pessoas sem trabalho ou vocação, e, do outro, quantidade muito maior que não sente vocação para o papel que desempenha. Muitos carecem de convicção vocacional nos cargos que desempenham. São médicos, advogados, legisladores, funcionários públicos, pastores,professores, estudantes e outros profissionais, de quem não se pode dizer senão isto: sabem sê-lo. Cada um tem posição; mas nenhum, vocação. Esses pessam somente nas vantagens que hão de desfrutar e não no bem que podem fazer. Que tragédia quando grande quantidade dos homens de um país procura cargos, em lugar de vocações!

Um indivíduo com senso de vocação tem profundo amor pelo que faz, dedica-se ao que faz e o faz com esmero. Sem vocação não há paixão nem idealismo na profissão. A maior recompensa de um trabalho não é o lucro pessoal auferido, mas a alegria do dever cumprido e a certeza de que se promoveu o bem maior para um número maior de pessoas.

3. Vocação pode ser tanto um pendor quanto um chamado

Em geral, encontra-se a vocação por um destes dois meios: o descobrimento de uma capacidade especial, ou a visão de uma necessidade urgente, diz John Mackay. O pendor natural de uma pessoa para uma área é um sinal claro da vocação. O vocacionado é aquele que tem alegria de fazer o que faz, por isso, tem melhor desempenho no que faz. Seus dotes são demonstrados por ele e reconhecidos pelos outros. Muitas vezes essa descoberta é feita através da leitura de biografias. É na luz dos homens superiores que se deve acender a chama do ideal e perscrutar os horizontes do destino. Enxergamos mais longe quando subimos nos ombros dos gigantes. Inspirar-nos na vida dos heróis é ter a visão do farol alto, é alargar a fronteira dos nossos horizontes. A vocação não raro vem também pelo simples conhecimento de uma grande necessidade. Neemias, ao ser informado sobre a triste condição do povo que regressara da Babilônia, entregue à pobreza e à miséria, deixou seu posto de conforto na cidadela de Susã para ser o restaurador da sua nação. O conhecimento das necessidades à nossa volta nos responsabiliza e muitas vezes pavimenta o nosso caminho rumo ao futuro. A maioria dos grandes benfeitores da humanidade encontrou a vocação achando-se, num momento determinado da vida, face a face com uma situação grave que, imperiosamente, reclamava solução. Quase todas as grandes instituições filantrópicas foram fundadas por homens e mulheres que, como Florence Nightingale, fundadora da Cruz Vermelha, acharam a vocação na tarefa de enfrentar necessidades prementes.


Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

PÃO DIÁRIO - 21/08/2014 - Seguindo o Mestre


Seguindo o Mestre

Em uma exibição de cães perto de minha casa, assisti a performance de um cão da raça Welsh Corgi, chamado Trevor. Ao comando de seu dono, ele corria muitos metros e imediatamente retornava, pulava cercas e identificava objetos pelo faro. Depois de terminar cada exercício, sentava-se aos pés do dono e esperava por mais instruções.

A atenção deste cachorro aos comandos de seu mestre me lembrou da devoção que Deus desejava de Seu povo ao segui-lo pelo deserto. O Senhor os guiou de modo único. Sua presença aparecia em forma de nuvem. Se ela subisse, Ele queria que Seu povo mudasse para outra área. Se a nuvem descesse, deveriam permanecer no lugar. “Segundo o mandado do Senhor, se acampavam e, segundo o mandado do Senhor, se punham em marcha…” (Números 9:23). Os israelitas seguiam esse comando dia e noite, não importando quanto tempo deveriam permanecer em cada lugar.

Deus não estava simplesmente testando os israelitas. Ele os estava guiando à Terra Prometida (10:29). Ele queria leva-los a um lugar melhor. O mesmo acontece conosco quando o Senhor nos pede para segui-lo. Ele quer nos guiar a uma comunhão mais íntima com Ele. Sua Palavra nos assegura de que Ele é amoroso e fiel ao guiar aqueles que humildemente o seguem. — JBS


Leia: Números 9:15-23 

Examine: Segundo o mandado do Senhor, se acampavam e, segundo o mandado do Senhor, se punham em marcha… —Números 9:23

Considere: Deus pede a Seus filhos que sigam o Líder.

Devocional - 21/08/2014 - Escolha a vida


Escolha a vida

Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência
DEUTERONÔMIO 30.19

Nesse versículo, a palavra vida significa “frescor, força, intensidade e alegria”. Em João 10.10, Jesus disse que Ele veio para que você pudesse ter vida. De acordo com o dicionário Vine, nesse versículo, a Palavra vida é traduzida como “vida como o Senhor tem, a qual o Pai tem em si mesmo e a qual Ele deu ao seu Filho encarnado para ter em si mesmo... e a qual o Filho manifestou ao mundo”. A vida não é simplesmente um período de tempo.É uma qualidade de existência, ou seja, o tipo de vida como o Senhor tem. A vida de Deus não é cheia de medo, estresse, preocupação ou depressão. Deus separa tempo para desfrutar sua criação. Adão perdeu esse tipo de vida por causa do pecado, mas você pode tê-la de volta por intermédio de Cristo Jesus. Escolha o tipo de vida de Deus.



Por Joyce Meyer

A casa de Deus, lugar de glória


O rei Davi escreveu: “Eu amo, Senhor, a habitação de tua casa e o lugar onde tua glória assiste” (Sl 26.8). Davi era um homem sedento por Deus. Tinha glórias e riquezas, sucesso e fama, mas seu prazer estava no Senhor. Podia frequentar os lugares mais belos, conhecer os lugares mais exóticos, mas o seu prazer era estar na presença de Deus, na casa de Deus. Davi não ama o lugar em si, amava a presença na Deus. Davi não amava uma visita passageira e irrefletida na casa de Deus, mas amava a habitação da casa de Deus. Desejava estar na casa de Deus, mais do que qualquer outro deleite da vida. Ele buscava isso com todas as forças de sua alma. Tinha anseio por Deus como os guardas anseiam pelo romper da alma. Tinha sede de Deus como as corças que correm sôfregas e arquejantes para as correntes de águas. Davi desejava habitar na casa de Deus, pois a casa de Deus é o lugar onde a glória de Deus assiste. O que é a glória de Deus? A glória de Deus não é um atributo de Deus como sua santidade e amor. A glória de Deus é a somatória de todos os atributos de Deus em seu pleno fulgor. É a manifestação máxima da presença manifesta de Deus. Davi, amava a casa de Deus porque amava a Deus. Quando encontramos Deus, encontramos o sentido da vida. É na presença de Deus que existe plenitude de alegria. É à destra de Deus que existe delícias perpetuamente. Deus é a fonte das águas vivas. O manancial de paz e alegria. Nele temos vida em abundância. Ele é o nosso prazer, nossa herança, a razão da nossa vida.

Glorificar a Deus é a razão da nossa existência, o fim principal do homem. O centro do universo é Deus e não o homem. O humanismo idolátrico é uma distorção, uma deturpação do significado da vida. Quanto mais o homem exalta a si mesmo, menos ele se conhece e mais ele se perde nos labirintos de sua própria alma. Porém, quanto mais o homem se volta para Deus, para amá-lo, conhecê-lo, frui-lo e glorificá-lo, mais encontra o sentido da vida. Só em Deus desfrutamos de vida maiúscula e superlativa. Só Jesus, o Filho de Deus, tem vida abundante para dar. Só nele desfrutamos de alegria indizível e cheia de glória. Quando Deus é o nossa herança, a nossa alegria e a nossa motivação, então, estar na casa de Deus, na presença de Deus, é a maior de todas as aventuras, o maior de todos os prazeres, o sentido maior da nossa própria vida.

Missões não é a principal missão da igreja; adoração é. A principal missão da igreja é glorificar a Deus e gozá-lo para sempre. Fazemos missões para que Deus seja glorificado na salvação dos pecadores. Fazemos missões para que as nações se voltem de seus ídolos para Deus e o adorem em espírito e em verdade. Fazemos missões para que todos aqueles que foram comprados com o sangue do Cordeiro, procedentes de todas as tribos, povos, raças, línguas e nações ouçam a voz do bom, grande e supremo pastor e façam parte de seu rebanho. Fazemos missões para que a salvadora graça de Deus brilhe nos salvos, pelos séculos eternos. Fazemos missões para que os perdidos sejam encontrados, os cativos sejam libertos e os que vivem no reino das trevas sejam trasladados para o reino da luz. Fazemos missões para que todos os que foram amados de antemão, predestinados na eternidade, chamados no tempo, justificados pelo sangue do Cordeiro e selados com o Espírito Santo da promessa, desfrutem da glória eterna e exaltem o Filho de Deus, por tão grande salvação, pelos séculos sem fim.

Oh! Que nossa alma se deleite mais e mais em Deus, porque quanto mais pertos de Deus e quanto mais cheios de Deus, mais prazer teremos na adoração e mais comprometidos seremos na cumprimento da grande comissão. Adoração desemboca em missões e missões tem como propósito adoração!



Por Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

PÃO DIÁRIO - 20\08\2014 - Procurando Zaqueu


Procurando Zaqueu


Alf Clark anda pelas ruas da cidade à procura de Zaqueu. Bem, não aquele da Bíblia — Jesus já o encontrou. Este pastor e alguns amigos que servem num ministério urbano fazem o que Jesus fez no livro de Lucas 19. Eles percorrem propositadamente a cidade para encontrar e ajudar aos necessitados.

Clark anda de casa em casa em seu bairro, batendo nas portas e dizendo a quem aparece nelas: “Oi, sou Clark. Você tem necessidades pelas quais eu possa orar?” Essa é a sua maneira de iniciar a conversa e — como Jesus fez com o cobrador de impostos Zaqueu — oferecer conselhos necessários, vida espiritual e esperança.

Perceba o que Jesus fez. Lucas simplesmente diz que Jesus “…atravessava…” Jericó (Lucas 19:1). É claro que uma multidão se reuniu, como costumava ocorrer quando Jesus vinha à cidade. Sendo “…de pequena estatura”, Zaqueu subiu numa árvore. Jesus, ao passar, foi até aquela árvore e disse que tinha de visitar a sua casa. Naquele dia, a salvação foi à casa de Zaqueu. Jesus tinha vindo “…buscar e salvar o perdido” (v.10).

Estamos procurando por Zaqueu? Ele está em todo o lugar, precisando de Jesus. De que maneiras podemos compartilhar o amor de Cristo com as pessoas que necessitam do Salvador?  —JDB

Leia: Lucas 19:1-10 

Examine: …Hoje, houve salvação nesta casa… — Lucas 19:9

Considere: As boas-novas de Deus são boas demais para guardarmos para nós mesmos.

Devocional - 20\08\2014 - Permaneça firme contra o adversário


Permaneça firme contra o adversário

Porque uma porta grande e oportuna (promissora) para o trabalho (um serviço efetivo) se me abriu; e há muitos adversários. 1 CORÍNTIOS 16.9

É verdade que tudo o que você fizer para Deus enfrentará a oposição do adversário. Mas você deve lembrar-se de que maior é aquele que está em você do que aquele que está no mundo. (Veja 1 João 4.4.) Você não deve passar sua vida lutando contra o diabo para servir a Deus. Em vez de desgastar-se tentando combater inimigos espirituais, aprenda a permanecer firme na autoridade recebida por intermédio de Jesus. 
A melhor forma de vencer o diabo e seus demônios é simplesmente permanecer na vontade de Deus, obedecendo à sua Palavra, e Ele operará as coisas de acordo com Seu plano e propósitos divinos.


Por Joyce Meyer

O presbítero e o diácono: homens de valor


Esta igreja está se preparando para eleger presbíteros e diáconos. Esta escolha precisa ser feita com oração e sob a dependência do Espírito Santo. A Palavra de Deus estabelece critérios claros acerca do perfil daqueles que exercem liderança na igreja. O apóstolo Paulo escrevendo a Timóteo (1Tm 3.1-13) oferece algumas orientações oportunas sobre o perfil do presbítero e o diácono. À luz deste texto, vamos observar algumas verdades importantes.

1. O presbítero e o diácono precisam ser homens que amam a Deus acima de todas as coisas 
– O relacionamento do líder com Deus é que o credencia a cuidar da igreja de Deus. Antes de pastorear as ovelhas de Cristo, o líder precisa devotar seu amor a Cristo. O líder é exemplo. A igreja é um espelho da sua liderança. Somente pessoas que amam a Deus podem estimular e encorajar outras a andarem com Deus e a amarem a Deus sobre todas as coisas. Quando Jesus escolheu seus doze discípulos,  designou-os para estarem com ele. Só então os comissionou para pregar. Vida com Deus precede trabalho para Deus.

2. O presbítero e o diácono precisam ser homens que amam a igreja de Deus mais do que a si mesmos 
– Uma coisa é amar a liderança, outra coisa é amar os liderados. O líder não é o dominador do rebanho, mas aquele que se cinge com a toalha e lava os pés empoeirados dos seus irmãos. O líder é aquele que serve. A liderança não é um posto de privilégios, mas uma plataforma de serviço. O líder não é aquele que se serve do rebanho, mas serve ao rebanho. Somente aqueles que amam as ovelhas de  Cristo podem apascentá-las com amor e cuidado. O presbítero precisa pastorear a igreja de Deus não como dominador do rebanho, mas como exemplo do rebanho. O diácono precisa servir as mesas com alegria, pois sabe que no reino de Deus maior é o que serve.

3. O presbítero e o diácono precisam ser homens que tenham uma vida familiar exemplar 
– A família do líder cristão autentica sua liderança. O presbítero e o diácono precisam ser fiéis ao cônjuge e criar os filhos no temor do Senhor. Quem não sabe administrar sua própria casa não pode cuidar da igreja de Deus. O líder cristão precisa ser um marido amoroso e um pai cuidadoso na educação dos filhos. Ele precisa ser exemplo dentro da sua própria família. Um marido infiel e um pai bonachão estão desqualificados para cuidarem da igreja de Deus.

4. O presbítero e o diácono precisam ser homens de vida irrepreensível 
– Os oficiais da igreja não podem ser dominados pelo vinho, nem pelo dinheiro nem pelo destempero emocional. Precisam ser homens íntegros em seus negócios, sábios em suas atitudes, sadios em suas palavras, generosos em seus gestos e prudentes e sensatos em seu comportamento dentro e fora da igreja. Os oficiais precisam ter corações abertos para amar, mãos abertas para ajudar e casas abertas para hospedar. Os oficiais da igreja precisam desfrutar de bom testemunho dentro da família, dentro da igreja e dentro da sociedade onde vivem. Eles precisam ser irrepreensíveis na conduta, sãos na fé e ter bom testemunho dos de fora da igreja.

5. O presbítero e o diácono precisam ser homens apegados à Palavra de Deus 
– Os líderes da igreja não podem ser neófitos e imaturos espiritualmente, mas homens experimentados. Eles devem ser aptos para ensinar. Somente aqueles que dispõem o coração para aprender e viver a Palavra estão aptos para ensinar a Palavra. O líder espiritual é um mestre. Ele precisa ensinar os crentes mais velhos, tratando-os como  pais; aos de sua idade como irmãos e aos mais novos, como filhos. Os líderes da igreja precisam ser homens dedicados ao estudo e ao ensino da Palavra, uma vez que eles nutrem com o alimento da verdade os crentes, ao mesmo tempo em que os protegem dos lobos vorazes e das heresias perniciosas. Que Deus nos dê líderes segundo o seu coração!



Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 19 de agosto de 2014

PÃO DIÁRIO - 19\08\2014 - Acreditar

Acreditar

Em um campo de prisioneiros na Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial, alguns americanos, escondidos dos guardas, montaram uma rádio caseira. Um dia surgiu a notícia que o alto comando alemão havia se rendido, acabando a guerra. Por uma falha de comunicação, porém, os guardas ainda não sabiam da novidade. Quando a notícia se espalhou entre os prisioneiros, uma grande celebração aconteceu. Durante três dias eles cantaram, acenaram para os guardas e fizeram piadas durante as refeições. No quarto dia, ao acordar, descobriram que os alemães tinham fugido. Sua espera tinha chegado ao fim.

Uma série de histórias da Bíblia se refere à espera: Abraão esperando por um filho (Gênesis 12–21). Os israelitas esperando por libertação. Profetas esperando pelo cumprimento de suas próprias previsões. Os discípulos esperando por Jesus agir como o poderoso Messias tão aguardado. As palavras finais de Jesus no encerramento do livro do Apocalipse são “…Certamente, venho sem demora”, seguido por uma urgente oração, “Amém! Vem, Senhor Jesus!” (22:20). Nós ainda esperamos por isso.

A pergunta que me faço é: Enquanto esperamos, por que somos tantas vezes temerosos e ansiosos? Podemos, como os prisioneiros, agir de acordo com as boas-novas que dizemos crer. O que é fé em Deus afinal, senão acreditar antes no que somente terá sentido no porvir?
—PY

Leitura: Apocalipse 22:12-21 

Examine: …Certamente, venho sem demora… 
—Apocalipse 22:20

Considere: Esperar prova a nossa fé, de forma que esperamos na esperança.

Devocional - 19\08\2014 - Dependa do Espírito


Dependa do Espírito

O espírito é o que vivifica (Ele é o doador da vida); a carne para nada aproveita...
JOÃO 6.63

Se você quer cumprir a vontade de Deus em sua vida, a carne, o egoísmo e a natureza pecaminosa rebelde devem morrer. Tudo isso deve perder seu poder. Freqüentemente você não está plenamente consciente dos pensamentos, ações e atitudes pecaminosas em seu coração porque está mais consciente da vida exterior. Essas coisas devem ser enfrentadas e tratadas se você quer desfrutar a boa vida que Deus planejou. Paulo disse que desejava fazer coisas boas, mas encontrava-se sempre fazendo coisas erradas. Ele descreveu como se sentia miserável em viver assim. Ele queria ser livre, e após muita luta percebeu que somente Deus poderia libertá-lo e que por intermédio de Jesus Cristo Deus o faria. (Veja Romanos 7.18-25.) Quando você enfrenta períodos de provação, deve perceber que sua carne nunca quer beneficiá-lo. Só assim você negará sua carne e dependerá do Doador da vida, que é o Espírito Santo, para edificar o caráter dEle em você.


Por Joyce Meyer

Jesus: verdadeiro Deus, verdadeiro homem


Nenhuma doutrina foi mais debatida ao longo da história que a Cristologia. Vários concílios da igreja se reuniram ao redor desse tema como o concílio de Nicéia, de Constantinopla e Calcedônia. A Palavra de Deus revela-nos que Jesus tem duas naturezas distintas: uma divina, outra humana. Jesus é Deus sem deixar de ser homem e homem sem deixar de ser Deus. Este é um glorioso mistério: o menino que nasceu em Belém e foi enfaixado em panos é o criador do universo, o Pai da eternidade. O Natal, portanto, revela-nos a mais gloriosa de todas as mensagens, a mensagem de que Deus se fez homem e veio habitar entre nós.

1. Jesus é verdadeiro Deus
 - Jesus é o verbo eterno. Ele pré-existe à criação. Ele não teve origem, ele é a origem de todas as coisas. Antes que todas as coisas viessem a existir, ele já existia eternamente em comunhão com o Pai e com o Espírito Santo. Mesmo se fazendo homem, não deixou de ser Deus. Ele não abdicou de sua divindade ao tabernacular-se entre nós. Mesmo em seu estado de humilhação, revelou seus atributos divinos.

Jesus não foi a primeira criação de Deus como ensinava Ário de Alexandria no século quarto e como prega ainda hoje a seita, “os  Testemunhas de Jeová”. Na verdade, Jesus é co-igual, co-eterno e consubstancial com o Pai. Ele é auto-existente e imutável. Ele e o Pai são um. Jesus tem os atributos da divindade: ele é o criador e sustentador da vida. Ele conhece todas as coisas e pode todas as coisas. Nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade. Ele foi adorado como Deus. Ele reivindicou ser adorado como Deus. Ele realizou obras milagrosas como Deus. Sua vida, seus ensinos e suas obras provam, de forma irrefutável, sua divindade.

2. Jesus é verdadeiro homem
 - O verbo divino fez-se carne. O eterno entrou no tempo. O infinito tornou-se finito. O senhor se fez servo. Aquele que estava entronizado acima dos querubins foi desprezado pelos homens. Aquele cujas hostes celestes adoravam sem cessar foi cuspido pelos seus algozes. Aquele que é bendito eternamente fez-se maldição por nós e foi traspassado na cruz pelas nossas iniqüidades. Aquele que jamais conheceu pecado foi feito pecado por nós. Aquele que nem os céus dos céus podem contê-lo esvaziou-se e humilhou-se nascendo numa família pobre, num berço pobre, numa cidade pobre e viveu como pobre, sem ter onde reclinar a cabeça. Ele foi verdadeiro homem. Como homem foi sujeito a seus pais. Como homem aprendeu a obedecer. Como homem sofreu cansaço, sede, fome e finalmente foi preso, açoitado e pregado na cruz, onde morreu. Como homem ele se identificou conosco e morreu a nossa morte para vivermos a sua vida.

Se Jesus não fosse Deus não poderia oferecer um sacrifício de valor infinito. Se não fosse homem não poderia ser o nosso substituto. Porque é Deus e ao mesmo tempo homem pode ser o mediador entre Deus e os homens. Porque é Deus-homem pôde fazer um sacrifício perfeito, capaz de expiar a culpa de todo aquele que nele crê.

Quando os magos do Oriente vieram a Belém e adoraram a Jesus colocando aos seus pés seus presentes: ouro, incenso e mirra estavam reconhecendo que ele era divinohumano. Ele é o Rei supremo, o sumo sacerdote e o maior de todos os profetas. Ele é o rei que, por ter se humilhado foi exaltado acima de todo o nome que há no céu, na terra e debaixo da terra. Ele é o sacerdote que ofereceu um único sacrifício perfeito e cabal ao dar sua vida em nosso resgate. Ele é o profeta e o conteúdo da mensagem. Ele é a Palavra encarnada de Deus, a exegese mais eloqüente do amor gracioso do Pai.


Rev. Hernandes Dias Lopes