segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


Devocional Para Família #02 - Pr Josué Gonçalves



Versículo do Dia


Versículo do Dia


Portanto, aceitem-se uns aos outros, da mesma forma como Cristo os aceitou, a fim de que vocês glorifiquem a Deus. 

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PÃO DIÁRIO - 18/12/2017 - Bondoso Jesus

Bondoso Jesus


Charles Wesley (1707–88), evangelista metodista, escreveu mais de 9 mil hinos e poemas sagrados. Alguns, como “Mil línguas eu quisera ter”, são hinos de louvor incríveis e sublimes. Mas seu poema Gentle Jesus, Meek and Mild (Bondoso Jesus, manso e suave) publicado em 1742, é a oração silenciosa de uma criança que capta a essência de como todos nós deveríamos buscar ao Senhor com a fé simples e sincera.

Amado Jesus, Cordeiro bondoso,

Estou em Tuas gloriosas mãos;

Faz de mim, Salvador, o que tu és,

Vive em meu coração (tradução livre).

Enquanto alguns seguidores de Jesus usavam de todos os meios para conseguir uma posição em Seu reino, o Senhor “…chamando uma criança, colocou-a no meio deles. E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus” (Mateus 18:2,3).

Poucas crianças buscam posição ou poder. Em vez disso, elas querem aceitação e segurança, e se agarram aos adultos que as amam e cuidam delas. Jesus jamais afastou as crianças.

A última estrofe do poema de Wesley mostra o desejo infantil de ser semelhante a Jesus:

Eu então proclamarei o Teu louvor

Servirei a ti durante os meus dias felizes;

Então o mundo sempre verá Cristo,

a Criança santa, em mim.

—DCM


Leia: Mateus 18:1-10 

Examine: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus. —Mateus 18:3

Considere: A fé brilha mais forte num coração infantil.

É legítima a comemoração do Natal?

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O Natal é uma festa cristã e não pagã. Há uma onda entre alguns cristãos, na atualidade, taxando aqueles que comemoram o Natal de serem infiéis e heterodoxos, dizendo que essa comemoração não é legítima nem cristã. Precisamos, a bem da verdade, pontuar algumas coisas:

1. A distorção do Natal. 

Ao longo dos anos o Natal tem sido desfigurado com algumas inovações estranhas às Escrituras. Vejamos: Primeiro, o Papai-Noel. O bojudo velhinho Papai-Noel, garoto propaganda do comércio guloso, tem sido o grande personagem do Natal secularizado, trazendo a ideia de que Natal é comércio e consumismo. Natal, porém, não é presente do homem para o homem, é presente de Deus para o homem. Natal não é a festa do consumismo; é a festa da graça. Natal não é festa terrena; é festa celestial. Natal é a festa da salvação. Segundo, os símbolos do Natal secularizado. Há muitos símbolos que foram sendo agregados ao Natal, que nada tem a ver com ele, como o presépio, a árvore natalina, as luzes, os trenós, a troca de presentes. Essa embalagem, embora, tão atraente, esconde em vez de revelar o verdadeiro Natal. Encantar-se com a embalagem e dispensar o conteúdo que ela pretende apresentar é um lamentável equívoco. Terceiro, os banquetes gastronômicos e a troca de presentes não expressam o sentido do Natal. Embora, nada haja de errado celebrarmos com a família e amigos, degustando as iguarias deliciosas provindas do próprio Deus e manifestarmos alegria e expressarmos amor na doação ou mesmo troca de presentes, esse não é o cerne do Natal. Longe de lançar luz sobre o seu sentido, cobre-o com um véu.

2. A proibição do Natal. 

Tão grave quando a distorção do Natal é a proibição da celebração do Natal. Na igreja primitiva a festa do ágape, realizada como prelúdio da santa ceia foi distorcida. A igreja não deixou de celebrar a ceia por causa dessa distorção. Ao contrário, aboliu a distorção e continuou com a ceia. Não podemos jogar a criança fora com a água da bacia. Não podemos considerar o Natal, o nascimento do Salvador, celebrado com entusiasmo tanto pelos anjos como pelos homens, uma festa pagã. Pagão são os acréscimos feitos pelos homens, não o Natal de Jesus. Não celebramos os acréscimos, celebramos Jesus! Não celebramos o Papai-Noel, celebramos o Filho de Deus. Não celebramos a árvore enfeitada, celebramos o Verbo que se fez carne. Não celebramos os banquetes gastronômicos, celebramos o banquete da graça. Não celebramos a troca de presentes, celebramos Jesus, a dádiva suprema de Deus.

3. A celebração do Natal. 

O Natal de Jesus Cristo foi celebrado com grande entusiasmo em Belém. O anjo de Deus apareceu aos pastores e disse-lhes: “Não temais, eis que vos trago boa nova de grande alegria, que será para todo o povo: é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lc 2.11). Natal é a boa nova do nascimento de Jesus. É o cumprimento de um plano traçado na eternidade. É a consumação da mensagem dos profetas. É a realização da expectativa do povo de Deus. Natal é a encarnação do Verbo de Deus. É Deus vestindo pele humana. Natal é Deus se fazendo homem e o eterno entrando no tempo. Natal é Jesus sendo apresentado como o Salvador do mundo, o Messias prometido, o Senhor soberano do universo. Quando essa mensagem foi proclamada, os céus se cobriram de anjos, que cantaram: “Glórias a Deus nas maiores alturas e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem” (Lc 2.14). O verdadeiro Natal traz glória a Deus no céu e paz na terra entre os homens. Natal é boa nova de grande alegria para todo o povo. O verdadeiro Natal foi celebrado com efusiva alegria no céu e na terra. Portanto, prossigamos em celebrar o nascimento do nosso glorioso Salvador!





Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 17 de dezembro de 2017

Versículo do Dia


Versículo do Dia



Depois que partiram, um anjo do Senhor apareceu a José em sonho e disse-lhe: "Levante-se, tome o menino e sua mãe, e fuja para o Egito. Fique lá até que eu lhe diga, pois Herodes vai procurar o menino para matá-lo".

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PÃO DIÁRIO - 17/12/2017 - Não pense mais neles


Não pense mais neles


Meus primeiros anos como cristão foram carregados com maus pressentimentos. Tive a impressão de que quando Jesus voltasse, todos os meus pecados estariam expostos numa tela gigantesca para todos verem.

Hoje sei que Deus optou por não se lembrar de nenhuma de minhas transgressões. Todo pecado foi enterrado no mar profundo para jamais ser exumado e examinado novamente.

Amy Carmichael escreveu: “Há um ou dois dias, eu estava pensando no passado com bastante tristeza — tantos pecados, fracassos e erros de todos os tipos. Ao ler Isaías 43 e, no versículo 24, contemplei a mim mesma: “…me cansaste com as tuas iniquidades”. Então, pela primeira vez, percebi que não há espaço entre os versos 24 e 25: ‘Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim e dos teus pecados não me lembro’”.

De fato, quando o Senhor voltar, Ele “…trará à plena luz as coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações; e, então, cada um receberá o seu louvor da parte de Deus” (1 Coríntios 4:5). Naquele dia, nossas obras serão provadas, e podemos sofrer perdas, mas não seremos julgados pelo pecado (3:11-15). Deus verá o que Cristo fez por nós. Ele não se lembrará mais dos nossos pecados. —DHR

Leia: Isaías 43:22-28 

Examine: Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim e dos teus pecados não me lembro. —Isaías 43:25

Considere: Quando Deus nos salva, nossos pecados são perdoados para sempre.

Natal, o mistério da encarnação de Jesus

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O Natal é a celebração do nascimento de Jesus, o Salvador do mundo. Trata-se de um grande mistério. O Deus transcendente, tornou-se imanente; o soberano Senhor do universo fez-se servo; o Eterno entrou no tempo. Deus vestiu pele humana: sendo rico se fez pobre; sendo santo se fez pecado; sendo bendito foi feito maldição por nós. O apóstolo João, destacando tanto a divindade como a humanidade de Jesus, falou dele como o Verbo que se fez carne. Destacaremos, aqui algumas verdades importantes sobre o Verbo de Deus.

1. Os atributos do Verbo de Deus. 

O apóstolo João, no prólogo de seu evangelho (Jo 1.1), nos apresenta três características peculiares do Verbo: Primeiro, ele é eterno: “No princípio era o Verbo…”. Quando tudo começou o Verbo de Deus, a segunda Pessoa da Trindade, já existia e, existia desde toda a eternidade. Na verdade ele é o Pai da Eternidade. Segundo, ele é uma pessoa: “… e o Verbo estava com Deus…”. Estava face a face com Deus, em perfeita comunhão e sintonia com o Pai. O Verbo é co-igual, co-eterno e consubstancial com Deus Pai. Terceiro, ele é divino: “… e o Verbo era Deus”. O Verbo é uma Pessoa divina. Ele é Deus. Possui os atributos da divindade e realiza as mesmas obras que só Deus pode fazer, pois “todas as coisas foram feitas por ele e, sem ele, nada do que foi feito se fez” (Jo 1.3).

2. A encarnação do Verbo de Deus.

 O apóstolo João diz que o Verbo se fez carne e habitou entre nós. A segunda Pessoa da Trindade, o Verbo de Deus, criador do universo, se fez carne (Jo 1.14), esvaziou-se, deixou sua glória, veio ao mundo e tornou-se servo (Fp 2.6-8). O Verbo de Deus armou sua tenda entre os homens. Ele habitou entre nós. Foi em tudo semelhante a nós, exceto no pecado. Sofreu fome e sede. Suportou cansaço e fadiga. Gemeu, chorou e sangrou. Humilhou-se até à morte e morte de cruz. O Filho do Altíssimo, concebido pelo Espírito Santo no ventre de uma virgem, nasceu pobre, numa família pobre, em uma cidade pobre. Nasceu não num berço de ouro, mas num berço de palha. Cresceu não num palácio, mas numa carpintaria. Viveu não no fausto e no luxo, mas não tinha onde reclinar a cabeça. Escalou não os degraus da glória humana, mas desceu às profundezas da humilhação, sendo cuspido pelos homens e pregado numa rude cruz.

3. A manifestação do Verbo de Deus. 

O apóstolo João diz ainda que “vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai”. O Verbo encarnou-se para revelar-nos Deus. Jesus é a exegese de Deus. Nele habitou corporalmente toda a plenitude da divindade. Ele é a expressa imagem de Deus. A glória de Cristo é a mesma glória do Pai. Quem vê a Cristo, vê o Pai. Ele e o Pai são um. Jesus é o Deus-Homem, o Deus Emanuel, o Deus conosco. Sua encarnação foi um mistério. Sua vida foi um exemplo. Sua morte vicária foi o sacrifício perfeito. Sua ressurreição foi o selo da vitória. Sua segunda vinda será a consumação de todas as coisas. Cristo é o centro das Escrituras. Cristo é o centro da igreja. Cristo é o centro da história. Cristo é o centro da eternidade. Cristo é tudo em todos. Para ele convergem todas as coisas tanto no céu como na terra. Dele, por meio dele e para ele são todas as coisas. Cristo é a nossa vida, a nossa paz, a nossa alegria, a razão da nossa esperança. Devemos celebrar com alegria sua vinda ao mundo. Devemos confiar nele como nosso Salvador. Devemos nos sujeitar a ele como nosso Senhor. Devemos nos prostrar diante dele e adorá-lo como nosso grande Deus. 
Devemos nos alegrar nele como os pastores de Belém. Devemos adorá-lo como os magos do Oriente. Devemos celebrá-lo como os anjos do céu. A Jesus, o Verbo de Deus, devemos tributar toda honra, glória e louvor, agora, e pelos séculos dos séculos!







Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 16 de dezembro de 2017

NÃO PERCAM, FESTA DOS TABERNÁCULOS 2017 I.E.A.B. VILA ARAUPUÁ


MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


Devocional para Família - Pr Josué Gonçalves 




Versículo do Dia

Versículo do Dia


Faze-me ouvir do teu amor leal pela manhã, pois em ti confio. Mostra-me o caminho que devo seguir, pois a ti elevo a minha alma. 

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PÃO DIÁRIO - 16/12/2017 - O pequeno gigante


O pequeno gigante

O inimigo avança imponente no vale de Elá. Ele tem mais de 2,7 m de altura, e sua armadura, feita de muitas placas pequenas de bronze, brilha à luz do sol. A haste de sua lança está envolta por cordas para que possa girar no ar e ser arremessada a uma distância maior e com mais precisão. Golias parece invencível.

Mas Davi está ciente de tudo. Golias pode parecer um gigante e agir como tal, mas em contraste com o Deus vivo, ele é pequeno. Davi tem uma visão correta de Deus e, portanto, das circunstâncias também. Ele vê Golias como alguém que está desafiando os exércitos do Deus vivo (1 Samuel 17:26). Davi se coloca confiantemente diante de Golias, vestindo suas roupas de pastor e armado apenas com o seu cajado, cinco pedras e uma funda. Sua confiança não está no que ele possui, mas em quem está com ele (v.45).

Que “Golias” você está enfrentando neste momento? Pode ser uma situação impossível no trabalho, uma dificuldade financeira ou um relacionamento rompido. Comparadas a Deus, todas as coisas são pequenas. Nada é grande demais para Ele. As palavras do escritor de hinos Charles Wesley nos lembram: “Fé, poderosa fé, a promessa vê e somente a ela contempla; ri das impossibilidades e clama: ‘Será feito!’”. Deus é capaz de livrá-lo se isso for da Sua vontade, e Ele pode agir de maneira que você não imagina. - PFC


Leia: 1 Samuel 17:32-37 

Examine: O Senhor […] me livrará… —1 Samuel 17:37

Considere: Não diga a Deus o tamanho dos seus gigantes. Diga aos gigantes o tamanho do seu Deus.

Natal, uma boa nova de grande alegria

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O Natal é a celebração do nascimento de Jesus, o Filho de Deus. Muitos cristãos hesitam em comemorar o Natal e outros chegam mesmo a fazer oposição a essa comemoração, em virtude de não sabermos, com exatidão, a data precisa em que aconteceu esse fato auspicioso. Ainda outros desaconselham a celebração do Natal em virtude dos vários adendos acrescidos à festividade como presépio, árvore enfeitada e Papai Noel. Entendemos, que esses acréscimos não fazem parte do verdadeiro Natal e não devem distrair nossa atenção. Precisamos, portanto, resgatar o verdadeiro sentido do Natal e devolvê-lo a seu verdadeiro dono, Jesus Cristo, nosso Salvador.

A celebração do Natal é legítima, pois o primeiro Natal foi motivo de festa no céu e na terra, comemorado pelos anjos e pelos homens. A grande notícia anunciada pelo anjo do Senhor, aos pastores de Belém foi: “Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo: é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lc 2.10,11). Natal é a verdade bendita de que o Eterno entrou no tempo, Deus se fez homem e o Senhor dos senhores se fez servo. Natal é o cumprimento do plano da redenção, traçado nos refolhos da eternidade. Natal é a concretização da promessa do Pai e o cumprimento das profecias anunciadas pelos patriarcas e profetas. Natal é a consumação da esperança de Israel. Na plenitude dos tempos, o Cristo de Deus, nasceu de mulher, nasceu sob a lei, para nos redimir dos nossos pecados.

Natal não é festa gastronômica. Natal não é o comércio guloso capitaneado pelo velho bojudo de barbas brancas. Natal não é troca de presentes nem ruas enfeitadas com cores policromáticas. Natal é a luz do céu invadindo a escuridão da terra. Natal é o Verbo eterno de Deus, se fazendo carne para habitar entre nós, cheio de graça e de verdade. Natal é o Deus que nem o céu dos céus pode contê-lo esvaziando-se, a ponto de nascer como um bebê numa pobre vila da Judéia. Natal é o criador e dono do universo despojando-se de sua glória para calçar as sandálias da humildade, fazendo-se pobre para tornar-nos ricos. Natal é a proclamação embalada nas asas da alegria, anunciando que Jesus é o Salvador do mundo, o Messias prometido, o Senhor do universo.

Natal é a evidência mais eloquente do amor de Deus aos pecadores. Quando Deus criou o universo, fê-lo pela palavra do seu poder. Quando Deus criou o homem, colocou a mão no barro. Porém, quando Deus desceu para resgatar o homem entrou no barro, pois o Verbo se fez carne, vestiu pele humana e armou sua tenda entre nós. Natal é a consumação da maior dádiva de Deus ao homem. Deus amou o mundo e deu seu Filho Unigênito para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Deu-o não a quem merece, mas a pecadores indignos. Deu-o não para ser exaltado entre os homens, mas para ser cuspido por eles. Deu-o não para entrar na história como o Rei da glória, mas para carregar a cruz maldita, como servo sofredor. Deu-o não na última hora, mas desde a eternidade!

Natal é a festa da salvação. É a celebração que nos remete ao plano eterno de Deus, quando a própria Trindade, no recôndito dos tempos eternos, decidiu nos amar e nos destinar para a salvação. Nesse projeto divino, o Pai envia o Filho e o Filho se submete ao Pai. Nesse decreto eterno, o Pai escolhe um povo e o dá como presente a seu Filho. O Filho deixa a glória que sempre teve com o Pai e desce para morrer em favor desse povo. O Espírito Santo, regenera e sela esse povo como propriedade exclusiva de Cristo. Agora, nós, povo de Deus, povo redimido, alcançado pela graça, devemos exaltar pelos séculos sem fim, o Cordeiro de Deus, por tão grande salvação.

Que o Natal de Jesus seja celebrado por todos nós, com fervor efusivo, com alegria indizível e com entusiasmo sem igual!




Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Versículo do Dia

Versículo do Dia


Vocês sairão em júbilo e serão conduzidos em paz; os montes e colinas irromperão em canto diante de vocês, e todas as árvores do campo baterão palmas. 

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PÃO DIÁRIO - 15/12/2017 - Nascido para resgatar

Nascido para resgatar


Depois do ataque terrorista e do colapso das Torres Gêmeas na cidade de Nova Iorque em 11 de setembro de 2001, Cynthia Otto tomou conta dos cães de busca e resgate. Anos mais tarde, ela fundou um Centro de Cães de Trabalho onde jovens filhotes passam por treinamento especializado que os prepara para ajudar vítimas de desastres.

Veja o comentário de Cynthia sobre estes animais de salvamento: “Existem tantos trabalhos hoje para os quais cães estão sendo usados […] e eles podem salvar vidas”. Disse também que estes filhotes um dia darão assistência vital às pessoas em circunstâncias de alto risco. Eles “nasceram” para resgatar os outros.

A Bíblia nos relata sobre o Messias que nasceu para resgatar a humanidade do castigo do pecado. O que Ele fez está acima de qualquer comparação terrena. Há mais de dois mil anos, o próprio Deus tomou a forma humana a fim de fazer por nós o que não poderíamos fazer. Quando Jesus tornou-se homem, Ele compreendeu e proclamou que tinha nascido para resgatar (João 12:27). “Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em regate por muitos” (Marcos 10:45).

Louvemos ao nosso Salvador maravilhoso, Jesus Cristo, que nasceu para salvar todos os que aceitarem Sua oferta de salvação. — HDF

Leia: Marcos 10:35-45 

Examine: Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em regate por muitos. (Marcos 10:45)

Considere: Cristo veio para buscar e salvar os perdidos.

Jesus, o nome sobre todo nome


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O nome de uma pessoa é sua maior identidade. O nome representa a personalidade, o caráter e a missão de uma pessoa. Recebe-se um grande nome por herança, doação e conquista. Jesus tem o nome sobre todo o nome por essas três razões. O nome de Jesus é conhecido no céu, na terra e no inferno. Anjos, homens e demônios se curvam diante de sua majestade. Ele é o Senhor dos senhores, o Rei dos reis, o Soberano dos reis da terra. Nele vivemos, nos movemos e existimos. Ele é a nossa vida, a nossa paz, a nossa alegria, a nossa herança, a nossa justiça, a nossa salvação.

Em primeiro lugar, Jesus herdou o maior de todos os nomes (Hb 1.4). Jesus é a exata expressão do ser de Deus, o resplendor máximo da sua glória, o herdeiro de todas as coisas. Por isso, herdou mais excelente nome do que os anjos e foi exaltado acima de todos os seres celestiais. Ele está entronizado acima dos querubins. Diante dele até os serafins cobrem o rosto. Ele é o Rei da glória e diante de sua majestade todo o universo se curva. Jesus é tudo em todos. Ele é o centro da eternidade e da história. Ele é o agente da criação, o sustentador do universo, o regente que governa os destinos da história e faz todas as coisas conforme o conselho de sua vontade. Não há nenhum nome que se compare ao nome de Jesus. Nenhum nome que esteja acima do nome de Jesus. Esse nome ele herdou do Pai.

Em segundo lugar, Jesus recebeu por doação o maior de todos os nomes (Fp 2.9-11). Pelo fato do Rei da glória ter se tornado servo e se humilhado até à morte e morte de cruz, Deus Pai o exaltou sobremaneira, acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e debaixo da terra e toda língua confesse que Jesus é o Senhor para a glória de Deus Pai. Não há salvação fora do nome de Jesus. Ele recebeu esse porque é o Salvador do seu povo (Mt 1.21). Não há nenhum outro nome dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos (At 4.12). Há poder no nome de Jesus para curar os enfermos (At 3.6). Há poder no nome de Jesus para libertar os cativos (Lc 10.17). Há poder no nome de Jesus para termos nossas orações respondidas (Jo 16.23). O nome de Jesus é o centro das Escrituras. Jesus é o Alfa e o Ômega. Ele é o Maravilhoso Conselheiro, o Deus forte, o Pai da eternidade e o Príncipe da paz. Jesus é Verbo eterno, o Emanuel, o Pão da vida, a Luz do mundo, a Videira verdadeira. Ele é o bom Pastor, a Porta das ovelhas, o Caminho, e a Verdade e a Vida. Ele é a Ressurreição e a vida, Aquele que esteve morto, mas está vivo pelos séculos dos séculos. Ele é o Salvador, o Messias e o Senhor. Diante de seu nome reis e vassalos, ateus e religiosos, ricos e pobres, doutores e analfabetos, anjos, homens e demônios precisam se curvar. Seu nome está acima de todo nome que se possa referir no céu e na terra!

Em terceiro lugar, Jesus recebeu o maior de todos os nomes por conquista (Cl 2.15). Jesus triunfou sobre os principados e potestades na cruz, despojando-os e decretando sua consumada derrota. Foi na cruz que Jesus esmagou a cabeça da serpente. Foi na cruz que Jesus arrancou a armadura do valente e o expôs ao desprezo. Jesus venceu o diabo, a morte e o pecado. Ressuscitou triunfantemente, ascendeu ao céu e foi entronizado com glória e majestade, acima de todo principado e potestade. Ele tem as chaves da morte e do inferno. Jesus tem todo o poder e toda autoridade no céu e na terra. Ele tem o livro da história em suas onipotentes mãos. Em breve, ele voltará com grande poder e glória para julgar as nações. Então, ele calcará aos pés todos os seus inimigos e todos os reinos do mundo serão do Senhor e do seu Cristo e ele reinará pelos séculos dos séculos. O universo inteiro se ajoelhará para dizer: “Ao que está sentado no trono e ao Cordeiro seja o louvor, e a honra, e a glória e o domínio pelos séculos dos séculos”. Então, depositaremos aos seus pés nossas coroas e o serviremos por toda a eternidade!





Por Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


8 Semanas para Mudar Sua Família - Pr Josué Gonçalves



Versículo do Dia


Versículo do Dia


Os pastores voltaram glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham visto e ouvido, como lhes fora dito. 

VÍDEO DO DIA - D´Ele, por Ele, e para Ele - David Quinlan


D´Ele, por Ele, e para Ele - David Quinlan 

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PÃO DIÁRIO - 14/12/2017 - Uma carta maravilhosa

Uma carta maravilhosa

De vez em quando, minha esposa e eu abrimos a caixa do correio para encontrar uma carta sem palavras. Quando tiramos a “carta” do envelope, vemos um pedaço de papel com nada mais do que uma marca colorida feita com caneta hidrográfica. Essas “cartas” alegram o nosso coração, porque são da nossa netinha Kátia, em idade pré-escolar, que vive em outro estado. Mesmo sem palavras, estas cartas nos dizem que ela nos ama e pensa em nós.

Todos nós apreciamos muito receber cartas daqueles que amamos e dos que nos amam. Por essa razão, existe tanto consolo no fato de o nosso Pai celestial nos ter deixado uma carta chamada Bíblia. O valor das Escrituras vai além de suas palavras de poder, desafio e sabedoria. Em meio a todas as histórias, aos ensinamentos e orientações que este Livro oferece, predomina a ideia de que Deus nos ama e planeja o nosso resgate. A Bíblia nos relata sobre o Seu amor em orientar nossa existência (Salmo 139), suprir nossas necessidades (Mateus 6:31-34), consolar-nos (2 Coríntios 1:3,4) e nos salvar pelo sacrifício de Seu Filho, Jesus (Romanos 1:16,17).

Você é amado além da imaginação. Deus lhe diz isso em Sua mensagem inspirada e inspiradora. Não é de se admirar que o salmista tenha escrito: “…não me esquecerei da tua palavra” (119:16). Que carta maravilhosa!  — JDB

Leia: Salmo 119:9-16 

Examine: …não me esquecerei da tua palavra —Salmo 119:16

Considere: O amor de Deus por nós é revelado em Sua carta destinada a nós: a Bíblia.

Não havia lugar para Jesus

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Maria estava grávida pelo Espírito Santo e prestes a dar à luz a seu filho primogênito. Ele deveria receber o nome de Jesus, pois salvaria o seu povo de seus pecados. José, cumprindo ordem do imperador, precisa sair da Galiléia, rumo à Judeia para alistar. Quando José e Maria chegaram de Nazaré a Belém não havia lugar para eles nas estalagens. As pensões estavam todas ocupadas. As casas todas indisponíveis. Sem lugar para Jesus nascer, o casal não teve outra opção senão ir para uma Manjedoura, lugar onde os animais se alimentavam e eram recolhidos do frio da noite. O Filho de Deus, não encontrou lugar para nascer entre o homens e foi nascer entre os animais. Uma vez que era o Cordeiro de Deus, Jesus nasceu numa estrebaria, foi enfaixado em panos e colocado numa manjedoura. O criador do universo, o Verbo que se fez carne, o Salvador do mundo nasceu não num berço de ouro, mas no mais humilde dos berços. Sendo rico se fez pobre, sendo eterno entrou no tempo, sendo infinito foi enfaixado em panos, sendo o Rei da glória, se fez servo. Oh, imenso amor, incomensurável amor, eterno amor!

Dois mil anos se passaram e ainda hoje, as cidades, os campos, os homens estão cheios demais, ocupados demais para receberem Jesus. Não há lugar para Jesus nos corações. Os homens estão agitados demais, correndo demais, preocupados demais, aflitos demais. Eles não têm para Jesus. O Natal chegou mais uma vez. As ruas estão enfeitadas e multicoloridas. As lojas adornadas para atrair os consumidores. Os sinos repicam sua voz nas praças. Mas não há lugar para Jesus. Há lugar para o comércio. Há lugar para o lucro. Há lugar para os homens. Uns correm para presentear; outros buscam ser presenteados. Mas não há lugar para Jesus. Papai Noel, uma caricatura de piedoso Nicolau, bispo de Mira, na Turquia, tomou o lugar de Jesus. O Natal deveria nos remeter a Jesus, o Verbo de Deus que se fez carne, mas não é o nome de Jesus que aparece nas ruas, nas lojas, nas músicas, entre os homens.

As prefeituras municipais gastam milhões de reais para iluminar a cidade. O clima é de festa. As músicas enchem as praças. Há uma agitação nas famílias. É a corrida para se montar a árvore de Natal. É a busca intensa para gastar o décimo terceiro salário em presentes. É a corrida para se colocar à mesa os alimentos mais saborosos. Amigos e parentes se reúnem, comem, bebem, festejam, mas Jesus não é lembrado, seu nome não é exaltado. Aquele que é o dono da festa nem sequer foi convidado. Esse é um arremedo do verdadeiro Natal. É o Natal sem Jesus! É triste constatar que ainda não há lugar para Jesus.

Símbolos e mais símbolos foram agregados ao Natal. Presépio, árvore, guirlandas, sinos, pinheiros, mas nenhum deles está centrado na pessoa de Jesus. Somos criativos para fazer uma festa ao nosso gosto, uma festa que nos remete a nós mesmos. Mas, nessa festa não há lugar para Jesus. Ele é o grande ausente dessas celebrações que aquecem o comércio e reúnem as famílias e amigos.

Precisamos devolver o Natal ao seu verdadeiro dono. Precisamos recristianizar o Natal. Precisamos nos alegrar em conhecer o Filho de Deus, com grande e intenso júbilo. Precisamos adorar a Jesus como os magos do Oriente o fizeram, reconhecendo que ele é o Rei dos reis, que se fez servo; o grande Sumo Sacerdote, que ofereceu a si mesmo como o supremo sacrifício; o maior de todos os profetas, o conteúdo da própria mensagem da salvação. O verdadeiro Natal traz glória a Deus no céu e paz na terra entre os homens. Traz comunhão com Deus na história e bem-aventurança plena na eternidade.




Por Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Versículo do Dia

Versículo do Dia



Grandes são as obras do Senhor, procuradas por todos os que nelas tomam prazer. 

VÍDEO DO DIA - Advogado Fiel - Bruna Karla (DVD COMPLETO)


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PÃO DIÁRIO - 13/12/2017 - Pose de gambá

Pose de gambá

Os gambás são conhecidos pela habilidade de se fingirem de mortos. Quando isso acontece, o corpo do gambá desfalece, a língua cai para fora da boca, e diminui a frequência de batimentos cardíacos. Depois de aproximadamente 15 minutos, o animal revive. É interessante que os especialistas dessa espécie não acreditam que os gambás se finjam de morto de propósito para fugir dos predadores. Eles desmaiam involuntariamente quando se sentem exaustos e ansiosos!

O rei Saul teve uma reação semelhante ao perigo no fim de seu reinado. “De súbito, caiu Saul estendido por terra e foi tomado de grande medo […] e faltavam-lhe as forças” (1 Samuel 28:20). Ele reagiu desta maneira quando o profeta Samuel lhe disse que os filisteus atacariam Israel no dia seguinte, e que o Senhor não o ajudaria. Como a vida de Saul tinha sido caracterizada por desobediência, precipitação e inveja, Deus não mais o guiaria (v.16), e seus esforços para defender a si próprio e aos israelitas seriam inúteis (v.19).

Podemos estar numa situação de fraqueza e desespero por nossa própria rebeldia ou pelas dificuldades da vida. Embora a ansiedade possa roubar nossa força, Deus pode renová-la quando confiamos nele (Isaías 40:31). O Senhor nunca “se cansa, nem se fatiga” (v.28), e está disposto a nos alcançar e nos renovar quando não conseguimos dar outro passo.  — JBS

Leia: 1 Samuel 28:5,6, 15-20 

Examine: …O Senhor, O Criador dos fins da terra, nem se cansa, nem se fatiga… —Isaías 40:28

Considere: O segredo da paz é entregar todas as ansiedades a Deus.

Natal, presentes para o rei

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Os magos vieram do Oriente para adorar o Rei Jesus e trazer-lhe presentes. Que presentes trouxeram? O que eles significam? Que implicações têm esses presentes colocados aos pés de Jesus? Compreender essa mensagem é fundamental para resgatarmos a centralidade do Natal. O Natal tem sido esvaziado de seu conteúdo. Coisas periféricas e até estranhas à mensagem do Natal têm ocupado o centro do palco e retirado de cena aquele que é o dono, o sentido e a razão de ser do Natal.

Os magos trouxeram ouro, incenso e mirra. Que tributos eles estavam prestando a Jesus com esses presentes?

1. Eles estavam reconhecendo que Jesus é o Rei dos reis. 

O ouro é o presente dedicado ao Rei. A humilde criança deitada na manjedoura, enfaixada em panos, que precisou retirar-se para o Egito para livrar-se da morte, que cresceu na apagada vila de Nazaré, que tinha as mãos calejadas no serviço da carpintaria, que se despojou de sua riqueza e se fez pobre e não tinha nem mesmo onde reclinar a cabeça, era o Rei dos reis, o dono do mundo. Jesus abriu mão da sua glória para vir ao mundo, encarnar-se e tornar-se Deus conosco e Deus semelhante a nós, exceto no pecado. Os magos reconheceram que Jesus é o Rei dos reis, a suprema autoridade no céu e na terra, aquele que está no trono do universo, que dirige as nações, que levanta reis e destrona reis, que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade. Diante de Jesus todo joelho deve se dobrar no céu, na terra e no inferno. Todas as criaturas do universo estão sujeitas a ele. Ele é o soberano absoluto sobre tudo e sobre todos. Nas suas mãos estão os destinos dos povos, das nações, da igreja, da sua própria vida.

2. Eles estavam reconhecendo que Jesus é o Sumo Sacerdote. 

Incenso é o presente para um sacerdote. Até o tempo de Jesus os sacerdotes ofereciam sacrifícios por si mesmos e pelo povo. Esses sacrifícios precisavam ser repetidos, pois eram imperfeitos, oferecidos por homens imperfeitos. Jesus veio ao mundo como o supremo sacerdote, o sacerdote perfeito, sem pecado, para oferecer um sacrifício perfeito, a sua própria vida. Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, mas também é o Sumo Sacerdote que, na cruz, fez um único e cabal sacrifício pelos nossos pecados. Ele é ao mesmo tempo o Sacerdote e o sacrifício. Jesus é o único Mediador entre Deus e os homens, aquele que abriu para nós um novo e vivo caminho para Deus, por cuja morte, o véu do templo foi rasgado, dando-nos livre acesso à presença do Pai. Jesus é o caminho para Deus, a porte do céu.

3. Eles estavam reconhecendo que Jesus é o Supremo Profeta.

Mirra é o presente para um profeta. Deus falou muitas vezes, de muitas maneiras aos pais pelos profetas. Mas, agora, nos fala pelo seu Filho. Até Jesus, os profetas falavam em nome de Deus. Mas Jesus é o próprio Deus. Os profetas diziam: “Assim diz o Senhor”, mas Jesus diz: “Eu, porém, vos digo”. Ele é o mensageiro e a mensagem. Ele é o próprio conteúdo da mensagem que proclama. Não temos outra mensagem a proclamar a não ser Jesus. Ele é o conteúdo do Evangelho. Seu nascimento nos trouxe boas novas de grande alegria. Sua morte nos trouxe copiosa redenção. Sua ressurreição nos dá poder para viver vitoriosamente. Sua ascensão nos garante que sua obra foi completa e vitoriosa. A promessa da sua volta nos dá esperança da consumação de todas as coisas, com sua vitória triunfal sobre todas as hostes do mal. Os magos vieram de longe e adoraram a Jesus, reconhecendo que ele é o Rei, o Sacerdote e o Profeta. É Jesus o Rei da sua vida? Você já se apropriou dos benefícios de sua morte vicária? Você aguarda ansiosamente a sua vinda? É Jesus o centro das comemorações do seu Natal?





Rev. Hernandes Dias Lopes