sábado, 25 de outubro de 2014

PÃO DIÁRIO - 25/10/2014 - Limpeza interior

Limpeza interior
Até hoje consigo ouvir minha mãe me mandando limpar meu quarto. Em obediência, eu entrava nele para iniciar o processo, mas simplesmente me distraía lendo o gibi que deveria empilhar com os outros. Mas em pouco tempo, a distração era interrompida pelo aviso de minha mãe de que ela chegaria em cinco minutos para inspecionar o aposento. Incapaz de limpá-lo bem naquele espaço de tempo, eu escondia no guarda-roupa tudo o que não sabia que destino dar; arrumava a cama e então aguardava ela entrar — esperando que não olhasse lá dentro.
Isto me lembra do que muitos de nós fazemos com nossas vidas. Limpamos o exterior esperando que ninguém olhe o nosso interior, onde escondemos nossos pecados pela racionalização e justificativas, além de culpar outros por nossas falhas.
—JMS

Leitura: Salmo 139:13-24
 
Examine: Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração… —Salmo 139:23


Considere: O problema é que enquanto parecemos bons exteriormente, permanecemos bem cientes da bagunça interior. O salmista nos encoraja a nos submetermos à inspeção de limpeza de Deus: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno” (Salmo 139:23,24). Vamos convidá-lo a inspecionar e limpar cada canto de nossas vidas.


Podemos confessar nossos erros justamente por não poder escondê-los de Deus.

Devocional - 25/10/2014 - A espada do Espírito


A espada do Espírito

Estai, pois, firmes [em seu território], cingindo-vos com a verdade (ao redor de seus lombos) e vestindo-vos da couraça da justiça (integridade, retidão moral e posição correta diante de Deus). Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz (para enfrentar o inimigo com estabilidade, prontidão e presteza propiciadas pelas boas novas); embraçando sempre (sobre tudo) o escudo da fé (salvadora), com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno. Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus;
EFÉSIOS 6.14-17

Essa passagem o instrui a vestir a armadura que serve como proteção contra principados e poderes do inimigo. Você tem a armadura defensiva e uma poderosa arma ofensiva: a espada do Espírito. Uma espada mantida na bainha não tem valor. Ela deve ser desembainhada e utilizada. 
A Palavra de Deus é sua espada. Quando Satanás atacar sua mente, diga, “Está escrito...”, e mencione o versículo que se opõe à mentira que o diabo estiver lhe dizendo.


Por Joyce Meyer

Família, nosso maior patrimônio



 

A família está sendo atacada com rigor desmesurado por aqueles que deveriam protegê-la. Os legisladores, os governantes, os magistrados, a imprensa, a mídia, a academia, os formadores de opinião, em vem de fazer uma cruzada em favor da família, muitas vezes, drapejam suas bandeiras contra ela. Querem desconstruí-la. Querem acabar com o gênero. Querem confundir os papéis. Querem jogá-la na região cinzenta do relativismo absoluto. Querem zombar da honra e aplaudir o vício. É lamentável que aqueles que legislam, governam e julgam, não raro, não manifestam qualquer compromisso com os castiços valores cristãos que forjaram, guiaram e protegeram a família ao longo dos séculos. Destruir os fundamentos da família, entretanto, provoca um colapso na própria sociedade. Lutar contra a família, como legítima instituição divina, é conspirar contra nós mesmos, é declarar uma guerra insana para a nossa própria destruição.

Destaco aqui três pontos para nossa reflexão.

Em primeiro lugar, a família é nosso maior patrimônio porque foi instituída por Deus para o nosso maior bem e a nossa mais plena felicidade. A família é ideia de Deus. Nasceu no coração de Deus, no céu, na eternidade. O mesmo Deus que instituiu a família, estabeleceu princípios para governá-la. Deus criou o homem e a mulher, instituiu o casamento e uniu-os numa relação de plena comunhão emocional, espiritual e física. O casamento, segundo o preceito de Deus, é heterossexual, monogâmico, monossomático e indissolúvel. Consequentemente, a relação entre homem e homem, entre mulher e mulher está em aberta oposição aos preceitos divinos. No casamento deve prevalecer o amor e a fidelidade, a fim de que a intimidade física seja desfrutada com pureza e deleite. Só dentro dessa perspectiva, a família pode cumprir seu desiderato, e dar ao mundo uma descendência santa.

Em segundo lugar, a família é nosso maior patrimônio porque é guiada por Deus para cumprir sua vocação no mundo. A família tem o papel de criar filhos no temor de Deus, para cumprir no mundo seu mandato cultural e espiritual. Mesmo vivendo numa sociedade decadente, a família deve ser governada pela santidade. Mesmo vivendo numa cultura de relativismo, a família precisa viver dentro das balizas da verdade absoluta. Nossos filhos são herança de Deus e devem merecer nossa maior atenção. Os filhos são como flechas na mão do guerreiro. Os pais carregam os filhos e depois os lançam para longe, na direção do projeto de Deus. Nossos filhos devem cumprir o plano de Deus e serem vasos de honra nas mãos do Altíssimo. Nossos filhos devem ser reparadores de brechas e portadores de boas novas de salvação. Devem contribuir decisivamente na construção de uma sociedade mais humana, mais justa e mais solidária.

Em terceiro lugar, a família é nosso maior patrimônio, porque é um presente de Deus que devemos cuidar com o máximo desvelo. Seria uma consumada insensatez gastarmos nosso tempo correndo atrás de coisas, relegando nossa família a um plano secundário. Nenhum sucesso compensa o fracasso da família. Construir o sucesso pessoal sobre os escombros da família é loucura. A vitória sem a valorização da família tem sabor amargo. Devemos dedicar o melhor do nosso tempo e o melhor dos nossos recursos na formação espiritual, moral e intelectual da família. Investir na família é investir em nós mesmos. Semear nesse canteiro fértil é a garantia de uma abundante colheita. Quando a família vai bem, a igreja é edificada. Quando a família vai bem, a Pátria é bem-aventurada. Quando a família vai bem, os céus se alegram com a terra. Quando a família vai bem, todos, irmanados, caminhamos rumo à bem-aventurança!



Por Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

PÃO DIÁRIO - 24/10/2014 - Alguém que entende

Alguém que entende
O marido da minha amiga estava nos últimos estágios de demência. Em seu primeiro contato com a enfermeira que foi encarregada de cuidar dele, ele esticou o braço e a fez parar o que estava fazendo. Disse que queria apresentá-la ao seu melhor amigo — alguém que o amava profundamente.
Como não havia mais ninguém no corredor, a enfermeira pensou que ele estivesse delirando. Mas no fim das contas, meu amigo estava lhe falando de Jesus. Ela ficou profundamente emocionada, mas precisava apressar-se para cuidar de outro paciente. Ao retornar, a escuridão tinha tomado conta novamente e o homem já não estava mais lúcido.
Apesar deste homem ter caído nas profundezas da demência, ele sabia que o Senhor era seu melhor Amigo. Deus habita na insondável profundeza que é nossa alma. Ele pode trespassar a mente mais obscura e nos dar garantia de Seu cuidado gentil e amoroso. Realmente, a escuridão não nos esconderá dele (Salmo 139:12).
—DHR

Leitura: Salmo 139:7-12 

Examine: …o Senhor esquadrinha todos os corações e penetra todos os desígnios do pensamento… —1 Crônicas 28:9


Considere: Não sabemos o que o futuro reserva para nós ou para aqueles que amamos. Nós também, conforme envelhecemos, podemos cair na escuridão da doença mental, Alzheimer ou demência. Mas mesmo lá, a mão do Senhor nos guiará e Sua destra nos manterá firmes (v.10). Não podemos escapar de Seu amor e cuidado pessoal.


Jesus me ama. Disto eu sei.

Devocional - 24/10/2014 - Ouça e obedeça

Ouça e obedeça


Sacrifícios e ofertas não quiseste (nem te deleitastes neles); abriste os meus ouvidos (deste-me capacidade para ouvir e obedecer Tua Lei, o que te é mais agradável do que holocaustos e ofertas); holocaustos e ofertas pelo pecado não requeres. SALMOS 40.6

Deus tem prazer em sua obediência. Naturalmente, Ele não se agrada de falar algo se você não irá ouvir e obedecer. Por muitos anos, eu queria que Deus falasse comigo, mas queria escolher aquilo a que eu obedeceria. Eu queria fazer o que Ele dissesse, se isso fosse uma boa idéia para mim. Se eu não gostasse de algo que ouvia, agia como se aquilo não viesse de Deus.
Algumas coisas que Deus diz são impressionantes, algumas não parecem tão empolgantes de ouvir. 
Mas isso não significa que aquilo que Ele diz não irá operar para o seu bem se você simplesmente obedecer-Lhe. Deus não requer um sacrifício maior do que a obediência.


Por Joyce Meyer

Ansiedade não, paz!



O apóstolo Paulo estava preso e algemado na cidade de Roma, mas era o homem mais livre daquela cidade. Estava livre do tormento da culpa e do medo da morte. Longe de capitular-se à tristeza, desabotoou sua alma, deixando fluir de seu coração torrentes de alegria. Longe de viver estrangulado pela ansiedade, conclamou os cristãos a vencê-la por meio da oração, petição e ações de graças. Em vez de viver perturbado com a carranca das circunstâncias adversas, apropriou-se da paz de Deus que excede todo o entendimento. As palavras do apóstolo são oportunas: “Não andeis ansiosos de coisa alguma: em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus” (Fp 4.6,7).

A ansiedade é um parasita que suga a seiva da nossa alma e nos deixa vazios de esperança. A ansiedade estrangula nossas emoções e atormenta a nossa mente com muitas inquietações. Onde a ansiedade reina, a paz não desfila com liberdade. O apóstolo Paulo, mesmo sob algemas, ordena à igreja de Filipos a se alegrar constantemente no Senhor. Exorta a igreja a não se entregar à ansiedade, mas vencê-la por meio da oração. Quando nos quedamos diante do grande Deus, nossos problemas se apequenam. Quando conhecemos a grandeza de Deus, nossa alma se aquieta. Quando recorremos ao trono da graça, as tempestades da nossa alma se acalmam. No lugar do vendaval da ansiedade, a paz de Deus vem governar nosso coração e nossa mente. Isso, porque, a ansiedade é um sentimento errado e um pensamento errado. Triunfamos sobre a ansiedade pela oração e o resultado é o governo da paz no lugar da tirania da ansiedade.

A paz de Deus não é paz de cemitério. Não é calmaria nem ausência de luta. É uma paz que a mente humana não consegue explicar. Essa paz coloca uma escolta divina ao redor da nossa cabeça e do nosso coração; guarda a nossa razão e também os nossos sentimentos. Quando a ansiedade, tenta novamente, controlar nossa vida, não consegue mais, pois a paz de Deus, como uma muralha celestial, protege tanto nossos pensamentos como nossos sentimentos.

A ansiedade tem sido um flagelador impiedoso em nossos dias. Estrangula as emoções de ricos e pobres, doutores e analfabetos, jovens e velhos, crentes e descrentes. Muitos não vivem o presente com medo do futuro. Outros não alçam voos rumo ao futuro, porque ainda estão presos pelas grossas correntes do passado. A ansiedade só perde seu poder em nossa vida, quando encontramos alívio para nossa consciência no perdão divino com respeito ao passado, quando desfrutamos da paz de Deus em nossa alma com respeito ao presente e quando mantemos nossa viva esperança em Cristo com respeito ao futuro.



Por Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

PÃO DIÁRIO - 23/10/2014 - Louvor imerecido

Louvor imerecido
Antes mesmo de poder pagar por um forno autolimpante, eu conseguia manter meu forno limpo. Convidados até comentavam sobre ele quando os recebíamos para uma refeição. “Puxa! Seu forno é muito limpo! Parece novo.” Eu aceitava o louvor mesmo sabendo que não merecia. O motivo para meu forno ser limpo não era minha limpeza meticulosa; mas sim o fato de que eu raramente o usava.
Com que frequência, me pergunto, sou culpada de aceitar admiração imerecida por minha vida “limpa”? É fácil passar a impressão de ser virtuosa; simplesmente não faça nada difícil, controverso ou irritante às pessoas. Mas Jesus disse que devemos amar as pessoas que não concordam conosco, que não compartilham de nossos valores, que nem mesmo gostam de nós. O amor exige que nos envolvamos nestas situações complicadas da vida das pessoas. Jesus teve problemas frequentes com líderes religiosos que estavam mais preocupados em manter suas reputações limpas do que com a condição espiritual daqueles por quem supostamente deveriam zelar. Eles consideravam Jesus e Seus discípulos impuros por misturarem-se com pecadores quando estavam simplesmente tentando resgatar pessoas de seus modos de vida destrutivos (Lucas 5:30,31).
—JAL

Leia: Lucas 5:27-32
 
Examine: Não vim chamar justos, e sim pecadores, ao arrependimento. —Lucas 5:32


Considere: Os verdadeiros discípulos de Jesus estão dispostos a arriscar suas reputações para ajudar outros a saírem do lodo do pecado.


Cristo nos manda sair para que busquemos outros para perto dele.

Devocional - 23/10/2014 - Grandes expectativas

Grandes expectativas

Por isso, o Senhor (intensamente) espera (ansiando, procurando e buscando), para ter misericórdia de vós, e se detém, para se compadecer de vós, porque o Senhor é Deus de justiça; bem-aventurados todos os que nele esperam.
ISAÍAS 30.18

Que promessa maravilhosa! Deus está esperando intensamente alguém a quem Ele possa ser bom, mas há uma condição; você deve ter expectativa, procurar e desejar a bondade de Deus. Hebreus 6.19 diz que a esperança é a âncora da alma. A esperança é a força que o mantém firme em meio à tribulação. Nunca pare de esperar: as coisas nem sempre podem ocorrer da forma que você desejava, mas mesmo em tempos de desapontamento ainda há uma razão para esperar. Espere milagres em sua vida. Espere boas coisas!


Por Joyce Meyer

Nova aliança



Muitas vezes você já prometeu a Deus mudar de vida, deixar hábitos arraigados, abandonar pecados e não conseguiu. Qual o problema? Falta de sinceridade? Não. É que você estava confiando em você mesmo para essas mudanças. Nosso eu sempre fracassa. Nós não temos condições de obedecer a lei. Ela é espiritual, santa e justa, mas nós somos carnais. Nós estamos sempre aquém das exigências de Deus. Pela antiga aliança jamais conseguiríamos alcançar a salvação. Pois o querer fazer o bem está em nós, mas não o poder para efetuá-lo.

Paulo neste capítulo fala como passar da antiga para a nova aliança. Ele mostra como ter uma vida vitoriosa: 

1. Gratidão triunfante;
2. Otimismo indestrutível;
3. Vitória constante;
4. Impacto irresistível;
5. Integridade irrefutável.

Como viver esse padrão? A nossa suficiência vem de Deus. O problema não é a força do pecado, mas a ausência de Deus. O problema não é fúria do diabo, mas a ausência de Jesus. Quando você tem intimidade com Deus, você tem os seus olhos desvendados. Você arranca a máscara do diabo e tira a capa brilhante do pecado e o vê em todo o seu horror. Quando você está na intimidade de Deus, você vê que o melhor do mundo é lixo em comparação com a sublimidade do conhecimento de Cristo.

Paulo faz aqui quatro contrastes entre a velha e a nova aliança: 
1. A velha aliança é um código de leis escritos em tábuas de pedra, a nova aliança é a lei de Deus escrita em nossos corações. Na nova aliança Deus muda o nosso coração. Tira o coração de pedra e nos dá um coração de carne. Ele muda as disposições íntimas da nossa alma. Ele nos predispõe e nos capacita a obedecer. Ele é quem opera em nós o querer e o realizar. Agora obedecemos não por medo, mas por amor. 
2. A velha aliança exigia justiça, a nova aliança traz perdão. A alma que pecar essa morrerá. Deus não inocenta o culpado. Todos são culpados. Todos pecaram. Não há quem possa guardar a lei. A lei é santa, mas somos impuros. A lei é como a lanterna, o raio x, o prumo. Ela não nos corrige. Ela não nos transforma. Mas a graça nos transforma, nos perdoa. Nos acolhe com misericórdia. Agora recebemos a alegria do perdão, da restauração. 
3. A velha aliança traz a morte, a nova aliança, produz justificação. O resultado da desobediência é a morte. O salário do pecado é a morte. Mas na nova aliança, Jesus morre pelos nossos pecados. Ele se faz pecado por nós. Nele somos justificados. Agora não temos mais condenação sobre nós. Somos perdoados, aceitos pelo Pai. 
4. Na velha aliança a glória era desvanecente, mas na nova a glória é permanente. A lei veio para nos levar a Cristo. Cristo é o fim da lei. A glória de Cristo é permanente.

Podemos com base na nova aliança viver uma viva de ousadia. Paulo contrasta essa ousadia com a covardia demonstrada por Moisés. Ele colocou véu no rosto. Não queria que as pessoas soubessem que sua glória era desvanecente. 

Podemos correr esse risco de usar máscaras: 

1. Máscara do legalismo – fariseus; 
2. Máscara da coragem – Pedro; 
3. Máscara da filantropia – Ananias e Safira; 
4. Máscara da Santidade – fariseu; escribas e fariseus (Jo 8); 
5. Máscara da pureza – Deus vê o coração; 
6. Máscara da super-espiritualidade – os coríntios; 
7. Máscara da honestidade – os irmãos de José; 
8. Máscara da Hipersensibilidade; 
9. Máscara da Duplicidade; 
10. Máscara da retidão – ausência de perdão. 
Essas máscaras são tiradas em Cristo, pela transformação do Espírito.


Rev. Hernandes Dias Lopes.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

PÃO DIÁRIO - 22/10/2014 - Guerra de palavras

Guerra de palavras


Em 28 de julho de 1914 o império Austro-Húngaro declarou guerra à Sérvia em resposta ao assassinato do arquiduque Francisco Fernando e sua esposa, a duquesa Sofia. No período de 90 dias, outros países europeus tomaram partido para honrar suas alianças militares e buscar suas próprias ambições. Um único evento culminou na Primeira Guerra Mundial, um dos conflitos militares mais destrutivos da história moderna.
A tragédia da guerra é assombrosa, no entanto, nossos relacionamentos e famílias podem começar a ruir com apenas algumas poucas palavras odiosas. Tiago escreveu: “…Vede como uma fagulha põe em brasas tão grande selva!” (Tiago 3:5). Uma chave para evitar o conflito verbal está em Provérbios: “A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira” (15:1).
Um pequeno comentário pode provocar uma grande discussão. Quando, pela graça de Deus, escolhemos não retaliar com nossas palavras, honramos Jesus, nosso Salvador. Quando Ele foi injuriado e insultado, cumpriu as palavras proféticas de Isaías, “Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca…” (Isaías 53:7).
—DCM

Leia: Provérbios 15:1-23

Examine: A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira. —Provérbios 15:1

Considere: O livro de Provérbios nos incita a falar a verdade e buscar paz por meio de nossas 
palavras. “A língua serena é árvore de vida […] e a palavra, a seu tempo, quão boa é!” (15:4,23).

Senhor faça de mim um instrumento de Sua paz. Onde houver ódio, que eu leve amor.




Devocional - 22/10/2014 - Tesouro peculiar

Tesouro peculiar

Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha; vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa (consagrados, separados para adorar a Deus)... ÊXODO 19.5-6

A auto-rejeição e a auto-aversão podem parecer quase sempre piedosas em certo sentido.
Elas podem tornar-se uma forma de punir a si mesmo pelos seus erros, falhas e incapacidade. As pessoas não são perfeitas, e assim, algumas vezes, elas rejeitam e desprezam a si mesmas.
Você perdeu a apreciação de sua própria dignidade e valor? Você pode não se sentir valoroso ou mesmo aceitável, mas você é. Em Efésios 1.6, Paulo diz que todos que crêem em Cristo foram aceitos no Amado.
 Que afirmação abençoada e maravilhosa! Certamente você é valioso, do contrário, seu Pai celestial não teria pago um preço tão alto por sua redenção.


Por Joyce Meyer

Jesus Cristo vem! Você vai?



Estamos no fim dos tempos. Breve Jesus voltará. Ele prometeu e Ele vai cumprir. O mundo está maduro para o juízo. As profecias estão se cumprindo. Os sinais da sua segunda vinda, alertam-nos que breve, muito breve a trombeta de Deus pode soar: O engano religioso é intenso. As falsas religiões proliferam. Os falsos profetas enganam os incautos. Os terremotos, açoitam as cidades. A fome assola a terra. As muitas e sangrentas guerras revelam quão monstruoso é o coração do homem sem Deus. As epidemias alastram-se, espalhando tormento e morte. O amor está se esfriando em quase todos. A ciência alça vôos prodigiosos, enquanto a apostasia galopante abre caminhos para o anticristo e aponta para o fim. Vivemos tempos angustiosos. A igreja tem sido perseguida no campo das idéias no mundo inteiro e torturada fisicamente em muitos lugares. Jesus disse que quando estas coisas estivessem acontecendo, e elas estão, o fim estaria muito próximo.

A segunda vinda de Cristo será o fim. Quando Ele vier com poder e muita glória, todo o olho o verá. Sua vinda será física, pessoal, visível, audível, gloriosa, poderosa e vitoriosa. Virá não como servo, mas como rei dos reis. Virá não como advogado, mas como juíz. Virá não para salvar, mas para julgar. Quando Jesus voltar, as oportunidades terão cessado. A porta da salvação estará fechada. Será o grande dia do juízo. Ele vai se assentar no trono da sua glória e vai julgar as nações. Todos vão comparecer diante dele. Todos os mortos, grande e pequenos estarão diante do seu trono. Em vão os homens vão tentar fugir da sua presença. Todos serão julgados segundo as suas obras. Todos aqueles, porém, que não forem encontrados inscritos no livro da vida, ou seja, todos aqueles que não receberam a Cristo como Salvador e Senhor, serão lançados no lago de fogo e enxofre, a saber, a segunda morte. O dia do Senhor virá, e apanhará a muitos de surpresa. Ele virá como o ladrão de noite. Ele virá quando as pessoas estiverem questionando a veracidade da sua vinda. Elas estarão cuidando dos seus interesses e se deleitando em seus prazeres. Será como nos dias de Noé. Aquele dia, para muitos, será dia de trevas e não de luz. Muitos vão bater à porta, desesperados, mas será tarde demais.

Jesus Cristo vem! Você vai? Você está preparado para aquele grande dia? Não deixe para a última hora. As cinco virgens loucas deixaram para se preparar de última hora e ficaram de fora das bodas. Naquele dia será tarde demais para se preparar. A preparação é pessoal e intransferível. Quando a trombeta de Deus soar e Cristo voltar, você subirá com Ele para estar eternamente no céu, com os demais remidos, ou será banido para sempre da face de Deus? Cristo voltará. Por isso, devemos viver em santo procedimento e piedade, aguardando ansiosamente a sua volta.



Rev. Hernandes Dias Lopes.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

PÃO DIÁRIO - 21/10/2014 - A fundação certa

A fundação certa


“Tenho más notícias para você”, disse o empreiteiro que estava reformando uma casa antiga que eu tinha herdado. “Quando começamos a transformar a metade dos fundos da garagem em seu escritório, descobrimos que as paredes não tinham quase nenhuma fundação. Teremos que demoli-las, cavar fundações adequadas e começar de novo.”
“Você precisa mesmo fazer isso?” questionei, calculando silenciosamente o custo extra. “Não podemos só remendar?” Mas o empreiteiro foi inflexível. “Se não cavarmos a profundidade adequada o inspetor não aprovará. A fundação certa é muito importante.”
A fundação certa faz diferença entre algo que dura e algo temporário. Jesus sabia que ainda que as fundações sejam invisíveis, são extremamente importantes para a força e a estabilidade da casa (Mateus 7:24,25), especialmente quando esta é atingida pelas intempéries. Ele também conhecia os corações de Seus ouvintes. Eles eram tentados a tomar o caminho fácil, encontrar atalhos ou fazer coisas pela metade para atingir seus objetivos.
Outras fundações podem ser mais rápidas e mais fáceis. Construir nossas vidas sobre a fundação certa é um trabalho árduo, mas a verdade de Deus é o único alicerce sobre o qual vale a pena construir. 
—MS

Leia: Mateus 7:24–29

Examine: …aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente… —Mateus 7:24

Considere: Quando as tempestades da vida nos atingem, as casas construídas sobre Ele e mantidas por Ele permanecem firmes.


O homem sábio constrói sua casa sobre a Rocha.

Devocional - 21/10/2014 - Confiança em Cristo


Confiança em Cristo


Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão (grande e gloriosa recompensa). Com efeito, tendes necessidade de perseverança (firmeza e paciência), para que, havendo feito (plenamente) a vontade de Deus, alcanceis (recebais e desfrutais em plenitude) a promessa. HEBREUS 10.35-36

O que é confiança? A confiança é definida como um tipo de segurança que leva alguém a vencer algo; a fé de que alguém é capaz e aceitável; a certeza que leva alguém a ser ousado, franco e aberto. O diabo começa seu ataque contra a confiança pessoal sempre que pode achar uma brecha, especialmente durante os anos vulneráveis da infância. Seu alvo é enfraquecer a confiança de uma pessoa, porque um indivíduo sem confiança nunca cumprirá o plano de Deus em sua vida. Cristo está em você, pronto para ajudá-lo em tudo o que você fizer para Ele. 
Jesus pode restaurar sua confiança e lhe dar força, poder e ousadia para fazer o que você nunca faria por si mesmo. Seja confiante, isso é parte da sua herança espiritual!



Por Joyce Meyer

Eu preciso de Deus



Eu sou muito fraco. Não consigo, sozinho, vencer as tentações que me cercam. A minha carne não pode ser domesticada. Ela precisa ser crucificada. A cruz de Cristo precisa lavrar a sua morte, pois toda a sua inclinação é contra a vontade de Deus. Os seus impulsos são inimizade contra Deus. Os meus desejos, muitas vezes, me arrastam para aquilo que é mal. Desejo fazer o bem, mas não tenho poder para efetuá-lo. Tenho tristeza em pecar contra Deus, mas acabo entristecendo o Espírito, fazendo, muitas vezes, concessão ao pecado. Não há nenhum bem em mim. Meu coração é enganoso. Meus pensamentos, muitas vezes, não estão cativos à obediência de Cristo. Minhas mãos, nem sempre, estão puras para fazer a obra de Deus. Meus pés, nem sempre, andam por veredas retas. Meus lábios, às vezes, são fontes amargas. Meus olhos, não poucas vezes, são um laço para a minha alma. Ó miserável homem que eu sou. Se Deus tirar a sua mão de sobre mim um minuto, pereço. Se Ele me entregar aos meus caprichos, naufrago. Por isso, com todas as forças da minha alma, elevo aos céus o meu clamor: Ó Deus, eu preciso de ti.

Sim, eu sei que esta é também a sua confissão. Foi a confissão de Davi, de Isaías, do apóstolo Paulo, de Agostinho e de tantos outros, que ao olharem para a santidade de Deus e para a sujeira de seus pecados reconheceram que precisavam desesperadamente do perdão divino. Não podemos, portanto, diante deste fato, endurecer o nosso coração. Não podemos viver do modo digno de Deus sem sermos lavados pelo sangue do Cordeiro imaculado. Se nos afastarmos de Deus, que é luz, as trevas inundarão a nossa vida. Se perdermos a intimidade com Deus o pecado prevalecerá em nós e contra nós e nos destruirá. O pecado é maligníssimo. Ele é o pior de todos os males que pode nos atingir, pois o pecado nos afasta de Deus e longe de Deus só há trevas, vergonha e opróbrio. Deus é o autor da vida, Ele dá vida, Ele restaura a vida, mas longe Dele só reina a morte.

A maior necessidade da nossa vida é estar perto de Deus. É quando vivemos na luz que percebemos a sujeira do pecado. Quando experimentamos a alegria do conhecimento de Cristo, vemos que os prazeres do mundo são lixo. Quando contemplamos a face do Pai é que conhecemos a doçura do Seu amor e a alegria indizível de ser santo como Ele é santo. O segredo de uma vida vitoriosa, pura, santa e feliz é viver na constante e total dependência de Deus. Sem Jesus nada podemos fazer. Não temos forças em nós mesmos para vencer a batalha contra o pecado. Se tirarmos os olhos de Jesus afundaremos num pântano lodacento. É tempo de nos arrependermos dos nossos pecados. É tempo de chorarmos pelos nossos pecados. É tempo de abandonarmos os nossos pecados. É tempo de nos voltarmos para Deus de todo o nosso coração, com pranto, com jejuns, com o coração rasgado, clamando: Ó Deus, precisamos de ti!



Rev. Hernandes Dias Lopes.