domingo, 21 de dezembro de 2014

Versículos do Dia

Versículos do Dia

Todavia, eu sou o Senhor teu Deus desde a terra do Egito; portanto não reconhecerás outro deus além de mim, porque não há Salvador senão eu.
 Oséias 13:4

E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.
 João 17:3

PÃO DIÁRIO - 21/12/2014 - A essência do Natal

A essência do Natal


O romance de Charles Dickens, “Canção de Natal”, foi lançado em 19 de dezembro de 1843 e nunca mais saiu de circulação. Ele conta a história de Ebenezer Scrooge, um homem rico, mal-humorado e mesquinho que dizia: “Cada idiota que aparece desejando ‘Feliz Natal’, deveria ser cozido junto com seu próprio pudim!” Porém, na véspera de Natal, Scrooge é radicalmente transformado em um homem generoso e feliz. Com muito humor e perspicácia, o livro de Dickens capta o anseio universal por paz interior.

Quando jovem, o apóstolo Paulo persegue Jesus e Seus seguidores com um espírito vingativo. Ele “…assolava a igreja, entrando pelas casas; e, arrastando homens e mulheres, encerrava-os no cárcere” (Atos 8:3). Mas um dia ele encontrou o Cristo ressurreto, e sua vida tornou-se uma história diferente (9:1-16).

Em uma carta a Timóteo, seu filho na fé, Paulo descreveu essa mudança de vida, dizendo que ele “…outro tempo, era blasfemo, e perseguidor, e insolente […] transbordou, porém, a graça de nosso Senhor com a fé e o amor que há em Cristo Jesus” (1 Timóteo 1:13,14).

Jesus veio ao nosso mundo e deu Sua vida para podermos ser perdoados e transformados por meio da fé nele. Esta é a essência do Natal!

—DCM

Leia: 1 Timóteo 1:12-17 

Examine: Transbordou, porém, a graça de nosso Senhor com a fé e o amor que há em Cristo Jesus. —
1 Timóteo 1:14

Considere: A mudança de comportamento começa com a transformação operada por Jesus em nosso coração.

O altar está conectado com o trono


No livro de Apocalipse 8.1-6 temos um dos relatos mais estupendos da Bíblia. Trata-se da  abertura do sétimo selo e os preparativos para o toque das sete trombetas. Os selos falam da perseguição que o mundo impõe ao povo de Deus e as trombetas do juízo de Deus ao mundo que persegue a igreja. Esse juízo vem em resposta às orações da igreja e também vem misturado com a misericórdia. Ou seja, as trombetas falam de um chamado veemente de Deus ao arrependimento.

É notório que, antes das trombetas tocarem, um silêncio de trinta minutos é estabelecido no céu (Ap 8.1). Alguns estudiosos entendem que esse silêncio acontece em virtude das orações dos santos que sobem do altar para o trono. O céu fica em  silêncio quando a igreja ora na terra. Não há nada mais revolucionário do que a oração. Ela move o céu e a terra. Deus é soberano e tem o controle da História em suas mãos. Nada acontece por acaso. Os acontecimentos não seguem um destino cego nem um determinismo estóico. As coisas que devem acontecer estão rigorosamente traçadas pela agenda de Deus. Elas acontecem por intermédio de gentes humanos, mas por determinação divina. As coisas acontecem em resposta às orações da igreja. Quando a igreja ora, ela se torna co-regente com o Deus vivo no estabelecimento do seu reino. Somos cooperadores com Deus na realização do seu glorioso projeto.

Algumas verdades merecem ser destacadas à luz de Apocalipse 8.1-6.

1. A oração é um privilégio de todos os santos e não um dom espiritual apenas para alguns crentes (Ap 8.3) 

– É um grande equívoco pensar que existe um dom especial de oração reservado apenas a algumas pessoas privilegiadas e que algumas pessoas têm mais acesso a Deus do que outras. As orações são oferecidas a Deus não por uma elite espiritual, mas por todos os santos. Não existem pessoas poderosas na oração nem orações poderosas de pessoas especiais. Existem as orações de todos os santos que sobem do altar para o trono, ao Pai, por meio do Filho, no poder do Espírito Santo.

2. A oração que sobe do altar para o trono precisa ser precedida pelo fogo do Espírito (Ap 8.4) 

- A fumaça do incenso não pode subir do altar para o trono sem que antes o fogo seja aceso no altar. O que faz a fumaça do incenso subir é o fogo do altar. Assim, também, não há fervor espiritual na oração sem que o fogo do Espírito inflame os nossos corações. A oração não é uma mera repetição de palavras frias e vazias. Ela deve partir dos lábios de um crente que está em chamas. A oração brota de um coração aquecido e dos lábios de alguém que foi tocado pela brasa viva do altar. O fogo do altar não podia ficar apagado. As cinzas precisavam ser removidas. Esse fogo, porém, não é fogo estranho, fabricado na terra. O fogo estranho é condenado por Deus. Ele tem brilho, mas não calor. Ele tem aparência de fogo, mas não aquece os corações nem os leva à adoração verdadeira. O fogo estranho é abominável para Deus e gera morte, mas o fogo do Espírito é aceitável diante de Deus e produz vida.

3. A oração dos santos é o instrumento usado por Deus para manifestar suas intervenções na História (Ap 8.5,6)

 – O incenso que subiu do altar para o trono, símbolo das orações dos santos, foram lançadas do trono para a terra e houve trovões, vozes, relâmpagos e terremotos. Imediatamente as trombetas do juízo misturado com a misericórdia começaram a tocar. Quando a Igreja ora, Deus age poderosamente. Quando a terra se dobra em oração, os céus se movem em intervenção. Aprouve a Deus, na sua soberania, intervir na História em resposta às orações do seu povo. Quando oramos, estamos nos unindo Àquele que está assentado no trono e governa os destinos dos povos. Nenhuma força é tão poderosa na terra quanto a oração da igreja. Nenhuma coisa produz tanto efeito no céu quanto a oração dos santos. Orar é dar as mãos Àquele que tem tudo sob seu controle e domínio. O altar está conectado com o trono e é do trono que procedem as intervenções soberanas de Deus na História.



Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 20 de dezembro de 2014

FESTA DOS TABERNÁCULOS

FESTA DOS TABERNÁCULOS

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Versículos do Dia

Versículos do Dia

E ao segundo chamou Efraim; porque disse: Deus me fez crescer na terra da minha aflição. 
Gênesis 41:52

Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.
 2 Coríntios 1:4

Pão diário - 20/12/2014 - Um nascimento especial

Um nascimento especial


Nas páginas das Escrituras, destacam-se vários nascimentos de meninos. Caim, o primogênito após a criação. Isaque, a esperança do futuro de Israel. Samuel, a resposta à oração fervorosa de uma mãe. Todos foram extremamente importantes. Todos esperados com alegria. E todos descritos exatamente da mesma forma pelos cronistas das Escrituras. Em cada caso, nos é dito que a mãe concebeu e deu à luz um filho (Gênesis 4:1; 21:2,3; 1 Samuel 1:20).

Agora vamos analisar o nascimento de mais um menino. A descrição desta chegada foi muito mais detalhada: certamente apenas algumas palavras não foram suficientes para relatar o nascimento de Jesus. No livro de Miqueias está escrito onde Ele nasceria — Belém (5:2). No de Isaías, que Sua mãe seria uma virgem (7:14), e que Ele viria para salvar as pessoas de seus pecados (Isaías 53).

O Novo Testamento nos fornece informações-chave sobre qual seria o Seu nome e por que assim o chamariam (Mateus 1:21), onde Ele nasceu em cumprimento à profecia (2:6), e como tanto sua mãe biológica quanto seu pai adotivo faziam parte do plano de Deus (1:16).

O nascimento de Jesus está acima de todos os nascimentos. Sua vinda mudou o mundo e pode mudar nossa vida. Vamos comemorar!

—JDB

Leia: Isaías 7:10-15 

Examine: Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel. — Isaías 7:14

Considere: Cristo é o maior presente que o homem já recebeu.

A ira justa de Deus


A ira de Deus é sua santa repulsa pelo pecado. Deus sendo santo não se deleita no mal. Porque Deus é santo ele não pode deixar de punir o pecado. Seu próprio caráter justo e santo move sua ira contra os transgressores da sua lei.

Se Deus deixasse de mostrar sua ira contra o pecado, isso seria uma falha no seu caráter, porque a indiferença contra o pecado é uma falha moral. Se Deus não manifestasse sua justiça retributiva, ele negaria a si mesmo. Em Romanos 1.18-23 o apóstolo Paulo aborda três aspectos da ira de Deus.

1. A ira de Deus é justa por causa da forma injusta que o homem se relaciona com a verdade –
 Diz Paulo, o bandeirante do Cristianismo: “A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça” (Rm 1.18). Porque o homem abandonou a Deus (impiedade), chafurdou-se na imoralidade (perversão). A impiedade tem a ver com a teologia e a perversão com a ética. A teologia é mãe da ética. O abandono da teologia desemboca na corrupção da ética. O afastamento da verdade é um caminho largo e escorregadio que leva o homem para o abismo moral. Primeiro o homem se afasta de Deus, depois ele cai nas malhas da degradação. Primeiro, o pródigo sai da casa do Pai, depois ele vai para um país distante. E no país distante, ele acaba se dirigindo para o chiqueiro nauseabundo. A grande questão é: Por que o homem abandonou a Deus e se entregou à perversão? Porque rejeitou a verdade de Deus e a trocou pela injustiça. O homem não apenas deixou de acolher a verdade, mas a trocou pela injustiça. Ele não apenas trocou a verdade pela injustiça, mas transformou a própria verdade em injustiça. O homem chamou a luz de trevas e as trevas de luz!

2. A ira de Deus é justa porque o homem jamais peca inocentemente – 
O apóstolo Paulo prossegue: “Porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das cousas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis” (Rm 1.19,20). O homem peca contra Deus e peca conscientemente, pois peca contra o conhecimento da revelação divina. A existência de Deus é provada de forma irrefutável pelas suas obras. As digitais de Deus podem ser vistas na obra da criação. Deus revelou-se de forma pública na criação, de forma íntima em nossa consciência, de forma explícita em sua Palavra e de forma visível na encarnação do Verbo. Embora a revelação natural não seja eficiente para a salvação é suficiente para responsabilizar o homem. Aqueles que negam a existência de Deus e vivem como se ele não existisse estão debaixo da sua santa ira, porque estão pecando contra Deus de forma consciente e deliberada. O abandono da verdade provoca a ira de Deus. A negação da verdade não é uma atitude neutra, ela acarreta juízo do céu.

3. A ira de Deus é justa porque o homem não oferece a Deus o culto que lhe é devido – 
O apóstolo Paulo conclui, dizendo: “Porquanto tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis” (Rm 1.21-23). A decadência vertiginosa do homem é notada no fato de ele abandonar a Deus e entregar-se à devassidão moral. Essa escolha não é inconsciente nem sem culpa, uma vez que todos têm luz divina suficiente, pela obra da criação. Agora, Paulo prossegue e diz que o homem além de rejeitar esse conhecimento, deixa de adorar e dar graças ao Deus criador para tornar-se um ser obtuso mentalmente e corrupto moralmente. Ostentando uma pretensa sabedoria, o homem se entrega a uma consumada loucura. Em vez de adorar a Deus na majestade da sua glória, o homem recalcitrante e rebelde acaba fazendo para si imagens de escultura à semelhança de homens, aves, animais e répteis, adorando a criatura em lugar do criador. Essa distorção do culto provoca a ira de Deus, pois a idolatria é uma abominação e aqueles que se entregam a essa prática não ficarão impunes, mas permanecem sob sua santa ira, a menos que se arrependam e se voltem para Deus em tempo oportuno.


Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Versículos do Dia

Versículos do Dia

 Porventura alcançarás os caminhos de Deus, ou chegarás à perfeição do Todo-Poderoso?
 Jó 11:7

E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. 
1 Coríntios 13:3

PÃO DIÁRIO - 19/12/2014 - Outro herói do Natal


Outro herói do Natal

Por muito tempo não dei importância a José na história do Natal. Porém, depois que me tornei marido e pai, comecei a valorizar muito mais o seu caráter singular. Antes mesmo de ele saber que Maria estava grávida, José decidiu que não iria envergonhar ou puni-la pelo que julgou ser infidelidade (Mateus 1:19).

Fico maravilhado com sua obediência e humildade, pois não apenas fez o que o anjo lhe dissera (v.24), mas também se absteve de intimidades físicas com Maria enquanto ela não deu à luz um filho — Jesus (v.25). Mais tarde, vemos que José se dispôs a fugir de seu lar para proteger Jesus (2:13-23).

Imagine a pressão que José e Maria devem ter sentido quando compreenderam que teriam de criar e educar Jesus! Imagine a complexidade e a pressão de ter o Filho de Deus vivendo com você em cada momento de cada dia; Sua simples presença era um constante apelo à santidade. Que homem José deve ter sido para ser confiável a Deus para esta tarefa! Que exemplo maravilhoso para seguirmos, se estivermos criando nossos filhos ou aqueles que não são nossos filhos, mas que nos foram confiados.

Que Deus nos conceda força para sermos fiéis como José, mesmo se não compreendermos totalmente o plano de Deus.

—RKK

Leia: Mateus 1:18-25 

Examine: Mas José, seu esposo, sendo justo e não a querendo infamar, resolveu deixá-la secretamente. — Mateus 1:19

Considere: O segredo do verdadeiro serviço é ser absolutamente fiel onde Deus o colocar.

A noite escura da alma


Há momentos em que a noite trevosa desce sobre a nossa vida e os horrores do inferno bafejam nossa alma. Sentimos uma opressão do inimigo, com seu hálito pesado vindo sobre nós. Nossa carne treme, nossos ossos são abalados e nossos olhos se enchem de lágrimas. Não escapamos desses ataques. Não vivemos blindados. Estamos expostos ao sofrimento. Na verdade nos importa entrar no reino de Deus por meio de muitas tribulações (At 14.22). O próprio Jesus saiu do cântico no Cenáculo para o pranto no Getsêmani. O autor da vida suou sangue no Getsêmani (Lc 22.44) e derramou sua alma na morte na cruz (Is 53.12). Ele começou a entristecer-se e a angustiar-se. Disse a seus discípulos: “A minha alma está profundamente triste até à morte” (Mc 14.34). Nenhum homem tinha experimentado tristeza tão profunda e ninguém jamais a enfrentaria no futuro. Num sentido único, Jesus foi “um varão de dores”. Aquela fatídica noite no Getsêmani era a noite escura da alma, quando Jesus travou a mais renhida batalha da humanidade. Naquele momento, ele ficou só, dobrado sobre seus joelhos, com o rosto em terra, com forte clamor e lágrimas (Hb 5.7). Ali, submeteu-se à vontade do Pai, foi consolado pelo anjo e saiu vitorioso para caminhar para a cruz, como um rei caminha para a coroação.

Na cruz, o Filho de Deus foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades. Agradou ao Pai moê-lo. Ali, suspenso entre a terra e o céu, sorveu cada gota do amargo cálice da ira de Deus. Na cruz, carregou sobre seu corpo todos os nossos pecados e suportou o juízo de Deus que deveria cair sobre nossa cabeça. Na cruz ele satisfez todas as demandas da justiça divina ao fazer-se pecado e maldição por nós. Na cruz, porém, Jesus adquiriu para nós eterna redenção. A noite escura da alma não foi um acidente na vida de Jesus, mas uma agenda traçada na eternidade. Essa noite desceu sobre sua alma, para que a luz bendita do céu invadisse a nossa vida. Ele bebeu o cálice amargo da ira de Deus, para nos oferecer a água da vida. Ele suou sangue e chorou para que nós pudéssemos experimentar uma alegria indizível e cheia de glória. Ele morreu para nos oferecer a vida eterna.

Saiba que, se a noite escura da alma chegou em sua vida, Deus é poderoso para transformar essas trevas em luz e o seu sofrimento em prelúdio de glória. O apóstolo Paulo, homem que enfrentou apedrejamento, açoites, prisões e naufrágios, afirma com entusiasmo, que os sofrimentos do tempo presente não são para comparar com as glórias porvir a serem reveladas em nós. Disse ainda que a nossa leve e momentânea tribulação produz, para nós, eterno peso de glória, acima de toda comparação.

O sofrimento aqui é inevitável. Ainda não chegamos ao paraíso. Aqui não é o céu. Porém, o sofrimento não hasteará sua bandeira em nosso lar eterno. Lá Deus enxugará dos nossos olhos toda a lágrima. Lá a dor não mais açoitará nosso corpo. Lá desfrutaremos da bem-aventurança eterna. Aqui cruzamos vales escuros, marcharmos por desertos tórridos e atravessamos pântanos perigosos. Mas, lá receberemos um consolo eterno, uma alegria sem fim, uma glória que jamais se contou ao mortal.

Não se desespere diante dos dramas da vida. Não perca a esperança diante das circunstâncias adversas. Não duvide do amor de Deus por causa da dor que assola seu peito. Deus nunca vai desamparar você. Ele está do seu lado como seu refúgio e fortaleza. Você vai caminhar para a pátria celeste de força em força, de fé em fé, sendo transformado de glória em glória. Deus segurará firme a sua mão até receber você na glória. Então, a noite escura da alma desembocará na manhã gloriosa de uma eternidade de gozo e paz!



Por Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Versículos do Dia

Versículos do Dia

Seis dias trabalharás, mas ao sétimo dia descansarás: na aradura e na sega descansarás.

Porque aquele que entrou no seu repouso, ele próprio repousou de suas obras, como Deus das suas.

PÃO DIÁRIO - 18/12/2014 - O pastor de estrelas

O pastor de estrelas


Longe das luzes da cidade, “Levantai ao alto os olhos e vede…” (Isaías 40:26), você verá uma faixa luminosa de estrelas se estendendo de horizonte a horizonte — nossa galáxia.

Se tiver bons olhos, você conseguirá ver perto de 5 mil estrelas, diz o astrônomo Simon Driver. No entanto existem outras que são impossíveis de ver a olho nu. O estudo feito sobre as imagens obtidas pela sondagem espacial do telescópio Hubble de uma pequena região do céu, em 1995, concluiu que existem bilhões de galáxias, cada uma contendo bilhões de estrelas. Uma das estimativas afirma que existem mais de dez estrelas no universo para cada grão de areia na terra. No entanto, todas as noites, Deus “…faz sair o seu exército de estrelas, todas bem contadas, […] por ser ele grande em força […] nem uma só vem a faltar” (v.26).

Por que, então, as pessoas dizem, “O meu caminho está encoberto ao Senhor…?” (v.27). Sim, bilhões de indivíduos habitam este globo, mas nenhum foi esquecido por Deus. Ele conhece os que lhe pertencem (2 Timóteo 2:19). Se Ele pode fazer sair os incalculáveis exércitos de estrelas todas as noites, uma a uma, pode trazer você à Sua luz. Ele o faz “…por ser ele grande em força…” (Isaías 40:26) — a força que Ele demonstrou quando ressuscitou Jesus dentre os mortos.

As estrelas estão no céu esta noite? Alegre-se! Deus cuida de você.

—DHR

Leia: Isaías 40:25-27 

Examine: Levantai ao alto os olhos e vede. Quem criou estas coisas?… — Isaías 40:26

Considere: Ao vermos o poder da criação de Deus, sentimos o poder do Seu amor.

Graça suficiente para enfrentar o sofrimento



A escola da vida é diferente da escola convencional. Dá primeiro a prova, depois a lição. Primeiro a dor, depois o aprendizado. Primeiro, o sofrimento depois o consolo. Como foi que o apóstolo Paulo enfrentou o sofrimento? Ele experimentou alegria no sofrimento. Alegria apesar dos problemas; alegria apesar dos difamadores; alegria apesar da morte. Paulo enfatizou que as coisas espirituais estão acima das materiais; o futuro é melhor do que o presente; e o eterno é mais importante do que o temporal. Paulo aprendeu não apenas a sobreviver às circunstâncias adversas, mas ainda a gloriar-se nelas e sair delas vitorioso.

Paulo fala das revelações extraordinárias quando foi arrebatado até o terceiro céu e do espinho na carne (2Co 12.1-9). Há um grande contraste entre essas duas experiências: Ele foi do paraíso à dor, da glória ao sofrimento. Experimentou a bênção de Deus no céu e a bofetada de Satanás na terra. Paulo tinha ido ao céu, mas agora, aprendeu que o céu pode vir até ele.

Charles Stanley, em seu livro Como lidar com o sofrimento?, comentando o texto supra, ensina-nos algumas lições preciosas:

Em primeiro lugar, há um propósito em cada sofrimento. No preâmbulo de sua segunda carta aos Coríntios, Paulo diz que o nosso sofrimento e a nossa consolação são instrumentos usados por Deus para abençoar outras vidas (2Co 1.3). Na escola da vida, Deus está nos preparando para sermos consoladores. Paulo rogou ao Senhor três vezes para remover o espinho de sua carne. Aprendeu, porém, que quando Deus não remove “o espinho”, é porque tem uma razão. Deus não desperdiça sofrimento na vida de seus filhos. Sempre há um propósito. O propósito é não nos ensoberbecermos.

Em segundo lugar, é possível que Deus resolva revelar-nos o propósito de nosso sofrimento. No caso de Paulo, Deus decidiu revelar-lhe a razão do “espinho” em sua carne: evitar que o apóstolo ficasse orgulhoso. Quando Paulo orou, não perguntou porque estava sofrendo, apenas pediu a remoção do sofrimento. Não é raro Deus revelar as razões do sofrimento. Revelou a Moisés a razão porque não lhe seria permitido entrar na Terra Prometida. Disse a Josué porque ele e seu exército haviam sido derrotados em Ai. O nosso sofrimento tem por finalidade nos humilhar, nos aperfeiçoar, nos burilar e nos usar.

Em terceiro lugar, o sofrimento pode ser um dom de Deus. Temos a tendência de pensar que o sofrimento é algo que Deus faz contra nós e não por nós. Jacó disse num momento difícil da vida: “Tendes-me privado de filhos; José já não existe, Simeão não está aqui, e ides levar a Benjamim! Todas estas coisas em sobrevêm” (Gn 42.36). Jacó pensou que Deus estava trabalhando contra ele, quando Deus estava trabalhando por ele. Assim também, o espinho de Paulo era uma dádiva, porque através desse incômodo, Deus o protegeu daquilo que ele mais temia – ser desqualificado espiritualmente. Paulo viu o sofrimento como algo que Deus fez a seu favor e não contra ele.

Em quarto lugar, a graça de Deus nos é suficiente no sofrimento. A resposta que Deus deu a Paulo não era a que ele esperava nem a que ele queria, mas era a que ele precisava. Deus não deu a Paulo o que ele pediu, deu-lhe algo melhor, melhor que a própria vida, a sua graça. A graça de Deus é melhor do que a vida. Por ela enfrentamos o sofrimento vitoriosamente. O que é graça? É a provisão de Deus para cada uma das nossas necessidades. Se a graça de Deus foi suficiente para um homem que deixou todas as glórias de seu passado para pregar o evangelho e plantar igrejas em ambientes hostis, como as províncias da Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia Menor. Se a graça de Deus foi suficiente para um homem que sofreu naufrágios, prisões, açoites, apedrejamento e o próprio martírio, tenho plena certeza de que essa mesma graça divina é mais do que suficiente para qualquer sofrimento que você e eu venhamos a enfrentar!




Por Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Versículos do Dia

Versículos do Dia


E andarei no meio de vós, e eu vos serei por Deus, e vós me sereis por povo.
Mas vòs sois a geração eleita, o sacerdòcio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; 

PÃO DIÁRIO - 17/12/2014 - Uma cobra na caixa


Uma cobra na caixa

Em um minizoo, vi a filha de minha amiga, um bebê de bochechas rosadas, acariciar uma caixa grande de vidro. Dentro da caixa, uma serpente deslizou lentamente, olhando para a menina. O corpo do réptil era tão grosso quanto meu antebraço e era marcado por manchas marrons e amarelas. Embora eu soubesse que ela não poderia escapar de seu recipiente, ver uma criatura de aspecto ameaçador tão perto de uma criança pequena me fez estremecer.

A Bíblia fala de um tempo no futuro quando animais ferozes já não ameaçarão outros animais ou seres humanos. “O lobo habitará com o cordeiro…” e “A criança de peito brincará sobre a toca da áspide…” (Isaías 11:6,8). Todos os habitantes do mundo experimentarão plena paz e harmonia.

O Senhor estabelecerá esse ambiente seguro quando restaurar o mundo com Sua sabedoria, poder e conhecimento. Naquele dia, julgará o mundo com equidade e justiça (11:4). E todos reconhecerão Sua grandeza: “…porque a terra se encherá do conhecimento do Senhor…” (11:9).

Vivemos num mundo corrompido. A injustiça e discórdia, o medo e a dor são sentimentos muito reais em nossa vida diária. Mas um dia Deus mudará tudo e “…nascerá o sol da justiça, trazendo salvação nas suas asas…” (Malaquias 4:2). Então Jesus governará o mundo com justiça.

—JBS

Leia: Isaías 11:1-9 

Examine: Porque a terra se encherá do conhecimento do Senhor. — Isaías 11:9 

Considere: Deixe a justiça final nas mãos do Deus justo.