terça-feira, 2 de setembro de 2014

PÃO DIÁRIO - 02/09/2014 -O sacrifício final

O sacrifício final

Quando Deng Jinjie viu pessoas se debatendo nas águas do rio Sunshui na China, não ficou indiferente. Em um ato de heroísmo, pulou na água e ajudou a salvar quatro membros de uma família. Infelizmente, a família deixou o lugar enquanto ele ainda estava na água. Jinjie, esgotado pelos esforços do resgate, submergiu, foi arrastado pela correnteza do rio e se afogou.

Quando estávamos nos afogando em nosso pecado, Jesus Cristo deu Sua vida para vir em nosso socorro. Somos aqueles a quem Ele veio resgatar. O Senhor desceu dos céus e nos levou para um lugar seguro. Ele fez isso carregando o castigo por todas as nossas transgressões ao morrer na cruz (1 Pedro 2:24) e ressuscitar três dias depois. A Bíblia declara: “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós…” (1 João 3:16). O amor sacrificial de Jesus nos inspira a demonstrar amor genuíno “…de fato e de verdade” (v.18) aos outros com quem temos relacionamento.

Se negligenciarmos o sacrifício final de Jesus em nosso favor, falharemos em ver e experimentar Seu amor. Hoje, reflita sobre a conexão entre o sacrifício do Senhor e Seu amor por você. Ele veio para nos resgatar.  — JBS

Leia: 1 João 3:16-23 

Examine: Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós… —1 João 3:16

Considere: Jesus deu Sua vida para mostrar Seu amor por nós.

Devocional - 02/09/2014 - Faça sua parte

Faça sua parte

E foram ter com João e lhe disseram: Mestre, aquele que estava contigo além do Jordão... está batizando, e todos lhe saem ao encontro. JOÃO 3.26

João Batista veio preparar o caminho do Senhor. Esse era o seu propósito na Terra, e ele sabia disso. Mas os discípulos de João tentaram levá-lo a invejar o ministério de Jesus! João respondeu: “O homem não pode receber coisa alguma se do céu não lhe for dada”. (João 3.27.) Você tem um papel específico no corpo de Cristo. Não há motivo para invejar os dons espirituais e o ministério de outra pessoa. Deus é a única fonte dos dons, e Seu plano é perfeito para cada um de nós. Se seu dom é contribuir, então contribua com zelo. Se seu dom é ajudar, ajude alguém! Em vez de preocupar-se com o que os outros estão fazendo, descubra o que Deus quer
fazer por intermédio de você e faça-o!


Por Joyce Meyer

O culto doméstico


O culto doméstico é um tesouro perdido na vida da maioria do povo de Deus. Essa perda tem profundas e tristes conseqüências. Ela aponta uma perda de profundidade no relacionamento com Deus e também um enfraquecimento da comunhão familiar. O mundo contemporâneo sofre uma perda de critérios e valores. As coisas urgentes tomaram o lugar das coisas importantes. Corremos atrás do vento e gastamos toda a nossa energia buscando as coisas que perecem e deixamos de buscar as coisas lá do alto, aquilo que permanece para sempre. Creio que chegou o tempo de avaliarmos nossa vida e termos coragem de mudar o curso dos acontecimentos, de não sermos esmagados debaixo desse rolo compressor do secularismo nem sermos vítimas da ditadura dessa agenda que empurra as coisas espirituais para a lateral da nossa vida. O culto doméstico pode ajudar-nos em várias frentes e queremos destacar algumas:

1) O culto doméstico corrige a prioridade do nosso relacionamento com Deus.

Deus é mais importante do que suas dádivas. O abençoador é mais importante do que suas bênçãos. Ainda que tivéssemos todas as benesses de Deus, sem ele, nossa vida ainda seria vazia e carente. Só Deus nos satisfaz. Podemos adquirir conhecimento, granjear riquezas e conquistar sucesso e fama, mas sem Deus, tudo isso é vaidade. Precisamos buscar o Reino de Deus em primeiro lugar e o culto doméstico abre esse caminho para priorizarmos nossa relação com Deus acima de quaisquer outros interesses.

2) O culto doméstico restabelece a comunhão familiar.

A sociedade contemporânea está assistindo estarrecida ou mesmo anestesiada a desagregação da família. As pessoas estão vivendo numa profunda solidão mesmo vivendo em família. O diálogo está morrendo nos lares. Os cônjuges já não têm tempo para estar a sós. Os pais já não têm tempo para os filhos. Cada um segue o seu caminho e não pára para avaliar a vida sob a perspectiva de Deus. O culto doméstico é um instrumento bendito para a família fechar a agenda do urgente e abrir a agenda do importante. O culto doméstico abre o caminho para a família não apenas estar unida, mas unida ao redor do trono da graça para adorar a Deus. Uma família que ora unida, triunfa sobre as dificuldades.

3) O culto doméstico galvaniza os valores de Deus em nossa vida.

A marca da nossa sociedade é a superficialidade. Vivemos uma geração que anda errante por ter abandonado os princípios e os absolutos de Deus. Na era da comunicação e da explosão do conhecimento, vemos uma geração analfabeta da Bíblia e a perda dos critérios bíblicos está produzindo uma geração entregue ao relativismo moral. Sem conhecimento da verdade não há como construir uma sociedade justa. A família é a base de todos os outros relacionamentos horizontais. Se a família estiver sem critérios, a sociedade perder-se-á nos labirintos da permissividade.

4) O culto doméstico trará um novo frescor à vida espiritual.

Ele não somente trará benefícios para a coletividade, mas uma revitalização pessoal para cada um de per si. A educação cristã começa no lar. Aí está seu alicerce. Se o lar não estiver comprometido com o ensino da Palavra de Deus, a igreja não cumprirá cabalmente o seu papel. É no lar que as bases são plantadas. É no lar que devemos ser alimentados com o leite genuíno da piedade. É no lar que forjamos o nosso caráter e crescemos rumo à estatura do Varão perfeito. Quero encorajar as famílias da igreja a abraçar esse projeto de resgate do culto doméstico. Somos todos muito ocupados, mas temos tempo para tudo aquilo que nos é prioridade. Porque Deus e a família são prioridades para nós, devemos aderir sem reservas e sem desculpas a esse plano que certamente procede do coração de Deus. Não temos mais tempo a perder. Chegou a hora de colocarmos nossa vida e nossa família no altar de Deus e vivermos para a glória de Deus. Nossa casa precisa ser uma igreja viva a serviço do Deus vivo. Que Deus assim nos ajude!


Rev. Hernandes Dias Lopes.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

PÃO DIÁRIO - 01/09/2014 - Aja!


Aja!

Quando uma marmota começou a roer nossa garagem, comprei uma armadilha com planos de transportar a amiguinha para um parque. Coloquei iscas dentro da armadilha e abri o alçapão. Na manhã seguinte, eu estava animado para encontrar a pequena criatura presa — até perceber que não havia nenhuma marmota lá. Eu tinha capturado um gambá.

Procurei na internet como tirar o gambá da armadilha sem… bem, você sabe. As soluções eram extremamente cautelosas em suas descrições de como se proteger ao libertar o animal. Sacolas plásticas. Luvas. Lonas. Cobertores. Óculos de proteção. A tarefa parecia assustadora e perigosa.

Então, meu genro tomou a iniciativa. Ele simplesmente pisou por cima da armadilha, abriu a porta e convenceu nosso amigo listrado a seguir seu caminho com algumas pulverizações de mangueira de jardim.

Às vezes nossos medos podem nos impedir de agir. Preocupamo-nos tanto em nos proteger, que falhamos em simplesmente tomar a iniciativa. Quando o rei Asa soube que o Senhor queria que ele removesse os ídolos de Israel, ele “cobrou ânimo” (2 Crônicas 15:8). Ele agiu, e como resultado, a nação regozijou (v.15).

Enfrentando algum desafio espiritual? O Senhor o ajudará a agir com coragem e a confiar nele para o melhor resultado. — JDB

Leia: 2 Crônicas 15:1-12 

Examine: …[Asa] cobrou ânimo e lançou abominações fora de toda a terra […] e renovou o altar do Senhor… —2 Crônicas 15:8

Considere: Coragem é o medo que fez sua oração.

Devocional - 01/09/2014 - Algo verdadeiro


Algo verdadeiro

Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido (perder seu poder, sua qualidade), como lhe restaurar o sabor?... Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; MATEUS 5.13-14

Quando as pessoas descobrem que você é um cristão, elas querem saber se você é “verdadeiro”. Muitas pessoas tentaram a “religião” e tiveram uma experiência ruim. Deus nos usa para alcançar o mundo. Se você quer ser sal de forma efetiva, deve permitir que Jesus brilhe em sua vida. Você, provavelmente, conhece alguém que simplesmente ilumina o ambiente quando chega. Da mesma forma, os cristãos que deixam a luz de Jesus brilhar em sua vida podem mudar toda a atmosfera ao seu redor. Os incrédulos devem sentir como se o poder tivesse subitamente chegado, mesmo se eles não compreenderem por quê. Quando você chegar ao seu trabalho pela manhã, seja sal e luz para que aqueles ao seu redor saibam que seu relacionamento com Jesus é algo verdadeiro.


Por Joyce Meyer

Em busca da décima dracma perdida


Jesus foi o maior contador de histórias do mundo. Ele imortalizou seu ensino através de suas parábolas. Elas não apenas são práticas, mas também inspiradas. Em Lucas 15 há o registro de três parábolas com a mesma mensagem central: a restauração do que se perdeu. A ovelha perdeu-se por displicência; o filho perdeu-se por deliberação e a dracma foi perdida por descuido. Jesus usou um ser racional, o filho pródigo; um ser irracional, a ovelha e um objeto inanimado, uma dracma. Quais são as lições que podemos aprender com essa parábola?

1. A dracma perdida tinha um grande valor – A mulher que perdeu a décima dracma não se conformou de desistir dela nem se contentou pelo fato de ter ainda em segurança as outras nove. Essa dracma perdida era valorosa porque é um símbolo do ser humano que se perdeu. A proprietária da dracma tomou todas as medidas para reavê-la. Você tem um grande valor para Deus. Ele não desiste de amar você. Ele mesmo tomou todas as medidas para buscar você. Tudo provém de Deus que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo.

2. Medidas práticas foram tomadas para encontrar a dracma perdida 
– A mulher não ficou apenas lamentando a perda da dracma, ela tomou medidas urgentes e práticas para encontrá-la. A primeira coisa que ela fez foi acender a candeia. As casas na Palestina não tinham tantas portas e janelas como as de hoje. Não se podia procurar algo perdido sem primeiro iluminar a casa e foi o que ela fez. Se quisermos encontrar o que se perdeu, precisamos também de luz: a luz da Palavra. Em segundo lugar, ela varreu a casa. Ela tirou muita coisa do lugar e levantou muita poeira, fazendo uma verdadeira faxina em toda a casa. Para buscarmos o que se perdeu, precisamos ter coragem de mexer com muita coisa que está sedimentada em nossa vida, precisamos ainda ter coragem de levantar a poeira do tempo e remover os entulhos que estejam escondidos há muito tempo nos cantos escuros da nossa casa. Em terceiro lugar, ela procurou diligentemente a dracma até encontrar. Notem duas coisas que essa mulher fez: primeiro, sua procura foi meticulosa; segundo, sua procura foi perseverante. Ela vasculhou cada canto da casa e removeu tudo, pois estava determinada a encontrar a dracma perdida. Houve diligência e perseverança. É dessa maneira que devemos procurar aqueles que se perdem e se desviam. Um fato, ainda digno de nota é que a dracma perdeu-se dentro de casa. Muitos estão, também, perdidos dentro da igreja.

3. Houve alegria e celebração quando a dracma foi encontrada 
– A mulher buscou e encontrou a dracma perdida, usando todo esforço e diligência, mas a celebração dessa descoberta foi coletiva. Ela reuniu suas amigas e vizinhas para comemorar o fruto do seu labor. Devemos, de igual modo, não apenas buscar aqueles que se perderam, mas celebrar com grande e intenso júbilo quando eles são encontrados. O Senhor Jesus conclui a parábola dizendo que a festa não é apenas na terra, mas também é sobretudo no céu. Há júbilo diante dos anjos de Deus lá no céu quando um pecador se arrepende. O céu está conectado com a terra. As coisas que acontecem aqui refletem lá. Os anjos não evangelizam, pois essa gloriosa missão Deus no-la deu, porém, eles celebram com intenso júbilo os frutos da nossa evangelização. Os anjos não são ministros da reconciliação, mas eles festejam quando um desviado é encontrado e trazido de volta à comunhão da igreja.


Rev. Hernandes Dias Lopes.

domingo, 31 de agosto de 2014

PÃO DIÁRIO - 31/08/2014 - Termos do contrato

Termos do contrato

Se você for como eu, raramente lê os contratos de serviços de internet antes de assiná-los. Eles se estendem por páginas, e a maior parte do jargão legal não faz sentido para pessoas comuns como eu.

Fiquei muito surpresa, portanto, quando um amigo da África me falou sobre um tipo peculiar de contrato de um software on-line. Em vez de uma licença prolixa ensinando aos usuários como não usá-lo, o programador oferece uma simples benção, exortando as pessoas a usá-lo para o bem:

Que você faça o bem e não o mal. Que você encontre perdão para si mesmo e perdoe os outros. Que você compartilhe livremente, nunca tomando mais do que dá.

A princípio pensei, Uau. Imagine se mais cláusulas de contratos fossem escritas como bênçãos, em vez de documentos legais. E então refleti: O contrato que Jesus faz conosco é assim. Ele nos oferece perdão dos pecados, paz com Deus e a presença do Espírito Santo. Em troca, tudo o que nos pede é que façamos o bem (Gálatas 6:10), perdoemos como fomos perdoados (Lucas 6:37) e amemos aos outros como Ele nos ama (João 13:34).

A beleza do contrato de Jesus conosco é que, embora falhemos em cumprir as cláusulas, ainda recebemos a benção. — JAL

Leia: Lucas 6:27-37 

Examine: …perdoai e sereis perdoados. —Lucas 6:37

Considere: …enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos… —Gálatas 6:10

Devocional - 31/08/2014 - Uma atitude equilibrada


Uma atitude equilibrada

Eu vim para que tenham (e desfrutem a) vida e a tenham em abundância (até a plenitude, até transbordar). JOÃO 10.10

Durante anos, senti que tudo em minha vida devia ser trabalho, trabalho e trabalho. Enquanto estivesse realizando algo, enquanto estivesse fazendo o que todos esperavam de mim, eu cria que estava agradando a Deus. Infelizmente, eu não estava desfrutando minha vida!
Nunca me esquecerei do dia em que meus filhos queriam que eu assistisse a um filme com eles. Eles diziam: “Mamãe, venha! Você não tem de trabalhar o dia inteiro e ler a Bíblia o resto do tempo. Sabemos que você ama a Deus. Venha se divertir um pouco”! Finalmente, decidi assistir ao filme com eles, mas me senti culpada por fazê-lo. Deus teve de me ensinar que não há nada de errado em passar tempo com a família, tirar um dia de folga ou me divertir. Você pode trabalhar até a morte e, assim, perder algumas das maiores bênçãos de Deus. Permita que Ele traga equilíbrio à sua vida.


Por Joyce Meyer

Semeadura e colheita


A Bíblia compara a contribuição cristã como uma semeadura e o dinheiro como uma semente. Os princípios que regem a semeadura e a colheita aplicam-se também à contribuição cristã. Quem semeia com fartura, com abundância ceifará. A colheita é proporcional à semeadura. Não podemos esperar grande colheita se fizemos uma escassa semeadura. Na verdade, a semente que se multiplica não é que guardamos nem a que comemos, mas a que semeamos. Antes de a semente brotar, ela morre e só então ressuscita e se multiplica. Jesus diz que se o grão de trigo não morrer fica ele só, mas se morrer produz muito fruto.

O dízimo é um ensino bíblico claro. Está presente em toda a Escritura. Vemos sua prática antes da lei, na lei e também no período da graça. A prática do dízimo está presente nos livros da lei, nos livros históricos, poéticos e proféticos. O Novo Testamento, de igual forma, ensina a prática do dízimo.

A grande questão quanto ao dízimo não é de interpretação nem mesmo de compreensão, mas de obediência. O cristão vive pela fé: ele crê e obedece. Ele não faz conta, ele entrega as primícias para Deus, sabendo que ele é fiel para abrir as janelas do céu. A ordem de Deus é: honra ao Senhor com as primícias da toda a sua renda. A promessa de Deus é: e se encherão fartamente os seus celeiros. O mandamento de Deus é: trazei todos os dízimos à Casa do Tesouro e provai-me nisto se eu não vos abrir as janelas do céu e derramar sobre vós bênção sem medida. O ponto central quanto ao dízimo é nossa confiança irrestrita na provisão divina. O mesmo Deus que nos dá vida, saúde e prosperidade, é o mesmo que conhece nossas necessidades e supre cada uma delas.

A obediência não é um caminho penoso, ao contrário, se obedecermos aos mandamentos de Deus, ele promete que comeremos o melhor desta terra. Mais do que uma vida bem-aventura aqui, nós que estamos em Cristo, já somos abençoados com toda sorte de bênção espiritual em Cristo. Nossa Pátria está no céu. Nosso tesouro é espiritual. Nossa recompensa não está aqui. Receberemos um galardão incorruptível. Não precisamos mais nenhuma nova manifestação do amor de Deus para confiarmos nele e em seu cuidado. Ele merece tudo, ele requer o nosso coração. O dízimo é um sinal da nossa obediência. Onde está o nosso tesouro, aí também estará o nosso coração.

A semeadura abundante é mais do que a prática fiel do dízimo. O dízimo é dívida. Retê-lo, subestimá-lo, subtraí-lo ou administrá-lo está em desacordo com o ensino das Escrituras. Deus é dono de tudo: os céus e a terra lhe pertencem. Todo o ouro e toda prata pertencem a ele. Somos de Deus e tudo que administramos é de Deus. Nada trouxemos para este mundo nem nada dele levaremos. Administramos o alheio, administramos o que pertence a Deus. Nossa vida, família e bens pertencem a Deus. Devemos a ele fidelidade nessa administração.

A generosidade na contribuição é como uma abundante semeadura. Quanto mais abrimos as mãos, mais Deus derrama sementes em nossas mãos, para semearmos. Aquele que retém mais do que é justo, isso é pura perda, mas aquele que dá com alegria e generosidade, Deus o faz o prosperar. Não duvide das promessas de Deus. Faça prova dele, pois ele é fiel para cumprir cada uma de suas promessas. Sua colheita será proporcional à sua semeadura. Nós estabelecemos a medida com a qual queremos ser medidos.


Rev. Hernandes Dias Lopes.

sábado, 30 de agosto de 2014

PÃO DIÁRIO - 30/08/2014 - Retrato de humildade


Retrato de humildade

Durante a Páscoa, minha esposa e eu fomos a um culto em que os participantes tentaram reproduzir os acontecimentos que Jesus e Seus discípulos experimentaram na noite que antecedeu a crucificação. Como parte do culto, os membros da equipe da igreja lavaram os pés de alguns voluntários. Enquanto assistia a cena, imaginava se os mais humildes eram os que lavavam os pés, ou os que permitiam ter os pés lavados por outra pessoa. Tanto os que serviam, como os que eram servidos, retrataram figuras diferentes de humildade.

Quando Jesus e Seus discípulos estavam reunidos para a Última Ceia (João 13:1-20), Jesus, em humilde servidão, lavou os pés de Seus discípulos. Mas Simão Pedro resistiu, dizendo: “…Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe Jesus: Se eu não te lavar, não tens parte comigo” (13:8). Lavar os seus pés não era um mero ritual. Poderia também ser interpretado como um retrato de nossa necessidade da limpeza de Cristo — uma limpeza que nunca será completa, a menos que estejamos dispostos a ser humildes perante o Salvador.

Tiago escreveu “…Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes” (4:6). Recebemos a graça de Deus quando reconhecemos a grandeza do Senhor, que se humilhou na cruz (Filipenses 2:5-11). — WEC

Leia: João 13:1-11 

Examine: …Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes. —Tiago 4:6

Considere: A posição mais poderosa da terra é ajoelhar-se diante do Senhor do universo.

Devocional - 30/08/2014 - Resmungar e murmurar


Resmungar e murmurar

Os tais são murmuradores (queixosos), são descontentes (da sua porção nesta vida), andando segundo as suas paixões (desejos). JUDAS 1.16

Algumas vezes, parece que o mundo inteiro está reclamando. Há tanta lamentação e murmuração e tão pouca gratidão e apreciação! Pessoas reclamam de seu emprego e de seu chefe quando deveriam ser gratas por ter um trabalho regular e desfrutar o fato de que não estão vivendo num albergue para desabrigados. Muitas pessoas vibrariam por ter um emprego, a despeito das suas imperfeições. Elas desejariam muito se submeter a um chefe não tão perfeito, desde que tivessem um salário regular, morassem em sua própria casa e cozinhassem sua própria comida. Talvez você precise de um salário melhor ou tenha um chefe que o maltrate. Isso é algo desagradável, mas o caminho não é a reclamação.
Agradeça a Deus nesta noite por todas as bênçãos que Ele tem derramado sobre sua vida.


Por Joyce Meyer

A matemática do casamento


O casamento tem suas leis e princípios. Ele tem sua lógica e embora não seja um relacionamento regido por ciências exatas, tem muita coisa semelhante com a matemática. Encontramos no casamento as quatro equações da matemática.

Em primeiro lugar, iniciemos com a subtração. 
O casamento começa com a subtração. É quando o homem deixa seu pai e sua mãe para unir-se à sua mulher. A soma no casamento começa com uma subtração. Primeiro se deixa para depois se unir. Os pais precisam liberar os filhos para que eles verdadeiramente batam asas do ninho e comecem uma nova jornada na vida. Os pais podem e devem aconselhar os filhos, mas não interferir na vida deles depois de casados. Os filhos precisam cortar o cordão umbilical dos pais a fim de que não fiquem dependentes emocional e financeiramente depois do casamento. Unir-se sem antes deixar pai e mãe é uma conspiração contra o propósito de Deus para o casamento. O casamento precisa ter legalidade antes de união física. Ele é um contrato social antes de ser uma união conjugal. A primeira equação no casamento é a subtração, o deixar pai e mãe.

Em segundo lugar, prossigamos com a adição. 
O homem depois que deixa pai e mãe deve unir-se à sua mulher. Essa união é indivisível e indissolúvel. É uma união de sonhos, alvos, propósitos bem como uma união física. No casamento o homem e a mulher se tornam uma só carne. Na criação Deus de um fez dois, mas no casamento Deus de dois fez um. O casamento é uma adição misteriosa, pois dois seres tão diferentes se amalgamam num relacionamento místico e estreito a tal ponto do apóstolo Paulo afirmar que aquele que ama a sua esposa a si mesmo se ama, pois ninguém jamais odiou a sua própria carne. O casamento é adição constante de amor, afeto e respeito. No casamento quando você adiciona, você recebe de volta multiplicadamente seja o bem ou o mal. É o princípio da semeadura. O que você planta você colhe. Colhe a mesma semente que plantou e em maior quantidade.

Em terceiro lugar, continuemos com a multiplicação. 
Um casamento que passou pela subtração e adição é completo em si mesmo, porém, Deus ainda nos dá a graça de empregarmos a multiplicação. Através dos filhos o casal não apenas enche sua aljava, mas também multiplica seus sonhos. Os pais vêem a perpetuação de sua semente, do seu nome, de seus sonhos através dos filhos. Eles são herança de Deus e flechas nas mãos do guerreiro. Eles são como rebentos da oliveira que continuam dando frutos quando o tronco já está tombando. O casamento abre os horizontes da esperança para o mundo, pois ao mesmo tempo em que uns estão encerrando a carreira, outros estão começando; enquanto uns estão descendo a ladeira da vida, outros estão subindo sua colina, cheios de esperança.

Em quarto lugar, terminemos com a divisão.
No casamento não acumulamos, mas repartimos. Não queremos tudo para nós, mas dividimos o que temos com alegria. No casamento devemos investir mais do que cobrar; dar mais do que receber; repartir mais do que reter. No casamento não existe espaço para o egoísmo centralizador. O amor não é centrado no eu, mas no outro. O amor não visa seus próprios interesses, mas busca a realização da pessoa amada. Quem ama dá. Quem ama reparte. Quem ama divide o que tem. Na matemática quando dividimos o que temos, ficamos com um saldo menor; mas, no casamento, quanto mais repartimos maior é o nosso saldo. Quanto mais investimos nos outros, mais recebemos. Na matemática do casamento é preciso deixar para se unir. É preciso unir para multiplicar. É preciso dividir para continuar crescendo.


Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

PÃO DIÁRIO - 29/08/2014 - Momentos difíceis


Momentos difíceis

Charles Whittlesey foi o herói dos heróis. Líder do chamado “Batalhão Perdido” da Primeira Guerra Mundial, foi condecorado com uma medalha de honra por bravura quando sua unidade ficou presa atrás da linha inimiga. Quando o monumento “Túmulo do soldado desconhecido” foi inaugurado, Charles foi escolhido como um dos carregadores do caixão do primeiro soldado enterrado ali. Duas semanas depois, acredita-se que ele tirou a própria vida, ao se jogar para fora de um navio durante um cruzeiro.

Como Elias (1 Reis 19:1-7), Charles era muito forte em público, mas quando estava só, era tomado pelo desespero. As pessoas hoje frequentemente enfrentam situações maiores do que podem suportar. Às vezes, é um desespero temporário causado por cansaço, como no caso de Elias. Ele tinha participado de uma grande vitória sobre os profetas de Baal (18:20-40), temeu por sua vida e correu para a selva (19:1-3). Mas, normalmente, é mais que desespero temporário. Por isso, é necessário falarmos sobre depressão aberta e compassivamente.

Deus nos oferece Sua presença nos momentos mais escuros da vida, o que nos capacita, por sua vez, a sermos Sua presença para os que sofrem. Pedir socorro — aos outros e a Deus — poder ser o momento de maior bravura de nossas vidas. — RKK

Leia: 1 Reis 19:1-8 

Examine: …eis que um anjo o tocou e lhe disse: Levanta-te e come. —1 Reis 19:5

Considere: A esperança vem com a ajuda de Deus e de outros.

Devocional - 29/08/2014 - Segurança bendita


Segurança bendita

Porque eu estou bem certo (persuadido além da dúvida) de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas (iminentes, ameaçadoras) do presente, nem do porvir, nem os poderes,nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura
poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.
ROMANOS 8.38-39

Você não pode confiar a menos que creia que você é amado. Para crescer em Deus e ser transformado, você deve confiar nEle. Freqüentemente Ele o levará em caminhos que você não consegue compreender. Durante esses momentos, você deve ter a convicção do amor de Deus por você. O apóstolo Paulo foi convencido de que nada seria capaz de separá-lo do amor de Deus em Cristo Jesus. Você precisa ter a mesma segurança absoluta no eterno amor de Deus por você. Aceite o amor de Deus e faça desse amor a base do seu amor pelos outros. Receba a aceitação de Deus sabendo que você será transformado em tudo aquilo que Ele deseja que você seja.


Por Joyce Meyer

Casamento, fonte de alegria ou tristeza


O casamento foi instituído por Deus para resolver problemas e não criar problemas. O casamento deve ser uma fonte de prazer e não um peso a mais na caminhada da vida. O casamento deve ser um horizonte de liberdade e não uma masmorra; um refúgio e não um lugar de tormento; um cenário de felicidade e não a sepultura dos sonhos. Por causa da dureza do nosso coração podemos transformar esse mosaico colorido num painel cinzento, esse jardim engrinaldado de flores num deserto abrasador. Por causa da nossa insensibilidade podemos ferir a pessoa que um dia prometemos amar; podemos infernizar a vida da pessoa que prometemos proteger; podemos roubar os sonhos da pessoa que um dia prometemos fazer feliz.

O casamento precisa de cuidado. Nenhum casal é feliz automaticamente. A felicidade precisa ser construída com inteligência e muito esforço. Não há casamento ideal nem cônjuges perfeitos. Todo casamento precisa de renúncia e investimento. Precisamos ser pródigos nos elogios e comedido nas críticas. Precisamos ser generosos nas palavras, bondosos nas ações e puros nas intenções, se queremos fazer do casamento uma fonte de alegria.

O casamento é como uma conta bancária, precisamos fazer mais depósitos do que retiradas. Precisamos fazer altos investimentos se queremos ter retorno. Precisamos sempre manter um saldo positivo se não quisermos viver no "vermelho". Precisamos elogiar mais e criticar menos; precisamos dar mais e cobrar menos; precisamos compreender mais e exigir menos. O nosso papel no casamento não é buscar a nossa própria felicidade, mas fazer o nosso cônjuge feliz. O amor não é egoísta, ele busca a felicidade do outro mais do que a sua própria. O amor não é egocentralizado, mas outrocentralizado.

O casamento é como um jogo de frescobol. Os cônjuges não são rivais, mas parceiros. Eles não exploram a fraqueza e as falhas um do outro, mas ajudam um ao outro em suas limitações. Se quisermos um casamento feliz precisaremos cultivar a amizade e manter o diálogo. A Bíblia diz que a palavra dura suscita a ira. Onde floresce a animosidade, as palavras ásperas e as atitudes mesquinhas, o romantismo murcha e seca.

Nós colhemos no casamento o que plantamos. Quem semeia amor, colhe amor. Quem semeia amizade colhe amizade. Porém, quem semeia vento, colhe tempestade. Quem semeia incompreensão, colhe solidão. Nós refletimos dentro da nossa casa o nosso próprio rosto. Nós bebemos o refluxo do nosso próprio fluxo. O bem que fazemos retorna para nós com ricos dividendos, porém, o mal que fazemos recai sobre a nossa própria cabeça.

Muitos casais passam fome no banquete. Têm tudo para serem felizes, mas vivem amargando uma sufocante infelicidade. Casaram-se com a alma cheia de sonhos, mas estes se perderam pelas estradas da vida. Feridas foram abertas, promessas foram quebradas, e agora, o casamento tornou-se um pesadelo, uma prisão, um lugar de tristeza e não de felicidade.

Essa situação pode e precisa ser revertida. Se ouvirmos a Deus e atentarmos para a sua Palavra, poderemos comer o melhor desta terra. O mesmo Deus que instituiu o casamento para a nossa felicidade tem os princípios para vivenciarmos esta felicidade. Deus restaura vasos quebrados. Ele ainda transforma água em vinho, choro em alegria, deserto em manancial, casamento insosso em relação exuberante. Invista no seu casamento. Restaure seus sonhos perdidos. Experimente o melhor de Deus na sua vida conjugal!



Rev. Hernandes Dias Lopes.