segunda-feira, 24 de novembro de 2014

FESTA DOS TABERNÁCULOS

FESTA DOS TABERNÁCULOS

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PÃO DIÁRIO - 24/11/2014 - Lidando com distrações


Lidando com distrações


O dono de um restaurante na vila de Abu Ghosh, fora da cidade de Jerusalém, ofereceu um desconto de 50% para os clientes que desligassem seus celulares. Jawdat Ibrahim acredita que smartphones mudaram o foco das refeições: do companheirismo e conversa para a navegação na internet, envio de mensagens de texto e telefonemas de negócio. “A tecnologia é algo muito bom,” Ibrahim diz. “Mas… quando você está com a sua família e os seus amigos, é possível ser capaz de esperar por meia hora e simplesmente desfrutar do alimento e da companhia.”

Como é fácil nos distrairmos com muitas coisas, seja em nosso relacionamento com os outros ou com o Senhor.

Jesus disse aos Seus seguidores que a distração espiritual começa com os corações endurecidos, com ouvidos que dificilmente ouvem e olhos que já se fecharam (Mateus 13:15). Ao usar a ilustração de um fazendeiro espalhando sementes, Jesus comparou a semente que caiu entre espinhos à pessoa que ouve a Palavra de Deus mas cujo coração está focado em outras coisas. “…os cuidados do mundo e a fascinação das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera” (v.22).

Há grande valor em cultivarmos momentos, todos os dias, nos quais acabamos com as distrações da mente e do coração e nos focamos no Senhor.

—DCM

Leia: Mateus 13:14-22 

Examine: …os cuidados do mundo […] sufocam a palavra… —  Mateus 13:22

Considere: Colocar Cristo no centro de tudo, coloca o restante em perspectiva.

Disciplina, como negociar o negociável


Disciplina é uma palavra fora de moda no mundo pós moderno. Predomina hoje a liberdade sem fronteiras. A pós-modernidade, sustentada pelo tripé da pluralização, privatização e secularização, ensina que não existe um padrão de conduta absoluto e que cada um deve escolher o seu modo de viver sem ter que dar satisfação de suas escolhas. A disciplina seria uma agressão à individualidade, uma intromissão ao mundo particular, indevassável e não compartilhado. A lei básica que prevalece hoje é: faça o que lhe dá prazer, o que é importante é você se sentir bem. É proibido proibir. Cada um deve escolher o que melhor lhe agrada sem a interferência de quem quer que seja. Se não existem limites claros sobre o que é certo e errado; se não existem valores absolutos; se tudo é relativo, então, a disciplina deve ser aposentada como um expediente arcaico para o tempo pós-moderno.

O resultado dessa cosmovisão é a anarquia, a licenciosidade e a confusão moral. A sociedade moderna está falida moralmente. A família está como um barco à deriva num mar tempestuoso. Os pais estão perdidos, perplexos e confusos vendo a família naufragar. Os filhos, sem parâmetros e balizas orientadoras de disciplina, estão se rendendo à uma licenciosidade perigosa, capitulando-se à devassidão. Choramos as consequências, mas não diagnosticamos as causas. Combatemos os resultados da crise, mas não lutamos contra as causas geradoras da crise. Não enxergamos com clareza os princípios que estão por trás das ações. A questão básica é que não apenas a verdade é atacada, mas os pressupostos da verdade foram abalados. Emanuel Kant, no seu livro A crítica da razão pura questionou a verdade antitética, afirmando que não há verdade absoluta. Kierkegaard, o pai do existencialismo moderno afirmou que a verdade é subjetiva. Hegel, o filósofo ditador da Alemanha, com sua dialética, disse que tudo é relativo. Se assim é, não há espaço para se crer em Deus nem muito menos na sua Palavra. John Locke afirmou que o homem é produto do meio, negando assim, a inclinação para o mal que está dentro do nosso coração. Jean Jacques Rousseau, dizia que o homem é bom por natureza, por isso não há necessidade de correção. Charles Darwin, negava a verdade de que o homem foi criado por Deus e que só os mais fortes e espertos sobreviveriam. Sigmund Freud, o pai da Psicanálise, pontuava que a repressão é o gênese de todas as neuroses, por isso a disciplina está na contra-mão da vida saudável. Augusto Comte, o pai do Positivismo, dizia que a sociedade perfeita viria com a educação das massas. O homem não precisa de Deus, precisa de educação. Ora, todos esses afluentes filosóficos desaguaram no mar da confusão e da libertinagem. Temos uma sociedade confusa, perdida moralmente, atolada no pântano de seus muitos prazeres, mas destruída pelas drogas deletérias, pelos vícios degradantes, pela sexualidade desregrada e sem freios.

Mais do que nunca a bandeira da verdade de Deus deve ser levantada. A falta de disciplina traz corrupção. Onde não há limites, onde não há lei, o povo se degrada. Por isso, a disciplina se faz necessária, porque todos nós temos uma inclinação para o mal. Temos a semente do pecado dentro de nós. A estultícia está ligada ao coração da criança. A falta de disciplina traz vergonha e desgraça. A disciplina deve ser preventiva e interventiva. Deve ser firme e amorosa. Deve ser clara e justa. Deve ser bíblica em sua essência para buscar sempre a correção e a restauração do faltoso. Assim, entendemos que disciplina não é nem repressão patológica nem castigo, mas um ato de amor.

A questão básica é saber distinguir o que é inegociável e o que é negociável. Muitos pais engolem um camelo e coam um mosquito. Brigam por coisas banais e toleram aberrações. Já no quinto século, Agostinho dizia que um pai deve educar um filho vinte anos antes dele nascer. Primeiro, devemos ser disciplinados para depois exercermos com coerência e consistência a disciplina bíblica. O que podemos tolerar? Onde podemos fazer concessão? Os pais jamais devem abrir mão de valores absolutos da Palavra de Deus. Há coisas que são supra culturais, são princípios eternos de Deus em qualquer tempo e em qualquer lugar. Pecado é pecado em qualquer tempo, em qualquer cultura. Transigir com esses princípios, aceitar o que Deus proíbe, aplaudir o que Deus abomina, amar o que Deus rejeita é insensatez. Por outro lado, há o risco de super valorizar o que Deus não proíbe. Muitos pais caem nesse extremo do legalismo, do farisaísmo, impondo sobre os filhos regras e mais regras, fardos e mais fardos, oprimindo suas vidas com mandamentos de homens, com hábitos e costumes que não possuem nenhuma fundamentação na Palavra de Deus. Essa atitude repressiva e opressora produz uma geração doente emocionalmente e fraca espiritualmente.

Não existe nenhuma cultura sagrada e pura. Todas elas estão contaminadas pelo vírus do pecado. Não é a cultura que determina o que é santo e profano, o que é certo e errado, mas a Palavra de Deus. Seremos julgados não segundo os preceitos e regras da nossa cultura, mas segundo o escrutínio da Palavra de Deus. Os fariseus eram legalistas, davam mais valor a preceitos de homens do que aos princípios das Escrituras. Viviam mais preocupados com a aparência diante dos homens do que com a piedade diante de Deus. Estavam mais interessados em arrancar aplausos dos homens do que receber a aprovação de Deus. Negociavam o inegociável e eram intransigentes com o negociável. Por fora, eram lindos; por dentro, podres. Há muitos pais que não sabem distinguir o que é essencial e o que é secundário. Não sabem dialogar, não sabem ceder, não sabem fazer concessões naquilo que é negociável. Mantém suas regras e perdem seus filhos. Deixam intactos seus preceitos e arrebentam com a família. Mais do que nunca os pais precisam estar perto dos filhos, precisam ser amigos dos filhos. As pressões que os filhos enfrentam hoje são descomunais. As armadilhas são mortíferas. A sedução do prazer é avassaladora. Se o lar não for um quartel general, um lugar de refúgio, um abrigo contra o temporal, os jovens não resistirão. Os pais precisam investir nos filhos, gastar tempo com os filhos. Nenhum sucesso compensa o fracasso da família. Os filhos não precisam tanto de conforto, mas de amor. Precisam não de presentes, mas de presença. Precisam não de censura, mas de compreensão e disciplina amorosa.

A águia tem muito para nos ensinar sobre a disciplina dos filhos. Ela, como pedagoga de Deus, nos dá vários princípios fundamentais, dignos de ser observados:

1. Coloca o ninho dos seus filhos longe dos predadores – A águia não constrói o ninho dos seus filhos perto dos predadores. Ela busca os lugares altaneiros para ali colocar o ninho dos filhos. Muitos pais perdem os filhos, porque colocam o ninho deles perto de feras perigosas. Como Ló, armam suas tendas para as bandas de Sodoma e Gomorra. Davi, mesmo sendo o homem segundo o coração de Deus, mesmo tendo vencido um urso, matado um leão, derrotado um gigante, conquistado um reino, acumulado riquezas, e se tornado um homem de sucesso e fama internacional, perdeu os seus filhos dentro de casa. No ninho do rei havia uma víbora peçonhenta, chamado Jonadabe, que deu um conselho maligno para Amnom. Ele violentou a sua própria irmã. Mais tarde Absalão matou Amnon, conspirou contra o seu pai e foi morto. Salomão, quando assumiu o reinado, matou seu irmão Adonias. Houve estupro, assassinato, conspiração, derramamento de sangue na casa de um homem de Deus, porque ele construiu o ninho de seus filhos perto dos predadores. Pai e Mãe, onde vocês estão contruindo o ninho dos seus filhos? Onde estão os seus filhos? Quem são os conselheiros de seus filhos? Quem frequenta a sua casa com os seus filhos?

2. A águia ensina os seus filhos pelo exemplo – Muitos pais fracassam na disciplina dos filhos, porque ensinam uma coisa e praticam outra. Os filhos não vêem coerência na vida dos pais. Quando o filhote da águia está na hora de sair do ninho, ela começa a voejar sobre o ninho, mostrando-lhe a necessidade de sair para as aventuras da vida. A Bíblia diz que os pais devem ensinar a criança não o caminho em que ela quer andar, nem mesmo o caminho em que ela deve andar, mas no caminho em que ela deve andar. Ensinar o caminho é algo teórico, ensinar no caminho é uma lição de vida.

3. A águia aplica disciplina adequada aos filhos na hora certa – Quando o filhote da águia não obedece o comando para voar, e mesmo diante do exemplo se nega a sair do ninho, ela então, remove toda a penugem do ninho e deixa apenas os espinhos e ferpas pontiagudas para acicatar o filhote. Tem hora que a única linguagem que os filhos entendem é a voz da disciplina. Há muitos pais que estragam seus filhos, hiper-protegendo-os. A disciplina é ato de amor. Ela visa o amadurecimento do filho. Ela produz fruto de justiça.

4. A águia vai às últimas consequências para disciplinar e discipular os filhos – Quando o filhote se recusar até mesmo a atender o expediente da disciplina, a águia toma uma medida radical. Ela pega o filhote do ninho com as suas possantes garras e arroja-o das alturas para o chão. Ele que nunca voou sozinho, cai de ponta cabeça, desesperado; e ela deixa. Quando o filhote está para espatifar-se ao chão, ela o toma novamente e o leva de volta para as alturas e novamente o arroja de lá. E faz isso, duas, cinco, dez vezes, até que o filhote aprende a voar sozinho. A lei da águia é: meu filho tem que ser meu discípulo. A águia não desiste do filho. Precisamos aprender essa lição: Não podemos abrir mão dos nossos filhos. Eles são filhos da promessa. Eles são herança de Deus. Não geramos filhos para a morte, não geramos filhos para povoar o inferno. Nossos filhos são presente de Deus. Devemos amá-los, discipliná-los, orar com eles, por eles, chorar por eles e jamais abrir mão deles, até que Deus os restabeleça e faça deles uma bênção, uma coroa de glória na sua mão!


Rev. Hernandes Dias Lopes.

domingo, 23 de novembro de 2014

Versículos do Dia

Versículos do Dia

Vida e misericórdia me concedeste; e o teu cuidado guardou o meu espírito. 
Jó 10:12

Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal. 
João 17:15

PÃO DIÁRIO - 23/11/2014 - Você pode ajudar?


Você pode ajudar?


Os administradores de uma escola no Alasca, EUA, cansaram-se de ver os alunos arranjando problemas e 50% deles desistindo de estudar. Para mantê-los interessados, eles começaram um time de FUTEBOL que lhes oferecia uma chance para desenvolver habilidades pessoais, espírito de equipe e aprender lições de vida. O problema com o FUTEBOL nessa cidade, que fica ainda mais ao norte do que a própria Islândia, é a dificuldade em plantar um campo de grama. E assim, eles competiam num campo de pedregulhos e terra.

Muito distante dali, uma senhora ouviu falar da equipe e do perigoso campo de futebol em que treinavam. Sentindo que Deus a movia para ajudar e impressionada pelas mudanças positivas que viu nos alunos, ela entrou em ação. Quase um ano mais tarde, eles dedicaram seu novo campo de futebol, completo com um gramado artificial. Ela havia arrecadado milhares de dólares para ajudar adolescentes que nem conhecia.

Isto não se trata de FUTEBOL — ou dinheiro. Trata-se de lembrar-se “…a prática do bem e a mútua cooperação…” (Hebreus 13:16). O apóstolo Tiago nos lembra de que demonstramos a nossa fé por nossas ações (2:18). As necessidades em nosso mundo são várias e opressivas, mas quando amamos o nosso próximo como a nós mesmos, conforme Jesus disse (Marcos 12:31), alcançamos pessoas com o amor de Deus.

—JDB

Leia: Tiago 2:14-20 

Examine: …a fé, se não tiver obras, por si só está morta. —Tiago 2:17

Considere: Abra seu coração a Deus para APRENDER a compaixão e a mão para ajudar.

Missões começa em casa


John Stott, erudito expositor bíblico, disse que antes de Jesus enviar a igreja ao mundo, enviou o Espírito Santo para a igreja. A obra do Espírito e o testemunho da igreja são inseparáveis. O Espírito Santo capacitou a igreja para ser testemunha tanto em Jerusalém, como em toda a Judeia, Samaria e até aos confins da terra. O propósito de Deus é o evangelho todo, por toda a igreja, em todo o mundo. Atos 1.8 é a plataforma missionária de Jesus. É a agenda missionária da igreja. Daremos, aqui, um enfoque à obra missionária em Jerusalém, em nossa cidade, a partir da nossa própria casa. Para melhor compreensão do assunto em tela, daremos destaque a alguns pontos:

Em primeiro lugar, a capacitação precede à ação missionária. O recebimento de poder precede o testemunho. Testemunhar sem o poder do Espírito Santo é como tentar cortar lenha com o cabo do machado. Em vão é o esforço humano sem o revestimento do Espírito. A igreja não foi autorizada a começar o seu esforço missionário senão depois do revestimento de poder vindo do alto. Hoje, temos muito esforço e pouco resultado. Muito trabalho e poucos frutos. Muitas palavras e pouca manifestação de poder. Pregamos aos ouvidos, mas não pregamos aos olhos. Os homens escutam de nós belos discursos, mas não veem em nós demonstração de poder. Preciso concordar com Charles H. Spurgeon, quando disse que é mais fácil um leão tornar-se vegetariano, do que uma vida sequer ser salva sem a obra do Espírito Santo. Dependemos do Espírito Santo, precisamos do Espírito Santo, carecemos da capacitação do Espírito Santo.

Em segundo lugar, O Espírito Santo é quem nos capacitar para a obra missionária. A promessa de Jesus é que os discípulos seriam revestidos com o poder do alto, o poder do Espírito, para testemunhar desde Jerusalém até aos confins da terra. Nenhuma outra preparação por mais refinada, substitui a capacitação do Espírito Santo. Nenhum cabedal teológico, nenhuma erudição humana, nenhuma eloquência angelical poderia capacitar a igreja a testemunhar o evangelho com eficácia. Só o Espírito Santo pode iluminar a mente e aquecer o coração. Só o Espírito Santo pode capacitar o mensageiro, aplicar eficazmente a mensagem e abrir o coração dos ouvintes, dando-lhes uma nova vida.

Em terceiro lugar, a igreja é o método de Deus para alcançar o mundo. Jesus não comissionou o governo para a proclamação do evangelho nem mesmo delegou essa sublime tarefa aos anjos. A igreja é o método de Deus. O propósito de Deus é o evangelho todo, por toda a igreja, em todo o mundo. Se nós nos calarmos seremos culpados de uma omissão criminosa. Somos atalaias de Deus. Se o ímpio morrer em sua impiedade sem avisarmos a ele, Deus cobrará de nós o seu sangue. Somos embaixadores em nome de Cristo. Devemos rogar aos homens que se reconciliem com Deus.

Em quarto lugar, o testemunho do evangelho começa em casa. A obra missionária deve ser feita aqui, ali e além fronteiras ao mesmo tempo. Porém, o ponto de partida é a nossa Jerusalém, onde estamos estabelecidos. Não teremos autoridade para pregar para os de fora se não estamos testemunhando para os de dentro. Não podemos começar com os confins da terra se a nossa própria Jerusalém ainda não foi impactada com o poder do evangelho. Não podemos pregar aos estranhos se primeiro não fizemos conhecido o evangelho em nossa própria família. Quando Jesus libertou e salvou o endemoninhado gadareno, não permitiu que ele o acompanhasse para um trabalho itinerante, mas enviou-o de volta aos seus. Nossa família, nossa parentela, nossa cidade devem ser os primeiros redutos a serem atingidos pelo evangelho.


Por Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 22 de novembro de 2014

Versículos do Dia

Versículos do Dia

Os meus olhos estão continuamente no Senhor, pois ele tirará os meus pés da rede. 
Salmos 25:15

Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus.
 Hebreus 12:2

PÃO DIÁRIO - 22/11/2014 - Amor enraizado


Amor enraizado


Ao pensar nas maravilhas da divina criação, fico extasiado pela sequoia-gigante. Estas árvores gigantescas da floresta podem atingir alturas em torno de 90 METROS com diâmetro que excede os seis metros. Elas vivem mais de três mil anos e são inclusive resistentes ao fogo. Na verdade, os incêndios nas florestas abrem as pinhas das sequoias, distribuindo suas sementes no solo da floresta fertilizado pelas cinzas. Talvez o fato mais surpreendente é que as raízes destas árvores se aprofundam a quase dez metros do solo e resistem aos fortes ventos. Sua força está no entrelaçamento de suas raízes com a de outras sequoias, provendo força mútua e recursos compartilhados.

O plano de Deus para nós é assim. Nossa habilidade de permanecermos firmes apesar dos ventos devastadores da VIDA está relacionada ao amor e suporte que recebemos de Deus e uns dos outros. E então, COMO o escritor de Hebreus diz, não devemos nos esquecer “…a prática do bem e a mútua cooperação…” (13:16). Pense em como seria difícil enfrentar a adversidade se alguém não estivesse compartilhando as raízes de sua força conosco.

Há GRANDE poder nos dons entretecidos de palavras de encorajamento, orações de intercessão, choro solidário, apoio um ao outro e algumas vezes simplesmente sentar-se uns com os outros compartilhando a existência de nosso amor.

—JMS


Leia: Hebreus 13:15-25 


Examine: Não negligencieis […] a prática do bem e a mútua cooperação… — Hebreus 13:16


Considere: Permita que as raízes do amor divino em sua vida se entrelacem com outros que precisam do seu apoio.

Todo crente é um missionário


Toda pessoa salva do pecado e do mundo por meio de Cristo é enviada de volta ao mundo como missionário. Todos nós, que fomos lavados no sangue do Cordeiro, somos portadores de boas novas aos que no mundo vivem sem esperança. O missionário não é apenas aquele que sai da sua terra e vai para lugares distantes para mergulhar noutra cultura. O missionário não é apenas aquele que trabalho em campo transcultural. Precisamos resgatar o conceito bíblico de que todo discípulo é testemunha de Cristo quer na sua “Jerusalém” ou até os confins da terra. O médico cristão é missionário de Cristo no hospital. O advogado é missionário de Cristo no seu escritório. O juiz é missionário de Cristo no tribunal. O comerciante é portador de boas novas atrás do balcão. O negociante é veículo da graça de Deus por onde anda. O estudante é missionário na escola. A empregada doméstica resplandece a luz de Cristo na casa onde trabalha. A evangelização não é fundamentalmente um programa da igreja, mas um estilo de vida. Somos portadores de boas novas quer nos palácios, quer nas ruas, quer no mercado, quer na cátedra. Somos missionários na sala de aula, no banco, na fábrica, na indústria, no campo, nos lares. Onde quer que estejamos, nossa luz precisa brilhar. Cada pessoa que cruza o nosso caminho é um campo missionário que Deus abre diante de nós. Não podemos sonegar às pessoas o Evangelho. Somos embaixadores em nome de Cristo para rogar aos homens que se reconciliem com Deus. Recebemos de Deus o ministério da reconciliação.

Todos nós, redimidos pelo sangue de Cristo, somos membros do seu corpo. A igreja é o prolongamento da encarnação de Cristo na terra. Ela é o corpo de Cristo em ação no mundo. Não há membro inativo. Não há membro sem função no corpo. O ramo seco é cortado e jogado fora para arder no fogo. Não é preciso ter o dom de evangelista para contar aos outros que Deus amou ao mundo e enviou o seu único Filho para salvar todo o que crê. Não é preciso ser um profundo conhecedor das Escrituras para começar a compartilhar o dom da vida eterna com as pessoas. Basta abrir a boca. Basta aproveitar as oportunidades. O poder de transformação está no nome de Jesus, na operação do Espírito Santo e na graça de Deus Pai. O que precisamos fazer é falar de Cristo, pois a fé vem pelo ouvir a Palavra de Deus.

Não haverá esperança para o mundo se todos os crentes não se dispuserem a testemunhar. O mundo não será evangelizado apenas a partir dos púlpitos evangélicos. Cada crente deve fazer do seu lar e do seu trabalho uma trincheira do Reino de Deus. Não podemos esconder nossa luz. Não podemos ser discípulos secretos. Cada crente deve ser um ganhador de almas. Cada crente é um missionário. Essa é a nossa vocação. Esse mandato nos vem do céu. Cumpre-nos obedecê-lo sem detença e sem tardança.


Rev. Hernandes Dias Lopes.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Versículos do Dia

Versículos do Dia

Volta, minha alma, para o teu repouso, pois o Senhor te fez bem. 
Salmos 116:7

Ora o Senhor encaminhe os vossos corações no amor de Deus, e na paciência de Cristo.
 2 Tessalonicenses 3:5

PÃO DIÁRIO - 21/11/2014 - Adversário derrotado


Adversário derrotado

O leão que ruge é o legendário “rei da selva.” Mas os únicos leões que muitos de nós veem são os felinos letárgicos nos zoológicos. Seus dias são repletos de muito descanso e seu jantar é servido sem que tenham que levantar uma única pata.


Em seu habitat natural, entretanto, os leões nem sempre vivem tão descontraidamente. Sua fome lhes diz que devem caçar e ao fazê-lo procuram devorar os mais novos, fracos, doentes ou feridos. Rastejando pelo gramado alto, lentamente se arrastam para a frente e com ataque repentino fecham suas mandíbulas no corpo de suas vítimas.

Pedro usou um “leão que ruge” como metáfora para Satanás. Ele é um predador astuto, procurando por presas fáceis para devorar (1 Pedro 5:8). Ao lidar com este adversário, os filhos de Deus precisam ser vigilantes em colocar “…toda a armadura de Deus…” e podem então ser “…fortalecidos no Senhor e na força do Seu poder” (Efésios 6:10,11).

A boa notícia é que Satanás é um adversário derrotado. Ainda que seja um inimigo poderoso, aqueles que são protegidos por salvação, oração e pela Palavra de Deus não precisam paralisar-se de medo diante deste leão que ruge. Somos “…guardados pelo poder de Deus…” (1 Pedro 1:5). O livro de Tiago 4:7 nos garante: “…resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.”


—CHK


Leia: Efésios 6:10-18 


Examine: Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, [...] anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar. —1 Pedro 5:8


Considere: Nenhum mal pode infiltrar-se na armadura de Deus.

O juízo final


A santidade e a justiça de Deus exigem a existência de um juízo final. Se não existisse um juízo final, a história não teria sentido. Neste mundo, muitas vezes, vemos um Herodes no trono e um João Batista na prisão, um Nero julgando e um Paulo sendo degolado. Neste mundo, muitas vezes, o culpado está togado, empoleirado no poder, julgando e condenando inocentes. Neste mundo, muitas vezes, a verdade é aviltada e a mentira é elevada ao trono. Neste mundo, muitas vezes, homens perversos planejam e executam seus crimes execrandos e escapam das mãos da lei ou são pelos representantes dela protegidos. Outros, subornam tribunais, corrompem juízes que vendem suas consciências e conspurcam seu manto sacrossanto. Há aqueles que conseguem se esconder dos tribunais da terra, e mesmo sendo vis, são aplaudidos como beneméritos da sociedade. Neste mundo, muitas vezes, aqueles que zombam de Deus, escarnecem da verdade, pisam a justiça, corrompem os inescrupulosos, torcem a lei e esmagam os indefesos, prosperam e aqueles que andam na retidão são afligidos e injustiçados.

O juízo será o momento em que Deus vai vindicar a sua justiça. Todos vão comparecer perante o tribunal de Cristo para dar conta de suas obras. Jesus Cristo será o supremo juiz. Seu trono é trono de justiça. Naquele tremendo dia do juízo, as máscaras dos poderosas cairão. Os crimes hediondos, escondidos sob o manto dos séculos, virá à tona. Aqueles que viveram na devassidão e foram assim mesmo aplaudidos pelo mundo, verão naquele dia que o pecado é um engodo e que o seu salário é a morte. Naquele dia ninguém poderá fugir da ira do Cordeiro de Deus. Naquele dia os homens ímpios buscarão a morte, mas ela fugirá deles. Naquele dia, em vão os homens buscarão clemência e socorro. Aquele, para muitos, será um dia de trevas e não de luz, de condenação irrevogável e não de absolvição. Naquele dia o dinheiro dos poderosos não poderá subornar, nem a fama dos potentados deste mundo granjear o favor do juiz. Jesus não faz acepção de pessoas. Tudo o que o homem falou, fez, deixou de fazer e pensou virá à tona. Nada será esquecido. Nada ficará encoberto. A mentira cobrirá a sua cara de vergonha. E o homem terá de receber sua sentença final, sem chance de apelação para instância superior. Aquele é o supremo tribunal do universo. A condenação dos ímpios será final, eterna e inapelável. Os ímpios irão para o castigo eterno e os justos para a vida eterna. Naquele dia quem não tiver seu nome inscrito no livro da vida, ou seja, quem deixou de crer em Cristo como seu Salvador e Senhor, será lançado no lago do fogo, a saber, a segunda morte.

Breve, muito breve, estaremos diante do tribunal de Deus. O tempo de se preparar é agora. Você já está pronto para se encontrar com Deus? Entregue agora a sua vida a Jesus. Hoje Ele pode ser o seu advogado, amanhã Ele será o seu juiz.



Rev. Hernandes Dias Lopes.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Versículos do Dia

Versículos do Dia

Volta, minha alma, para o teu repouso, pois o Senhor te fez bem. 
Salmos 116:7

Ora o Senhor encaminhe os vossos corações no amor de Deus, e na paciência de Cristo.
 2 Tessalonicenses 3:5

PÃO DIÁRIO - 20/11/2014 - Verdadeiros vínculos


Verdadeiros vínculos


Quando precisei de um chaveiro para poder entrar em meu carro, tive uma agradável surpresa. Depois que ele chegou e começou a abrir a porta de meu pequeno carro, começamos a conversar e reconheci seu caloroso e familiar sotaque.
Descobri que meu salvador era da Jamaica — uma terra que visitei muitas vezes e que aprendi a amar. Isto tornou um acontecimento negativo em positivo. De certa forma, compartilhávamos o amor por aquela linda nação.
Isto me pareceu um lembrete de um companheirismo ainda maior — a alegria de conhecer alguém novo e descobrir que esta pessoa também é cristã.
Em alguns lugares isto é comum, pois existem muitos cristãos. Mas em terras onde há poucos cristãos, encontrar alguém mais que ama Jesus, deve ser uma alegria ainda maior. É emocionante compartilharmos a incrível realidade da libertação do pecado por meio de Cristo!

Para todos aqueles que conhecem a Jesus, há um vínculo compartilhado, uma unidade em Cristo (Gálatas 3:28), uma alegria da comunhão que pode iluminar até mesmo o dia mais escuro. Louvado seja Deus que traz um vínculo de unidade a todos que reconhecem Jesus como Salvador.


—JDB


Leia: Efésios 2:11-18 


Examine: …todos vós sois um em Cristo Jesus. — Gálatas 3:28


Considere: A comunhão cristã nos edifica e nos une.


Eu tenho um sonho


O Rev. Martin Luther King Jr., pregou o seu mais famoso sermão para uma grande multidão sobre o tema: “I have a dream”. Seu grande sonho era ver a igualdade de direitos nos Estados Unidos entre brancos e negros. Ele viveu e morreu como mártir por esse sonho. Seu sonho era o sonho de um povo. Sua causa era uma causa que latejava no coração de uma nação.

Todos nós precisamos ter sonhos e ideais pelos quais viver e morrer. O apóstolo Paulo disse, “para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro”. Passar pela vida sem um ideal é passar pela vida sem viver. Mas não basta ter um ideal, é preciso ter um ideal digno de Deus. Muitos vivem e morrem por sonhos mesquinhos e egoístas. Para muitas pessoas viver é ganhar dinheiro, é ter conforto, é colecionar diplomas e troféus, é beber todas as taças dos prazeres terrenos. Há muitas pessoas que estão embriagadas por devaneios. Alimentam-se de vaidade, nutrem a alma com a loucura do pecado. Esses, não morrem pelos seus sonhos, mas se preciso for, mentem, corrompem, e matam para realizar seus desejos tresloucados.

Meu sonho é ver a igreja amando ao Senhor de todo o coração, vivendo em alegre comunhão fraternal. Meu sonho é ver os filhos crescendo em obediência aos pais, e os pais criando os filhos na admoestação e disciplina do Senhor. Meu sonho é ver cada pessoa redimida no sangue do Cordeiro, sendo uma testemunha fiel do Evangelho. Meu sonho é ver pastores santos, pregando o Evangelho com fidelidade e no poder do Espírito Santo, trazendo glória ao nome de Deus, salvação para os perdidos e edificação dos crentes. Meu sonho é ver a igreja sendo um oásis para os sedentos, um lugar de refúgio para os cansados, um lugar de encontro para os perdidos, um lugar de vida, para os que estão mortos nos seus delitos e pecados. Meu sonho é ver a igreja investindo vida e recursos para fazer discípulos de todas as nações. É ver a igreja oferecendo o pão da vida para os famintos, a água viva para os sedentos, o remédio de Deus para os enfermos. Meu sonho é ver a igreja cumprindo cabalmente o seu ministério, testemunhando o evangelho da graça, vivendo no poder do Espírito, crescendo em graça e em números a cada dia.

Eu tenho um sonho. Por esse sonho quero viver e morrer. Para ver esse sonho cumprido, quero investir minha vida. Estou certo de que esse não é apenas o meu sonho, mas é o sonho de todos aqueles que amam ao Senhor e desejam viver para a glória do seu nome. Alguém disse, “Quando um ideal é maior do que a vida, vale a pena dar a vida pelo ideal.” Quero viver em Deus, por Deus, e para Deus. Ele deve ser o alfa e o ômega dos nossos sonhos. Dele, por meio dele e para ele são todas as coisas. Ele é o alicerce, o conteúdo e o alvo dos nossos sonhos. Realizar os sonhos do coração de Deus é mais importante do que realizar os nossos sonhos. Por isso, nossos sonhos só são dignos de ser vividos quando eles são os sonhos de Deus!


Rev. Hernandes Dias Lopes.