sexta-feira, 19 de setembro de 2014

PÃO DIÁRIO - 19/09/2014 - Entregando a Deus


Entregando a Deus

Corrie ten Boom, é heroína para uma geração de pessoas que cresceu após a Segunda Guerra Mundial, pois deixou um legado de piedade e sabedoria. Vítima da ocupação nazista na Holanda, ela sobreviveu para contar sua história de fé e dependência de Deus durante uma época de sofrimento horrendo.

“Tive muitas coisas em minhas mãos”, Corrie disse certa vez, “e perdi todas elas; mas, tudo o que coloquei nas mãos de Deus, isso ainda possuo”.


Corrie estava familiarizada com a perda. Ela perdera a família, os bens materiais e anos de sua vida por causa de pessoas odiosas. Mesmo assim, aprendeu a se concentrar naquilo que poderia obter espiritualmente, emocionalmente, ao colocar tudo nas mãos de seu Pai celestial.


O que isso significa para nós? O que devemos colocar sob custódia nas mãos de Deus? De acordo com a história do jovem rico no evangelho de Marcos 10, a resposta é tudo. Ele tinha a abundância em suas mãos, mas quando Jesus lhe pediu que desistisse de suas riquezas, ele se recusou. O jovem manteve os seus bens materiais e fracassou em seguir Jesus — em consequência, “retirou-se triste” (v. 22).


Assim como Corrie ten Boom, podemos encontrar esperança ao colocar tudo nas mãos de Deus e. em seguida confiar nele pelo que vier acontecer. — JDB


Leia: Marcos 10:17-22 

Examine: Ele [...] retirou-se triste, porque era dono de muitas propriedades. —Marcos 10:22


Considere: Não há vida mais segura do que a vida entregue a Deus.


Devocional - 19/09/2014 - Espere em Deus


Espere em Deus

Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas (e te inquietas) dentro de mim? Espera em Deus (aguarda com expectativa nele), pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu. 
SALMOS 42.5

O desencorajamento destrói a esperança; assim, é óbvio que o diabo sempre tentará desencorajá-lo. Sem esperança você desiste, e é isso que Satanás deseja. A Bíblia, repetidamente, diz que você não deve se desanimar nem se assustar. Deus sabe que você não alcançará a vitória se permanecer desanimado, e Ele quer que você seja encorajado.
Quando o desencorajamento e a condenação tentarem vir sobre você, peça a Deus força e coragem. Amanhã é um novo dia. Deus o ama e a misericórdia dEle é nova a cada manhã. Diga: “Eu me recuso a permanecer desanimado. Pai, a Bíblia diz que o Senhor me ama. O Senhor enviou Jesus para morrer por mim. Eu estarei bem. Amanhã terei um grande dia”! Espere em Deus!


Por Joyce Meyer

Uma igreja bonita de se ver


A igreja de Cristo é a totalidade das pessoas que se arrependeram de seus pecados, creram em Jesus, nasceram de novo e foram seladas com o Espírito Santo como propriedades exclusivas de Deus e isto, em qualquer lugar do mundo e em qualquer tempo. Esta igreja rompe todas as fronteiras raciais, culturais, ideológicas e denominacionais. A igreja de Cristo é maior do que as denominações. Como povo presbiteriano somos parte deste grande rebanho de Cristo. Estamos ligados uns aos outros, espiritualmente, pelos laços do sangue do Cordeiro e pelo Espírito que em nós habita.

Como devemos viver, como parte deste corpo místico de Cristo, que é a igreja? Devemos ser fiéis Àquele que nos salvou, devotando-lhe pronta obediência. Devemos adorá-lo com entusiasmo e alegria. Devemos cumprir suas ordens com presteza e fervor. Devemos envidar todos os esforços para que aqueles que ainda estão perdidos sejam achados e aqueles que estão no reino das trevas, sejam trazidos para o Reino da Luz. Devemos viver em comunhão uns com os outros, em mútuo amor. Devemos ser uma igreja simpática, acolhedora, amável, amiga, hospitaleira. Devemos atrair as pessoas pelo nosso estilo transparente e bonito de viver. 

A igreja de Cristo é formada por um povo alegre, que transborda uma felicidade que vem do trono de Deus. É um povo que experimenta paz no vale, otimismo nas noites trevosas da aflição e gozo indizível no meio da dor. Devemos viver na terra na expectativa e no antegozo do céu. Devemos reverberar e transpirar uma qualidade de vida superlativa, pois vivemos na força e na unção do Espírito Santo. Ao longo da jornada, rumo à Canaã celestial, devemos trescalar o perfume de Cristo, esparramar bênçãos para as pessoas que nos cercam e viver de tal maneira que as pessoas sejam atraídas a conhecer a Deus pelo nosso exemplo. 

Que Deus nos ajude a ser uma igreja bonita por dentro e por fora. Que Deus nos dê graça para sermos uma referência nesta cidade de um povo que conhece a Deus, ama a Deus e vive para a sua glória.



Rev. Hernandes Dias Lopes.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

PÃO DIÁRIO - 18/09/2014 - Pronto para orar


Pronto para orar


Enquanto viajava de avião com as filhas de 4 e 2 anos, uma jovem mãe se esforçava para mantê-las ocupadas a fim de que não incomodassem os outros. Quando a voz do piloto fez um anúncio pelo sistema de som, Catarina, a filha caçula, parou as atividades e abaixou a cabeça. Quando o piloto terminou de falar, ela sussurrou: “Amém”. Talvez, por ter ocorrido uma catástrofe natural pouco tempo antes, a menina pensou que o piloto estivesse orando.

Como aquela garotinha, quero um coração que leve rapidamente os meus pensamentos à oração. Acho que seria justo dizer que o salmista Davi tinha esse tipo de coração. Temos pistas disso no Salmo 27, no qual ele fala sobre enfrentar inimigos difíceis (v.2). Davi declarou:: “...buscarei, pois, Senhor, a tua presença” (v.8). Alguns dizem que, ao escrever este salmo, Davi estava lembrando-se do tempo em que fugia de Saul (1 Samuel 21:10) ou de seu filho Absalão (2 Samuel 15:13,14). A oração e dependência de Deus estavam no primeiro plano do pensamento de Davi, e ele descobriu que Senhor era seu santuário (Salmo 27:4,5).

Precisamos também de um santuário. Talvez, ler ou orar este salmo e outros também possa nos ajudar a desenvolver essa proximidade com o nosso Deus Pai. À medida que Deus se tornar o nosso santuário, voltaremos mais prontamente o nosso coração a Ele em oração. — AMC

Leia: Salmo 27:7-14

Examine: Ao meu coração me ocorre: Buscai a minha presença; buscarei, pois, Senhor, a tua presença. —Salmo 27:8

Considere: Em oração, Deus pode tranquilizar o nosso coração e aquietar a nossa mente.

Devocional - 18/09/2014 - Um sábado espiritual


Um sábado espiritual

Esforcemo-nos (e sejamos zelosos), pois, por entrar naquele descanso (de Deus, conhecendo-o e experimentando-o por nós mesmos), a fim de que ninguém caia, segundo o mesmo exemplo de desobediência (e incredulidade daqueles que caíram no deserto). 
HEBREUS 4.11

Se você ler todo o capítulo 4 do livro de Hebreus, descobrirá que esse texto está falando sobre o descanso sabático que está disponível para o povo de Deus. Sob a Antiga Aliança, o sábado era observado como um dia de descanso. Sob a Nova Aliança, esse descanso sabático fala de um lugar de descanso espiritual. É privilégio de cada crente recusar a preocupar-se e ter ansiedade. Como cristão, você pode entrar no descanso de Deus. A única forma para entrar nesse descanso é crendo. A incredulidade e a desobediência o farão perder esse privilégio. A incredulidade o manterá no deserto, mas Jesus proveu um lugar permanente de descanso que somente pode ser habitado ao vivermos pela fé.


Por Joyce Meyer

Qual é o tamanho do seu Deus?


Há um só Deus vivo e verdadeiro. Os deuses dos povos são ídolos vãos, criados pela imaginação humana ou forjados pelo engano do diabo. Quem é o seu Deus? Qual é o tamanho do seu Deus? Davi, no Salmo 139, fala sobre três atributos exclusivos de Deus que revelam-nos sua majestade.

1. Deus é onipotente (Sl 139:13-18) – Deus criou não apenas o universo, os céus e a terra, mas Deus também nos fez de forma assombrosamente maravilhosa. Deus trouxe à luz o que não existia. Do nada ele fez todas as coisas. Ele é a causa não causa de todas as coisas. Ele existe antes de todas as coisas e tudo veio a existir por sua vontade e decreto. Deus nos moldou no ventre da nossa mãe. Ele fez cada célula do nosso corpo. Ele colocou em nós todos os códigos genéticos. Segundo Dr. Marshall Nirenberg, prêmio Nobel de Biologia, temos em nosso corpo 60 trilhões de células vivas. Em cada célula há um metro e setenta centímetros de fita DNA, onde estão gravados e computadorizados todos os nossos dados genéticos. Se esticarmos a fita DNA do nosso corpo, teríamos 102 trilhões de metros de fita, ou seja, 102 bilhões de quilômetros. Poderíamos empacotar na cabeça de um alfinete todos os dados genéticos dos mais de 6 bilhões de habitantes do planeta. Códigos de vida não se originam do ocaso nem de uma explosão cósmica. A evolução é uma teoria improvável, impossível, incongruente. Permanece o fato irretorquível, irrefutável, absoluto de que Deus é o criador de todas as coisas. Ele é, portanto, onipotente!

2. Deus é onisciente (Sl 139:1-6) – Deus criou e conhece todas as coisas. Nada lhe é oculto. Ele conhece cada estrela do universo e chama cada uma pelo nome; ele conhece cada célula do nosso corpo cada fio de cabelo da nossa cabeça. Ele nos sonda e nos conhece. Ele penetra os nossos pensamentos e esquadrinha o nosso andar e o nosso deitar. Ele conhece todos os nossos caminhos. Ele conhece nossas palavras mesmo antes que elas cheguem à nossa língua. Deus nos cerca por trás e por diante. Ele sabe tudo, vê tudo, a tudo e a todos sonda exaustivamente. Nada escapa ao seu conhecimento. Ninguém pode burlar Deus, apanhá-lo de surpresa. Ele conhece o passado, o presente e o futuro no seu eterno agora. Para ele, mil anos são como um dia e um dia como mil anos. 

3. Deus é onipresente (Sl 139:7-12) – Deus é inescapável. Jamais podemos nos esconder dele. Não podemos nos ausentar do Espírito de Deus. Se subirmos ao céu, lá ele estará. Se descermos ao mais profundo abismo, também, lá ele estará. Se tomarmos as asas da alvorada e viajarmos para além dos mares, ainda lá nos haverá de guiar a sua mão. Se tentarmos nos esconder sob o manto das trevas, mesmo assim, não conseguiremos, pois para Deus a luz e as trevas são a mesma cousa. Deus está em toda parte. Não há nenhum canto do universo onde o homem possa esconder-se de Deus. Ele é como a sombra à nossa direita. Ele não dorme nem precisa descansar. Seus olhos sempre estão atentos e toda a criação depende dele, pois ele vela por todos, em toda parte.

Porque Deus é onipotente, onisciente e onipresente, Davi compreende que não pode abrigar pecado em seu coração (Sl 139:19-24). Então, clama ao Senhor: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me e conhece os meus pensamentos; ver se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno” (Sl 139:23-24).



Rev. Hernandes Dias Lopes.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

PÃO DIÁRIO - 17/09/2014 - O jogo da culpa


O jogo da culpa

Quando o marido de Janete a trocou por outra mulher, ela jurou que jamais conheceria a nova esposa dele. Porém, ao perceber que sua amargura estava prejudicando o relacionamento de seus filhos com o pai deles, pediu a ajuda de Deus para dar os primeiros passos para superar a amargura numa situação que ela não poderia mudar.

No livro de Gênesis 16, lemos a história de um casal a quem Deus prometeu um filho. Quando Sarai sugeriu que o seu marido, Abrão, tivesse um filho com a serva deles, Agar, ela não estava confiando totalmente que Deus lhe daria a criança que prometera. Quando o bebê nasceu, Agar desprezou Sarai (Gênesis 16:3,4), o que a tornou uma mulher amargurada (vv.5,6).

Agar havia sido escrava sem direitos e, de repente, tornara-se especial. Como Sarai reagiu? Culpando os outros, inclusive Abrão (v.5). A promessa de Deus foi realizada no nascimento de Isaque 14 anos mais tarde. A atitude de Sarai estragou o banquete oferecido por Abrão na ocasião do desmame (21:8-10).

Talvez, nunca tenha sido fácil, para Sarai, ter vivido com as consequências da decisão de passarem na frente de Deus. Apenas um milagre da graça poderia ter mudado sua atitude, mas isso poderia ter transformado tudo. Sarai não pôde reverter a decisão, mas, com a força de Deus, poderia ter convivido com ela de forma diferente e glorificado ao Senhor.  —MS

Leia: Gênesis 16:1-6; 21:8-13 

Examine: Seja sobre ti a afronta que se me faz a mim [...]. Julgue o Senhor entre mim e ti. — Gênesis 16:5

Considere: Pela graça de Deus, podemos refletir Sua luz em momentos de escuridão.

Devocional - 17/09/2014 - Comece onde você está

Comece onde você está

Não digas ao teu próximo: Vai e volta amanhã; então, to darei. PROVÉRBIOS 3.28

Quando Deus lhe diz para ajudar alguém, é fácil protelar. Você pretende obedecer a Deus, mas simplesmente resolve que irá fazê-lo mais tarde, quando tiver mais dinheiro, quando não estiver tão ocupado, quando o Natal chegar, quando as crianças saírem da escola ou quando as férias terminarem. Não há como orar a Deus pedindo-Lhe mais recursos para que você seja uma bênção para os outros, se você não se dispõe a ser uma bênção com aquilo que já tem. Satanás tentará lhe dizer que você não tem nada para dar, mas não acredite nele.
Mesmo se for somente uma pequena soma de dinheiro, um pacote de balas ou uma caneta, comece usando o que você tem. Quando você começar a dar o que tem, Deus lhe trará aumento e você será capaz de dar em proporção bem maior.


Por Joyce Meyer

As glórias da esperança cristã


O apóstolo Paulo em 1 Tessalonicenses 4:13-18 nos fala sobre as glórias da nossa esperança. Os crentes de Tessalônica estavam tristes por pensarem que os seus irmãos mortos tinham perecido. Os gregos e romanos nos dias de Paulo eram desprovidos de esperança (Ef 2:12). Para eles não havia nenhuma esperança para o corpo depois da morte. Em contraste com a desesperança pagã, Paulo mostra a gloriosa esperança dos santos.

A revelação: Nós temos a Palavra de Deus (1 Ts 4:13,15)
As religiões têm especulado sobre o destino da alma depois da morte. Os filósofos têm discutido sobre a imortalidade. Os espíritas falam na comunicação com os mortos. Agora, Paulo resolve este problema, dizendo que não precisamos especular, pois temos uma revelação específica e clara de Deus acerca do nosso destino depois da morte (1 Ts 4:15). A Bíblia tem uma clara revelação acerca da morte e da ressurreição (1 Co 15:51-54; João 5:24-29; 11:21-27), bem como acerca da segunda vinda de Cristo (1 Ts 4:13-18). A autoridade da Palavra de Deus dá-nos a segurança e o conforto que nós precisamos.

O retorno: Cristo voltará novamente (1 Ts 4:14-15)
Na segunda vinda, os salvos virão com Cristo em glória num glorioso séquito. Ele será acompanhado de seus anjos e dos remidos. Os vivos não terão nenhuma vantagem em relação aos mortos em Cristo na segunda vinda de Cristo (1 Ts 4:15). A vinda de Crista será pessoal, física, poderosa, gloriosa e vencedora. Ele vem para julgar os vivos e os mortos. Ele vem para colocar todos os seus inimigos debaixo dos seus pés. Ele vem para estabelecer a plenitude gloriosa do seu Reino. Ele vem para buscar sua igreja e reinar com ela para sempre.

Ressurreição: Os mortos em Cristo ressuscitarão (1 Ts 4:15-16)
A doutrina da ressurreição era rejeitada pelos gregos (At 17:32) e pelos saduceus (Mt 22:23). A base da doutrina da ressurreição dos salvos, é a ressurreição de Cristo (1 Ts 4:14). Paulo diz que quando Cristo voltar e der a sua palavra de ordem, os mortos vão ressuscitar (1 Ts 4:16). Os mortos vão ouvir a sua voz e sair dos túmulos (Jo 5:28-29). A trombeta soará e os mortos ressuscitarão (1 Co 15:52).

Arrebatamento: Os crentes que estiverem vivos serão transformados e arrebatados para encontrar o Senhor nos ares (1 Ts 4:17)
Não estamos usando aqui arrebatamento com o mesmo sentido usado pelos dispensacionalistas, que ensinam que a segunda vinda de Cristo será em dois turnos: um secreto e outro visível. Cremos que a segunda vinda será única, visível, audível e gloriosa. Quando Cristo voltar subiremos para nos encontrarmos com ele nas nuvens e assim estaremos para sempre com o Senhor.

Reunião – Os salvos estarão para sempre com o Senhor (1 Ts 4:17-18)
Este encontro será a festa apoteótica das bodas do Cordeiro. Vai ser o encontro triunfal da igreja com o seu noivo, o Senhor Jesus Cristo para estar com ele e reinar com ele pelos séculos dos séculos. A igreja, então, entrará na posse do Reino; desfrutará das bem-aventuranças eternas. A igreja entrará no descanso de Deus, no novo céu e a nova terra, no paraíso de delícias perpétuas, na Casa do Pai, na Pátria Celestial. Estaremos juntos como família de Deus e jamais vamos nos separar daqueles a quem amamos. A tristeza nem a dor jamais entrarão em nosso lar eterno. Não haverá mais despedida, nem separação e nem morte. Oh! Quão bendita esperança nós temos!



Rev. Hernandes Dias Lopes.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

PÃO DIÁRIO - 16/09/2014 - Bondoso Jesus


Bondoso Jesus


Charles Wesley (1707–88), evangelista metodista, escreveu mais de 9 mil hinos e poemas sagrados. Alguns, como “Mil línguas eu quisera ter”, são hinos de louvor incríveis e sublimes. Mas seu poema Gentle Jesus, Meek and Mild (Bondoso Jesus, manso e suave) publicado em 1742, é a oração silenciosa de uma criança que capta a essência de como todos nós deveríamos buscar ao Senhor com a fé simples e sincera.

Amado Jesus, Cordeiro bondoso,

Estou em Tuas gloriosas mãos;

Faz de mim, Salvador, o que tu és,

Vive em meu coração (tradução livre).

Enquanto alguns seguidores de Jesus usavam de todos os meios para conseguir uma posição em Seu reino, o Senhor “…chamando uma criança, colocou-a no meio deles. E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus” (Mateus 18:2,3).

Poucas crianças buscam posição ou poder. Em vez disso, elas querem aceitação e segurança, e se agarram aos adultos que as amam e cuidam delas. Jesus jamais afastou as crianças.

A última estrofe do poema de Wesley mostra o desejo infantil de ser semelhante a Jesus:

Eu então proclamarei o Teu louvor

Servirei a ti durante os meus dias felizes;

Então o mundo sempre verá Cristo,

a Criança santa, em mim.

—DCM


Leia: Mateus 18:1-10 

Examine: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus. —Mateus 18:3


Considere: A fé brilha mais forte num coração infantil.


Devocional - 16/09/2014 - Abençoe e seja abençoado por amar

Abençoe e seja abençoado por amar

Entretanto, procurai, com zelo (e intensamente), os melhores dons (os mais altos dons e as mais selecionadas graças). E eu passo a mostrar-vos ainda um caminho sobremodo excelente (aquele que é, sem dúvida, o melhor de todos: o amor).
1 CORÍNTIOS 12.31

O amor deve ser o item número 1 em sua lista de prioridades espirituais. Você deve aprender sobre o amor, orar sobre o amor e desenvolver amor ao amar os outros. Deus é amor, e assim, quando você caminha em seu amor, você permanece nEle, e Ele se faz presente. Porque nós caminhamos no amor de Deus somente ao receber e expressar esse amor, não devemos enganar a nós mesmos pensando que podemos amar a Deus enquanto odiamos as outras pessoas. (Veja 1 João 4.20.) Buscamos muitas coisas no curso de nossa vida, esperando que se cumpram, mas a maioria delas nos desaponta. Quando decidimos caminhar em amor, descobrimos que isso não somente abençoa os outros, mas também abençoa nossa própria vida.


Por Joyce Meyer

A glória de Deus, o supremo propósito da vida



O fim principal de Deus é a promoção da sua própria glória e o nosso fim principal é glorificá-lo e gozá-lo para sempre. John Piper afirma que a felicidade de Deus em Deus é a base da nossa felicidade em Deus. Deus é mais glorificado em nós quando estamos mais satisfeitos nele. Deus é inabalavelmente feliz. Sua felicidade é o prazer que tem em si mesmo. Antes da criação, regozijava-se na imagem da sua glória na pessoa do seu Filho. Depois a alegria de Deus “veio a público” na obra da criação e da redenção.
 Essas obras alegram o coração de Deus porque refletem sua glória.
Deus e não os nossos interesses deve ser o centro da nossa vida. Vivemos para ele e não para nós mesmos. Vivemos e morremos para ele. Somos dele: criados, sustentados, remidos, abençoados e galardoados por ele. Qualquer outro propósito na vida que não seja a glória de Deus está fora de foco. Comemos e bebemos para a glória de Deus. Trabalhamos e descansamos para a glória de Deus. Compramos e vendemos para a glória de Deus. Casamos ou ficamos solteiros para a glória de Deus. Criamos filhos e os educamos para a glória de Deus. Ele se deleita em nós como o noivo se alegra com a sua noiva. Somos seus filhos e herdeiros; somos a herança de Deus, a menina dos seus olhos, a sua delícia. 

Como podemos glorificar a Deus?

1. Fazendo as coisas ordinárias da vida como um tributo de glória para Deus (1 Co 10:31) 
– Todas as coisas têm significado quando as fazemos por meio de Deus e para a glória de Deus. Comer, beber ou fazer qualquer outra coisa torna-se uma liturgia de glorificação a Deus. Não existe mais a dicotomia entre sagrado e profano. Tudo em nossa vida passa ser sagrado e cúltico. Fomos criados em Cristo Jesus para as boas obras. Somos a obra prima de Deus, a poesia de Deus, a delícia de Deus, em quem ele tem todo o seu prazer. Quando praticamos as boas obras para as quais fomos preparados, o nome de Deus é glorificado.

2. Oferecendo o nosso corpo como instrumento de glorificação a Deus (1 Co 6:20) 
– Ao sermos libertos da escravidão do pecado, os membros do nosso corpo deixam de ser instrumentos de iniqüidade, para serem instrumentos de justiça. O nosso corpo em vez de ser um albergue do pecado, torna-se santuário do Espírito, habitação do Deus vivo. O nosso corpo não foi criado para a impureza, mas para a santidade. Fomos criados para a glória de Deus (Is 43:7) e devemos refletir a glória de Deus. É instrutivo o coro de T.M. Jones: “Que a beleza de Cristo se veja em mim/ Toda a sua admirável pureza e amor/ Oh, tu chama divina, todo o meu ser refina/ Até que a beleza de Cristo se veja em mim”.

3. Vivendo para abençoar outras pessoas a fim de que suas ações de graças redundem em glória ao nome de Deus (2 Co 4:15) 
– Deus é glorificado em nós quando expressamos a compaixão de Cristo pelas pessoas. Deus ama, socorre, consola e anima as pessoas através de nós. Somos o corpo de Cristo em ação na terra. Quando as pessoas tributam a Deus ações de graça pelo bem que lhes fazemos, isso traz glória ao nome de Deus. Fanny Crosby, cega desde as seis semanas de idade, produzia glória para Deus onde quer que fosse. Mesmo cega ela conhecia a sua Bíblia melhor do que a maioria das pessoas. Ainda jovem já sabia praticamente de cor o Pentateuco, e quase todo o Novo Testamento. Mesmo cega ela aprendeu a valorizar as belezas da criação de Deus e a expressar isso em suas poesias. Decorou os oito mil hinos que escreveu para a glória de Deus. Falou inúmeras vezes para grandes auditórios, tal a bênção que a sua presença transmitia. Aos 94 anos, a 11 de fevereiro de 1915, ela parecia estar bem de saúde, ditou uma carta e escreveu um novo poema, indo depois para a cama. 
Antes de amanhecer tinha ido para o céu. Qual o cristão que não deu glória a Deus ao cantar as canções escritas por Fanny Crosby? Quantos milhares de pessoas não entregaram suas vidas a Cristo ao ouvirem os hinos: “Manso e suave, Jesus está chamando”, “Mais perto quero estar meu Deus de Ti”. Milhares de vidas ficaram mais ricas porque a cega Fanny Crosby deu glória a Deus.



Rev. Hernandes Dias Lopes.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

PÃO DIÁRIO - 15/09/2014 - Não pense mais neles

Não pense mais neles

Meus primeiros anos como cristão foram carregados com maus pressentimentos. Tive a impressão de que quando Jesus voltasse, todos os meus pecados estariam expostos numa tela gigantesca para todos verem.

Hoje sei que Deus optou por não se lembrar de nenhuma de minhas transgressões. Todo pecado foi enterrado no mar profundo para jamais ser exumado e examinado novamente.

Amy Carmichael escreveu: “Há um ou dois dias, eu estava pensando no passado com bastante tristeza — tantos pecados, fracassos e erros de todos os tipos. Ao ler Isaías 43 e, no versículo 24, contemplei a mim mesma: “…me cansaste com as tuas iniquidades”. Então, pela primeira vez, percebi que não há espaço entre os versos 24 e 25: ‘Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim e dos teus pecados não me lembro’”.

De fato, quando o Senhor voltar, Ele “…trará à plena luz as coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações; e, então, cada um receberá o seu louvor da parte de Deus” (1 Coríntios 4:5). Naquele dia, nossas obras serão provadas, e podemos sofrer perdas, mas não seremos julgados pelo pecado (3:11-15). Deus verá o que Cristo fez por nós. Ele não se lembrará mais dos nossos pecados. —DHR

Leia: Isaías 43:22-28 

Examine: Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim e dos teus pecados não me lembro. —Isaías 43:25

Considere: Quando Deus nos salva, nossos pecados são perdoados para sempre.

Devocional - 15/09/2014 - Acalme-se e use seus dons


Acalme-se e use seus dons

Deixo-vos a paz, a minha (própria) paz, vos dou (deixo). JOÃO 14.27 

Você sabe que existe a forma certa e a forma errada de lidar com os tempos de aflição?
Eu não sabia disso até que me tornei uma cristã e comecei a aprender que o poder e a paz de Deus estão disponíveis para mim. Como cristão, você tem a paz de Deus. Ele a disponibilizou para você como sua herança. Além disso, Lucas 10.19 diz que Deus nos deu seu poder. Paz e poder, que dons maravilhosos... e Deus os deu a você por uma razão: Ele quer que você os utilize. Se você não tem colocado esses dons para funcionar em sua vida, está prejudicando a si mesmo. Assim, tome uma decisão de começar a usá-los imediatamente. Não desperdice seu tempo reclamando, queixando-se ou tendo um ataque de nervos quando os problemas chegam.
Em vez disso, acalme-se e pense sobre a paz e poder que Deus que lhe deu e, então, faça-os funcionar!


Por Joyce Meyer

Estágios na caminhada com Deus


Gênesis capítulo 12 é um texto vital no contexto da Escritura. Ali está traçado o plano de Deus para o seu povo ao longo da história. Deus chamou um homem e através dele formou um povo e através desse povo veio o Messias e por meio dele todas as famílias da terra são abençoadas. Gênesis 12 revela-nos que Deus é soberano na salvação. Ele escolhe a quem ele quer. Tirou Abraão do meio de um povo idólatra e fez dele o pai da fé. Abraão não tinha méritos pessoais. Tudo foi pela graça. Mesmo depois de salvo, Abraão ainda claudicou. Isso nos prova que somos todos de barro, vulneráveis e dependentes inteiramente da graça de Deus. 

Vejamos quais são os estágios da nossa caminhada com Deus. 

1. A Palavra de Deus conduz à fé (Gn 12:1-3) 
– Abraão era um idólatra quando Deus o chamou do meio da sua parentela (Js 24:2), revelando a ele sua glória (At 7:2) e falando com ele. Abraão, pela graça de Deus converteu-se dos ídolos vãos ao Senhor. Quando ele ouviu a Palavra de Deus a fé foi gerada no seu coração (Rm 10:17). Tornou-se não apenas um crente, mas o pai dos crentes. Ainda hoje, a Palavra de Deus opera eficazmente na vida daqueles que a ouvem, pois a fé vem pelo ouvir a Palavra de Cristo. 

2. A Fé conduz à obediência (Gn 12:4-6) 
– O Novo Testamento afirma que “pela fé Abraão obedeceu” (Hb 11:8). “Te mostrarei”, “de ti farei uma grande nação” e “te abençoarei” foram promessas de Deus a Abraão, e Abraão creu. Alguém já disse de forma apropriada que fé não é apenas crer a despeito de evidências, mas obedecer a despeito das conseqüências. A prova da fé é a obediência. A verdadeira fé sempre produz obras (Tg 2:14). A fé verdadeira não nos torna místicos, mas práticos. Leva-nos não à subjetividade, mas à ação. 

3. A obediência conduz à bênção (Gn 12:7-9) 
– Nós não sabemos quase nada sobre a jornada de Abraão, que deve ter sido difícil; mas somos informados que Deus encontrou Abraão quando ele chegou e lhe fez nova promessa. Deus sempre vai à nossa frente para nos encorajar através de sua Palavra. A partir desse momento a vida de Abraão sempre vai ser marcada pela presença da tenda (um peregrino na terra) e o altar (um cidadão do céu). Abraão põe seus olhos não neste mundo que passa, mas na cidade eterna, cujo arquiteto e fundador é Deus. 

4. A bênção conduz às provas (Gn 12:10-20) 
– A fé é sempre testada pelo menos por três razões: Primeiro, para provar se a nossa fé é real. Segundo, para ajudar a nossa fé crescer.Terceiro, para trazer glória ao nome do Senhor (1 Pe 1:6-9; Tg 1:1-8). Imagine você a fome castigando exatamente a terra para a qual Deus trouxe Abraão. Nós podemos estar no centro da vontade de Deus e ainda assim, enfrentando dificuldades e passando por provas. Abraão por um momento andou pela vista e não pela fé e isto lhe custou seu testemunho e quase lhe custou a sua esposa. Veja, que no Egito, Abraão não armou tenda nem levantou altar. Descer ao Egito foi fugir da vontade de Deus. O Senhor abençoou Abraão para que ele fosse uma bênção. Através de Abraão e seu descendente, todo o mundo tem sido abençoado. Onde quer que Deus abençoe você é para que você seja uma bênção para outras pessoas. As bênçãos de Deus não são apenas privilégios pessoais, mas oportunidades para abençoarmos outros.



Rev. Hernandes Dias Lopes.